Guilhotina | Le Monde Diplomatique Brasil – Details, episodes & analysis

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Podcast Guilhotina | Le Monde Diplomatique Brasil

Guilhotina | Le Monde Diplomatique Brasil

Rádio Tertúlia

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O Guilhotina é o podcast do Le Monde Diplomatique Brasil, com apresentação dos jornalistas Bianca Pyl e Luis Brasilino. Para sugestões e críticas, escreva para guilhotina@diplomatique.org.br. Apoio técnico: Rádio Tertúlia.
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Clima de injustiça: quilombolas e a COP 30

Season 10 · Episode 1

jeudi 5 juin 2025Duration 23:28

Em 2025, o Brasil será palco da COP 30. Enquanto autoridades brasileiras falam em protagonismo ambiental, os povos que mais protegem a natureza seguem invisíveis. Essa exclusão não é um descuido – é o retrato doracismo ambiental, que apaga vozes negras das decisões sobre o futuro do planeta.

Neste episódio especial do podcast Guilhotina em parceriacom a Comissão Pró-Índio de São Paulo, ouvimos lideranças quilombolas e especialistas para entender como a luta contra a crise climática precisa ser também uma luta antirracista. Quais caminhos podem garantir que essa justiçaaconteça de verdade? E como a COP pode se comprometer com isso?

Quer saber mais sobre o assunto? Ouça o especial completo do Guilhotina com Mariana Belmont, do Geledés; Fran Paula da Coordenação Nacional dos Quilombolas (Conaq), e Viviana Santiago, da Oxfam Brasil; e amplifique a justiçaclimática racial.

Ficha técnica

Apresentação e roteiro: Bianca Pyl e Luís Brasilino. 

Edição, desenho de som e sonorização: Beatriz Pasqualino, pela Rádio Tertúlia.

bem viver nas cidades | #3 águas urbanas

Season 9 · Episode 3

mercredi 12 mars 2025Duration 44:31

No ar, o 3º e último episódio da série "Bem viver nas cidades: lutas por direitos e movimentos populares urbanos”, nova parceria do Guilhotina, o podcast do Le Monde Diplomatique Brasil, com a Coordenadoria Ecumênica de Serviço (Cese).

Neste episódio, conversamos sobre águas urbanas com Raquel Ludermir (@raquel_ludermir), doutora em desenvolvimento urbano e que está como gerente de incidência política da Habitat para a Humanidade Brasil; Joice Paixão, cofundadora e presidente da Associação Gris, no bairro da Várzea em Recife; e Halan Jackson de Assis (@halan.aksom), do Fórum de Juventudes do Bom Jardim, Fortaleza.

Ficha técnica:

A produção, apresentação e o roteiro deste episódio foram feitos por Luís Brasilino e pela Bianca Pyl. A Beatriz Pasqualino, da Rádio Tertúlia, fez a edição, desenho de som e sonorização. E o apoio de produção é de Marília Pinto e Vanessa Pugliesi, da Cese.

genocídios.BR | #2 Manto Tupinambá, a testemunha do genocídio indígena

Season 7 · Episode 2

lundi 19 août 2024Duration 27:35

Recentemente, chegou ao Museu Nacional do Rio de Janeiro, direto da Dinamarca, um Manto Tupinambá confeccionado com penas de guará vermelho há mais de 300 anos. O retorno desta peça ao Brasil é o resgate de uma memória transcendental para o povo Tupinambá e é, também, o símbolo de uma história de violações e apagamentos. O manto é testemunha do genocídio de uma nação, que é praticado desde a chegada dos europeus até os dias de hoje.

Neste segundo episódio da temporada genocídios.BR, você saberá mais sobre a história desta relíquia e do genocídio indígena. Esta série especial é fruto de uma parceria do Podcast Direitos Humanos em Ação - da ⁠⁠Articulação para o Monitoramento dos Direitos Humanos no Brasil (AMDH)⁠⁠, com o Guilhotina, o podcast do ⁠⁠Le Monde Diplomatique Brasil⁠⁠. A produção e reportagem são da ⁠⁠Rádio Tertúlia⁠⁠.

Para este episódio, entrevistamos a antropóloga e liderança indígena Glicéria Tupinambá (também conhecida como Célia Tupinambá), da região do sul da Bahia; Clara Almeida Barbosa, da etnia Kaiowá no Mato Grosso do Sul; o jurista e pesquisador Flávio de Leão Bastos Pereira; e a professora Fernanda Frizzo Bragato, pesquisadora de direitos indígenas e decolonialidade.

>>>  A temporada especial genocídios.BR tem como objetivo ampliar o debate sobre o conceito de genocídio, seus fatores de risco, os impactados por esse crime atroz, as questões jurídicas envolvidas e o debate político em torno do tema. O podcast explora as nuances legais, ideológicas e políticas dessa definição, trazendo o fato de que nem toda violência extrema é classificada como genocídio, assim como um caso de genocídio não exige que mortes tenham ocorrido. O terceiro episódio desta série vai ao ar em 02 de setembro de 2024.

Saiba mais:

Reportagem “Museu Nacional confirma retorno de Manto Tupinambá ao Brasil” (11/07/24 | Agência Brasil): https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2024-07/museu-nacional-confirma-retorno-de-manto-tupinamba-ao-brasil 

Episódio 1 de genocídios.BR sobre o Massacre de Haximu, cometido contra o povo Yanomami em 1993: https://open.spotify.com/episode/1rMRDEhzaYRrQU0kJESQx8?si=2f0ab3f6c9b74807 

Vídeo da fala de Ñandesy's Kaiowá na retomada Guarani Kaiowá na região de Douradina (MS) diante de policiais (julho/24 | Comunicação da Aty Guasu): https://www.instagram.com/reel/C9p8aFLPBzM/?utm_source=ig_embed&ig_rid=ec2fe2c2-6d7a-44c4-a2ec-74c7be2f0eed 

Relatório Violência contra os povos indígenas no Brasil (dados de 2023), do Conselho Indigenista Missionário (Cimi): https://cimi.org.br/2024/07/relatorioviolencia2023/ 

Livro “Genocídio Indígena no Brasil - O Desenvolvimentismo entre 1964 e 1985”, de autoria de Flávio de Leão Bastos Pereira (Juruá Editora): https://www.jurua.com.br/shop_item.asp?id=26657 

Artigo 231 (Capítulo VIII - Dos índios) da Constituição Federal Brasileira: https://tinyurl.com/yfrbcb4a 

Decreto Nº 30.822, de 1952, que promulga a Convenção para a Prevenção e a Repressão do Crime de Genocídio, da Assembléia Geral das Nações Unidas: ⁠https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/atos/decretos/1952/d30822.html⁠

Lei Nº 2889, de 1956, que define e pune o crime de genocídio no Brasil: ⁠https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l2889.htm⁠

Ficha Técnica:

Apresentação: Luís Brasilino e Bianca Pyl (Guilhotina).

Roteiro, Produção, Reportagem e Edição: Beatriz Pasqualino (Rádio Tertúlia).

Sonorização: André Paroche (Rádio Tertúlia).

Concepção e Coordenação: Manoela Nunes, Enéias da Rosa, Gilnei da Silva (AMDH) e Beatriz Pasqualino (Rádio Tertúlia).

Identidade Visual e Artes: Nanna Tariki (Le Monde Diplomatique Brasil). 

A coordenação do Projeto Direitos Humanos em Ação é realizada pelo ⁠⁠Movimento Nacional de Direitos Humanos⁠⁠, pelo ⁠⁠Processo de Articulação e Diálogo para a Cooperação Internacional no Brasil⁠⁠ e pelo Fórum Ecumênico ACT Brasil. 

#156: Mulheres, território e meio ambiente em tempos de pandemia, com Cris Faustino, Elisangela Soldateli e Lisbet Julca

jeudi 10 mars 2022Duration 01:11:00

Bianca Pyl e Luís Brasilino recebem três convidadas neste novo episódio: a assistente social Cris Faustino, a jornalista Elisangela Soldateli Paim e a cientista política Lisbet Julca. A Elis é a organizadora e a Cris e a Lisbet são autoras de artigos do livro “Resistências e re-existências: mulheres, território e meio ambiente em tempos de pandemia” (https://bit.ly/35A1bBY), lançado em 2020 pela Editora Funilaria em parceria com a Fundação Rosa Luxemburgo. A obra, escrita por mulheres de organizações sociais e pesquisadoras, apresenta um panorama dos impactos da pandemia e das mudanças climáticas no Brasil sob uma perspectiva de raça, classe e gênero. Falamos sobre as interrelações entre as crises sanitária e socioambiental, neoliberalismo e neodesenvolvimentismo, a agenda anti-mulher e antiambiental na ascensão da extrema-direita, os retrocessos colocados em prática pelo governo Bolsonaro e seu impacto sobre as trabalhadoras e os trabalhadores, violência e desigualdade de gênero e o papel tanto das mulheres como dos movimentos sociais no enfrentamento das crises atuais. A Cris preside o Conselho Estadual de Defesa dos Direitos Humanos no Ceará e é membra da equipe do Instituto Terramar e da Rede Brasileira de Justiça Ambiental e conselheira da Justiça Global. A Elis é doutora em Ciências Sociais pela Universidade de Buenos Aires e coordenadora latino-americana do Programa Clima da Fundação Rosa Luxemburgo. E a Lisbet é militante do MST, faz parte do Coletivo de Coordenação da Escola Popular Rosa Luxemburgo do MST-São Paulo, realiza doutorado em Geografia pela Unesp e atua na Rede DataLuta. Trilha: Clara Nunes, “O canto das três raças” (Mauro Duarte e Paulo César Pinheiro); e Grupo Semente e Teresa Cristina, “Pra que discutir com madame” (Haroldo Barbosa e Janet de Almeida).

Esse episódio apoia a campanha #OPodcastÉDelas2022.

#155: Lugares de origem: indígenas e patrimônio cultural no Brasil, com Yussef Campos

jeudi 3 mars 2022Duration 47:51

Bianca Pyl e Luís Brasilino conversam com o historiador Yussef Campos, autor, com Ailton Krenak, do livro “Lugares de origem” (https://bit.ly/3ttWy4z). A publicação, lançada no fim de 2021 pela editora Jandaíra, traça um diálogo entre os autores sobre a trajetória dos povos indígenas e as noções de patrimônio cultural no Brasil. Durante a Assembleia Constituinte de 1988, a redação do artigo 231 da Constituição dizia que: “são terras tradicionalmente ocupadas pelos índios as por eles habitadas em caráter permanente, as utilizadas para suas atividades produtivas, as imprescindíveis à preservação dos recursos ambientais necessários a seu bem-estar e as necessárias à sua reprodução física e cultural, segundo seus usos, costumes e tradições e do seu patrimônio cultural”. Por uma manobra do Centrão, esta última expressão, “e do seu patrimônio cultural”, foi suprimida do texto final. Youssef explica na entrevista a importância dessa alteração e fala também sobre a participação de Krenak na Constituinte e o episódio em que pintou o rosto de jenipapo, o que significou o reconhecimento do patrimônio imaterial pela Constituição, os direitos indígenas no Brasil, o rompimento da barragem da Samarco no Rio Doce e seu impacto sobre o povo krenak que vive na região, as atuais ameaças às conquistas de 1988 e muito mais. Yussef é historiador e professor da Universidade Federal de Goiás (UFG) e autor do livro “Palanque e Patíbulo: o patrimônio cultural na Assembleia Nacional Constituinte”, fruto da sua tese de doutorado na Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). Trilha: Caetano Veloso, “Terra”; e Milton Nascimento, “Clube da esquina” (Lô Borges, Marcio Borges e Milton Nascimento).

#154: Antirracismo, afeto e política nas práticas de mulheres quilombolas, com Mariléa de Almeida

jeudi 24 février 2022Duration 54:02

Bianca Pyl e Luís Brasilino conversam com a historiadora Mariléa de Almeida, autora do livro “Devir quilomba: antirracismo, afeto e política nas práticas de mulheres quilombolas” (https://bit.ly/3hcOnDS), lançado em fevereiro pela editora Elefante. O trabalho, desdobramento da sua tese de doutorado defendida na Unicamp em 2018, parte de visitas e entrevistas com mulheres quilombolas do estado do Rio de Janeiro para analisar como o afeto constitui e confere sentido à luta política antirracista dessas comunidades tradicionais. Falamos sobre a realidade da população quilombola hoje no Brasil, o direito territorial conquistado na Constituinte de 1988, o papel central das mulheres quilombolas, a resistência representada pelas comunidades em todos os sentidos da vida, a educação nos quilombos, a constituição de lugares seguros para a atuação política das mulheres e mais! Mariléa escreve sobre história, literatura, filosofia e psicanálise, é doutora em História pela Unicamp e, em 2020, sua tese recebeu menção honrosa no Prêmio de Teses Ecléa Bosi, promovido pela Associação Brasileira de História Oral. Em 2015, ela realizou doutorado sanduíche na Universidade Columbia (Nova York) sobre feminismos negros estadunidenses. Trilha: Gilberto Gil, “Dandara, a flor do Gravatá” (Gilberto Gil e Waly Salomão); e Banda Pj e Raiz, “Negro Nagô”.

#153: As autobiografias de pessoas escravizadas, com Rafael Domingos Oliveira

jeudi 17 février 2022Duration 48:57

Bianca Pyl e Luís Brasilino recebem o historiador Rafael Domingos Oliveira, autor do livro “Vozes afro-atlânticas: autobiografias e memórias da escravidão e da liberdade", lançado em 2022 pela editora Elefante. A obra lança mão de autobiografias escritas em inglês por pessoas escravizadas entre os séculos XVIII e XIX para analisar não só o cativeiro, mas também a liberdade e a resistência dos que sofreram com trabalhos forçados e tortura nas Américas, especialmente nos Estados Unidos. Conversamos sobre as condições que propiciaram a produção dessas obras, a recepção dos trabalhos na época, a ausência de obras similares no Brasil, o continente africano relatado nas autobiografias, a violência do rapto e da travessia do Atlântico, as diferentes formas de entender as noções de cativeiro e liberdade no período, a importância fundamental dessas obras e de seus autores na luta abolicionista e muito mais! Rafael é historiador e educador, doutorando em História Social pela Universidade de São Paulo e mestre em História pela Universidade Federal de São Paulo, foi professor da rede pública de ensino do estado de São Paulo e coordenador do Núcleo de Educação do Museu Afro Brasil. É membro do Núcleo de Estudos e Pesquisas da Afro-América (Nepafro) e coordenador do Núcleo de Acervo e Pesquisa do Theatro Municipal de São Paulo. Trilha: The Carolina Chocolate Drops, “Snowden's Jig (Genuine Negro Jig)”; e Maria Bethânia, “Yá Yá Massemba” (Roberto Mendes e Capinam).

#152: Trabalhadoras domésticas, com Juliana Teixeira

jeudi 10 février 2022Duration 01:04:03

Bianca Pyl e Luís Brasilino conversam com a professora e pesquisadora Juliana Teixeira, autora do livro “Trabalho doméstico”, lançado no fim de 2021 pela coleção Feminismos Plurais, da editora Jandaíra. A publicação debate a história e a atualidade da atividade de trabalhadora doméstica no Brasil a partir de uma pesquisa bibliográfica aprofundada e de entrevistas com mulheres de diferentes idades e trajetórias que exercem a profissão. Falamos sobre a origem desse trabalho durante a época da escravização, a transição (ou a falta de transição) durante a abolição, as heranças do trabalho escravo que marcam a profissão, a coincidência entre local de trabalho e de moradia, a importância da análise interseccional (raça, classe e gênero) do trabalho doméstico, o papel da branquitude nessa relação de opressão e da branquitude crítica para romper com ela, a recente substituição das mensalistas por diaristas, a PEC das Doméestica, a luta das trabalhadoras pela ampliação dos direitos e muito mais. Doutora em administração pela Universidade Federal de Minas Gerais, Juliana é pesquisadora e membra do colegiado do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros da Universidade Federal do Espírito Santo, professora Adjunta do Departamento de Administração e do Programa de Pós-Graduação em Administração na mesma instituição, associada da Associação Brasileira de Pesquisadores/as Negros/as e protagonista da Coletiva Compa. Trilha: Elza Soares, BaianaSystem e Virgínia Rodrigues, “Libertação” (Russo Passapusso); e Elza Soares, “O que se cala” (Douglas Germano).

#150: Alimentação e fome no Brasil contemporâneo, com José Raimundo Sousa Ribeiro Junior

jeudi 6 janvier 2022Duration 01:02:01

Bianca Pyl e Luís Brasilino conversam com o geógrafo José Raimundo Sousa Ribeiro Junior, autor – junto com Mateus de Almeida Prado Sampaio, Daniel Henrique Bandoni e Luiza Lima Silva de Carli – do “Atlas das situações alimentares no Brasil: a disponibilidade domiciliar de alimentos e a fome no Brasil contemporâneo”, lançado em novembro de 2021 e disponível para download em: https://bit.ly/3siHCHg. A publicação traça um panorama da fome e da alimentação no Brasil de 2002 a 2018, mostrando os efeitos provocados pelas diversas desigualdades que marcam o país. Falamos sobre as diferenças entre a alimentação de ricos e pobres, as variações encontradas em cada região do país e entre campo e cidade, as características e os fatores que provocam a fome no país, a relação de raça e gênero com as situações alimentares, a saída e o retorno do Brasil ao Mapa da Fome da ONU, o avanço dos produtos ultraprocessados, os impactos do governo Bolsonaro e da pandemia na insegurança alimentar e muito mais! José Raimundo é doutor em Geografia Humana pela USP, foi professor visitante do Instituto de Saúde e Sociedade da Unifesp entre 2019 e 2021, é representante da seção São Paulo da Associação dos Geógrafos Brasileiros no Conselho Municipal de Segurança Alimentar (Comusan) e, desde o início dos anos 2000, desenvolve pesquisas acerca da fome na cidade de São Paulo. Sugestões de leitura e referências: Amrita Rangasami, “Women's Roles and Strategies during Food Crises and Famines” (https://bit.ly/326CWto); Katty Radimer et al., “Understanding hunger and developing indicators to assess it in women and children” (https://bit.ly/320MWEE); Cheryl Wehler et al., “The Community Childhood Hunger Identification Project: a model of domestic hunger – demonstration project in Seattle, Washington” (https://bit.ly/3dT8ntL); e Josué de Castro, “Geografia da fome”. Trilha: Bob Marley and The Wailers, “Them belly full (but we hungry)” (Carlton Barrett e Lecon Cogill); e Racionais MCs, “Tempos difíceis” (Mano Brown).

#149: O lobby na regulação da publicidade de alimentos, com Marcello Fragano Baird

jeudi 30 décembre 2021Duration 01:08:29

Bianca Pyl e Luís Brasilino recebem o cientista político Marcello Fragano Baird, autor do livro “Alimentação em jogo: o lobby na regulação da publicidade no Brasil” (https://bit.ly/3m4ngOr), lançado em novembro pela editora da Universidade Federal do ABC. A obra analisa a atuação de grupos de interesse em torno de uma resolução da Anvisa que pretendia estabelecer regras para a propaganda de comidas e bebidas no país. Conversamos sobre as características do lobby no Brasil e as consequências da sua não regulamentação, a diferença entre grupos de interesses empresarias e públicos, a relação destes com as agências reguladoras, as funções da Agência Nacional de Vigilância Sanitária e sua proposta de regular a publicidade de alimentos, a oposição da indústria, a extensão e as ramificações do lobby empresarial para impedir a publicação da resolução da Anvisa, as consequências da alimentação não saudável entre a população brasileira e muito mais! Formado em Relações Internacionais pela PUC São Paulo e em Ciências Sociais pela USP, Marcello é mestre e doutor em Ciência Política pela USP. Entre 2015 e 2016 foi pesquisador visitante na Columbia University e atualmente é professor assistente do curso de Relações Internacionais na ESPM e professor do MBA em Relações Governamentais na FGV. Ele também trabalhou na Prefeitura de São Paulo, no Instituto Sou da Paz e hoje em dia é coordenador de advocacy na ONG ACT Promoção da Saúde. Link: Artigo da ACT no site do Le Monde Diplomatique Brasil: https://diplomatique.org.br/a-era-das-sindemias/. Trilha: Vinicius de Moraes, “Samba da benção” (Baden Powel, Marcelo Peixoto e Vinicius De Moraes); e Dona Onete, “Jamburana”.

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