Explore every episode of the podcast Podcast Studio FKM
| Title | Pub. Date | Duration | |
|---|---|---|---|
| Backstage entrevista Fabiano Menezes | 06 May 2024 | 00:49:30 | |
GUITARRISTA HÁ MAIS DE 30 ANOS, FABIANO MENEZES ACABA DE LANÇAR SEU SEGUNDO TRABALHO AUTORAL, CHAMADO "BRICOLAGEM". EM MEIO ÀS ATIVIDADES DO COLETIVO INSTRUMENTAL COLETA SELETIVA, DO PORTAL "JAZZ EM GOIÂNIA" E DOS TRIBUTOS "THE JAZZ SIDE OF THE MOON", "CLUBE DA ESQUINA 50 ANOS" E "JEFF BECK", FABIANO MENEZES PRODUZ UM TRABALHO REPLETO DE INFLUÊNCIAS DIVERSAS, QUE VÃO DO ROCK AO JAZZ, PASSANDO PELO REGIONAL BRASILEIRO. O ALBUM SOA MODERNO E ACOLHEDOR, ALIANDO A TÉCNICA MUSICAL À EXPRESSIVIDADE EMOTIVA DO GUITARRISTA. O TRABALHO CONTA COM PARTICIPAÇÕES DE WALTER VILLAÇA E FRED VALE, E FOI INTEIRAMENTE PRODUZIDO NO ESTÚDIO RECANTO., C'Alma, Aquele Groove e Bricolagem são do disco que será lançado dia 22, chamado Bricolagem. Chuva no Telhado e Chicken' Roll são do álbum Trilhas, lançado em 2020 e remasterizado em 2024. Sobre Fabiano Menezes Belo Horizontino radicado em Goiânia, Fabiano é guitarrista há mais de 30 anos. É produtor de trilhas para cinema, compositor e fomenta a cena da Música Instrumental Brasileira e Jazz em Goiás e Minas Gerais. Já gravou e produziu artistas renomados nos cenários nacional e internacional. Produziu os projetos The Jazz Side Of The Moon e Clube da Esquina 50 Anos, ambos tributos de aniversário temáticos de grande sucesso. Também é criador do @jazzemgoiania, plataforma de referência na divulgação de eventos de Jazz e Música Brasileira, em Goiânia. Atualmente, se apresenta em trios e quartetos. (Enquanto Isso Em Goias) https://enquantoissoemgoias.com/ | |||
| Backstage entrevista Delia Fischer | 17 Mar 2024 | 00:53:21 | |
DELIA FISCHER é cantora, compositora, pianista,e diretora musical, recebeu duas indicações ao Grammy Latino de Melhor Álbum Brasileiro (MPB) do Ano, em 2019 por Tempo Mínimo (Labidad) e em 2021 por H.O.J.E. (Labidad). Nascida no Rio de Janeiro, sua produção vai da MPB ao pós-Bossa Nova, ao samba e ao pop. Em 2024 lançará seu primeiro álbum internacional em inglês, com participação de uma lista de artistas internacionais premiados que incluem as cantoras de jazz, Luciana Souza e Gretchen Parlato - ambas premiadas no Grammy Award o grupo vocal de jazz New York Voices, Eugene Friesen violoncelista e arranjador vencedor de 4 Grammys, Mario Biondi, cantor italiano de soul, o mestre da Bossa Nova Marcos Valle entre outros. Colaborou em palco e estúdio com grandes nomes brasileiros e internacionais como Marcos Valle, Milton Nascimento, Ed Motta, Egberto Gismonti, Toninho Horta, Hermeto Pascoal, Ana Carolina (sua aluna e parceira), fez a direção musical e arranjos do show “Simone encontra Ivan Lins. Trabalhou como diretora musical e arranjadora nos principais espetáculos musicais brasileiros, recebendo prêmios importantes como o Shell, em 2008, por seu trabalho em “Beatles num céu de Diamantes”. E o prêmio Cesgranrio por “Elis a musical”, em 2013, entre outros. Em janeiro de 2023 lançou o álbum “Andar com Gil” (Jasmin Music), que contou com a participação do próprio Gil na faixa “Prece”. Seu disco autoral “Tempo mínimo”, além de concorrer ao Grammy Latino, em 2019, também recebeu 5 estrelas na revista Downbeat, considerado “masterpiece”, uma obra prima, e contou com participação de Pretinho da Serrinha, Marcos Valle e Ed Motta. Seu álbum “H.O.J.E.”, também indicado ao Grammy Latino, em 2021, traz releituras de obras importantes dos compositores: Ivan Lins, Taiguara, Beto Guedes e Flávio Venturini, dos internacionais Bjork, Lennon & McCartney, e também suas próprias composições; uma delas “Blues de Acabar” com a participação de Ney Matogrosso, e “Tempo de Amar”, feita em parceria com Ronaldo Bastos, por encomenda, para gravação de Milton Nascimento para novela homônima, sobre poema de Carlos Drummond de Andrade. DADOS Realizações mais de 20 álbuns, singles, EPs and vinis mais 1,5 milhões de streams nas plataformas de música mais de 70 parcerias com outros artistas Turnê internacionais Montreux Jazz Festival _ Suíça Sofia Jazz Festival _ Bulgaria Paris New Morning Tour Alemanha _ Karlsruhe e Frankfurt Tour Itália _ Roma, Turim e Nápoles Tour Portugal _ Lisboa e Cascais Festival Mimo Amarante _ Portugal Prêmios e nomeações 2021 Indicação ao 22º Grammy Latino _ Melhor Álbum MPB _ “H.O.J.E” 2020 Prêmio Profissionais da Música _ Melhor Direção Musical 2019 Indicação ao 20º Grammy Latino _ Melhor Álbum MPB _ “Tempo Mínimo” 2019 Dentre 6 melhores álbuns de 2019 revista jazz DownBeat _ “Tempo Mínimo” 2019 Um dos melhores álbuns de 2019 revista Latina _ Japão 2019 Prêmio Profissionais da Música _ Em 4 categorias, venceu como arranjadora 2019 5 estrêlas da revista norte-americana de jazz DownBeat _ “Tempo Mínimo” 2018 16º Independent Music Award _ Best Latin Song & Vox Pop _ canção Mercado 2015 Prêmio reverência _ Elis, A musical 2015 Prêmio Botequim Cultural _ “O beijo no asfalto”, de Nelson Rodrigues 2014 Prêmio Shell _ Elis, A musical _ indicação 2014 Prêmio Cesgranrio _ Elis, A musical 2014 Prêmio Cesgranrio _ Rock in Rio _ indicação _ Melhor Música 2014 Prêmio Bibi Ferreira _ Elis, A musical _ indicação Melhor Direção Musical 2013 Prêmio Cenyn _ Milton Nascimento, Nada será como antes _ Música 2013 Prêmio Cenyn _ Milton Nascimento, Nada será como antes _ Melhor Canção 2013 Prêmio APTR _ Associação dos Produtores de Teatro RJ _ Milton Nascimento, Nada será como antes _ Melhor Música _ indicação 2010 Prêmio Sesc Fomento à Cultura – “Saudações Egberto” 2009 Prêmio Shell _ Beatles num céu de diamantes _ Melhor Música | |||
| Backstage entrevista Johnny Zanei | 10 Jan 2024 | 00:41:16 | |
Johnny Zanei fundador da banda paulistana Os Spoilers. Grupo de músicos bem conhecidos da cena musical de São Paulo. Além de guitarrista Johnny é também baixista, ele e sua banda Os Spoilers acompanham outros artistas que fazem carreira solo como por exemplo Lia Paris, Dinho Ouro Preto vocalista da banda Capital Inicial, Nasi do Ira!, Johnny integra a banda gaúcha Defalla de Edu Ka. Faz parcerias em canções com artistas internacionais como na música "You Don't Want Me" com Gary Powell, e Steve Cradock "Last Days The Old World". Johnny Zanei iniciou sua carreira muito cedo com apenas 15 anos já estava se apresentando. Todo trabalho da banda Os Spoilers está disponível em todas as plataformas de streaming.
| |||
| Derico | 01 Aug 2021 | 00:57:15 | |
João Frederico Sciotti (São Paulo, 17 de julho de 1966), mais conhecido como Derico, é um saxofonista, escritor e empresário famoso por suas atuações no talkshow televisivo do apresentador Jô Soares. Derico começou a estudar flauta com apenas cinco anos de idade. Em 1983, fundou a escola de música paulistana Artlivre, que conta com três escolas e mais de 300 alunos e quinze professores. Em 1986, fez parte de uma parte de "músicos representantes" da empresa japonesa Roland Corporation. Em 1990, foi convidado para participar do programa Jô Soares Onze e Meia no Sistema Brasileiro de Televisão, onde veio a fazer parte do notório grupo Sexteto do Jô. Participou da migração de Jô Soares para a Rede Globo, onde fez parte do Programa do Jô até o seu fim em 2016. Após o fim do programa Derico continuou trabalhando e participando de entrevistas para programas relevantes como o Programa do Porchat e do The Noite com Danilo Gentili. Em 2019, Derico retornou a televisão quando apresentou o programa na Estrada com Derico, onde viaja por cidades com um food-truck com palco em que performa suas músicas, pelo canal EPTV, afiliada da Rede Globo. Também nesse ano, recebeu uma homenagem e o título de cidadão de Artur Nogueira pela câmara de vereadores, cidade no interior paulista. Em 1995, lançou seu primeiro livro "A Busca Dos Óculos de Graal – A História do Deriquismo e outros Assuntos Aleatórios" pela editora best-seller. Em 2001, lançou o livro "Bobagens.com" pela editora Madras. No ano de 2011, lançou o livro "Volta ao Mundo Numa Bicicleta Ergométrica" pela Editorial Planeta. | |||
| Charles Theone | 10 Jul 2021 | 00:36:07 | |
Charles Theone lança novo projeto "Forró colorido". Forró Colorido, novo single do cantor e compositor Charles Theone, tinge com múltiplas matizes sonoras a identidade do Brasil profundo no que ela tem de mais festivo, pulsante e solar. Parceria com o artista plástico baiano Ed Ribeiro, Forró Colorido é uma aquarela musical cujas cores primárias são coco, xote e baião. Mistura planetária com cheirinho de fulô. O single é o primeiro lançamento de uma trilogia de canções autorais, com doc clipes dirigidos por Max Levay, rodados em película no sertão de Pernambuco.
Ouça aqui Forró Colorido: https://tratore.ffm.to/forrocolorido
Assista aqui o doc clipe de Forró Colorido: https://youtu.be/iJ7cdfFDf_4 | |||
| Felipe Cambraia | 30 Jun 2021 | 01:13:22 | |
Felipe Cambraia, baixista, produtor musical e diretor musical nascido no ano de 1973 no Rio de Janeiro/RJ, Brasil. Acompanha o cantor e compositor Nando Reis desde o ano de 2.000 sendo integrante da banda e diretor musical.Gravou mais de 13 álbuns do artista e produziu 2 dvds e 3 álbuns, sendo 1 deles (Jardim Pomar), premiado com o Latin Grammy. A cantora Cássia Eller gravou uma composição sua, Faça o Que Quiser Fazer, no álbum Veneno Vivo. Sócio no estúdio Pássaro Hippie, no Rio de Janeiro Felipe Alberto Soares Resende, conhecido por Felipe Cambraia, é músico e baixista da banda ‘Os Infernais’ que acompanha Nando Reis em seus shows. Se juntou ao cantor em 2000, através da indicação da amiga Cássia Eller que curtia o som da ‘A Bruxa’, banda carioca que ele participou no período de 1989 a 2004 e tinha como integrantes: Fabio Allman (vocal); Walter Villaça (guitarra); Felipe Cambraia (baixo); João Viana (bateria). Carismático e querido pelos fãs de Nando Reis, ele é uma das alegrias do show. Impossível não se contagiar com seu entusiasmo e satisfação quando está no palco… Quem já foi a um show sabe o quanto ele interage com o público, distribuindo sorrisos e cumprimentos, e fazendo com que cada um de nós se sinta reconhecido como um amigo. E quando algum fã tem a sorte de encontrá-lo pessoalmente, é com um abraço carinhoso que ele te recebe! Estranho seria se nós não nos apaixonássemos por ele. A Bruxa Antiga banda de Felipe Cambraia (baixo), João Viana (bateria), Walter Villaça (guitarra) e Fabio Allman (voz). Formado nos anos 90 por amigos de bandas distintas, o quarteto conquistou a atenção de um dos maiores ícones do rock nacional: a cantora Cássia Eller, que chegou a gravar a canção Faça o que quiser fazer. "Cássia foi uma das pessoas que mais deram força para a banda", lembra o baixista. "Eu a conheci num show de A Bruxa e ela pirou tanto com a banda que chamou o Waltinho Villaça pra tocar com ela. A partir daí, ela começou a conhecer melhor a gente. Nos tornamos amigos e, num momento da turnê do disco Veneno antimonotonia, resolveu colocar a música no repertório dela". O disco de A Bruxa, à época, contou com as participações de Sergio Serra (guitarra, ex-Ultraje a Rigor), Maurício Barros (telados, Barão Vermelho), Cássia Eller (voz), Lan Lan (percussão), entre outros. Além desse pessoal, o CD ainda teve a faixa A minha gratidão é uma pessoa produzida e assinada pelo cantor e compositor Nando Reis - em cuja banda Cambraia toca. | |||
| Renan Rodrix e Kika Malk | 28 Jun 2021 | 01:10:44 | |
Kika Malk e Renan Rodrix são cantores cariocas, que em 2021 lançam seu primeiro álbum juntos, contendo 10 faixas autorais, entitulado "Capítulo de 2". Kika é soprano, dona de uma voz doce com afinação precisa, o que potencializa o romantismo das músicas e do casal. Renan é compositor, escreveu todas as canções do disco e as interpreta ao lado de Kika Malk. O primeiro álbum da dupla foi produzido basicamente inteiro por Nani Dias. Porém, o trabalho conta com uma faixa produzida a três mãos, por Felipe Cambraia, baixista e produtor de Nando Reis, Aurélio Kauffmann, engenheiro de áudio dos maiores nomes da MPB e André Valle, o renomado guitarrista e arranjador carioca. Outra faixa foi produzida por Jorge Valladão, produtor e baixista, que teve como destaque os muitos anos de Kid Abelha. O produtor e guitarrista Nani Dias, ou o "Magic Nani", figura protagonista do rock anos 80, e marcado pelos longos trabalhos ao lado de Lobão, Léo Jaime e Os Britos, mais uma vez fez um trabalho de produção primoroso, assim como no primeiro disco de Renan, que teve a participação especialíssima de nada menos que Ney Matogrosso. O álbum "Capítulo de 2" está sendo extremamente elogiado pelo meio musical, onde músicos de grande porte, do primeiro time da música brasileira, depuseram sobre esse álbum, especialmente sobre a interpretação de Kika, as composições de Renan e as produções certeiras. Adal Fonseca, Hélio Ferinha, André Valle, Felipe Cambraia, Nani Dias e Jorge Valladão, foram os músicos que tocaram do álbum. Renan também escreveu o livro “disparArte", que teve o prefácio assinado por George Israel, com quem também já teve como parceiro em uma canção. Renan teve também como parceiro de composição, João Guilherme Estrella, que teve sua história contata em “Meu Nome Não É Johnny”. Renan e Nani Dias se conheceram em 2006, quando o então saudoso produtor, Ezequiel Neves fez elogios gritantes a poesia de Renan. Alguns encontros e visitas a Ezequiel Neves, foram registrados em vídeo. Kika Malk além de cantora, também é atriz e faz parte da companhia “Vita de Atores”, onde tem na comédia sua maior satisfação no segmento. No último dia dos namorados, foi lançado o single “Raro" no YouTube e nas Plataformas Digitais . Composição de Renan e produção de Nani Dias, a música foi extremamente bem aceita, até o dia de hoje (14/06), com 70 mil visualizações e 2 mil plays do spotify, em 2 dias. Neste mesmo dia dos namorados, Nando Reis, em sua live para o Multishow, citou a história linda de amor de Renan e Kika, e a dupla apareceu na tela, contando ao vivo o amor que vivem. O clipe da música “Simples", composição de Renan, cantada junto com Ney Matogrosso, até hoje é o segundo clipe de maior audiência no canal, perdendo apenas para o último lançamento “Raro". E Ney Matogrosso se tornou um mentor e consultor da carreira de Kika e Renan . “Raro” é o terceiro clipe dos artistas que será exibido no canal Music Box Brazil. | |||
| Daniel Hora | 26 Jun 2021 | 01:12:34 | |
Mirando na reconstrução, Banda da Hora lança single ‘Mudar de Galáxia’ Desilusão amorosa inspirou Daniel da Hora, que reformulou a banda e já se prepara para um EP. Quem nunca quis mudar de cidade, estado, país ou até de planeta? O violonista e compositor Daniel da Hora foi além e pensou em mudar de galáxia quando sofreu uma grande decepção amorosa. Exagero ou não, o sentimento foi tão legítimo que inspirou a composição de uma canção. Gravada por sua Banda da Hora, Mudar de Galáxia é o primeiro single de uma nova fase da banda – que foi fundada em 2016 passeando pelo rock, pela MPB e até pelo reggae – e chega às plataformas digitais no dia 28 de maio. Com a nova formação, Da Hora vislumbra conectar seu som aos amantes da música pop. Com melodia dançante e letra cortante, Daniel mira na reconstrução pós desilusão. “A mudança de galáxia reflete o desejo duplo, tanto de uma fuga para muito longe da situação que causa sofrimento, quanto de um desejo de mudança radical de vida em relação ao que se passou”, conta Daniel da Hora. “Agora eu quero ir / Mudar de cidade, mudar de país / Escrever minha dor nas estrelas em prosa e verso”, diz a letra de Daniel, inspirada por The Smiths, banda craque em compor melodias alegres com letras melancólicas. Interpretada pelo cantor e ator Ciro Acioli, vocalista convidado da Banda da Hora, a faixa conta ainda com Fabrício Matos e André Vasconcelos nas programações de teclados, Fabrício no violão e guitarra, André no baixo e Felipe Alves na bateria. “A letra retrata um momento em que, após um período de cicatrização depois de uma separação (‘Você estilhaçou o meu coração / Com cuidado o dividiu em mil pedaços’), houve enfim uma intenção de perdão por todo o sofrimento vivido, confrontada com uma nova decepção: a notícia que outra pessoa já tinha ‘ocupado seus espaços’ (‘E quando eu demorei, mas achei que era hora de perdão / Você ocupou todos os seus espaços’)”, relata o autor. Para reentrar na atmosfera terrestre (e musical) em grande estilo, a Banda da Hora convidou Fabrício Matos e André Vasconcelos para assumirem a produção, mixagem e masterização. O primeiro já foi nomeado sete vezes para o Grammy Latino, ganhando duas vezes como engenheiro de som, no primeiro álbum da banda Suricato e com o álbum do Tiago Iorc, Troco Likes. O outro entrou para a banda do Djavan com 16 anos, já tocou com outros grandes nomes da MPB e foi produtor nos programas The Voice e Superstar. A dupla havia produzido o single Live Particular em seu Estúdio 2 (Barra da Tijuca, Rio) e a experiência mostrou que a parceria dava liga. “A expectativa é que o novo single consolide a mudança de rumo da BDH, conectando a gente com o público que gosta deste tipo de música. Este novo estágio é uma afirmação de uma evolução do nosso som, mais mesclado com elementos pop e rock. Esta mudança já estava sendo construída ao longo de 2020, com o lançamento dos singles Live Particular e E Se”, afirma Daniel da Hora. Cinco novos singles estão previstos até o fim do ano, quando a Banda da Hora consolidará o novo EP. “Estamos já discutindo o repertório para escolher as próximas faixas, buscando aliar representatividade do trabalho como um todo e a coerência artística entre elas”, anima-se o artista, que ainda atua como sócio do selo e editora musical Algorock: “O desejo de empreender e perseguir os meus sonhos me fez buscar uma atuação tripla na indústria fonográfica. Primeiro como compositor, minha maior paixão. Depois, para viabilizar a divulgação das composições, como artista. Por fim, como label manager do selo em parceria com meu sócio, Lúcio Fernandes Costa”. Mudar de Galáxia é a primeira dessa nova leva de composições e, em breve, ganhará um clipe, com roteiro e direção de Ciro Acioli e Daniel da Hora no papel do ator principal. | |||
| Pilar | 24 Jun 2021 | 00:33:10 | |
No clipe de ‘Junto e misturando’ Pilar mostra os alter egos que surgem durante o confinamento´ A cantora, compositora e artista visual de 24 anos, Pilar, lança o videoclipe ‘Junto e misturando’ (Zago Remix), no dia 12 de fevereiro. O clipe foi produzido e gravado no apartamento da cantora, em São Paulo. O vídeo conta a história de uma pessoa confinada, que cansada da solidão, acaba se deparando com seus próprios alter egos. O clipe fala de amor próprio, ao reconhecer as múltiplas facetas que existem dentro de cada um de nós, e acolhê-las. Como bônus a produção vai apresentar um filtro do Instagram inspirado em umas das múltiplas personalidades que a artista impersona. ‘Junto e misturando’ (Zago Remix) foi fotografado e editado por Sarah Outeiro, com direção da própria Pilar em parceria com a multi artista Alice Hellman (que já fez projetos para marcas como Nike, Burberry, além de uma exposição no Carrossel do Louvre). Já o roteiro envolveu as três profissionais. | |||
| Antonio Villeroy | 22 Jun 2021 | 00:56:22 | |
Antonio Villeroy lança single Gravidade do amor com a participação especial de Toninho Horta. Dentro das comemorações dos 60 anos de vida e 40 de música, Antonio Villeroy lança, dia 25 de junho, o single Gravidade do Amor, que antecipa também o lançamento show homônimo completo no mês de julho. O show Gravidade do Amor foi gravado ao vivo no Sgt Peppers, de Porto Alegre, em 2016, com direção de Renato Falcão, cineasta gaúcho radicado nos EUA e diretor de fotografia de filmes como Era do Gelo 4 e 5, Rio 1 e 2 e Snoop, entre outros. Falcão e Villeroy mantém uma produtiva parceria artística desde os vídeos clipes das músicas Ruas e From Ruins of a Town, do disco Trânsito (1995), de Villeroy, sendo que a segunda música foi tema do filme Neptune’s Rocking Horse o navaiorquino Robert Tate, com direção de fotografia de Renato Falcão. Falcão também dirigiu o DVD Sinal dos Tempos, de Villeroy, gravado ao vivo com a Orquestra de Câmara Theatro São Pedro, e lançado pela Warner Music em 2006. Recentemente, Antonio resgatou o vídeo clipe da música Diabaria (parceria com Bedeu), também com direção de Falcão, gravaoa ao vivo durante o show do compositor na edição de 1998 do Brasil Festival, realizado na cidade de Sanary sur mer, no sul da França. Gravidade do Amor traz de volta Toninho Horta para uma produção fonográfica de Villeroy. O mineiro já havia participado da gravação do 1º álbum do gaúcho, denominado Totonho Villeroy, e lançado em 1991. Toninho foi uma das maiores influências musicais de Antonio, desde que esse ouviu a clássica canção Beijo Partido, que levou Toninho a se tornar conhecido internacionalmente. Ambos começaram uma amizade em 1995, na cidade do Rio de Janeiro, na primeira incursão profissional de Villeroy na capital carioca. Gravidade do Amor, portanto, é uma faixa recheada de emoções e boas lembranças. Além da musicalidade impar da guitarra de Toninho, da voz e violão de Villeroy, a música conta com Marquinhos Fê (bateria), Everson Vargas (baixo) e Giovani Berti (percussão). O show completo será lançado 19 de julho, dia em que Villeroy completará 60 anos de vida, e a Music Box Brasil prevê uma grande promoção durante todo mês, incluindo mini documentário e a veiculação de diversos vídeos clipes do compositor durante o mês de julho. | |||
| Nico Rezende | 20 Jun 2021 | 00:46:50 | |
Esquece e vem Nico Rezende feat. Ive Nico Rezende, 9 albuns autorais e 3 DVDs gravados, relança seu primeiro sucesso, “Esquece e vem”, em parceria com Paulinho Lima, 3 décadas após a versão original, que foi tema da novela “O outro” e que ocupou o topo das paradas na época. Num feat com a cantora Ive, brasileira radicada em Portugal, a nova versão traz uma atmosfera cool e um clima “Luau acústico “, com violões dando a nova levada rítmica. A canção foi lançada nas plataformas digitais no dia 07 de maio e já vem sendo bastante executada nas rádios de todo o Brasil. O clipe, gravado entre Rio e Lisboa tem roteiro e direção de Vitor Frad (Brasil). BIOGRAFIA O cantor, compositor e arranjador Nico Rezende nasceu em São Paulo Em 1983, mudou-se para o Rio de Janeiro e entrou para a banda de Ritchie como tecladista. A seguir recebeu convites para fazer arranjos de discos de grandes nomes da MPB, como Marina Lima, Gal Costa, Roberto Carlos, Lulu Santos, Beto Guedes, Simone, Zizi Possi, Cazuza, Barão Vermelho, Erasmo Carlos, Kiko Zambianchi, Dalto e outros. Paralelamente a alguns desses trabalhos, em 87, lançou seu primeiro LP homônimo, destacando-se o sucesso “Esquece e Vem” (com Paulinho Lima). Mas antes disso já havia emplacado sucessos como “Perigo” (com Paulinho Lima) na voz de Zizi Possi, “Transas” (com Paulinho Lima) cantada por Ritchie e Amor Explícito (com Antonio Cícero e Paulinho Lima) na voz de Simone. Também foi gravado por Marina — as canções “Por querer (Todas)” (com Marina e Antonio Cícero) e “Pseudo Blues” (com Jorge Salomão) — e voltou a ser sucesso com Zizi Possi, com “Noite” (com Jorge Salomão), entre 87 e 88. Seu segundo LP teve a canção “Pense Nisso Amanhã” bem executada. Na década de 90, retomou seu trabalho como compositor de jingles, fez a direção musical e a trilha de alguns espetáculos teatrais e de shows. Também compôs os temas de abertura das novelas Malhação (TV Globo) e A Idade da Loba (TV Manchete). Em 95, gravou novo CD homônimo, sem maior repercussão. | |||
| Leila Pinheiro | 18 Jun 2021 | 00:39:23 | |
Cazuza ganha projeto inédito de Bossa Nova por Leila Pinheiro, Roberto Menescal e Rodrigo Santos na Som Livre Homenagem ao poeta traz oito clássicas canções em novas harmonias lançadas no mês de seu aniversário No dia 04 de abril, Cazuza faria 62 anos se estivesse entre nós e em 2020 completamos 30 anos sem o artista. Em homenagem à data, a Som Livre lança na sexta-feira (03), o projeto especial “Faz Parte do Meu Show: Cazuza em Bossa”, protagonizado pelos músicos Leila Pinheiro, Roberto Menescal e Rodrigo Santos. Gravado nos estúdios da Som Livre, berço onde o poeta nasceu e cresceu, o trio apresenta oito músicas ao vivo, que formam um álbum audiovisual. O projeto traz o aval de Lucinha Araújo, mãe de Cazuza, que acompanhou de perto as gravações. Confira aqui nas plataformas de música. Arranjos e harmonias de Bossa Nova com Leila no piano, Menescal na guitarra e Rodrigo no baixo, dão um novo tom para as clássicas canções de Cazuza. São elas: “Faz Parte do Meu Show”, “Preciso Dizer Que Te Amo”, “Codinome Beija-Flor”, “O Tempo Não Para”, “Por Que A Gente é Assim?”, “Exagerado”, “Ideologia” e “Pro Dia Nascer Feliz”. Os videoclipes estão disponíveis no YouTube - assista aqui. O álbum com direção de Jacques Junior também sai em versão física, em CD e DVD - em breve nas lojas. O projeto ainda contempla uma turnê de shows pelo país, ainda sem data. Leila Pinheiro enaltece a importância emocional e artística do projeto e espera que o lançamento leve diversão para o público na quarentena: “Se o público de casa sentir a alegria que eu, Menescal e Rodrigo sentimos ao gravar em bossa essas músicas do Cazuza (e seus parceiros), já terá valido tudo a pena! Viramos de ponta cabeça as harmonias das canções e elas seguem frescas e lindas, fortes e oportunas como sempre, agora com outra pegada. Soam como oito ‘Cazuzas’ no melhor das suas sempre necessárias palavras e atitudes”, diz. Segundo Rodrigo Santos, todos os meses de trabalho, ensaios e shows compensam o resultado do álbum lançado pela Som Livre: “Pra mim é um luxo fazer parte deste projeto ao lado de dois grandes mestres da MPB, a Leila e o Menescal, e poder homenagear um dos maiores poetas da música mundial, o nosso Cazuza. O processo foi muito bacana, teve muita química e diversão. Eu sigo aprendendo diariamente com eles. O resultado ficou lindo e finalmente chegou a hora das pessoas conhecerem”, declara. Roberto Menescal comemora a iniciativa e fala sobre o que espera dos próximos passos: “As expectativas para o lançamento são as melhores. Estamos adorando fazer parte deste lindo projeto e não vemos a hora de sair em campo para levar os shows para o público de todo Brasil”, adianta o músico. 1 - Faz Parte do Meu Show 2 - Preciso Dizer Que Te Amo 3 - Codinome Beija-Flor 4 - O Tempo Não Para 5 - Por Que A Gente é Assim? 6 - Exagerado 7 - Ideologia 8 - Pro Dia Nascer Feliz Sobre a Som Livre De 1969 para cá o mercado fonográfico mudou, assim como a forma de se consumir música. Hoje, 50 anos depois de sua criação, a Som Livre é muito mais do que uma gravadora, é o espelho musical do país. Uma empresa 100% nacional voltada para a música, seja qual for a sua plataforma e que reflete, através de seus lançamentos, o gosto e o hábito de consumo do brasileiro. A Som Livre possui diversas frentes de negócios: venda física, digital, shows, licenciamento e editora. Em seu time são mais de 100 artistas e sua editora é uma das mais importantes do país, representando os direitos de compositores nacionais e internacionais. Na linha de shows, a empresa aposta em festivais de música, que acontecem por todo o país, com as marcas Festeja, Viva Mais Música e Arena Pop. | |||
| Edu Henning banda Clube Big Beatles | 14 Jun 2021 | 01:11:49 | |
Clube Big Beatles lança “Clube Big Beatles e Seus Sócios” [DELUXE] com convidados nacionais, além do ex-baterista dos Beatles, Pete Best, e Tony Sheridan, que fez as primeiras gravações com a banda inglesa. Foram quase 10 anos de envolvimento no projeto do disco que reúne o Clube Big Beatles com representativos nomes da música brasileira, artistas diretamente ligados à história dos Beatles e fãs do quarteto de Liverpool. O quarto disco da banda capixaba Clube Big Beatles chega a sua versão DELUXE e já está disponível em todas as plataformas de streaming. O projeto "Clube Big Beatles e Seus Sócios" tem participações de nomes consagrados do meio musical como Edgard Scandurra (Ira!), Bruno Gouveia (Biquini Cavadão), Andreas Kisser (Sepultura), Dado Villa-Lobos (Legião Urbana), Armandinho Macêdo (A Cor do Som), Ivan Lins, Evandro Mesquita (Blitz), João Barone (Paralamas do Sucesso), Flávio Venturini, Zé Renato (Boca Livre), Leo Gandelman e Jerry Adriani, este em seu último registro. São treze versões gravadas em estúdio, em faixas que abrangem a produção da banda inglesa desde o seu surgimento, tocando covers como Money (That’s What I Want), passando por canções de Lennon/MacCartney e de George Harrison em álbuns emblemáticos como Help, Revolver, Rubber Soul, Sgt. Pepper’s Lonely Heart’s Club Band, White Album, Abbey Road e Let It Be. A versão DELUXE também incluirá mais três faixas bônus, gravadas ao vivo em apresentações em Vitória (ES), trazendo Tony Sheridan (o responsável por lançar os Beatles no mundo do disco) Pete Best (o primeiro baterista dos Beatles) e a Banda da Polícia Militar do Espírito Santo. O projeto demorou quase dez anos para ser considerado pronto pelo produtor Edu Henning, que é um dos integrantes da banda capixaba. O novo disco do Clube Big Beatles, que reúne consagrados cantores e instrumentistas brasileiros, além de convidados ligados diretamente à história dos Beatles, acaba refletindo os caminhos musicais dessa banda do Espírito Santo. De maneira orgânica e confortável, cada convidado do projeto trouxe a sua influência e personalidade para dentro do universo dos Beatles. As guitarras de Edgard Scandurra, Andreas Kisser e Armandinho Macedo mostram bem os caminhos distintos destes exímios músicos para cada canção beatle. Da mesma forma, cada uma das vozes, do rock à MPB, oferece uma nova experiência ao ouvinte, ao longo de seus 45 minutos. Algo que torna “Clube Big Beatles e Seus Sócios” um trabalho único, muito mais representativo do que apenas um disco de uma banda brasileira regravando canções consagradas. O Clube Big Beatles é de Vitória-ES e tem 30 anos de atividade dedicados à obra dos Beatles, fazendo um forte e significativo trabalho que é reconhecido no Brasil e no exterior. Há 26 anos consecutivos, o grupo se apresenta no "International Beatle Week" o Festival dos Beatles de Liverpool, onde estão no Hall da Fama do evento desde 2008. Os capixabas são um dos grupos que representam o Brasil no mais importante evento mundial em torno dos Beatles, e além disso, nenhuma outra banda de fora da Inglaterra já participou tantas vezes do Festival. O Clube Big Beatles não pode ser chamada apenas de uma banda cover dos Beatles. Eles apresentam as músicas com arranjos e interpretações com personalidade, sem preocupação e nem interesse de reproduzir os clássicos dos Beatles da forma em que foram originalmente gravados. Não por menos, este disco traz tantos artistas de renome como convidados em suas faixas. | |||
| Programa Backstage entrevista Beto Feitosa | 20 Dec 2023 | 01:14:55 | |
O podcast “Rita Lee – Discografia comentada”, com 33 episódios, traz comentários e histórias sobre todos os álbuns de Rita Lee. Os episódios já estão disponíveis em https://linktr.ee/ritalee.discografiacomentada . A discografia de Rita Lee, além de rica e diversa, faz um panorama do crescimento do pop/rock brasileiro. Rita é personagem fundamental desde a Tropicália, passando pelo rock dos anos 70 e 80, pioneira no fenômeno dos Acústicos dos anos 2000 e se manteve relevante durante os 44 anos que compreendem seu primeiro álbum (“Os Mutantes”, 1968) e seu mais recente (“Reza”, 2012). O jornalista niteroiense Beto Feitosa, que desde os três anos é fã e acompanha essa história, produziu, escreveu os roteiros e narra essa história. Além dele, outros dez nomes da imprensa e da pesquisa musical trazem suas visões para a obra de Rita: Silvio Essinger, Rodrigo Faour, Antonio Carlos Miguel, Leonardo Lichote, Mauro Ferreira, Patricia Palumbo, Jose Telles, Danilo Casaletti, Bernardo Araújo e Adriana de Barros. A série também inclui depoimentos e histórias de pessoas que participaram dos álbuns. Produtores como Moogie Canazio, Guto Graça Mello e Max Pierre; músicos como Lee Marcucci, Ricardo Feghali, João Barone, André Christóvam, Claudio Infante, Milton Guedes, Gel Fernandes entre outros; parceiros como Lúcia Turbull e Carlos Rennó. Na história entram também depoimentos de artistas como Caetano Veloso, Marina Lima, Paula Toller, Fernanda Takai, Ná Ozzetti, Angela Ro Ro, Dóris Monteiro, Fafy Siqueira entre outros. O programa foi totalmente gravado, editado e co-produzido por Crikka Amorim no NaCaverna Estúdio. A produção é assinada pelo site Ziriguidum.com, que estreou em 1996 justamente com uma entrevista com Rita Lee. O podcast “Rita Lee – Discografia comentada” está disponível nas principais plataformas de podcast . BETO FEITOSA – apresentação, roteiro e produção O jornalista niteroiense Beto Feitosa acompanha a carreira de Rita Lee desde seus três anos. Em 1996 lançou a revista “Ziriguidum”, que fincou sua bandeira na internet como o primeiro site sobre música brasileira. Dois anos depois criou RadioAtivo, programa online que entrevistou nomes como Rita Lee, Moska, Zélia Duncan, Leila Pinheiro entre outros. Experiência pioneira no Brasil do formato que hoje é conhecido como podcast. CRIKKA AMORIM – gravação, edição e co-produção Cantora, compositora e produtora, Crikka Amorim tem três álbuns lançados. A primeira vez que tocou em rádio foi justamente em uma demo apresentada por Rita Lee em seu programa Rádio Amador, que foi ao ar em 1986 na Rádio Cidade. Entre seus trabalhos tem o álbum “Pirataria – Rita Lee por Crilkka Amorim”, lançado em 2007. Produz seus trabalhos e de outros artistas no NaCaverna Estúdio. O projeto conta com incentivo da Prefeitura Municipal de Niterói e da Secretaria Municipal das Culturas (SMC), por meio do edital Fomentão.
| |||
| Valéria Oliveira | 08 Jun 2021 | 00:46:54 | |
Valéria Oliveira Lança “Sacrário” - Um Poema ao Feminino Solar A poética do feminino sagrado irrompe as fronteiras do imaginário e demuda-se em imagens, poemas, ritmos e arranjos de SACRÁRIO, o novo álbum de Valéria Oliveira, que será lançado no dia 14 de maio, pela Tratore, com distribuição nas principais plataformas digitais. SACRÁRIO é o 10º álbum da cantora e compositora natalense e desponta no cenário nacional como uma elegia aos 30 anos da sua carreira artística. Com produção musical de Valéria e Jubileu Filho, o novo álbum se revela como um ambiente íntimo e sacrossanto da artista onde a sacralidade do feminino brota no seio lírico da mãe terra e ecoa sonoramente por meio da delicadeza e da força mulheril da voz sedutora e doce dessa cantante potiguar. As composições de SACRÁRIO foram trançadas e enfeitadas pelos ritmos, interpretações e pelas marcações compassadas e sincopadas de sambas que estão carregados “de amor, de liberdade, de dor e de alegria”. O álbum solicita a união, promove a expansão das culturas, demarca um tempo mítico e nasce como uma espécie de epifania, em um lugar de descobertas, com vistas a percorrer um caminho mais proveitoso e solar, na intenção de afugentar os dias, “memórias, nem sempre de glórias ou que fazem doer” e “na mutação dos sentimentos”, temas que se transmutaram em poesia e estão presentes na letra de VAI ALÉM e 200%. Valéria Oliveira divide quatro faixas do seu SACRÁRIO com cantoras de renome nacional: Leila Pinheiro, emprega a doçura da sua voz à canção, ALENTO; Simona Talma, apresenta a sua personalidade plural, na música UM SIMPLES OLHAR; A cantora Daúde, imprime sua vibração e seu balanço soteropolitano na faixa GENTE; além da presença de Leci Brandão, interpretando sua ontológica música, ESSA TAL CRIATURA, que em SACRÁRIO ganha uma releitura, com novo arranjo orquestrado pelo maestro Rildo Hora. No vestígio dessa grande elegia ao samba, Valéria Oliveira reverencia os mestres Wilson da Neves (1936 – 2017) e Delcio Carvalho (1939 – 2013) interpretando a obra POR ONDE COMEÇAR. SACRÁRIO completa o seu intertexto musical com as parcerias dos compositores Drika Duarte, Ivando Monte, André Morais, Luiz Gadelha, Simona Talma, Khrystal, Rico Dias e Vinícius Lins. A capa ficou a cargo de Elifas Andreato, designer gráfico, ilustrador e artista plástico renomado no Brasil e no exterior. Elifas revelou em seu campo visual uma imagem indicial que pressupõe uma essência específica, uma linguagem íntima, transversal e contígua, para representar a simbologia do sagrado feminino que está presente na matriz sonora e nas cores ritmadas das 14 faixas do álbum. SACRÁRIO apresenta boas vibrações, traz um swing e um balanço sincopado, além de despontar e traduzir a essência e a personalidade musical que Valéria Oliveira nos propõe neste trabalho: “Sinta a marcação, o ruído das ondas do mar no rufar dos tambores, a liberdade no peito e a cor da verdade no sangue”. SACRÁRIO “nasceu perto do mar” e está repleto de signos musicais e de imagens acústicas banhadas pelo sol e pelo sal “Da velha Cidade do Reis”. | |||
| Juh Boechat | 07 Jun 2021 | 00:16:39 | |
Juh Boechat lança primeiro single, “In luv” Cantora e compositora tem 15 anos e apresenta música escrita em inglês Juh Boechat tem 15 anos, e durante a pandemia mergulhou mais fundo na música. Aprendeu a tocar teclado, ukulele e ainda teve aulas de canto aprimorando o que já fazia em casa. Nessa descoberta nasceram as suas primeiras músicas. A balada “In Luv” é o primeiro single que apresenta a nova artista, com produção musical de Crikka Amorim e letra em inglês. “In luv” fala de uma experiência própria. “Uma história de amor que vivi entre 2018 e 2019”, entrega Juh. “Queria muito escrever uma música sobre isso e contar minha história, como muitos artistas fazem. Me desafiei a escrever uma música em menos de uma hora e consegui”, revela Juh que escreveu a letra em inglês. “Inglês é a língua mundial, se eu quero que minha música chegue em todo mundo, essa é a maneira mais direta. Tenho facilidade de escrever e cantar em inglês, os artistas que mais ouço e me influenciam cantam em inglês, então para mim é natural”, explica citando os nomes de Bruno Mars, Ed Sheeran e – principalmente - Adele como suas principais influências. A paixão pela música vem desde criança. “Desde pequena meu sonho é ser cantora”, entrega Juh. “Durante a pandemia aproveitei o tempo em casa para estudar teclado, ukulele, violão e canto”. Foi nesse período também que Juh começou a compor. Ela, que já havia lançado um livro, passou a desvendar sozinha o mistério de juntar música e letra. Na impossibilidade de comemorar os 15 anos, Julia decidiu pedir de presente a gravação de uma de suas músicas. Mas o que era para ser apenas um registro para circular em família ganhou proporções maiores. Juh convidou a cantora, compositora e produtora Crikka Amorim para gravar e tocar o violão. “Assim que ouvi as composições da Juh, senti um potencial grande”, conta Crikka. “Uma menina com um talento nato que ainda vai dar muitas alegrias pra gente com suas canções”, promete. “Preparei uma base e fui até a casa dela gravar a voz. Ela respondeu muito rápido a todas as expectativas e ideias que eu levei. Voltando para casa senti que a música poderia - e merecia - crescer mais. Coloquei teclado, baixo, um efeito aqui, uma guitarra ali. Ficou uma base acústica com uma sonoridade orgânica e gostosa”, acrescenta a produtora. Com o resultado final da gravação a família percebeu que o que tinha em mãos não era apenas para circular entre parentes e amigos em grupos de whatsapp. Assim “In Luv” foi crescendo, ganhou capa, ideias de clip, e vídeos nas redes sociais anunciando o lançamento nas plataformas digitais com distribuição pela Onerpm. “Estou realizando um sonho!”, comemora Juh, que agora já pensa nas próximas músicas. “Quero ir para o mundo inteiro”, sonha a nova artista. | |||
| Jully | 04 Jun 2021 | 00:51:43 | |
Jully lança Distopia, o segundo single do álbum S.O.S., com clipe magnífico e assombroso. Depois de um álbum voltado para o humano, cantora e compositora catarinense produz trabalho pensando no planeta. Nova faixa traz a morte como tema e dá a mão a quem quer ver a luz e o amor. Para muitos, a palavra “morte” e todo o sentido que ela traz parecem macabros. No entanto, no último ano, a morte foi algo com que o mundo todo precisou aprender a lidar de maneira mais prática e até pragmática. No Brasil, onde a transmissão do coronavírus nunca foi controlada, a morte assolou e segue assolando muitas famílias e histórias de vida. Antes mesmo que a pandemia começasse, a cantora e compositora Jully sentiu que o planeta precisava de atenção e começou a compor o repertório de S.O.S., álbum produzido por Grenville Ries e mixado por Carlos Trilha que está lançando através de singles. O primeiro, Somos Todos Um, já está nas plataformas digitais. Agora é a vez de Distopia, canção que chega acompanhada de um clipe. Dirigido pelo fotógrafo Levindo Carneiro, o vídeo retrata a situação atual de forma poética, e traz Jully chamando atenção, com o seu canto, para um horror real que estamos vivenciando no mundo e, principalmente, no Brasil : “Pilhas de mortos, apatia, mentes torpes, fim do dia, distopia... fome de poder!” Macabro? Não! Totalmente necessário. “Distopia fala do Sol que brilha, mas ninguém vê, da chuva que bate na janela e ninguém crê. Cientistas já previam futuras pandemias por causa do que o homem está fazendo com a natureza. A música é a minha forma de comunicar que, enquanto nos acharmos superiores, não vamos sair desse círculo vicioso”, diz Jully, que também é pianista, poetisa, acupunturista e fotógrafa, além de vegana e muito preocupada em dar voz a quem não pode se defender, como os animais e o próprio planeta. Segundo definição do dicionário, “distopia” quer dizer “lugar ou estado imaginário em que se vive em condições de extrema opressão, desespero ou privação”. Tudo a ver com tudo o que estamos vivendo e com o que viveu, bem antes da pandemia, a artista nascida e criada em Florianópolis e moradora do Rio de Janeiro desde 2011. Muito antes que todo mundo tivesse que ver o seu mundo – muitas vezes colorido e alegre – ficar cinzento e triste, Jully já vivia a transformação do seu universo particular. A morte de seu pai e, quatro anos depois, a de sua mãe fizeram com que a artista passasse a compor e produzir de outra forma. A mudança é clara do primeiro disco, Olhos Fechados e Abertos (2012), para Réquiem (2020). O primeiro teve produção de Alex de Souza. O segundo foi produzido por Grenville Ries. “Réquiem é dark sem culturar a escuridão. Ele fala muito de direitos humanos, chama a atenção para as coisas erradas no mundo. Já S.O.S. vem propor uma nova conduta para aprendermos a caminhar juntos, com humanidade. Estamos alienados, perdemos a conexão com o que realmente importa”, afirma. A morte mudou completamente a forma de compor de Jully, mas a maturidade é clara quando ela transforma o nosso “novo normal” em versos como: “No escuro lá fora, a estrela brilha, mas ninguém vê”. Em termos de produção, a artista catarinense também aprendeu muito com a experiência do primeiro disco – gravado com pompa e circunstância – mas se encontrou bastante na parceria com o próprio marido, sul-africano radicado no Brasil: Jully compõe e grava voz guia e piano, Grenville Ries toca diversos instrumentos e cuida das programações para, então, ela colocar a voz final. “Investi no primeiro disco, mas para o segundo, não estava em condições. Meu marido, que sempre me apoiou muito, sugeriu que começássemos uma pré-produção em casa. Ele é músico, vê tudo grandioso, e acabou desenvolvendo Réquiem comigo. Encontramos um lugar fértil. Quando foi lançado, veio a quarentena e, por causa da temática, retratou a essência do momento”, conta Jully. | |||
| Js Rocks | 29 May 2021 | 00:46:52 | |
JS Rocks é uma banda de Rock brasileira, formada em 2019, pelos músicos Joselam Santana (voz e guitarra), Josué Araújo (bateria), Daniel Canabrava (guitarra e back vocal) e João Pedro Silva (baixo e back vocal). Mesmo sob uma forte influência das bandas de rock nacionais das décadas de 80 e 90, a banda JS Rocks também se permite viajar pelo som de diferentes épocas. No ano de 2020, durante o período de Pandemia fizeram inúmeras gravações caseiras em áudio e vídeo de músicas autorais e disponibilizaram em suas redes sociais. O trabalho agradou o público de maneira bastante significativa o que motivou a banda a gravar sua primeira música, em estúdio intitulada Uns dias e também um clipe ainda em 2020. No mesmo ano o clipe foi selecionado para ser apresentado no programa do produtor e guitarrista Fernando Magalhães do Barão Vermelho através do YouTube e em seguida participou do desafio de bandas no programa Rock total da rádio mundial FM em SP, sendo vencedora 5 vezes seguidas. Em 2021 o vocalista da banda, Joselam Santana foi entrevistado no programa Estação Lagoa Rock de Fernando Magalhães e inciou um projeto chamado Integra Rock onde entrevistou Marcos Kleine guitarrista do Ultraje a Rigor e fundador da banda PAD. Atualmente a banda está em fase de divulgação de mais uma música gravada em estúdio e mais um clipe da música Indiferente. Lançamento dia 08 de Abril. | |||
| Camilla Inês | 20 May 2021 | 01:02:20 | |
Camilla Inês conecta Brasil e Portugal em seu primeiro EP autoral Produzido pelo vencedor do Grammy Latino, Swami Jr., “Gotas de oceano” reverencia a liberdade feminina com poesia e filosofia A capa do quarto EP de Camilla Inês entrega o clima do disco que nasceu durante o período de isolamento social. Poético, plural, sensível e espontâneo, “Gotas de oceano” aproxima a artista da MPB sem perder a essência do Jazz, gênero brilhantemente explorado por ela no bem-sucedido Jazzmine de 2011. Com sete faixas autorais produzidas pelo vencedor do Grammy Latino, Swami Jr., “Gotas de oceano” traz no seu DNA vestígios dos momentos de introspecção, decorrentes da pandemia e tão fortemente vivenciados pela artista. Dividida entre Brasil e Portugal, Camilla compôs parte do repertório em Leiria, cidade portuguesa localizada na província da Beira Litoral, a experiência rendeu uma emocionada homenagem da artista ao local que a acolheu até o final de janeiro de 2020. O EP abre com a faixa Contra-o-Ponto, uma música dançante que convida o público para refletir sobre os rótulos sociais. Com um elegante naipe de metais, ela é também uma evocação de coragem contra uma sociedade formatada por padrões deturpados por uma massa, muitas vezes xenofóbica, homofobia ou racista. O refrão diz bem: “a força, a fórmula, a vírgula, é?” Nessa parte a artista convida o público a refletir sobre o que ele é. Morena é um autorretrato, uma canção que relembra a linguagem do saudoso Dominguinhos. A faixa recebeu a luxuosa interpretação do talentoso Mestrinho do Arcodeon – Esta canção tem sonoridade nordestina e vem da mulher nordestina que existe em mim; da mulher resiliente, valente, determinada, aquela que não desiste – Explica Camilla Inês, que é pernambucana e mora atualmente em Brasília – Essa valentia existe em todos nós brasileiros e isso é notório, faz parte da alma brasileira, somos trabalhadores, destemidos e ao mesmo tempo somos um povo alegre, acolhedor diante das adversidades da vida. Em Vã filosofia Camilla confirma a afinidade musical com Swami Jr., a voz do produtor evolui com delicadeza na faixa. A música surgiu durante um desabafo nas redes sociais - Eu sentia muita falta da minha família, mesmo estando a poucos quilômetros de distância. Falava muitas vezes ao telefone com minha amiga em Portugal e ela sentia o mesmo. Percebi que muitos estavam perto de suas famílias, mas isolados ao mesmo tempo. Foi quando escrevi os versos dizendo - Que vã filosofia/ que ironia/ te querer e não te ter – Pontua Camilla. Gotas de oceano, faixa título do disco, mistura sentimentos e emoções numa mensagem íntima da artista para tempos tão difíceis. Com voz macia e se debruçando na realidade dos dias atuais, lembra com leveza que juntos somos mais fortes. – Somos Gotas de Oceano / Mergulha nos braços meus / Me revela quais teus planos / Entre beijos, risos insanos / Cola o corpo com o meu. A poética delicada da canção expõe o estilo afiado da artista para compor – Componho muito rápido, sou uma observadora, uma fotógrafa dos gestos, movimentos e comportamento social, tudo me inspira. Esse processo é imediato. Muitas vezes nem preciso do instrumento musical, deixo a intuição falar mais alto – Finaliza Camilla Inês. Gostas de oceano chega nas principais plataformas digitais no próximo dia 9 de abril. Carregado de expectativas, esse é o primeiro trabalho autoral da artista que conta com 2 CDs lançados, Jazzmine (2011) e The Rhythm of Samba (2015), 1 EP – Influências do Jazz (2008) e 1 single – Vamos dançar um bolero (2018). | |||
| Humberto Effe | 19 May 2021 | 01:03:25 | |
Humberto Effe começou a carreira artística como integrante-fundador da banda Picassos Falsos. Surgida em 1985, a banda foi uma das pioneiras, na geração dos anos 80, em misturar rock, soul e funk com baião, afoxé, maracatu e samba, algo que só viria a ser comum a partir dos anos 90, com Chico Science & Nação Zumbi e Mundo Livre S/A. O grupo fez sucesso com canções como "Carne e Osso", "Quadrinhos" e "Supercarioca". Após o lançamento dos discos "Picassos Falsos", em 1987, e "Supercarioca", em 1988, a banda se separou e, durante esse período, Humberto dedicou-se à carreira como compositor e seu trabalho solo, lançando seu primeiro disco, "Humberto Effe", pela Virgin, produzido por Chico Neves em 1995. Fazem parte do repertório deste álbum as músicas "Onde há desejo não há cruz", o clássico “De Frente pro Crime” de João Bosco e Aldir Blanc e "O preto e o branco" do Bezerra da Silva, que teve registro no clipe da premiada cineasta Sandra Kogut. Como compositor o período marca um amadurecimento de Humberto Effe, que foi gravado por Frejat, Skank, Marina Lima, Dado Villa Lobos, Toni Platão e Cris Braun, sendo algumas dessas composições feitas em parceria com estes artistas. Em 2004 o Picassos Falsos voltou à ativa lançando seu terceiro álbum “Novo Mundo” e na sequência “Supercarioca 25 Anos” (2014) e “Nem Tudo Se Pode Ver” (2017). Em 2018, Humberto lançou o show solo Plano Sequência (um show ininterrupto com participação de artistas convidados) e seguiu ao longo de 2019 em palcos do Rio e Belo Horizonte tendo as participações de artistas como BNegão, Fernanda Takai e John Ulhoa, a banda Biltre, Mauro Sta Cecilia, Picassos Falsos entre outros. No começo de 2020, enquanto se preparava para gravar um single solo e criava suas novas redes sociais para divulgar o trabalho fora das redes da banda, Humberto mantinha uma temporada com o guitarrista Gustavo Corsi em um show inteiramente dedicado ao repertório de Luiz Melodia. O single estava previsto para ser lançado em abril (e com novo show já agendado para maio) quando a pandemia chegou. Em isolamento, equipado apenas com violão e um celular velho, Humberto seguiu o trabalho em contato com o público pelas suas recém-criadas redes sociais, gravou vídeos, fez lives semanais, e intensificou a interação com seguidores enquanto se equipava para melhorar a qualidade do conteúdo. Foi nesse contexto que assinou contrato com o selo Backing Stars e lançou finalmente em agosto de 2020 o single de “A Vontade e o Medo”, produzido por JR Tostoi. A gravação contou com o próprio Tostoi na guitarra e efeitos, Marcelo Vig na bateria e Hugo Noguchi no baixo. Para o videoclipe, Humberto convidou o cantor, compositor e videomaker Mihay que fez a direção remota e edição com imagens que o próprio Humberto fez de si com um celular antigo. Em janeiro de 2021, Humberto lançou o segundo single, Frágil, parceria com o produtor, tecladista, cantor e compositor Humberto Barros. Este single, sua primeira experiência no formato voz e piano, é mais uma das faixas que farão parte do EP com lançamento previsto para o segundo semestre de 2021. | |||
| Gabi Doti | 12 May 2021 | 00:52:12 | |
Gabi Doti lança videoclipe da balada ‘Good Times’ Filmete foi todo gravado nas praias do Sul do Brasil O clipe de ‘Good Times’ ficou numa vibe maravilhosa, um pop smooth-vintage dessa “balada-lounge hipnótica”, como bem disse o crítico musical Antônio Carlos Miguel, faixa-bônus, única em inglês de Gabi Doti do disco Outra Razão. Durante a pandemia, em 2020, Gabi saiu da aridez do Cerrado e destes tempos insólitos em direção aos ventos ensandecidos do litoral Gaúcho, no Sul do País. Álcool gel por todo lado e duas máscaras na face, primeira vez que a pandemia tinha começado a dar trégua, primeira vez que começou a ver gente, “já tinha me esquecido como era, mesmo que a dois metros de distância”. Em busca de viver o simples, descomplicar, curtir bons momentos, sentir a brisa do mar no rosto, mergulhar corpo e razão no mar gaúcho, mesmo que absurdamente gelado, pôr os pés na areia, ver o pôr do sol e simplesmente respirar, estar ali, naquele momento. Era isso que a artista queria viver intensamente por inteiro. A praia estava perfeita, deserta. Gabi chegou no fim do inverno e o Nordestão (vento gelado e constante das praias Gaúchas) que deu descanso por singelos três dias, trouxe uma prévia do calor intenso que meses depois traria o verão gaúcho. “Um dia, na praia, chorei de emoção ao ver o intenso e avermelhado pôr do sol, me senti grata por estar ali, simplesmente vivendo Good Times. E veio o insight: estava vivendo exatamente o que eu mesma escrevi na música Good Times que compus pro disco Outra Razão, que foi gravado em Los Angeles, no lendário East West Recording, produzido pelo querido Moogie Canazio” recorda Gabi. Daí a artista pensou, preciso compartilhar essa sensação de viver bons momentos com as pessoas, mais do que nunca nestes tempos. Todo mundo tem um lugar, um canto na memória que seja, momentos goodvibe pra viver, lembrar ou reviver, por que não? Porque sim. A partir disso, ela acordou um dia, pegou o iPhone, stand, tripé de microfone e som e passou um dia na praia captando imagens. “Daí falei com Rodrigo Cardoso, que dirigiu os clipes anteriores do disco Outra Razão, das músicas Otra Razón e Eco, finalistas do Prêmio Profissionais da Música. Mandei alguns dos takes que filmei e perguntei, simbora fazer mais este projeto?” Ele topou na hora dirigir o clipe. Um porém apenas: seria a distância, pois Rodrigo estava em outra cidade. Os dois trocaram algumas idéias e Doti começou a saga de captar imagens durante sete dias seguidos. “Tudo isso enquanto o Nordestão deixou (risos) e não tive que sair correndo que nem uma doida tipo pra evitar que a caixa de som caísse no mar enquanto eu cantava Good Times ou eu me estatelasse na areia depois de me equilibrar no corrimão de uma das passarelas que dava acesso à praia, onde filmei o clipe ou ainda de enfiar o pé num dos quinhentos baiacus que cuidadosamente eu buscava desviar na areia”, relembra bem humorada. Foi um desafio gravar um clipe sem ter retorno de imagem, sem ter a direção de vídeo presencial. Lidar com a intensidade e variabilidade da direção do Nordestão foi crucial, a nitidez da brisa, bem como com a variação da luz a cada dia, considerando os recursos que Gabi tinha: a câmera de um iPhone. “Mas eu também queria mostrar as cenas de uma perspectiva diferente. Daí comecei a brincar com meu óculos de sol. Fiquei tentando brincar com a direção da luz do sol quando bate na lente e colocá-la na frente de objetos, de paisagens, criando um efeito diferente nas coisas … buscando dar um novo olhar ao momento, recriando o momento. E incorporamos isso no material. O resultado ficou perfeito”, conta, com orgulho. | |||
| Roberta Spindel | 10 May 2021 | 00:29:58 | |
Roberta Spindel regrava “Mais uma vez” com Rodrigo Suricato Cantora se agarrou na mensagem escrita por Renato Russo para melodia de Flávio Venturini durante a pandemia e gerou single que é lançado em 16 de abril com clipe Renato Russo tinha acabado de vir do lançamento de um dos mais primorosos álbuns da Legião Urbana, “Dois”, quando esbarrou com Flávio Venturini e falou para ele que era fã de sua banda, a 14 Bis. Renato encontrou Flávio dedilhando uma melodia e se ofereceu para escrever a letra. “Fiz como se fosse o pai falando para o filho durante uma tempestade”, disse ele ao apresentar Mais Uma Vez ao novo parceiro. Com versos como “Mas é claro que o sol vai voltar amanhã / Mais uma vez, eu sei / Escuridão já vi pior, de endoidecer gente sã / Espera que o sol já vem”, a mensagem é clara. E foi nela que Roberta Spindel se agarrou logo nos primeiros momentos da pandemia de Covid-19, que fez ela e gente do munto todo ficar confinado dentro de casa, isolados de suas atividades e longe dos palcos. Aposta de Caetano Veloso em 2011, compositora de mão cheia e intérprete de diversos grandes nomes da MPB, a cantora enxergou a luz no fim do túnel e convidou Rodrigo Suricato para regravar com ela Mais Uma Vez. Com arranjo assinado por Rodrigo Suricato e Fabrício Matos e produção de Fabrício e Lúcio Fernandes Costa, o single é lançado nesta sexta-feira, 16 de abril, junto com um clipe. “Quando a pandemia começou, eu estava totalmente confinada. Essa música fala de confiança. Quando a gente sabe o que vai acontecer, é mais fácil confiar. Ela trouxe uma luz naquele momento em que não sabíamos o que ia acontecer. Renato Russo estaria completando 60 anos e eu refleti muito sobre como ele nos toca com verdades. Tem artistas que trazem uma poesia linda, mas ele acessa essa essência com muita simplicidade, o que acho que acaba sendo um lugar complexo, e por isso tão bom”, diz Roberta Spindel. A liberação para o registro foi dada por Venturini e, após Roberta enviar uma versão em voz e violão para sua apreciação, pelo herdeiro de Renato Russo, Giuliano Manfredini. Participaram da gravação Lourenço Monteiro na bateria, Rodrigo Tavares nos teclados, Fabrício Matos na programação e no violão, além de Rodrigo Suricato no violão e na guitarra barítona. A masteirzação ficou por conta do mestre Ricardo Garcia, na Magic Master. “Eu já conhecia o Rodrigo, gosto dele como pessoa e como artista. E gosto muito do estilo dele, do que ele acrescenta para a canção. O que poderia emprestar para a canção, ele emprestou. Rodrigo trouxe muito dele para o universo”, comenta Roberta. Ao melhor estilo Russo e Venturini, Spindel e Suricato fazem um belo dueto e deixam marcas na história da pandemia que nem Renato Russo deixou. A leitura da dupla carioca virou um folk contemporâneo, distanciando-se da original (registrada pelos autores no álbum do 14 Bis “Sete”, em 1987) e do registro de Renato produzido especialmente para o álbum póstumo “Presente” (2003). A faixa é o primeiro lançamento de Roberta Spindel no selo Algorock, que prevê ainda uma série de outras gravações da cantora. Roberta Spindel estreou em disco em 2011 com o CD “Dentro do meu olhar”, que contou com a participação de Caetano Veloso na releitura de “Como dois e dois”, dele. Do repertório, “Se eu quiser falar com Deus” (Gilberto Gil) entrou para a trilha sonora da novela “Amor eterno amor” e “Esquinas” (Djavan), para a da novela “Morde & Assopra”. Também naquele ano, a artista recebeu indicação ao Prêmio Multishow, na categoria Revelação. Roberta Spindel integrou a banda do programa musical “Popstar”, da TV Globo, e já dividiu os palcos ou faixas musicais com artistas como Caetano Veloso, Hyldon Souza e Luis Melodia. | |||
| Duo Gisbranco | 10 May 2021 | 00:28:22 | |
Duo Gisbranco homenageia Chico César com álbum ao vivo ‘Pássaros – ao vivo’ traz onze faixas que celebram a obra do autor O Duo Gisbranco, formado pelas pianistas e compositoras Bianca Gismonti e Claudia Castelo Branco, lança seu quinto trabalho ‘PÁSSAROS – AO VIVO’. São seis poemas de Chico musicados por Bianca e Claudia (lançados anteriormente no CD ‘Pássaros’), três músicas com arranjos inéditos para canções do Chico, um arranjo de música instrumental (que foi gravado no CD ‘Flor de Abril’ com a presença de Chico César) e uma música com participação de Chico César, anteriormente gravada em DVD. Chico César é um dos maiores compositores da atualidade dedicado a uma poesia genuinamente brasileira. Essa mistura de dois pianos com a vibrante poesia de Chico é algo singular e fascinante. Misturando elementos da música erudita, instrumental e popular brasileira de maneira expressiva e cativante, o duo constrói um trabalho dentro de uma linguagem moderna e acessível a uma grande diversidade de platéias. Projeto Quatro Cantos ‘Pássaros –ao vivo’ foi lançado com patrocínio do Governo Federal, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, através da Lei Aldir Blanc, Duo Gisbranco, Arranco de Varsóvia, Fábio Rizental e Verônica Sabino celebram a obra de grandes compositores brasileiros em quatro álbuns ao vivo. | |||
| Juninho Bill | 10 May 2021 | 01:00:55 | |
A carreira de Juninho Bill começou aos seis anos, quando ele tirou o terceiro lugar no "Festival Internacional da Criança", pouco tempo depois entrou para o famoso grupo musical de rock-infantil Trem da Alegria, que surgiu no Brasil em 1984. Juninho Bill integrou-se ao grupo em 1985 e permaneceu até 1992 ano em que o mesmo foi dissolvido. Gravou sete álbuns com o Trem da Alegria chegando à soma de 4 milhões de cópias vendidas. Logo depois foi seguir a carreira de jogador de futebol onde atuou como meia nas categorias de base do Corinthians e Portuguesa e posteriormente migrou-se para o Sinop onde disputou profissionalmente o Campeonato Mato-Grossense. Encerrou sua breve carreira aos 20 anos de idade no Rio Branco de Americana. Voltou a música e aos estudos, onde formou-se em jornalismo, nesse intervalo teve várias bandas, como a Acesso Livre, Schulapa e a Astros. Juninho Bill atualmente tem duas filhas e trabalha como produtor. Em 2014, fechou com o SBT para continuar produzindo o programa The Noite no mesmo formato do Agora É Tarde. Juninho foi contratado juntamente com toda a equipe do programa anterior, que se mudou com Danilo Gentili para o novo programa na emissora de Silvio Santos, que teve uma estreia não esperada pelo SBT, com audiências superiores as expectativas da casa. Por dois dias, o programa ganhou da Rede Globo, segundo o IBOPE. | |||
| Backstage entrevista Andréa Dutra | 13 Dec 2023 | 00:57:28 | |
Andrea Dutra é carioca, cantora e compositora, lançou cinco discos solo e vários singles. Desde os anos 80, canta regularmente no circuito profissional do Rio, casas de shows e teatros: brazilian jazz, jazz, samba, mpb e black music. Desde 2001 é integrante do grupo vocal Arranco de Varsóvia , vencedor do Prêmio Tim (da Música Brasileira) de Melhor Grupo de Samba, em 2006. Com o Arranco, tem cinco CDs, e um DVD e muitos shows pelo Brasil. Desde 2016 canta na Orquestra Lunar, ao lado de Áurea Martins. Andrea estudou dança, sapateado e teatro desde criança. Foi professora de balé e sapateado em diversas academias do Rio. Morou e foi à escola em Londres. Foi babysitter em Paris. Trabalhou como tradutora e intérprete. Fez sua formação musical na Pró-Arte, onde estudou canto, piano e teóricas, e fez curso de formação para professores de música. Trabalhou como professora de música em creche, pré-escola e ensino fundamental. Estudou piano com Délia Fischer e Caio Senna, e canto com Cristina Passos e Suely Mesquita. É formada em jornalismo pela UFF. Trabalhou durante 12 anos na imprensa escrita como repórter e subeditora na Coluna da Hilde, no Caderno H e na Revista de Domingo (Globo e Jornal do Brasil). Trabalhou no mercado editorial como revisora de tradução, revisora e tradutora (inglês-português) e, produz textos por encomenda, como o livro comemorativo dos 25 anos da Escola de Verão em Química Medicinal da Lassbio/UFRJ. Foi jurada do concurso Cultura Nota 10, da Secretaria de Cultura do Município do RJ, e parecerista de projetos inscritos em editais da mesma Secretaria. Mantém o blog Avant-dernières pensées há mais de 15 anos, e tem mais de um livro pronto pra publicar. Foi curadora da Editora Multifoco e produziu diversos textos institucionais, além de fazer assessoria de comunicação web para terceiros. De 2010 a 2020 foi residente da única casa internacional de jazz da Lapa, o Triboz, com o Andrea Dutra Quarteto. Foi residente, por cinco anos, da Modern Sound, tendo feito 275 shows por lá. Cantou no Ano do Brasil na França, no Palácio de Versailles, em 2005, e no Midem, a maior feira de música independente do planeta, em Cannes, representando o jazz brasileiro, em 2014. Trabalhou ao lado de Tim Maia, Sandra de Sá, Dona Ivone Lara, Alcione, Moyseis Marques, Emilio Santiago, Teresa Cristina, Chico Alves, Claudio Jorge, Áurea Martins, Martinho da Vila, Nelson Sargento, Casuarina, Grupo Semente e Arlindo Cruz e gravou com Mart'nália, com o baixista norte-americano Marcus Miller, e com Fatima Guedes. A faixa A linha e o linho, de Gilberto Gil, do seu CD O amor de uns tempos pra cá, foi tema de personagem do remake da novela Tititi, em 2010. Em 2017, Andrea estreou trabalho solo totalmente autoral, fez shows de Brazilian jazz em duo com Domingos Teixeira, e apresentou show todo voltado para a obra de Elton Medeiros, ao lado de Rafael Mallmith e João Camarero, no Teatro Café Pequeno, em Belo Horizonte, e na Casa do Choro, em 2018. Em março de 2019, lançou, nas plataformas digitais, o single Reconsidere, pela Mills Records, com produção de Muri Costa e arte de Beá Meira. Realizou o show Agora esse mundo é meu, em homenagem à compositora Fatima Guedes, no Teatro Rival, em 2019 e na Sala Nelson Pereira dos Santos, em janeiro de 2020. Em 2020 lançou os singles Onde a dor vira beleza e Rua da Amargura (Eduardo Calil e Sandor Buys), ambos incluídos em playlists editoriais, na Apple Music e no Spotify, respectivamente. Foi finalista no Festival Toca 2020, com a composição Arrastão Carioca, de sua autoria. Durante a pandemia, estreou o programa de entrevistas Variações sobre o mesmo tema, sobre a profissão de músico e seus novos caminhos. Em setembro de 2020, ingressou no curso Música e negócios, na PUC – Rio de Janeiro. Em 2021 a Mills Records lançou o álbum Black Museu Brasileiro, em que Andrea canta suas composições, ao lado de canções consagradas de artistas da black music brasileira. | |||
| Fortunia | 05 May 2021 | 00:54:48 | |
Com quase 10 anos de estrada, Fortunia segue se reiventando. Na atual formação, a banda conta com Douglas Roger (voz); Felipe Leony (guitarra, backing vocal e violão); Cleiton Araújo (baixo); Nobru Bueno (guitarra); Leo Rodrigues (bateria); Daniel Moreno (teclado). Com Hits lançados como “Nem Me disse Adeus”, “Se Existe Amor – Feat. Paolla Oliveira”, agora em uma nova fase, Fortunia lança dia 30/03 música “No Tempo Certo”, em todas plataformas digitais, YouTube, a música também chega nas rádios de todo o país. Sempre levando mensagens positivas ao público, na nova música, a banda toma pra si a missão de levar um incentivo para quem tem um objetivo: Mantenha o foco, NO TEMPO CERTO, você vai Chegar! Fazendo um som diferente, com elementos sintéticos, sem deixar o Rock, mas mesclando com o Pop mais atual. | |||
| Rocking Riders | 04 May 2021 | 00:36:43 | |
Fundado por Luciano e Vinícius em 2010, o Rocking Riders é um quarteto de Contagem/Belo Horizonte formado por Luciano Roberto (Guitarra & Vocal), Vinícius Santos (Guitarra), Douglas Leal (Bateria) e Junio Wolf (Baixo e Pedais Sintetizadores). Eles apresentam um som pesado e direto, influenciados por bandas de vários subgêneros do Rock e Metal, características do Heavy Rock tocado pelo Rocking Riders. As letras abordam temas como guerras, fatos históricos, problemas políticos e/ou de ordem social, ganância e a maldade humanas e, é claro, tópicos falando de Rock 'n Roll. Em 2013, Rocking Riders conquistou o primeiro lugar geral - Júri Técnico e Popular - do Festival de Música Independente "Garagem Festival" de Belo Horizonte daquele ano. O lançamento do álbum autoral de estreia intitulado Rock In The Night, apresentando dez faixas, aconteceu em julho de 2015. No mesmo ano, em setembro, o vídeo clip oficial da música Viper foi lançado. Em novembro de 2017, o Rocking Riders gravou uma demo ao vivo com duas músicas novas: Void In Life-Thy Mistake e Lex Talionis. Oito meses após a gravação da “live demo”, em julho de 2018, eles lançam o webclip da música Void In Life-Thy Mistake. Gaiseric é o mais novo vídeo clip do Rocking Riders, lançado em março de 2020. Rocking Riders tem tocado com grandes bandas do underground de Minas Gerais. Eles já dividiram palco com bandas de renome nacional e internacional como o Scalped, banda de Death Metal do nosso estado, Pesta, quinteto Doom Metal também de Minas Gerais, Nervosa, quarteto de Thrash Metal de São Paulo e com o Ambush, banda Heavy Metal da Suécia. Dessa forma, os quatro integrantes têm o mesmo foco: tocar suas próprias canções na forma de um Rock 'n Roll sincero e com a atitude marcante dos grandes clássicos do gênero. | |||
| Detonautas | 03 May 2021 | 00:49:41 | |
Detonautas Roque a Clube lança a canção Ficar Bem em maio de 2020, música inédita gravada durante a quarentena. Entre a música Ficar bem eles acabaram lançando outros EP`s inéditos durante essa dura pandemia e estar todos os integrantes cada um em seu "Estúdio musical" particular, como Carta ao futuro agosto 2020, Micheque setembro 2020, Mala cheia outubro 2020, Kit Gay novembro 2020, Político de estimação dezembro 2020 e Racismo é burrice esta juntamente com Grabriel o Pensador março 2021. | |||
| André Spring | 22 Apr 2021 | 00:51:40 | |
André Spring entrou pro mundo da música com 16 anos, quando começou a aprender guitarra. Com apenas 6 meses de aula, André já integrava sua primeira banda com amigos do colégio. As primeiras composições vieram nessa época. Algum tempo depois, por ter um material que não se adequava ao estilo da banda que integrava, resolveu fazer seu trabalho paralelo, e agora, além de guitarrista, também passou a cantar. Em 1998, o até então "projeto paralelo", passou a ser o principal, e o lançamento do primeiro trabalho trouxe vários shows. Vários convites surgiram para integração em outras bandas. Com vários trabalhos em bandas diferentes, o ápice foi integrar 5 bandas simultaneamente. Atualmente André se dedica ao seu trabalho solo.Vivendo exclusivamente de música, tocando na noite e lecionando música na sua escola AS Music. André Spring direciona seu trabalho pro Rock e esse foco permitiu a inclusão de músicas autorais nos shows, que além de solo, podem ter a formação em dupla, trio ou banda, sempre com musicos amigos convidados. | |||
| Scream Weaver | 15 Apr 2021 | 01:31:41 | |
BRAINSTORM – a tempestade musical que Scream Weaver traz no seu som! Scream Weaver lança EP retornando as suas raízes após esse ano de Pandemia! A banda havia lançado uma série de singles acústicos no ano de 2020, devido ao isolamento social e agora retorna ao seu formato original: o elétrico. Mesmo que ainda isolados, porém inspirados, Vinícius Gonçalves, Henrique Pinho e Eloisio Michalski montaram essa compilação com um tema que é muito real, presente e que precisava ser explorado pela banda. E afinal, do que se trata BRAINSTORM? É uma obra que reúne energia e catarse! Temas estes que são muito abordados nas letras reflexivas e críticas, escritas pelo baixista/guitarrista Eloisio. “É um conjunto de músicas diversas, mas todas abordam formas diferentes de estar confinado e a ponto de ‘explodir’ por conta da estática” – diz o baterista, Henrique. “OUT e CRY OUT são ótimos exemplos disso” – adiciona o mesmo. Algumas das canções já faziam parte das apresentações ao vivo da banda, outras foram escritas antes e durante a Pandemia/Quarentena, como THE CAGE e BOREDOM – ambas retratando a angustia e o tédio da prisão que se tornou a vida atual, mentalmente e fisicamente. “ELECTRIC LIES é uma canção poderosa que conta sobre a influência da internet em nossas vidas e o seu potencial destrutivo” diz o cantor, Vinícius. Este é um dos pontos mais críticos do novo trabalho, que reflete sobre esse momento histórico tão tenso que os músicos estão vivendo. “Não houve forma melhor de expressarmos essa tempestade de sentimentos do que através da nossa arte – a música” confessa o baixista que também assumiu as guitarras para a gravação do EP. Vinícius Gonçalves A banda passa por um momento delicado de transição. Diferentes guitarristas já passaram pela banda e agora o grupo está num formato trio para gravações e quarteto para futuras apresentações, contando com o amigo e fã, Ricardo Calmona no contrabaixo. “É uma honra fazer parte desse projeto” – conta o baixista. O mesmo fará parte do próximo EP da banda que irá sair entre Agosto e Setembro de 2021, também contando com a participação da amiga e cantora, Nathália Newlands. Scream Weaver tem muitos outros projetos além do próximo EP para serem lançados. Para ficar por dentro das novidades, história da banda e muito mais, basta seguir a banda pelo Instagram e canal do Youtube. O grupo faz diversos materiais contando um pouco de sua trajetória começada em 2016. Acesse também o Bandcamp para ler as letras e contribuir para/com trabalho da banda: SPOTIFY: https://open.spotify.com/artist/7tTzZlB3w0IwbZeLzoRrsQ CANAL DO YOUTUBE: https://www.youtube.com/channel/UCnleJ6TNIVrsXZ-z7jR7fDw BANDCAMP: https://screamweaver.bandcamp.com/ INSTAGRAM: https://www.instagram.com/scream_weaver/ | |||
| Da Ghama | 15 Apr 2021 | 00:47:16 | |
Mais atual do que nunca, “Falar a Verdade” resurge no mercado musical Em videoclipe, Da Ghama regrava clássico da década de 90 em releitura amadurecida contra a intolerância religiosa e pela diversidade. Em meio aos impactos da epidemia de fake news que salta do campo virtual para a vida real e se propaga no terreno fértil dos discursos de ódio e preconceitos, desvendar a verdade é como trilhar rumo à justiça social. Inspirado nessa premissa, um dos clássicos do grupo de reggae Cidade Negra – “Falar a Verdade” – volta à cena após 30 anos, em releitura amadurecida e num tom de protesto contra a intolerância religiosa e a favor da diversidade. O remake é tema do novo videoclipe do cantor e compositor Da Ghama, ex-guitarrista da banda e autor da canção, em parceria com Rás Bernardo, Lazão e Bino Farias. No audiovisual, que será lançado no dia cinco de abril, Da Ghama interpreta Jesus Cristo Afro, que de uma ilha paradisíaca exalta as religiões, relativizando a verdade ao abordar valores atrelados à fé e crenças. ‘Falar a Verdade’ teve o seu lançamento no CD “Lute para Viver” (1990), atravessou décadas, impactou gerações e retorna ao mercado musical trazendo na sua letra críticas e abordagens sociais profundas, mais atuais do que nunca. O diretor do videoclipe, Louiz Baptista, adota uma linguagem universal e pautada em valores filosóficos e existenciais para dialogar com as mais diversas religiões: budismo, cristianismo, catolicismo, xamanismo, hinduísmo, judaísmo, islamismo, candomblé e umbanda. “A nossa intenção é de unir os religiosos, independente de credos e opiniões. Exaltamos a igualdade, a liberdade de escolha do ser humano. Pela manifestação artística, buscamos uma forma marcante de protestar contra qualquer forma de preconceito e intolerância, porque esse é também um dos papéis do artista, de conscientizar, de levantar a bandeira da paz, do amor. Atos assim são fundamentais no atual cenário mundial", afirma Da Ghama. A regravação de “Falar a Verdade” na voz de Da Ghama ganha uma versão totalmente repaginada. As cenas do videoclipe original, que tinham foco em modelos sensuais, usando biquínis e se divertindo com a banda em viagens por praias lindíssimas, deram lugar às abordagens mais coerentes ao cenário atual do país, assim como refletem as mudanças na percepção do autor do hit, ao avaliar os fatos mundiais e o grau de importância que eles tomam nos contextos sociais. O roteiro intercala takes em um ‘paraíso’ – tendo como cenário a Ilha do Guaraú, em Peruíbe (SP) - com performances artísticas de Da Ghama. O artista contrasta entre expressões de austeridade e serenidade, como forma de representar o seu protesto contra a intolerância religiosa e racial, assim como os momentos de alegria e diversão, simbolizando a paz, o amor e a fé em dias melhores para o planeta. A solução encontrada por Louiz Baptista para enfatizar a religiosidade, foi utilizar uma pequena TV portátil de tubo, por onde a divindade afro interpretada pelo artista assiste ao espetáculo musical. "A mensagem que queremos transmitir é que não importa as nossas diferenças ou crenças, quando temos fé o universo sempre está nos ouvindo e disposto a nos atender. A tolerância produz resultados surpreendentes na vida. A verdade, é que precisamos nos conhecer melhor e, assim, fazer uma reforma interna buscando um planeta mais justo e feliz”, comenta Da Ghama. “Se quiser receber amor, dê amor. Seja você mesmo a mudança que deseja ver na sua vida. Não há como fazer um bolo com sabor e formato diferentes sem mudar os ingredientes da receita, a forma de misturá-los e a forma onde a massa é assada. Tudo depende das nossas percepções”, acrescenta. | |||
| Sigma7 | 14 Apr 2021 | 00:38:02 | |
A banda SIGMA 7 foi formada no início dos anos 2000, inspirada por uma forte cena musical na região metropolitana de Porto Alegre, RS, tocando Rock Clássico e Hard Rock com influência de Led Zeppelin, Guns’N’Roses, Skid Row, Scorpions, Kiss, AC/DC, Ozzy Osbourne, Motorhead, Rosa Tattooada, Van Halen, Whitesnake e similares. Passados alguns anos de “laboratório”, a banda lança em 2006 seu primeiro disco chamado “SIGMA 7”, contendo 12 faixas. Dentre elas destacam-se NUNCA É TARDE, premiada em alguns festivais e JOHNNY, considerada um hino dos antigos fãs da banda. Em 2012, a Sigma 7 lança seu segundo disco, “UMA BALA, UMA CHANCE”, onde apresenta a evolução individual de cada integrante e músicas de tirar o fôlego. Este disco conta com a participação especial de Jacques Maciel, da banda ROSA TATTOOADA – uma das bandas que tem influência direta no som da SIGMA 7 – e produção de Vini Tonello (Papas da Língua, Cachorro Grande, Rosa Tattooada, Nenhum de Nós e outros). Ainda no mesmo ano, são lançados dois videoclipes de maneira independente, que foram muito bem recebidos pelos fãs da banda. As músicas escolhidas foram "ESTRADA" e a balada "POR MAIS QUE EU TENTE ESQUECER". Em 2013, Marcos Delfino e Ted Justo tiveram a honra de participar do show de aniversário de 25 anos da Rosa Tattooada no Bar Opinião - conhecido como o “Templo do Rock” em Porto Alegre. No ano de 2014 a banda chama a atenção da gravadora GENESIS MUSIC, de São Paulo, e assina contrato com os empresários musicais Waldemar Marchetti e Manoel Barenbein, este último o responsável por descobrir talentos como Chico Buarque, Os Mutantes, Gilberto Gil e Caetano Veloso, dentre muitos outros grandes artistas do cenário nacional. Em Agosto de 2015 a Sigma 7 foi agraciada com três indicações para prêmio do Grammy Latino, com o álbum “UMA BALA, UMA CHANCE”, nas categorias: Artista Revelação, Melhor disco de Rock Brasileiro e Disco do ano. Ainda em 2015, a Sigma 7 foi premiada pelo site PALCOMP3 como a banda mais acessada de 2015 no gênero HARD ROCK. Integrantes: • Vocal: Marcos Delfino • Guitarra: Ted Justo Após uma pausa nas atividades em 2016, a SIGMA 7 volta em 2019, com toda força e com novos integrantes, injetando um ânimo novo na banda que agora prepara material para seu terceiro álbum. Atualmente a banda SIGMA 7 é artista • Guitarra: Jean Riegel • Baixo: Johnny Peixoto • Bateria: Lucas Teixeira | |||
| Xandi e Lennon | 08 Apr 2021 | 00:41:32 | |
Xandi & Lennon: conheça a trajetória do mais novo sucesso sertanejo Xandi é tecladista e produtor musical. Nascido em Limeira (SP), começou a carreira de músico muito jovem, já dividindo o palco com grandes estrelas da música. Foi integrante das bandas de duas atrações de sucesso na televisão: o programa Raul Gil e o inesquecível Especial Sertanejo, apresentado por Marcelo Costa. Como músico, viajou por todo o Brasil, se apresentando nos principais eventos sertanejos. Durante oito anos foi músico oficial dos eventos da Churrascaria Montana Grill, dos irmãos Chitãozinho & Xororó. De 2004 a 2013 foi produtor musical e técnico de áudio da dupla Edson & Hudson. Paralelamente ao trabalho nos shows, Xandi faz produção musical e participou das produções dos discos de artistas nacionais, como os já citados Edson & Hudson, Felipe & Falcão, Bruno & Marrone, Marcos & Belutti etc. “Chegou uma hora que decidi voar mais alto e seguir em frente com meu próprio nome”, conta o músico. Com uma carreira sólida e vitoriosa, Xandi é um nome respeitado e de prestígio no meio artístico. Lennon nasceu em Apucarana (PR). A carreira musical começou nas bandas de baile, aos 15 anos. E foi nos bailes que desenvolveu e tornou profissional o dom de cantar e o talento para tocar violão. No início dos anos 2000, formou dupla com João Lukas. Nos seis anos de parceria alcançaram um sucesso meteórico e juntos promoveram encontros emocionantes na televisão brasileira se apresentando ao lado de artistas consagrados, proporcionando momentos inesquecíveis para o público em mais de 80 apresentações, sendo cinco delas no Domingão do Faustão. Lennon já dividiu o palco na televisão com Chitãozinho & Xororó, Daniel, Simone, Bruno & Marrone, Paulo Ricardo, Gian & Giovane, Fábio Jr, Rio Negro & Solimões e Alexandre Pires. Recordista de audiência nos programas por onde passou, Lennon é uma marca conhecida e admirada na TV. Mas o melhor ainda estava por vir e a história da dupla começa assim: no início de 2013, Xandi resolveu encerrar um ciclo de grandes conquistas para se dedicar exclusivamente à carreira de cantor. Certo dia, ele viu Lennon na TV e se encantou pelo talento do amigo. Quando conversaram pela primeira vez, descobriram que eram vizinhos em Limeira. A partir desse reconhecimento, formou-se uma grande amizade. Anos mais tarde perceberam que havia uma química incrível entre os dois. Xandi é primeira voz e Lennon, a segunda. Formaram, então, a nova dupla Xandi & Lennon e começaram a percorrer cidades do interior de São Paulo, levando o espetáculo de suas vozes a centenas de pessoas. Por onde passa, a dupla deixa um gostinho de “quero mais”, não somente pela qualidade vocal que apresentam, mas pelo tanto de carisma que demonstram. Por causa disso inclusive, são chamados de “A Dupla Simpatia do Brasil”. “Queremos cantar e encantar. O contato com o público nos deixa extasiados, não há como não sorrir ou não querer ficar perto de quem nos prestigia com tanto carinho”, afirmam ambos. A canção “Nananinanão” lançada em janeiro em todas as plataformas digitais teve execução expressiva nas emissoras de rádio em 16 estados do Brasil, sendo o primeiro hit da dupla. No mês de junho lançaram “364 dias”, o segundo single da carreira. Com participação especial de Edson & Hudson, o novo sucesso está disponível em todas as plataformas digitais, com grande audiência no Spotify e no YouTube. A nova canção já é destaque também nas principais emissoras de rádio. Paralelo ao trabalho de lançamento e divulgação do novo single, Xandi & Lennon ensaiam o novo show para a volta da turnê nacional após a pandemia, que, certamente vai sacudir o Brasil. | |||
| Solange | 02 Apr 2021 | 01:15:50 | |
A banda faz uma leitura própria do pop rock dos anos 80 e 90, marcada por interpretações e versões das canções que marcaram gerações. A Banda Solange faz shows em importantes casas e pubs de Brasília, como UK Music Hall, O´Rilley, Santa FéBar e Stadt Bar. Esteve no palco de eventos corporativos. Também vem se apresentando em projetos inovadores da cidade, como Hidden e Floor. A Banda também tem em seu currículo shows em 2017 e 2019 no Brasília Capital Moto Week (BCMW), o maior encontro de motociclistas da América Latina. Nos cenários das Lives, a banda tem marcado presença com transmissôes pelo seu próprio canal do YouTube, que conta com mais de 1200 inscritos. No repertório da banda, canções da Legião Urbana, Capital Inicial, Os Paralamas do Sucesso, The Cure, U2, Oasis, Rolling Stones, Billy Idol, Biquini Cavadão, Lulu Santos, Barão Vermelho, Plebe Rude, Ira!, Titãs, Engenheiros do Hawaii, Nenhum de Nós, Uns e Outros e outras. Aliás, igualmente no repertório está “Solange” (Leo Jaime e Leoni), que acabou sendo homenageada com o nome dado à banda. “Solange” é a versão da canção “So lonely”, do grupo The Police, composta em 1985 em resposta à atuação da famosa censora Solange Hernandes nos anos 80. A banda traz a história do rock também seu nome. Voz, melodias, letras, arranjos, boas energias que se misturam e se unem para fazer o público novamente cantar e dançar tantas músicas que fizeram e fazem parte das nossas vidas. | |||
| Ras Bernardo | 01 Apr 2021 | 01:10:36 | |
Se alguém for contar a história do reggae no Brasil terá que, obrigatoriamente, mencionar o nome de Ras Bernardo. Não dá para falar de um sem citar o outro. São histórias que correm juntas ao longo do tempo. Tempo que vem de longe, há mais de trinta anos atrás, quando Ras Bernardo montou sua primeira banda, Lumiar, para participar de um pequeno festival em Belford Roxo, Baixada Fluminense, no Rio de Janeiro. Mais por intuição do que por planejamento, essa mesma banda antecipou uma onda, que somente anos mais tarde, em 1991, estouraria na cena musical brasileira o grupo Cidade Negra. Honrando toda a herança cultural que o destino lhe deu, o Cidade Negra espalhou o reggae por todo o país. Após o sucesso dos dois primeiros álbuns, Lute pra Viver e Negro no Poder, Ras Bernardo sai do Cidade Negra em 1993 e encaminha a produção do seu primeiro disco solo Atitude Pátria (1993). O segundo álbum de sua carreira solo foi Jah é Luz (2007) e depois Direção ao Leste (2013). Durante esse período, além de shows com banda, Ras Bernardo inicia suas apresentações em formato SoundSystem, estilo muito popular da Jamaica. Hoje em dia Ras Bernardo está finalizando seu novo álbum, Loteria, que será lançado até o final de 2020. Além disso, vem trabalhando com seu programa online RAS Entrevista, iniciando o sonho da RASTV, além de projetos acústicos, participações em músicas de outros artistas, criando conteúdo para programas em seu canal no YouTube, escrevendo músicas novas, enfim, sempre produzindo. Em 2021 o álbum Lute para Viver fará 30 anos, Ras Bernardo e Da Ghama já estão preparando uma turnê de 30 anos com os Originais Cidade. Fique ligado! | |||
| Backstage entrevista Ana Lélia | 12 Dec 2023 | 01:15:26 | |
Ana Lélia começou a carreira artística em 1998 em São Paulo, quando emplacou uma canção na novela Louca Paixão, da Record. Mudou- se para Londres logo em seguida, onde morou por 13 anos. Ana usou a sua experiência na Inglaterra absorvendo a cultura pop e o sabor do blues/jazz, e R&B de cantores como Amy Winehouse. Ana Lélia fez uma única grande produção musical em Londres: um projeto educacional bilíngue .O projeto intitulado The Rainforest and You (Amazônia) na época chamou a atenção de Organizações relevantes na Inglaterra, tais como The Prince 's Rainforest Project, do Príncipe Charles. Essa organização inseriu uma das canções de Ana no portfólio do PRP- Rainforest Project, fazendo com que as músicas tivessem alta repercussão e visibilidade em vários países do mundo. De volta ao Brasil e morando na capital Brasília há 8 anos anos, Ana Lélia foi aos poucos voltando para o cenário musical. Ela tem uma produtora chamada Girassol Studios em parceria com o produtor musical Jonathas Pingo, onde compõe e produz para artistas em início de carreira, além de artistas já estabelecidos no mercado. Ana também faz parte do grupo de compositores da Warner Chappel. A artista já gravou 2 álbuns e vários singles em parceria com artistas nacionais e internacionais. Suas canções abordam temas como o amor, resiliência, sobre se reerguer mediante quaisquer obstáculos. A cantora navega na língua portuguesa e inglesa em seu processo de composição. Ana Lélia teve uma de suas canções autorais, Baby Don’t Go Away na trilha sonora de Malhação- Toda Forma de Amar, de 2019/2020 da Rede Globo. Algumas de suas parcerias internacionais são: Countdown, com o cantor americano de R&B Martel Lacey, Fly Away, com o renomado cantor americano de R&B e soul, Peter Collins, Entirely, com a finalista do The Voice dos Estados Unidos, sob a mentoria de Alicia Keys, Christiana Danielle, Meu Cantinho, com o trompetista indicado ao Grammy 2019, Theo Croker. | |||
| Vinny Ls Jack | 27 Mar 2021 | 01:02:52 | |
Autores de sucessos que o Brasil inteiro cantou LS Jack e Vinny inauguram parceria com lançamento de single LS Jack e Vinny, dois ícones do pop-rock brasileiro, autores de hits como "Carla" e "Uma carta" (LS Jack) e “Heloísa mexe a cadeira”, “Te encontrar de novo” e Shake Boom” (Vinny), se juntaram e saiu coisa boa da mistura: o single “Esquece a solidão e sai”, que está sendo lançado nas plataformas digitais com direito a videoclipe. Mas o “Esquece a solidão e sai” é só quando acabar o período de quarentena, como frisa Vinny, “por agora, fique em casa. Quando tudo isso passar vamos comemorar juntos”. “Esquece a solidão e sai” tem uma pegada forte, que bota pra dançar, acompanhada de uma letra otimista, que convida para “um beijo de cinema” ou quem sabe até “para ver o sol deitar no mar”. Em 2004, o LS Jack sofreu forte revés na carreira com o acidente sofrido pelo vocalista Marcus Menna, decorrente de um procedimento cirúrgico. A banda interrompeu suas atividades em 2005. 15 anos depois, o grupo está de volta com uma nova formação com o auxílio luxuoso de Vinny nos vocais. A história da música sempre foi de parcerias, desta vez Vinny se junta ao LS Jack como parte do time para levar aos palcos novas canções e também os grandes sucessos que foram trilha sonora da vida de milhares de fãs pelo Brasil. Nos playlists da plataformas digitais a união já conquistou 1,5 milhão de seguidores. | |||
| Nenhum de Nós | 22 Mar 2021 | 00:49:33 | |
Nenhum de Nós é uma banda de rock brasileira, formada em 1986 na cidade de Porto Alegre, no estado do Rio Grande do Sul, a banda foi formada pelos músicos Thedy Corrêa, Carlos Stein, Sady Homrich, Veco Marques e João Vicenti. ady Homrich e Carlos Stein se conheceram nos tempos da primeira série escolar, mais tarde, na 5º série, conhecem Thedy Corrêa. Na faculdade, Stein foi um dos fundadores do grupo Engenheiros do Hawaii. Depois de dois shows, saiu para formar o Nenhum de Nós com Corrêa e Homrich. Após algum tempo, foram chamados para abrir um espetáculo do DeFalla na Sociedade dos Amigos da Praia do Imbé (SAPI).[1] Antônio Meira, produtor, gostou da música dos jovens e eles, então, assinaram com a BMG Ariola e gravaram seu primeiro álbum. O disco, homônimo, foi lançado em 1987 e vendeu 30.000 cópias. | |||
| Relespública | 15 Mar 2021 | 01:03:20 | |
Com a parada nos shows em 2020 devido a pandemia, a Relespública começou a preparar material inédito no Nico’s Estúdio em Curitiba/PR, sua terra natal e, paralelo a isso, resgata sobras de estúdio que não foram lançadas nesses 31 anos de estrada. Fabio Elias (guitarra e voz), Ricardo Bastos (baixo e vocais) e Moon (bateria), juntamente com o produtor Marcelo Crivano, assinaram com o selo Volts e lançaram ainda no fim do ano o single “James Brown” com participação especial de Edgard Scandurra (Ira!) e no dia 1° de janeiro de 2021 soltaram um novo single “Mudando Os Sentidos”, ambas com a pegada Mod do trio, um Rock direto e potente, uma espécie de parede sonora, coesa, pulsante e super dançante! Enquanto o material inédito não é lançado, a banda seguirá lançando 1 single por mês até metade do ano, preenchendo de música e novidades esse 2021. O Rock’n’Reles está bem vivo e vertendo criatividade! | |||
| Velhas Virgens | 14 Mar 2021 | 01:26:00 | |
Proveniente de São Paulo, o grupo tem dezenove discos lançados e, gradualmente, tem ganhado espaço no cenário alternativo nacional, mesmo sem tocar em rádios, ou aparecerem em programas de TV ao longo de seus 30 anos de história. Em 1986, "Paulão" de Carvalho que já tinha tocado na banda "Beba Cerveja E Seus Copos Quebrados", que era o esboço do que se tornaria a atual Velhas Virgens, quando conheceu Alexandre "Cavalo" Dias. Inicialmente, Paulão tocava baixo e Cavalo guitarra. Chamaram os amigos Rick para assumir a bateria e Celso - irmão do Paulão - para os vocais. Até o final da década de 1980 tocaram em vários lugares, mudando diversas vezes de baterista durante esses anos. Na virada da década, o vocalista Celso deixa a banda só restando os fundadores, mas logo apareceu Mário Sérgio "Lips Like Sugar" para assumir definitivamente o comando da bateria. Paulão assume os vocais, a gaita e continua com o baixo, enquanto o recém-chegado Fabiano assume o posto de guitarrista. Com essa mudança de formação, a banda passou a flertar mais com o blues. Gravaram algumas demos e fizeram diversas apresentações. O ano de 1993 marca a saída de Fabiano. Quem assume seu lugar na guitarra é Caio "The Kid" Andrade. É gravado em 1994 e lançado no ano seguinte o primeiro álbum, intitulado de Foi Bom Pra Você?. Já neste primeiro trabalho está contida uma característica que surgiu na banda a partir de 1990: as letras escrachadas falando basicamente de mulheres, cerveja e rock and roll. Outra marca do grupo foi chamar artistas consagrados para participar de algumas canções. Na estréia encontram-se as presenças de Pit Passarell do Viper, Oswaldo Vecchione do Made in Brazil, Eduardo Araújo e Marcelo Nova do Camisa de Vênus. Um disco de estréia bem aceito pelos fãs, com sonoridade voltada para o rock and roll clássico e blues e músicas como "Minha Vida é o Rock 'n Roll" (cover do Made in Brazil), "Cerveja na Veia", "Só Para Te Comer", "Excesso de Quorum" e "De Bar em Bar Pela Noite", essa com a participação de Marcelo Nova. Nesse mesmo ano a dançarina Cláudia Lino passa a acompanhar a banda nas apresentações. Em 1996, as Velhas Virgens assinam com a gravadora Velas, da qual o cantor Ivan Lins é um dos sócios. Também em 1996, a entrada do baixista Edu Gago faz com que Paulão se dedique somente aos vocais e a gaita. O segundo disco Vocês Não Sabem Como é Bom Aqui Dentro é lançado ainda em 1996. Trazendo mais convidados ilustres como Roger do Ultraje a Rigor, que canta com Paulão a sádica "Mulher do Diabo", que conta ainda com a presença do baixista ex-Ultraje Serginho Petroni. Rita Lee, que já havia escrito a apresentação do primeiro disco, aparece aqui para cantar a saga noturna de bebedeiras na "Beijos de Corpo". O guitarrista Sérgio Hinds da banda O Terço deixa sua marca em "Pão Com Cerveja". Destacam-se ainda as canções "Já Dizia o Raul", "Vocês Não Sabem Como é Bom Aqui Dentro", a balada Blues "Não Vale Nada", entre outras. Em 1997, a banda faz mais de 50 concertos pelos estados de São Paulo, Paraná, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Até que Lips sofre um acidente de moto e Paulão se machuca jogando bola, o que causa uma parada de dois meses na banda. | |||
| Punkrockets | 13 Mar 2021 | 00:38:20 | |
A banda gaúcha de punk rock, Punkrockets, foi formada em meados do ano de 2019 na cidade de Porto Alegre, e é composta somente por garotas com gostos musicais semelhantes. Com forte influência em Ramones a banda vem se destacando e conquistando seu espaço na cena. A banda tem a seguinte formação: Déby (guitarra e Backing Vocal), Marina (baixo e Backing Vocal), Gabi (bateria) e Kah (vocalista). A Punkrockets já conta com algumas composições de autoria própria como: Miragem, 3 acordes e Inimigos Preferidos. As composições trazem letras marcantes e reforçam a identidade da banda que é levantar a bandeira do punk rock! | |||
| Entrevista com Gladston Galliza | 06 Mar 2021 | 00:43:15 | |
Cantor, compositor e produtor brasileiro, nasceu em Ouro Preto, Estado de Minas Gerais, Brasil, em 04/11/67, começou a tocar violão aos nove anos, já em Belo Horizonte, estudou teoria musical no Conservatório de Música da Universidade Federal de Minas Gerais, no entanto, sua atenção foi despertada pelos sons de sua terra, tendo músicos como Toninho Horta, Milton Nascimento e Antônio Carlos Jobim como principais influências. Em 1989 mudou-se para o Rio de Janeiro onde participou como convidado de diversos concursos musicais como: Bauru e Avaré (SP), onde participou ao lado de Lenine; Turmalina (MG), Cordeiro (RJ) e Carajás (PA) entre outras, com sua experiência como músico de estúdio o preparou para a gravação de seu primeiro disco, Viver Você, em 1994, ao lado do compositor César Nascimento, na primavera de 1998 ele decidiu deixar seu país, buscando enriquecer sua experiência musical e escolheu Madrid como sua nova cidade. Em 2004 gravou seu segundo álbum solo "Fascínio" onde se estabeleceu como compositor. Nesta obra, destacam-se as colaborações com o poeta madrileno Daniel Lesmes e a fusão perfeita entre ritmos brasileiros e outros ritmos latino-americanos e até espanhóis, nos últimos anos tem participado em várias obras musicais como: o álbum "Paradoja" da cantora e compositora Rosalía Royo, o álbum "Are wings sold?" do compositor Helios Ruiz onde participou como produtor e arranjador e do álbum “Vivir cantando” da colombiana Claudia Gómez , que gravou sua música “Luzes”. Participou também em 2005 do álbum "Um pouco de Mim", cancioneiro do importante letrista brasileiro Sergio Natureza e também em 2012 do álbum "Orillania" do pianista e compositor argentino Carlos Aguirre. Em 2005 foi lançado seu terceiro álbum de carreira "Gladston Galliza The album" , projeto feito exclusivamente para o mercado japonês em colaboração com a produtora Lava. O álbum é lançado pelo selo Toy's Factory, em 2007 Gladston publica dois discos simultaneamente: “Idas e Idas” , seu quarto álbum de carreira e “Madrid” , outro projeto feito para o Japão, em 2008 fez sua primeira turnê por aquele país ao lado do grande músico uruguaio Hugo Fattoruso e do percussionista japonês Tomohiro Yahiro. Produziu também o disco “Para que cerres los Ojos”, do cantor e compositor canariano Néstor Raluy, e em 2009 voltou ao Japão e também gravou seu sexto álbum da carreira intitulado "Intimate" , lançado em 2010. Em 2011 foi lançado “Alvorada” , a primeira gravação em colaboração com a pianista japonesa Miyuki Onitake, uma obra que tem a particularidade de nos mostrar a sua faceta como letrista. Este trabalho foi apresentado no Japão com uma turnê dos dois músicos. Depois mais trabalhos em 2014, 2015 e 2018, e Gladston continua atuando com seu grupo e trabalhando como produtor para outros artistas. | |||
| Entrevista com Flu | 28 Feb 2021 | 00:52:06 | |
Flávio Santos tem o projeto instrumental Flu - como viria a ser conhecido mais tarde - com dois discos ...E a Alegria Continua (1999) e No Flu do Mundo (2003), lançados pela gravadora Trama. Flávio também trabalhou com Wander Wildner, se apresentando no Curitiba Pop Festival de 2004, em show de abertura para a banda Pixies. Em 2008 fundou a banda Leme, junto ao MC carioca De Leve. Também faz parte da banda Robô Gigante, ao lado do ex-companheiro de banda Marcelo Truda. A primeira formação do DeFalla contava com Carlo Pianta (baixo, embora seja guitarrista na Graforréia Xilarmônica), Edu K (vocal e guitarra), Biba Meira (bateria) e foi responsável pela gravação de no mínimo duas demos e uma participação na coletânea gaúcha Rock Grande do Sul (1986). Pianta deixaria o grupo pouco antes da gravação do primeiro disco, abrindo espaço para Castor Daudt (guitarra) e Flávio "Flu" Santos (baixo), ambos da extinta banda Urubu Rei (do atual produtor musical Miranda, que também contava com a Biba Meira). Flu site oficial http://flufli.com.br/ Instragram oficial https://www.instagram.com/flusantos/ https://www.facebook.com/flufli | |||
| Entrevista Marcelo Canal | 25 Feb 2021 | 00:55:45 | |
Marcelo Canal é músico, compositor e guitarrista que traz em suas composições, riquezas harmônicas e letras conceituais para o cenário do Rock Nacional e internacional. Bandas de rock e sonoridades dos anos 70 com pegadas contemporâneas são as principais influências de Marcelo Canal trazidas as suas composições, que consegue trazer todo o peso e sentimento comum aos grupos da época em seu som e também com uma veia melódica. É o ambiente sonoro perfeito para as verdadeiras mensagens diretas e letras de Marcelo Canal. O álbum Maestrobation de Marcelo Canal reúne um mix de suas composições que foram produzidas por ele e pelo lendário produtor e engenheiro de som norte americano Roy Cicala (in memorian) com co produção de Apollo 9 e assistência tecnica de Fred Inglês, no renomado estúdio A9 (Apollo 9) , formação classica de Power trio. Todas as faixas trazidas no Cd tem a produção musical de Marcelo Canal e Roy Cicala (in memorian) produtor de nomes lendários da música internacional como John Lennon, The Who, The Moondogs, Aretha Franklin, Madonna, Elvis Presley, Elton John, Bruce Springsteen, Sting, Frank Sinatra, Dire Straits, Jimi Hendrix, David Bowie, Harry Nilsson, Miles Davis, Chick Corea, Ray Charles, Rainha, Aerosmith, Bon Jovi, Liza Minnelli, Roberta Flack, Patti La Belle, Van Morrison, Don McLean, The man, Johnny Winter, Crosby, Stills, Nash e Young, Frank Zappa, Lou Reed, Prínce, Santana, Sarah Vaughan, CharlesMingus, Lotus, entre outros... | |||
| Entrevista com Bruno Gouveia vocalista da banda Biquini Cavadão | 20 Feb 2021 | 01:04:33 | |
Depois de dois meses de férias, Dezembro 2020 e Janeiro 2021, a Studio FKM esta de volta a partir deste mês de Fevereiro de 2021 com um presente para todos os nossos seguidores e amantes da boa música e do bom e velho rock in roll, "Marco Fukuyama" entrevista "Bruno Gouveia vocal da banda brasileira "Biquini Cavadão". Biquini Cavadão é uma banda de rock brasileira formada em 1985 no Rio de Janeiro. Composto por Bruno Gouveia, Carlos Coelho, Miguel Flores da Cunha e Álvaro "Birita" Lopes tendo atualmente, como músicos convidados o baixista e produtor Marcelo Magal e o saxofonista Walmer Carvalho. Nossos agradecimentos ao Marcelo Hayena vocalista da banda Uns e Outros. | |||
| Entrevista Arnaldo Brandao | 14 Jan 2021 | 01:08:16 | |
Começou a sua carreira no ano de 1969, aos 18 anos, quando passou a integrar como baixista a banda de rock The Bubbles. Logo depois, em 1970, passou a integrar a banda de rock A Bolha, que acompanhava Gal Costa nem show com direção musical de Jards Macalé e cenário de Hélio Oiticica. Em 1973 acompanhava Gilberto Gil em turnê pela Europa. Em 1975 acompanha com guitarrista Raul Seixas e participa das gravações de clássicos do rqoueiro, tais como "Não Pare na pista", "Trem da sete", "Como vovó já dizia" e "Se o rádio não toca", todas lançadas em compacto simples na época. Neste mesmo ano entrou para a Banda Atômica, que por dois anos acompanhou Jorge Mautner. Em 1976 fez parte da banda que tocou com Raul Seixas no antológico "Festival Hollywood Rock no campo do Botafogo", no Rio de Janeiro, logo depois excursionando com o cantor por várias cidades do país. Entre os anos de 1977 e 1983 integrou a banda que acompanhou o grupo Doces BárbaComeçouros (formado por Gilberto Gil, Caetano Veloso, Gal Costa e Maria Bethania). Por essa época também integrou a A Outra Banda da Terra, banda que acompanhava Caetano Veloso, sendo o violonista que o acompanhou no sucesso "Sampa". Neste mesmo ano passou a integrar a banda Brylho, que gravou o sucesso "Noite do prazer", parceria com Cláudio Zoli e Paulo Zdanowski. Entre 1986 e 1994 integrou a banda de rock Hanói Hanoi, que despontou com o sucesso "Totalmente demais", parceria com o poeta e letrista Tavinho Paes. Neste mesmo ano a música seria regravada, com sucesso, por Caetano Veloso. No ano seguinte, em 1987, Lobão gravou "Blá, blá, blá... Eu te amo" (Rádio Blá), parceria de Lobão, Arnaldo Brandão e Tavinho Paes, que foi incluída como tema da novela "Brega & Chique", da Rede Globo. Em 1995, como guitarrista, junto a Kiko Ramos (baixo) e Fernando Fishgold (bateria) criou o trio Power of Jimmi, para couvers da obra de Jimmy Hendrix. No ano de 2001, por seu selo AB Music, lançou o CD "Brandão e Plano D", recebendo críticas favoráveis em boa parte da imprensa brasileira: "Boas composições e um instrumental afiado compensam com sobras e garantem o saldo deste novo disco de Arnaldo Brandão" (Antônio Carlos Miguel - O Globo); "Arnaldo Brandão volta irado, cuspindo fogo e paixão em nossos músculos e tímpanos" (Ezequiel Neves) e "Vociferando um discurso bravo que freqüenta sexo, convenções sociais, política, imbecilização e desespero. Música digna de figurar nas listas dos melhores CDs de 2001" (Pedro Sanches - Folha de São Paulo). Em 2002 foi lançado o livro "Driblando a censura - De como o cutelo vil incidiu na cultura", de Ricardo Cravo Albin, no qual consta o relato de uma composição de sua autoria liberada pelo Conselho Superior de Censura. A composição em questão foi "Jane e Júlia", em parceria com o poeta Tavinho Paes. A função do conselho era de provocar a transição de um Estado de Exceção para um Estado de Direito, atuando incisivamente, entre os anos de 1979/1989, na liberação de músicas, livros, peças, novelas, caso especial, filmes e outras obras intelectuais proibidas pelo regime militar (governante na época). No mesmo ano apresentou-se no bar Palpite Feliz, em Vila Isabel, Zona Norte do Rio de Janeiro. Neste show interpretou sucessos de sua carreira e novas composições de seu primeiro CD solo. Ainda em 2002, apresentou-se no projeto "Novos das Nove", no teatro Ziembinski, no Rio de Janeiro. Sua composição "Noite do prazer" (c/ Paulo Zdan e Cláudio Zoli) foi incluída na coletânea "Os melhores da MPB FM volume 2", interpretada por Cláudio Zoli. | |||
| Backstage entrevista Joyce Moreno | 06 Dec 2023 | 00:28:03 | |
Natureza do som de Joyce Moreno é preservada em disco feito com maestro Claus Ogerman há 45 anos Dado como perdido, álbum de samba-jazz sai em 30 de setembro com sete faixas gravadas em 1977 pela artista, em Nova York, com Maurício Maestro e músicos brasileiros e norte-americanos. Artista: Joyce Moreno com Mauricio Maestro Ano da gravação: 1977 Tentar decifrar em 2022 o que aconteceria com a carreira de Joyce Moreno se o álbum Natureza tivesse sido lançado em 1977 – ano em que o disco foi gravado em Nova York (EUA) com produção musical e arranjos do maestro alemão Claus Ogerman (29 de abril de 1930 – 8 de março de 2016) – é mero especulativo exercício de futurologia sobre possibilidade enterrada no passado. Pode ser que o suingue singular da música e do violão da cantora, compositora e instrumentista carioca tivesse alcançado visibilidade planetária, antecipando em duas décadas o que aconteceu nos anos 1990 quando músicas como Aldeia de Ogum (Joyce Moreno, 1980) caíram em pistas europeias, abrindo para Joyce um mercado que gerou álbuns feitos para o Japão, Europa e/ou Estados Unidos. Mas também pode ser que, pela barreira imposta pela língua portuguesa, Natureza se tornasse álbum cultuado somente no nicho norte-americano do jazz – e não foi por acaso que Ogerman insistiu para que Joyce regravasse as músicas com letras alternativas em inglês para que o disco pudesse ser absorvido sem restrições pelo mercado dos Estados Unidos. Joyce resistiu à ideia, o que parece ter desmotivado Ogerman a lutar pela edição do disco, arquivado (inclusive por questões de ordem jurídica) e dado como perdido até que a fita da gravação – feita nos estúdios da gravadora Columbia por Joyce Moreno (voz, violão e vocais) com a colaboração de Mauricio Maestro (voz, violão e vocais) – fosse encontrada por sobrinha de Ogerman, após a morte do maestro. A descoberta da fita viabilizou a edição do álbum Natureza, após 45 anos, via Far Out Recordings, gravadora inglesa que edita discos de Joyce há 23 anos, precisamente desde o álbum Hard bossa (1999). E o fato é que Natureza chega ao mundo digital em 30 de setembro – com capa assinada por Alessandro Renaldin em cuja arte vê-se a silhueta do Cristo Redentor – e ganha edição física em LP e CD programados para 28 de outubro, ambos com as sete faixas gravadas por Joyce e Mauricio com músicos do naipe do baterista João Palma (1943 – 2016), do percussionista Naná Vasconcelos (1944 – 2016) e do ritmista Tutty Moreno (percussão e bateria), instrumentista com quem Joyce se afinou na música e na vida. Conceituados músicos norte-americanos de jazz – como o baixista Buster Williams, o flautista Joe Farrell (1937 – 1986), o saxofonista Michael Brecker (1949 – 2007), o vibrafonista Mike Mainieri e o pianista Warren Bernhardt – foram arregimentados por Ogerman para a gravação e contribuíram decisivamente para que Natureza resultasse, em essência, em disco de samba-jazz. Ou de samba com jazz. A natureza jazzística do álbum já ficou claro quando a gravação de Feminina – a rigor, o primeiro registro fonográfico do samba efetivamente apresentado ao mundo em 1979 nas vozes do Quarteto em Cy – emergiu em 1999 na coletânea A trip to Brasil II. Com 11 minutos e 25 segundos, a gravação de Feminina é a pista certeira do som do álbum Natureza. O disco tem viço, como mostra a pulsação do samba Moreno, embasado com a percussão e a bateria de Tutty Moreno – muso inspirador da composição em cuja letra é citado nominalmente – em gravação que resulta mais sedutora do que o (bom) registro que seria feito por Joyce dali a quatro anos para o álbum Água e luz (1981). Continuar a leitura em nosso blog: https://studiofkmbroadcasting.blogspot.com/ | |||
| Entrevista Marcelo Hayena | 14 Jan 2021 | 01:01:56 | |
A arte existe para que possamos suportar as agruras de uma existência por vezes penosa. E dentre todas as formas de arte a música é a mais sublime, pois encanta e envolve do doutor ao analfabeto, Uns buscam sentidos E Outros apenas sentir, mas ninguém lhe é indiferente. Neste universo tão lúdico, mágico e perfeito fãs Canções existe uma elite de compositores e intérpretes que figuram no panteão das memórias afetivas e trilhas sonoras de toda uma geração, dentre eles não há como não destacar Marcelo Hayena. Hayena está na estrada já mais de 30 anos e é autor de Canções (assim mesmo, com maiúscula) que ajudaram a formar a consciência crítica de gerações de ouvintes. Tivesse Marcelo nascido em um país de língua inglesa suas composições seriam cantadas pelos quatro cantos do mundo, mas quis o destino que ele nascesse em um subúrbio do Rio de Janeiro justamente no ano do golpe militar, não por coincidência o compositor que afloraria junto com a Nova República, no festival Banda Contra Banda defendendo com o Uns e Outros a música Dois Gumes, não venceram o festival, mas com o segundo lugar tiveram a Canção gravada no LP do Festival, primeiro registro fonográfico da banda e que lhe abriu as portas para no ano seguinte entrar em estúdio e lançar o primeiro álbum da banda intitulado Nós Normais. Em uma época em que compositores, canções, músicos e intérpretes eram do mais alto nível intelectual, não era fácil ser percebido pelo mainstream e ser admirado pelo público. Hayena e seu Uns e Outros conseguiram os dois. Nós normais apresenta um compositor visionário, que antecipada o flagelo da nossa sociedade atual em Depressão, mostra seu lado humanista relatando as mazelas da guerra das Malvinas em Sob um sol de grafite e o talento para expressar toda a dor e ironia nelsonrodriguiana em Anjo Negro. No ano seguinte banda e compositor lançam Uns e Outros, álbum que escreve o nome do grupo definitivamente no livro da história do rock brasileiro. De peito aberto as letras antecipam discussões que ainda hoje mais de três décadas depois continuam soando polêmicas. A solidão carregara seus versos com as cores da indignação social em Lágrimas entre Máscaras, a opressão militar , a indiferença do Estado ante as mazelas do povo sofrido, a ausência de empatia das classes dominantes para com os menos desvalidos em Carta aos Missionários, Canção que se tornou um verdadeiro hino de toda uma geração e que causou à Hayena o dissabor de ser tachado de comunista por ter a coragem de apontar o dedo para os generais, senhores das guerras, mais identificados com o sistema capitalista. Grande erro de compreensão, Hayena é politizado sem ser político, apartidário, porém, levantando a bandeira da igualdade e da ética, inspirado pelos iluministas e humanistas trilhou seu caminho segundo a moral construída em uma família sólida e estruturada, libertária e que lhe permitiu escolher os caminhos que quis trilhar e esse caminho foi o da busca pela igualdade. Dois anos mais tarde o Uns e Outros lança A Terceira Onda. Incomodado com as críticas recebidas por Carta aos Missionários e inspirado pelas mudanças que sacudiam o mundo com a queda do muro de Berlim no ano anterior Hayena escreve Noticias do leste, uma pesada crítica aos ditadores de esquerda que durante décadas tolheram a liberdade dos povos dominados sob a Cortina de Ferro agora rasgada pelos ventos da democracia. | |||
| Entrevista Dede Paraizo | 14 Jan 2021 | 01:07:45 | |
Wilder Benedito Paraizo (Belo Horizonte, 11 de outubro de 1958) é cantor, compositor e violonista. Desde 2005 integra o conjunto Demônios da Garoa como vocal e tocando violão 7 cordas, além de compor muitas das canções do Grupo. Dedé Paraizo tem mais de 180 músicas gravadas pelos mais variados artistas. Entre seus sucessos estão “Coral de Anjos (Grupo Sensação), “Pela estrada” (Sérgio Reis), "Juliana" (Araketu), "Papel Principal" (Zeca Pagodinho), "Só Falta Você" (Alcione), "Jogo de Azar" (Só Pra Contrariar) , "Tutu à Mineira" (Jair Rodrigues), "Princesa" (Zezé Di Camargo e Luciano), entre outros. Além das músicas, Dedé também faz trilhas sonoras para reportagens do Programa Globo Rural , da Rede Globo. Gravou seu primeiro álbum solo nos anos 1980 e outros dois nos anos 1990. Em 2006 gravou o trabalho "De todos os Paraísos". Em 2011 foi a vez do Canto Chão e o mais recente em 2016, que também ganhou a versão em DVD (Estrada do Sol), com participações especiais dos Demônios da Garoa, Cláudio Zoli, Roberto Barbosa, o Canhotinho do Cavaco e Osvaldinho da Cuíca. Dedé é casado desde 1987 com Cláudia Paraizo, com quem tem uma filha, Fernanda Paraizo, jornalista da TV Globo. Seu trabalho mais recente é o Projeto "De todos os Paraisos". | |||
| Entrevista Guilherme Isnard Zero | 14 Jan 2021 | 01:30:32 | |
A carreira do designer, ator, apresentador, tradutor, legendador, cantor, compositor, músico e ativista voluntário Guilherme Isnard é extensa e multifacetada. Um homem da renascença, o carioca autodidata canta e compõe de tudo: do rock ao samba de teleco-teco. Já trabalhou como estilista, arquiteto e decorador; já foi cronista e repórter de TV; já foi produtor e redator de serviço de tele sexo; já dirigiu restaurantes franceses e clube noturno; traduziu tratado francês de biblioteconomia; legendou filmes em norueguês, francês, espanhol, coreano, inglês e francês; cozinha e faz licor de limão. Aos 15 anos em 1972, ainda nos bancos escolares, Isnard monta sua primeira banda: “Grêmio Recreativo Nádegas Devagar”, quando cursava o 1º ano do Científico no Colégio Rio de Janeiro, com o colega de sala João Luiz Woerdenbag. Lobão seguiu dali direto para a música e Guilherme foi para o design de moda. O reencontro se daria na próxima década, nos camarins do “Cassino do Chacrinha”. Sua ampla trajetória profissional tem início em 1976 quando, inspirado pela carreira de figurinista e desenhista da avó francesa Yvonne Mahé Isnard, começou a desenhar estampas para a Chez Simon de Simão Azulay. Sua visão particular de estilo o levou a São Paulo onde, a partir de 1978, criou as coleções da Zoomp e da Ellus, entre várias outras. Seus dotes como arquiteto e designer de interiores surgiram por extensão e necessidade. O primeiro projeto para a loja da ICE em SP estampou seis páginas na edição especial comemorativa do design Brasileiro da revista Casa Vogue em 1983. No início da década de 80, Isnard encontra seu canal definitivo de expressão: a música. Assume o vocal da banda “Voluntários da Pátria” e dá-se a conhecer ao público como um cantor de voz potente e atitude, ainda sob o regime militar. A atriz Demi Moore, sua hóspede na ocasião, prestigiou a estreia no Carbono 14 em 1982. Mas só ao fundar o ZERØ em 1983, que Guilherme começa a compor e cantar suas próprias canções e o compositor inspirado se destaca na cena underground paulista como o grande artista romântico de sua geração. | |||