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Explore every episode of the podcast Psicanalise do dia a dia

Dive into the complete episode list for Psicanalise do dia a dia. Each episode is cataloged with detailed descriptions, making it easy to find and explore specific topics. Keep track of all episodes from your favorite podcast and never miss a moment of insightful content.

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TitlePub. DateDuration
Os bastidores da vida de Freud: o que nunca se fala02 juil. 202600:14:15

Quem foi Sigmund Freud além dos livros? Neste episódio do Psicanálise do Dia a Dia, conheça os bastidores da vida do fundador da psicanálise: seus medos, amores, dúvidas, perdas, conflitos familiares, a dependência dos charutos, a luta contra o câncer e as histórias que ajudaram a moldar sua obra. Um olhar sobre o Freud humano, mostrando como suas fragilidades foram fundamentais para construir uma das maiores revoluções do pensamento moderno.

Envelhecer na contemporaneidade: o que a psicanálise tem a contribuir29 juin 202600:13:52

Envelhecer é muito mais do que ver o tempo passar. Neste episódio do Psicanálise do Dia a Dia, exploramos o envelhecimento pela ótica da psicanálise: as perdas, o narcisismo, a finitude, a solidão, o desejo e as possibilidades de reinvenção. Afinal, o corpo envelhece, mas o desejo também envelhece? Uma reflexão sobre como construir sentido, sustentar os vínculos e continuar vivendo com autenticidade em cada fase da vida.


As pequenas grandes divergências07 mai 202600:07:44

Neste episódio, refletimos sobre as pequenas grandes divergências do cotidiano e o que elas revelam sobre nossos vínculos. A partir da psicanálise de Sigmund Freud, discutimos como conflitos amorosos, familiares e profissionais muitas vezes escondem medos, expectativas e feridas antigas. Afinal, nem sempre brigamos pela “louça na pia” — às vezes, brigamos pelo medo de não sermos importantes para o outro. Um convite para pensar o conflito não como fracasso, mas como possibilidade de escuta, elaboração e transformação dos laços.

O Perigo de se Apaixonar: Quando Você se Perde no Outro 21 avr. 202600:09:24

Neste episódio, mergulhamos em uma das experiências mais profundas da existência humana: o luto. Entre a perda e a reconstrução do eu, refletimos sobre esse processo íntimo e singular que atravessa todos nós. A partir da psicanálise, exploramos como o luto não é apenas dor, mas também um trabalho psíquico — um caminho delicado de transformação, onde a ausência precisa encontrar um novo lugar dentro de quem fica.


Em um mundo que apressa a dor e silencia a falta, este episódio é um convite a respeitar o tempo do luto, a escutar o que ele tem a dizer e a reconhecer sua legitimidade. Falamos sobre lutos visíveis e invisíveis, individuais e coletivos, e sobre como, mesmo diante da ausência, algo do vínculo permanece. Porque, no fim, o luto não é apenas sobre perder — é também sobre continuar, mesmo incompleto.

Relacionamentos em tempos Líquidos14 avr. 202600:10:09

Neste episódio, refletimos sobre a fragilidade dos laços na contemporaneidade: nunca estivemos tão conectados e, ao mesmo tempo, tão sós. A partir de Sigmund Freud, Jacques Lacan e Zygmunt Bauman, discutimos como a exigência de felicidade, performance e consumo impacta nossas relações. Em um mundo de vínculos líquidos e superficiais, a psicanálise aposta no encontro real: aquele que exige tempo, presença, falta e coragem para sustentar o outro — e a si mesmo.

Psicanálise, religião e poder - O Que Deus quer?24 mars 202600:18:11

Neste episódio, refletimos sobre religião, poder e controle a partir da psicanálise. Inspirados em Sigmund Freud, exploramos como a ideia de Deus pode surgir do desamparo humano e se transformar em autoridade interna. Discutimos a diferença entre fé e dominação, e como, ao longo da história, o sagrado foi usado tanto para dar sentido quanto para controlar. Um convite à pergunta: quem fala quando alguém diz “Deus quer”?

Guerras e conflitos atuais: um olhar psicanalítico03 mars 202600:16:22

Neste episódio, refletimos sobre a guerra para além da geopolítica, pensando-a como sintoma coletivo. A partir de Freud, Melanie Klein e Lacan, analisamos como traumas históricos, narcisismo das pequenas diferenças, extremismo e pulsão de morte atravessam conflitos como Israel–Palestina e as tensões entre Estados Unidos e Irã. Em tempos de polarização e massa digital, perguntamos: é possível sustentar o conflito no campo da palavra e não das armas?


Entre a Performance e o Vazio: A Busca pela Análise26 févr. 202600:17:18


Neste episódio, refletimos sobre por que tantas pessoas buscam análise hoje. Em uma sociedade marcada pela exigência de performance, comparação constante e autoexploração, o sofrimento muitas vezes aparece como ansiedade, repetição e sensação de insuficiência. A partir da psicanálise, discutimos o sintoma como mensagem e a análise como espaço de escuta, elaboração e transformação — um ato de resistência em um mundo que acelera e exige felicidade permanente.

Podcast: Políticas públicas, necropolítica e psicanálise18 févr. 202600:25:24

Neste episódio, refletimos sobre necropolítica, políticas públicas e psicanálise. A partir de Achille Mbembe, Foucault e Freud, discutimos como a gestão da morte opera por omissão, negligência e escolhas orçamentárias que atingem sempre os mesmos corpos. Pensamos os efeitos psíquicos da exclusão, da desumanização e do abandono estrutural, perguntando: que sociedade estamos sustentando — uma que administra mortes ou uma que se compromete com a ampliação da vida?

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Borderline: entre o amor e o abismo27 janv. 202600:09:17

“Entre o amor e o abismo, existe um sujeito que vive nos extremos. Neste episódio, falamos sobre o sofrimento borderline para além dos rótulos: a dor da instabilidade, o medo do abandono, a cisão, a dissociação e o lugar da clínica como espaço de sustentação do vínculo. Não é excesso de drama — é excesso de dor.”


Solidão na era digital20 janv. 202600:12:43

Neste episódio, refletimos sobre a solidão na era digital, o abismo entre a psique e o pixel. Em um mundo hiperconectado, onde nunca estivemos tão acessíveis, por que nos sentimos tão sós? A partir da psicanálise, de Freud a Lacan e Winnicott, o episódio aborda o narcisismo digital, a crise da alteridade, o cansaço psíquico e as patologias do vazio. Um convite a pensar a solidão como sintoma contemporâneo e a resgatar vínculos reais, presença, escuta e laços humanos verdadeiros.



O Culto ao Corpo: Músculos, Narcisismo e Fragilidade Psíquica20 janv. 202600:10:28

Vivemos hoje um verdadeiro culto ao corpo, especialmente nas redes sociais e nos aplicativos de relacionamento. O corpo musculoso, fotografado no espelho da academia, torna-se cartão de visita, identidade e promessa de potência. Mas o que essa imagem tenta sustentar? Entre o parecer e o sentir, algo se perde: o corpo deixa de ser lugar de desejo e passa a funcionar como vitrine, armadura, defesa contra a própria vulnerabilidade.A psicanálise nos ajuda a ler esse fenômeno para além da estética. O corpo hipermusculado pode operar como um falso self, uma couraça que protege o sujeito do contato com a fragilidade, a dependência e a falta. Quando toda a libido é investida na própria imagem — nos músculos, nos likes, na performance — o outro se torna dispensável. O paradoxo aparece justamente aí: quanto mais força exibida, mais frágil se torna o encontro íntimo, o erotismo, a entrega.Este vídeo é um convite a pensar o corpo para além do espelho. A verdadeira potência não está na perfeição muscular, mas na capacidade de sustentar a própria incompletude e se abrir ao desejo do outro. Talvez o corpo que mais precisa ser mostrado seja também aquele que menos pode ser tocado. E talvez seja justamente aí que algo do nosso tempo precise ser interrogado.

Solidão epidêmica - saúde mental pública14 janv. 202600:13:14

Vivemos a era da psique e do pixel: hiperconectados, mas profundamente sós. Nunca estivemos tão próximos em termos de dados, sinais e notificações — e, paradoxalmente, nunca tão distantes em termos de encontro. A solidão deixou de ser uma melancolia íntima para se tornar um fenômeno social, clínico e político. Milhões de bolhas de isolamento flutuam nesse oceano digital, enquanto o sujeito contemporâneo tenta sustentar um ideal de ego virtual que o afasta de si mesmo.


A psicanálise nos ajuda a entender esse impasse. O eu não nasce sozinho: ele se constitui no olhar do outro, na presença, no reconhecimento. Quando o contato visual, o toque e a escuta são substituídos pelo scroll infinito, o corpo paga o preço. Aumentam a ansiedade, o cansaço, as patologias do vazio. Somos amados pelo que parecemos ser — enquanto aquilo que realmente somos permanece invisível, não visto, não escutado.


Este vídeo é um convite à interrupção dessa queda livre. Um chamado à presença, à palavra, ao laço possível entre corpos reais. Apresento aqui o projeto Não Estou Só, uma iniciativa gratuita do ILPC para criar encontros sem filtros, sem celular, com escuta e convivência. Talvez a cura não esteja em ter mais pessoas ao redor, mas em poder ser verdadeiramente você diante de alguém.

Como Psicanálise trata o racismo? 16 déc. 202500:13:15

Neste episódio, refletimos sobre o racismo a partir da psicanálise, entendendo-o não apenas como fenômeno social e político, mas como sintoma que atravessa o inconsciente. Falamos de projeção, clivagem, gozo e dos efeitos subjetivos da violência racial, especialmente sobre corpos negros. A partir de Freud, Lacan e Fanon, o episódio convida a pensar o racismo como ferida coletiva que se repete, exige escuta, responsabilização e elaboração — no laço social e no consultório.

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Como cuidar dos afetos? - Violência como sintoma social - Saúde Publica 22 nov. 202500:12:09

A violência virou rotina. O ódio, linguagem. O que a psicanálise tem a dizer sobre esse tempo em que o outro se torna ameaça e a palavra dá lugar ao ato? Neste episódio, uma reflexão profunda sobre intolerância, pulsão de morte e a urgência da escuta.

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Como lidar com a solidão? - Sozinhos em nós 10 nov. 202500:11:01

Neste episódio do Psicanálise do Dia a Dia, refletimos sobre a solidão contemporânea. Vivemos hiperconectados, mas cada vez mais isolados. Com Freud e Lacan como guias, pensamos o que se perdeu no laço com o outro — e o que resta quando o espelho se quebra e o sujeito se vê só com sua falta.


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Psicanálise: Amor e inconsciente- A repetição das escolhas amorosas02 nov. 202500:09:50

Neste episódio, mergulhamos na repetição das escolhas amorosas à luz da psicanálise. Por que insistimos em relações que nos fazem sofrer? A partir de Freud e Lacan, exploramos como o amor pode ser um palco onde o inconsciente encena antigas feridas, tentando elaborar o que ficou sem palavra. Amar, então, é repetir — mas também a chance de transformar a dor em sentido, o padrão em escolha, e o sintoma em possibilidade de encontro.


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Eu sou o Olivan Liger, psicanalista há mais de 25 anos, pós-graduado em neurofarmacologia, trabalhando numa abordagem psicanalítica francesa contemporânea. Atendo pacientes adultos e principalmente pacientes brasileiros que residem fora do Brasil. Tento adaptar a agenda de acordo com o fuso horário e disponibilidade do paciente. Meu trabalho tem como objetivo acolher e aliviar o sofrimento humano, ao mesmo tempo que investiga-se a origem desse sofrimento e procura-se alternativas para mitigá-lo ou torná-lo menos impactante na vida do indivíduo, buscando sempre as raízes inconscientes que geram o sintoma ou mal estar atual, e com isso, gerando um ambiente psíquico de crescimento. Quando necessário trabalho de forma multidisciplinar (falo Inglês e espanhol) com psiquiatra ou outro profissional da área de saúde que esteja envolvido no tratamento do paciente


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Psicanálise e luto - Sobre o perder e reconstruir 20 oct. 202500:12:09

Neste episódio, falamos sobre o luto como uma das experiências mais humanas e inevitáveis da vida. A partir de Freud e do texto Luto e Melancolia, refletimos sobre a perda, os diferentes modos de vivê-la e a singularidade desse processo. Conversamos também sobre os lutos simbólicos, coletivos e desautorizados, mostrando como cada ausência exige tempo, palavra e elaboração. Mais do que dor, o luto pode ser um espaço de reconstrução, memória e reinvenção do viver.


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Eu sou o Olivan Liger, psicanalista há mais de 25 anos, pós-graduado em neurofarmacologia, trabalhando numa abordagem psicanalítica francesa contemporânea. Atendo pacientes adultos e principalmente pacientes brasileiros que residem fora do Brasil. Tento adaptar a agenda de acordo com o fuso horário e disponibilidade do paciente. Meu trabalho tem como objetivo acolher e aliviar o sofrimento humano, ao mesmo tempo que investiga-se a origem desse sofrimento e procura-se alternativas para mitigá-lo ou torná-lo menos impactante na vida do indivíduo, buscando sempre as raízes inconscientes que geram o sintoma ou mal estar atual, e com isso, gerando um ambiente psíquico de crescimento. Quando necessário trabalho de forma multidisciplinar (falo Inglês e espanhol) com psiquiatra ou outro profissional da área de saúde que esteja envolvido no tratamento do paciente


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A ambiguidade no discurso freudiano18 oct. 202500:17:46

Neste episódio, mergulhamos na ambiguidade do discurso freudiano — um discurso entre a ciência e a poesia, entre o saber e o não saber. A partir de Freud, refletimos sobre o inconsciente como território do equívoco, dos lapsos, sonhos e contradições que compõem o humano. A psicanálise, longe de buscar certezas, nos convida a habitar o duplo sentido da linguagem e a sustentar o mistério que nos move.

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Eu sou o Olivan Liger, psicanalista há mais de 25 anos, pós-graduado em neurofarmacologia, trabalhando numa abordagem psicanalítica francesa contemporânea. Atendo pacientes adultos e principalmente pacientes brasileiros que residem fora do Brasil. Tento adaptar a agenda de acordo com o fuso horário e disponibilidade do paciente. Meu trabalho tem como objetivo acolher e aliviar o sofrimento humano, ao mesmo tempo que investiga-se a origem desse sofrimento e procura-se alternativas para mitigá-lo ou torná-lo menos impactante na vida do indivíduo, buscando sempre as raízes inconscientes que geram o sintoma ou mal estar atual, e com isso, gerando um ambiente psíquico de crescimento. Quando necessário trabalho de forma multidisciplinar (falo Inglês e espanhol) com psiquiatra ou outro profissional da área de saúde que esteja envolvido no tratamento do paciente


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Psicanálise funciona? Psicanálise e Saúde Mental 13 oct. 202500:14:39

Neste episódio, exploramos os preconceitos que ainda cercam a psicanálise: de “ultrapassada” a “não científica”. A partir de Freud e seus sucessores, refletimos sobre como a psicanálise permanece atual diante dos sintomas contemporâneos — ansiedade, vazio, consumo desenfreado, pressa. Mais que uma técnica, ela é um espaço de escuta e elaboração, onde o sujeito encontra tempo para falar de si, reinventar sua história e descobrir sentidos em meio ao mal-estar da vida moderna.

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Psicanálise e Política - A vida em comum 06 oct. 202500:14:33

Neste episódio, olhamos para a política brasileira a partir da psicanálise. Entre amor e ódio, líderes e massas, esperança e desamparo, refletimos sobre como o inconsciente atravessa nossas escolhas políticas.


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O corpo nos dias atuais - Psicanálise e saúde29 sept. 202500:11:05

Neste episódio do Psicanálise e Pensar, o nosso cotidiano, refletimos sobre o corpo na contemporaneidade: da estética ao uso de anabolizantes, do corpo como mercadoria ao corpo como palco do sofrimento psíquico. O que acontece quando a imagem tenta calar o vazio?

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Doenças do trabalho - Psicanálise e patologias laborais 22 sept. 202500:11:57

Neste episódio, discutimos as patologias laborais e o sofrimento psíquico ligado ao trabalho na contemporaneidade. Entre burnout, ansiedade, depressão e sintomas psicossomáticos, refletimos sobre como o trabalho deixou de ser apenas fonte de realização para se tornar um imperativo de desempenho. A psicanálise oferece outra via: escutar o mal-estar, distinguir exigências externas e internas e recolocar o desejo em jogo. Um convite a pensar novas formas de se relacionar com o trabalho e consigo mesmo.



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Medicalização da vida - Psicanálise e saúde15 sept. 202500:13:16

Neste episódio, refletimos sobre a medicalização generalizada da vida contemporânea. De tristezas transformadas em depressão a crianças agitadas rotuladas como TDAH, discutimos como a cultura atual busca respostas rápidas em comprimidos, silenciando a singularidade do sujeito. Sem negar a importância dos medicamentos em quadros graves, a psicanálise propõe outro caminho: ouvir o sintoma como mensagem do inconsciente. Um convite a pensar a diferença entre calar a dor e transformá-la pela palavra.


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Amor na atualidade - Psicanálise e afetos 08 sept. 202500:07:55

Neste episódio, refletimos sobre o amor e suas transformações ao longo da história até a contemporaneidade. Da idealização medieval ao amor romântico, chegamos a um tempo marcado pela fluidez dos vínculos, pela busca de autonomia e pelo declínio dos papéis tradicionais. Com Freud e Lacan, pensamos o amor como encontro de faltas e desejos, sempre singular, jamais completo. Entre liberdade e insegurança, consumo e criação, o episódio convida a pensar como reinventamos, hoje, nossos modos de amar.

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Adolescência na atualidade - Psicanálise e crescer 01 sept. 202500:17:50

Neste primeiro episódio, refletimos sobre o adolescente da atualidade: um ser em constante transição, que habita ao mesmo tempo o mundo físico e o virtual. Entre redes, silêncios e sonhos, ele vive o paradoxo de estar sempre conectado e ainda assim sentir solidão. Mais crítico, sensível e engajado, questiona autoridades, busca autenticidade e propósito, mas também enfrenta ansiedade, fragilidade e pressões invisíveis. Um convite a pensar como essa geração expressa as transformações e contradições do nosso tempo.


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