Explore every episode of the podcast Escafandro
| Title | Pub. Date | Duration | |
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| 170: Fatal Model e a prostituição 4.0 | 29 Sep 2026 | 01:15:31 | |
Como é a vida das pessoas que trocam sexo por dinheiro nos dias de hoje? Quais as diferenças da prostituição atual, para a prostituição na década de 1980? Como a plataforma Fatal Model se tornou um dos sites mais acessados do Brasil? Como cresceu a ponto de patrocinar o Corinthians? E o que muda na vida das trabalhadoras e dos trabalhadores sexuais com a plataformização da prostituição? Ouça a resposta para essa e outras perguntas no episódio 170 do podcast Escafandro. Episódios relacionados 72: Camming e o amor sob demanda Entrevistados do episódio Cientista Social, mestra em sociologia e antropologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com licenciaturas em sociologia e letras. Autora da tese "'Sem vergonha de ser puta". Doutora em ciências sociais pela Unicamp, mestra em comunicação social pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e professora assistente do Departamento de Estudos de Mídia da Maynooth University, na Irlanda. Pesquisadora especialista em trabalho sexual nas redes sociais. Coordenadora e professora de direito da Escola de Política, Economia e Negócios da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), doutora em direitos humanos, especialista em direito penal e processual penal. É formada também em ciência sociais. Ficha técnica Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari. Trilha sonora tema: Paulo Gama. Mixagem de som: Vitor Coroa. Produção, reportagem e edição de áudio: Matheus Marcolino. Direção, roteiro e apresentação: Tomás Chiaverini. | |||
| EP07 | Quem matou a política? | 28 Sep 2026 | 00:55:06 | |
Quem matou a política? é uma série documental em áudio que investiga por que a política parece não dar conta de responder a problemas e anseios contemporâneos. A cada episódio, um novo suspeito é colocado sob lupa: a corrupção, o crime organizado, a religião e outros elementos que podem estar contribuindo para enfraquecer ferramentas e estratégias políticas e, por consequência, ferindo a política de morte. Quem matou a política? é uma audiossérie Original Audible. A temporada completa já está disponível na Audible. Acesse agora o site Audible.com.br, faça sua conta e teste grátis por 30 dias ou 3 meses, se você for membro Amazon Prime.’ Os episódios de Quem Matou a Política vão ser veiculados no feed do Escafandro sempre às segundas-feiras. Os episódios de Escafandro continuam saindo normalmente, a cada 15 dias. Sempre às terças pra financiadores e às quartas para o público geral. Ficha técnica Quem matou a política? é um Original Audible. Produzido por Rádio Escafandro, Rádio Guarda-Chuva e Audible. Roteiro e apresentação: Tomás Chiaverini Direção e coordenação: Gabriela Mayer e Tomás Chiaverini Produção-executiva: Gabriela Mayer Reportagem: Allan de Abreu, Andrea Dip, Anna Virginia Balloussier, Flávio VM Costa, Jorge Cavalcanti, Juliana Dal Piva, Natália Silva e Pedro Pannunzio Produção: Alrik Schubotz, Ana Schuchter, Davi Carlos Acácio, Elenilce Bottari e Natália André Checagem: Bruna Barone Edição de roteiros: Gabriela Mayer Consultoria de conteúdo: Guilherme Casarões Dublagem: Matheus Marcolino, Raphany Viegas Leal e Silva e Renan Sukevicius Desenho de som: Tomás Chiaverini Edição de som: Matheus Marcolino Pós-produção e a mixagem: Vitor Coroa Música original e Trilha Sonora: Gabriel Falcão Trilha sonora tema: Paulo Gama Identidade Visual: Elisa Pessôa Assessoria Jurídica: Flavia Penido Estúdio de Gravação: Rádio Escafandro No time de Conteúdo Original Audible Brasil, Direção de conteúdo original Brasil: Léo Neumann Líder do projeto: Alyson Borges Gerentes de produção: Fernando Schaer e Juliana Denden Arcanjo Líder de conteúdo LATAM: Paulo Lemgruber Diretora-geral Brasil: Adriana Alcântara Líder Global de conteúdo: Rachel Ghiazza Copyright 2026 por AMAZON SERVIÇOS DE VAREJO DOBRASIL LTDA Copyright da gravação de som 2026 por Audible Inc.
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| EP06 | Quem matou a política? | 21 Sep 2026 | 00:59:13 | |
Quem matou a política? é uma série documental em áudio que investiga por que a política parece não dar conta de responder a problemas e anseios contemporâneos. A cada episódio, um novo suspeito é colocado sob lupa: a corrupção, o crime organizado, a religião e outros elementos que podem estar contribuindo para enfraquecer ferramentas e estratégias políticas e, por consequência, ferindo a política de morte. Quem matou a política? é uma audiossérie Original Audible. A temporada completa já está disponível na Audible. Acesse agora o site Audible.com.br, faça sua conta e teste grátis por 30 dias ou 3 meses, se você for membro Amazon Prime.’ Os episódios de Quem Matou a Política vão ser veiculados no feed do Escafandro sempre às segundas-feiras. Os episódios de Escafandro continuam saindo normalmente, a cada 15 dias. Sempre às terças pra financiadores e às quartas para o público geral. Ficha técnica Quem matou a política? é um Original Audible. Produzido por Rádio Escafandro, Rádio Guarda-Chuva e Audible. Roteiro e apresentação: Tomás Chiaverini Direção e coordenação: Gabriela Mayer e Tomás Chiaverini Produção-executiva: Gabriela Mayer Reportagem: Allan de Abreu, Andrea Dip, Anna Virginia Balloussier, Flávio VM Costa, Jorge Cavalcanti, Juliana Dal Piva, Natália Silva e Pedro Pannunzio Produção: Alrik Schubotz, Ana Schuchter, Davi Carlos Acácio, Elenilce Bottari e Natália André Checagem: Bruna Barone Edição de roteiros: Gabriela Mayer Consultoria de conteúdo: Guilherme Casarões Dublagem: Matheus Marcolino, Raphany Viegas Leal e Silva e Renan Sukevicius Desenho de som: Tomás Chiaverini Edição de som: Matheus Marcolino Pós-produção e a mixagem: Vitor Coroa Música original e Trilha Sonora: Gabriel Falcão Trilha sonora tema: Paulo Gama Identidade Visual: Elisa Pessôa Assessoria Jurídica: Flavia Penido Estúdio de Gravação: Rádio Escafandro No time de Conteúdo Original Audible Brasil, Direção de conteúdo original Brasil: Léo Neumann Líder do projeto: Alyson Borges Gerentes de produção: Fernando Schaer e Juliana Denden Arcanjo Líder de conteúdo LATAM: Paulo Lemgruber Diretora-geral Brasil: Adriana Alcântara Líder Global de conteúdo: Rachel Ghiazza Copyright 2026 por AMAZON SERVIÇOS DE VAREJO DOBRASIL LTDA Copyright da gravação de som 2026 por Audible Inc.
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| 169: As aventuras de Xico Sá contra o ardiloso PC Farias | 16 Sep 2026 | 01:05:51 | |
Como PC Farias loteou o governo Collor criando um clube de financiadores de campanha, como ele foi queimado pelos antigos comparsas, como fugiu do país, e como um repórter, auxiliado por uma espiã misteriosa da noite alagoana, encontrou o paradeiro do homem mais procurado do Brasil. Ouça essas e outras histórias no episódio 169 de Escafandro. Episódios relacionados Mergulhe mais fundo O tesoureiro: O esquema de corrupção, a fuga espetacular e a morte de PC Farias (link para compra) Entrevistado do episódio Jornalista, escritor e apresentador. Como repórter, teve passagens pelos jornais O Estado de S.Paulo, Diário Popular e Folha de S.Paulo, e pela revista Veja. É autor de diversos livros, como "Big Jato" (Companhia das Letras, 2012), Os machões dançaram (Record, 2015) e "A falta" (Tusquets, 2022), entre outros. Atualmente é apresentador do ICL Notícias. Ficha técnica Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari. Trilha sonora tema: Paulo Gama. Mixagem de som: Vitor Coroa. Locução adicional: Priscila Pastre Edição de áudio: Matheus Marcolino. Direção, roteiro e apresentação: Tomás Chiaverini. | |||
| EP05 | Quem matou a política? | 14 Sep 2026 | 00:53:55 | |
Quem matou a política? é uma série documental em áudio que investiga por que a política parece não dar conta de responder a problemas e anseios contemporâneos. A cada episódio, um novo suspeito é colocado sob lupa: a corrupção, o crime organizado, a religião e outros elementos que podem estar contribuindo para enfraquecer ferramentas e estratégias políticas e, por consequência, ferindo a política de morte. Quem matou a política? é uma audiossérie Original Audible. A temporada completa já está disponível na Audible. Acesse agora o site Audible.com.br, faça sua conta e teste grátis por 30 dias ou 3 meses, se você for membro Amazon Prime.’ Os episódios de Quem Matou a Política vão ser veiculados no feed do Escafandro sempre às segundas-feiras. Os episódios de Escafandro continuam saindo normalmente, a cada 15 dias. Sempre às terças pra financiadores e às quartas para o público geral. Ficha técnica Quem matou a política? é um Original Audible. Produzido por Rádio Escafandro, Rádio Guarda-Chuva e Audible. Roteiro e apresentação: Tomás Chiaverini Direção e coordenação: Gabriela Mayer e Tomás Chiaverini Produção-executiva: Gabriela Mayer Reportagem: Allan de Abreu, Andrea Dip, Anna Virginia Balloussier, Flávio VM Costa, Jorge Cavalcanti, Juliana Dal Piva, Natália Silva e Pedro Pannunzio Produção: Alrik Schubotz, Ana Schuchter, Davi Carlos Acácio, Elenilce Bottari e Natália André Checagem: Bruna Barone Edição de roteiros: Gabriela Mayer Consultoria de conteúdo: Guilherme Casarões Dublagem: Matheus Marcolino, Raphany Viegas Leal e Silva e Renan Sukevicius Desenho de som: Tomás Chiaverini Edição de som: Matheus Marcolino Pós-produção e a mixagem: Vitor Coroa Música original e Trilha Sonora: Gabriel Falcão Trilha sonora tema: Paulo Gama Identidade Visual: Elisa Pessôa Assessoria Jurídica: Flavia Penido Estúdio de Gravação: Rádio Escafandro No time de Conteúdo Original Audible Brasil, Direção de conteúdo original Brasil: Léo Neumann Líder do projeto: Alyson Borges Gerentes de produção: Fernando Schaer e Juliana Denden Arcanjo Líder de conteúdo LATAM: Paulo Lemgruber Diretora-geral Brasil: Adriana Alcântara Líder Global de conteúdo: Rachel Ghiazza Copyright 2026 por AMAZON SERVIÇOS DE VAREJO DOBRASIL LTDA Copyright da gravação de som 2026 por Audible Inc.
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| EP04 | Quem matou a política? | 07 Sep 2026 | 00:51:44 | |
Quem matou a política? é uma série documental em áudio que investiga por que a política parece não dar conta de responder a problemas e anseios contemporâneos. A cada episódio, um novo suspeito é colocado sob lupa: a corrupção, o crime organizado, a religião e outros elementos que podem estar contribuindo para enfraquecer ferramentas e estratégias políticas e, por consequência, ferindo a política de morte. Quem matou a política? é uma audiossérie Original Audible. A temporada completa já está disponível na Audible. Acesse agora o site Audible.com.br, faça sua conta e teste grátis por 30 dias ou 3 meses, se você for membro Amazon Prime.’ Os episódios de Quem Matou a Política vão ser veiculados no feed do Escafandro sempre às segundas-feiras. Os episódios de Escafandro continuam saindo normalmente, a cada 15 dias. Sempre às terças pra financiadores e às quartas para o público geral. Ficha técnica Quem matou a política? é um Original Audible. Produzido por Rádio Escafandro, Rádio Guarda-Chuva e Audible. Roteiro e apresentação: Tomás Chiaverini Direção e coordenação: Gabriela Mayer e Tomás Chiaverini Produção-executiva: Gabriela Mayer Reportagem: Allan de Abreu, Andrea Dip, Anna Virginia Balloussier, Flávio VM Costa, Jorge Cavalcanti, Juliana Dal Piva, Natália Silva e Pedro Pannunzio Produção: Alrik Schubotz, Ana Schuchter, Davi Carlos Acácio, Elenilce Bottari e Natália André Checagem: Bruna Barone Edição de roteiros: Gabriela Mayer Consultoria de conteúdo: Guilherme Casarões Dublagem: Matheus Marcolino, Raphany Viegas Leal e Silva e Renan Sukevicius Desenho de som: Tomás Chiaverini Edição de som: Matheus Marcolino Pós-produção e a mixagem: Vitor Coroa Música original e Trilha Sonora: Gabriel Falcão Trilha sonora tema: Paulo Gama Identidade Visual: Elisa Pessôa Assessoria Jurídica: Flavia Penido Estúdio de Gravação: Rádio Escafandro No time de Conteúdo Original Audible Brasil, Direção de conteúdo original Brasil: Léo Neumann Líder do projeto: Alyson Borges Gerentes de produção: Fernando Schaer e Juliana Denden Arcanjo Líder de conteúdo LATAM: Paulo Lemgruber Diretora-geral Brasil: Adriana Alcântara Líder Global de conteúdo: Rachel Ghiazza Copyright 2026 por AMAZON SERVIÇOS DE VAREJO DOBRASIL LTDA Copyright da gravação de som 2026 por Audible Inc.
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| 168: Sorria, você está sendo preso | 02 Sep 2026 | 01:14:04 | |
Como o monitoramento de quase metade dos brasileiros por câmeras de vigilância tem impactado os índices de criminalidade? Por que tanta gente apoia sistemas como o Smart Sampa, mas pouca gente se sente mais segura? Quais os impactos de ter o rosto confundido com o rosto de um assassino? Ouça essas e outras respostas no episódio 168 de Escafandro. Episódios relacionados 112: Sorria, você está sendo executado Mergulhe mais fundo Cidade vigiada, sociedade vigilante Smart Sampa vigia, mas não protege Entrevistados do episódio Doutor em política científica e tecnológica. Professor da Faculdade de Ciências Aplicadas da Universidade Estadual de Campinas (FAC-Unicamp), pesquisador do Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo (NEV-USP) e do Laboratório de Estudos do Setor Público (LESP). Pesquisador em segurança pública, tecnologia e dados abertos. Doutor em ciência Ppolítica pelo IESP/UERJ. Diretor do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania (CESeC), criador do Panóptico e coordenador da Rede de Observatórios da Segurança. Mestre em arquitetura pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU-USP). Ficha técnica Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari. Trilha sonora tema: Paulo Gama. Mixagem de som: Vitor Coroa. Produção e edição de áudio: Matheus Marcolino. Direção, roteiro e apresentação: Tomás Chiaverini. | |||
| EP03 | Quem matou a política? | 31 Aug 2026 | 00:51:22 | |
Quem matou a política? é uma série documental em áudio que investiga por que a política parece não dar conta de responder a problemas e anseios contemporâneos. A cada episódio, um novo suspeito é colocado sob lupa: a corrupção, o crime organizado, a religião e outros elementos que podem estar contribuindo para enfraquecer ferramentas e estratégias políticas e, por consequência, ferindo a política de morte. Quem matou a política? é uma audiossérie Original Audible. A temporada completa já está disponível na Audible. Acesse agora o site Audible.com.br, faça sua conta e teste grátis por 30 dias ou 3 meses, se você for membro Amazon Prime.’ Os episódios de Quem Matou a Política vão ser veiculados no feed do Escafandro sempre às segundas-feiras. Os episódios de Escafandro continuam saindo normalmente, a cada 15 dias. Sempre às terças pra financiadores e às quartas para o público geral. Ficha técnica Quem matou a política? é um Original Audible. Produzido por Rádio Escafandro, Rádio Guarda-Chuva e Audible. Roteiro e apresentação: Tomás Chiaverini Direção e coordenação: Gabriela Mayer e Tomás Chiaverini Produção-executiva: Gabriela Mayer Reportagem: Allan de Abreu, Andrea Dip, Anna Virginia Balloussier, Flávio VM Costa, Jorge Cavalcanti, Juliana Dal Piva, Natália Silva e Pedro Pannunzio Produção: Alrik Schubotz, Ana Schuchter, Davi Carlos Acácio, Elenilce Bottari e Natália André Checagem: Bruna Barone Edição de roteiros: Gabriela Mayer Consultoria de conteúdo: Guilherme Casarões Dublagem: Matheus Marcolino, Raphany Viegas Leal e Silva e Renan Sukevicius Desenho de som: Tomás Chiaverini Edição de som: Matheus Marcolino Pós-produção e a mixagem: Vitor Coroa Música original e Trilha Sonora: Gabriel Falcão Trilha sonora tema: Paulo Gama Identidade Visual: Elisa Pessôa Assessoria Jurídica: Flavia Penido Estúdio de Gravação: Rádio Escafandro No time de Conteúdo Original Audible Brasil, Direção de conteúdo original Brasil: Léo Neumann Líder do projeto: Alyson Borges Gerentes de produção: Fernando Schaer e Juliana Denden Arcanjo Líder de conteúdo LATAM: Paulo Lemgruber Diretora-geral Brasil: Adriana Alcântara Líder Global de conteúdo: Rachel Ghiazza Copyright 2026 por AMAZON SERVIÇOS DE VAREJO DOBRASIL LTDA Copyright da gravação de som 2026 por Audible Inc.
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| EP02 | Quem matou a política? | 24 Aug 2026 | 00:49:27 | |
Quem matou a política? é uma série documental em áudio que investiga por que a política parece não dar conta de responder a problemas e anseios contemporâneos. A cada episódio, um novo suspeito é colocado sob lupa: a corrupção, o crime organizado, a religião e outros elementos que podem estar contribuindo para enfraquecer ferramentas e estratégias políticas e, por consequência, ferindo a política de morte. Quem matou a política? é uma audiossérie Original Audible. A temporada completa já está disponível na Audible. Acesse agora o site Audible.com.br, faça sua conta e teste grátis por 30 dias ou 3 meses, se você for membro Amazon Prime.’ Os episódios de Quem Matou a Política vão ser veiculados no feed do Escafandro sempre às segundas-feiras. Os episódios de Escafandro continuam saindo normalmente, a cada 15 dias. Sempre às terças pra financiadores e às quartas para o público geral. Ficha técnica Quem matou a política? é um Original Audible. Produzido por Rádio Escafandro, Rádio Guarda-Chuva e Audible. Roteiro e apresentação: Tomás Chiaverini Direção e coordenação: Gabriela Mayer e Tomás Chiaverini Produção-executiva: Gabriela Mayer Reportagem: Allan de Abreu, Andrea Dip, Anna Virginia Balloussier, Flávio VM Costa, Jorge Cavalcanti, Juliana Dal Piva, Natália Silva e Pedro Pannunzio Produção: Alrik Schubotz, Ana Schuchter, Davi Carlos Acácio, Elenilce Bottari e Natália André Checagem: Bruna Barone Edição de roteiros: Gabriela Mayer Consultoria de conteúdo: Guilherme Casarões Dublagem: Matheus Marcolino, Raphany Viegas Leal e Silva e Renan Sukevicius Desenho de som: Tomás Chiaverini Edição de som: Matheus Marcolino Pós-produção e a mixagem: Vitor Coroa Música original e Trilha Sonora: Gabriel Falcão Trilha sonora tema: Paulo Gama Identidade Visual: Elisa Pessôa Assessoria Jurídica: Flavia Penido Estúdio de Gravação: Rádio Escafandro No time de Conteúdo Original Audible Brasil, Direção de conteúdo original Brasil: Léo Neumann Líder do projeto: Alyson Borges Gerentes de produção: Fernando Schaer e Juliana Denden Arcanjo Líder de conteúdo LATAM: Paulo Lemgruber Diretora-geral Brasil: Adriana Alcântara Líder Global de conteúdo: Rachel Ghiazza Copyright 2026 por AMAZON SERVIÇOS DE VAREJO DOBRASIL LTDA Copyright da gravação de som 2026 por Audible Inc.
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| 167: A tríade sombria | 19 Aug 2026 | 01:00:36 | |
Como três traços de personalidade sombrios - narcisismo, maquiavelismo e psicopatia - ajudaram a moldar as nossas civilizações. Por que esses traços são tão comum em líderes, inclusive em líderes políticos. E até que ponto é possível haver política sem o protagonismo de pessoas com traços de tríade sombria? Ouça as repostas para essas e outras perguntas o episódio 167 de Escafandro: A tríade sombria. Mergulhe mais fundo O despertar de tudo: Uma nova história da humanidade (link para compra) Past Present Future: entrevista com Luke Kemp (link para o episódio) Episódios relacionados 46: Bolsonaro sorri na terra da maldade Entrevistados do episódio Professora de psicologia do programa de pós-graduação na Universidade São Francisco. Doutora em psicologia ciência e profissão pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Especialista em avaliação psicológica pelo Conselho Federal de Psicologia (2020). Tem experiência na área de Psicologia, com ênfase em fundamentos e medidas da Psicologia. Professor do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social do Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Doutor em antropologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1997), com pós-doutorado no Laboratoire d'Anthropologie Sociale (Collège de France/CNRS) . Realiza pesquisas com povos indígenas na Amazônia desde 1988, focalizando temas como parentesco, história, guerra, ritual, xamanismo, arte e memória. Doutor em Ciência Política pelo Instituto de Estudos Sociais e Políticos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (- IESP/UERJ). Professor do Departamento de Ciência Política e dos programas de pós-graduação em Ciências Sociais (PPCIS) e em Ciência Política (PPGCP-IESP) da UERJ. Ficha técnica Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari. Trilha sonora tema: Paulo Gama. Mixagem de som: Vitor Coroa. Produção e edição de áudio: Matheus Marcolino. Direção, roteiro e apresentação: Tomás Chiaverini. | |||
| EP01 | Quem matou a política? | 17 Aug 2026 | 00:53:43 | |
Quem matou a política? é uma série documental em áudio que investiga por que a política parece não dar conta de responder a problemas e anseios contemporâneos. A cada episódio, um novo suspeito é colocado sob lupa: a corrupção, o crime organizado, a religião e outros elementos que podem estar contribuindo para enfraquecer ferramentas e estratégias políticas e, por consequência, ferindo a política de morte. Quem matou a política? é uma audiossérie Original Audible. A temporada completa já está disponível na Audible. Acesse agora o site Audible.com.br, faça sua conta e teste grátis por 30 dias ou 3 meses, se você for membro Amazon Prime.’ Os episódios de Quem Matou a Política vão ser veiculados no feed do Escafandro sempre às segundas-feiras. Os episódios de Escafandro continuam saindo normalmente, a cada 15 dias. Sempre às terças pra financiadores e às quartas para o público geral. Ficha técnica Quem matou a política? é um Original Audible. Produzido por Rádio Escafandro, Rádio Guarda-Chuva e Audible. Roteiro e apresentação: Tomás Chiaverini Direção e coordenação: Gabriela Mayer e Tomás Chiaverini Produção-executiva: Gabriela Mayer Reportagem: Allan de Abreu, Andrea Dip, Anna Virginia Balloussier, Flávio VM Costa, Jorge Cavalcanti, Juliana Dal Piva, Natália Silva e Pedro Pannunzio Produção: Alrik Schubotz, Ana Schuchter, Davi Carlos Acácio, Elenilce Bottari e Natália André Checagem: Bruna Barone Edição de roteiros: Gabriela Mayer Consultoria de conteúdo: Guilherme Casarões Dublagem: Matheus Marcolino, Raphany Viegas Leal e Silva e Renan Sukevicius Desenho de som: Tomás Chiaverini Edição de som: Matheus Marcolino Pós-produção e a mixagem: Vitor Coroa Música original e Trilha Sonora: Gabriel Falcão Trilha sonora tema: Paulo Gama Identidade Visual: Elisa Pessôa Assessoria Jurídica: Flavia Penido Estúdio de Gravação: Rádio Escafandro
Direção de conteúdo original Brasil: Léo Neumann Líder do projeto: Alyson Borges Gerentes de produção: Fernando Schaer e Juliana Denden Arcanjo Líder de conteúdo LATAM: Paulo Lemgruber Diretora-geral Brasil: Adriana Alcântara Líder Global de conteúdo: Rachel Ghiazza Copyright 2026 por AMAZON SERVIÇOS DE VAREJO DOBRASIL LTDA Copyright da gravação de som 2026 por Audible Inc.
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| 166: Castigo sem crime | 05 Aug 2026 | 01:05:42 | |
Como é a rotina das mulheres de presidiários no Brasil? Quais os impactos do deslocamento de presídios para o interior? Como as "cunhadas" lidam com as regras escritas e não escritas que regem a forma de vestir, as visitas íntimas e o envio de alimentos? Por que muitas dessas mulheres são obrigadas a mudar radicalmente de vida para se adequarem à pena dos companheiros? Ouça a resposta para essas e outras perguntas no episódio 166 de Escafandro. Mergulhe mais fundo Nos arredores da prisão: tensões, relações e movimentos de familiares de pessoas presas (link para compra) Manicômios, prisões e conventos (link para compra) Episódios relacionados 112: Sorria, você está sendo executado 160: Inconstitucionalissimamente Entrevistada do episódio Antropóloga e professora do Departamento de Ciências Sociais na Faculdade de Ciências Sociais da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO). Autora de "Nos arredores da prisão" (Hucitec Editora, 2026). Ficha técnica Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari. Trilha sonora tema: Paulo Gama. Mixagem de som: Vitor Coroa. Produção, reportagem e edição de áudio: Matheus Marcolino. Direção, roteiro e apresentação: Tomás Chiaverini. | |||
| 165: A roda dos hamsters imperfeitos | 22 Jul 2026 | 01:05:17 | |
Como a ideia de perfeição evoluiu até os dias de hoje? Por que pesquisadores acreditam que vivemos uma epidemia de perfeccionismo? Como as redes sociais entram nessa equação? E quais as relações entre perfeccionismo e transtornos mentais como ansiedade e depressão? Mergulhe mais fundo A armadilha da perfeição: O poder de ser bom o suficiente em um mundo que sempre quer mais (link para compra) Ninguém é perfeito (link para compra) Episódios relacionados 110: Você é livre para ser livre? 114: Por que você continua nas redes? Entrevistados do episódio Psicóloga, professora e pesquisadora no Departamento de Psicologia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Também é coordenadora do Laboratório de Avaliação e Intervenção na Saúde (Lavis-UFMG). Jornalista, escritor, cientista social, professor da Faculdade Cásper Líbero, Fapcom e Fecap, e autor dos livros "Sem tempo para nada" (Editora Vozes, 2022) e "Ninguém é perfeito" (Editora BestSeller, 2025). Ficha técnica Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari. Trilha sonora tema: Paulo Gama. Mixagem de som: Vitor Coroa. Locução adicional: Priscila Pastre. Edição de áudio: Matheus Marcolino. Direção, roteiro e apresentação: Tomás Chiaverini. | |||
| 164: A redoma de Cristo | 08 Jul 2026 | 01:07:39 | |
Até que ponto os evangélicos vivem separados do restante do mundo? Como essa separação afeta o posicionamento político dessas pessoas? Por que as lideranças pentecostais estão cada vez mais próximas do espectro politico de direita? Como essa guinada conservadora se reflete nos fieis? E como os frequentadores dessas igrejas que não se identificam com este caminho ideológico enfrentam esse movimento? Ouça a resposta para essas e outras perguntas no nosso episódio 164: A redoma de Cristo. Mergulhe mais fundo Discípulos: a investida evangélica no esporte (link para o podcast) Episódios relacionados 154: Hoje é dia de gospel, bebê Entrevistada do episódio Cientista social, mestra em Gestão e Políticas Públicas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV-SP) e pesquisadora do Instituto de Estudos da Religião (ISER). Ficha técnica Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari. Trilha sonora tema: Paulo Gama. Mixagem de som: Vitor Coroa. Produção, reportagem e edição de áudio: Matheus Marcolino. Direção, roteiro e apresentação: Tomás Chiaverini. | |||
| 163: Seleção Estrangeira | 24 Jun 2026 | 01:01:54 | |
Por que a gente se sente cada vez mais distante da seleção brasileira? Que peso as derrotas históricas têm nesse fenômeno? Por que nossos jogadores vão atuar fora do país cada vez mais cedo? Por que o Brasil não consegue organizar uma liga a exemplo do que fez a Europa? Que peso tudo isso tem na autoimagem dos brasileiros e no desmantelamento político deste começo de século? Mergulhe mais fundo Saudades do que nunca fomos: os brasileiros e o futebol (link para compra) Episódios relacionados Entrevistados do episódio Escritor e jornalista. Em 50 anos de carreira, cobriu 14 edições da Copa do Mundo e foi diretor de redação de revistas como Placar e Playboy. Historiador, escritor e professor do curso de Relações Internacionais da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Ele é autor de “Saudades do que nunca fomos: brasileiros e o futebol", Editora Elefante (2026). Ficha técnica Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari. Trilha sonora tema: Paulo Gama. Mixagem de som: Vitor Coroa. Reportagem e edição de áudio: Matheus Marcolino. Direção, roteiro e apresentação: Tomás Chiaverini.
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| Escafa Entrevista: Andrew Fishman | 17 Jun 2026 | 00:52:17 | |
O presidente e cofundador do Intercept Brasil relembra a história deste que se tornou um dos principais veículos da imprensa independente. Desde os documentos da NSA vazados por Edward Snownden até o furo de reportagem que dinamitou a campanha presidencial de Flávio Bolsonaro. | |||
| 162: Os bastidores da Vaza Flávio | 10 Jun 2026 | 01:03:36 | |
Como foi o trabalho do Intercept Brasil a partir do vazamento de mensagens que mostraram uma proximidade inédita entre o candidato à presidência Flávio Bolsonaro e o dono do banco Master Daniel Vorcaro? Quais os desafios para conferir a veracidade do material enviado por fonte anônima? Como uma papinha quase impediu que a fatídica pergunta sobre o financiamento do filme Dark Horse fosse feita? Episódio relacionados 86: a Vaza Jato e o mea culpa da imprensa 147: Um data center incomoda muita gente Entrevistados do episódio Jornalista formado na PUC-SP, é repórter de política do Intercept Brasil e roteirista de não-ficção em Brasília. Trabalhou nas redações do site Poder360, do jornal Lance! e da revista Brasileiros. Jornalista, editor no Intercept, tem 20 anos de experiência em reportagem, edição e gestão de equipes e projetos multimídia em jornal, rádio, TV e jornalismo digital, com passagens e colaborações em veículos como Zero Hora, NSC TV, Globo Rural, Agência Lupa, Exame, UOL e O Estado de S. Paulo. Cecília Olliveira é autora de Como Nasce um Miliciano e jornalista investigativa dedicada a cobertura do tráfico de drogas e de armas e a violência. É cofundadora do Intercept Brasil, diretora fundadora do Instituto Fogo Cruzado e membro da The Global Initiative Against Transnational Organized Crime. Jornalista e repórter do Intercept Brasil, formada pela PUC-SP e mestra em Comunicação Política pela Universidade de Amsterdam. Foi fellow do Pulitzer Center, com um projeto sobre como a política armamentista do governo Bolsonaro impactou mulheres brasileiras, e do Rest of World, investigando a intersecção entre trabalho e tecnologia na América Latina. Repórter do Intercept em Brasília, trabalhou em O Popular e Metrópoles, foi vencedor do Prêmio de Jornalismo Investigativo da União Europeia e do Prêmio Dom Tomás Balduino de Direitos Humanos. Ficha técnica Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari. Trilha sonora tema: Paulo Gama. Mixagem de som: Vitor Coroa. Edição de áudio: Matheus Marcolino. Direção, roteiro e apresentação: Tomás Chiaverini. | |||
| 161: Comedores de amianto | 27 May 2026 | 01:12:59 | |
Como uma fiscal do trabalho entediada se tornou uma das principais responsáveis pela proibição do amianto no Brasil? Como uma lei do estado de Goiás permite que a Sama (uma empresa do grupo Eternit) continue minerando este produto cancerígeno anos depois do banimento nacional? Saiba mais sobre os microfones Shure Movemic Two. Entrevistados do episódio Engenheira civil, fiscal do trabalho aposentada, pioneira do movimento que baniu o amianto no Brasil. Médico assistente da Divisão de Pneumologia do Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Erica Barbosa Coutinho Freire Souza Advogada, sócia do escritório Mauro Menezes &Advogados. Ficha técnica Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari. Trilha sonora tema: Paulo Gama. Mixagem de som: Vitor Coroa. Edição de áudio: Matheus Marcolino. Direção, roteiro e apresentação: Tomás Chiaverini. | |||
| 160: Inconstitucionalissimamente | 13 May 2026 | 01:08:29 | |
Por que estamos caminhando para um judiciário cada vez mais punitivista? Por que o embate entre o Código de Processo Penal - um texto de inspiração fascista - e a Constituição Federal simbolizam essa tendência autoritária? O que a Operação Lava-Jato tem a ver com tudo isso? Episódios relacionados 86: A Vaza-Jato e o mea culpa da imprensa 110: Você é livre para ser livre? Entrevistada do episódio É coordenadora e professora de direito da Escola Paulista de Política, Economia e Negócios da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), doutora em direitos humanos, especialista em direito penal e processual penal. É formada também em Ciência Sociais. Ficha técnica Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari. Trilha sonora tema: Paulo Gama. Mixagem de som: Vitor Coroa. Edição de áudio: Matheus Marcolino. Direção, roteiro e apresentação: Tomás Chiaverini. | |||
| 159: A fantástica fábrica de algoritmos da Meta | 29 Apr 2026 | 01:07:29 | |
Como a guinada dos tech-bros à direita tem impactado o ambiente corporativo das empresas de tecnologia? Como isso afeta as pessoas que trabalham ali? Quais os efeitos dessas mudanças na forma dessas corporações se colocarem no mundo? Mergulhe mais fundo Episódios relacionados 90: Era uma vez um Google bonzinho Entrevistados do episódio Publicitária e bióloga. Jornalista e estrategista de comunicação, tecnologia e política. Ex-diretora de políticas públicas do WhastAspp e cofundadora e diretora executiva da Ctrl+z. Jornalista investigativa focada em tecnologia, política e direitos humanos, foi editora executiva do Intercept Brasil. É cofundadora e diretora de programas da Ctrl+z. Ficha técnica Ficha técnica Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari. Trilha sonora tema: Paulo Gama. Mixagem de som: Vitor Coroa. Edição de áudio: Matheus Marcolino. Direção, roteiro e apresentação: Tomás Chiaverini.
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| 158: Sobre bombas e advogados | 15 Apr 2026 | 01:08:56 | |
No dia 7 de abril de 2026, o presidente norte-americano Donald Trump deu um ultimato ao Irã que soou como a confissão antecipada de um crime de guerra. “Uma civilização inteira morrerá esta noite, para nunca mais ser ressuscitada”, foi a frase de Trump. O alardeado crime de guerra não aconteceu. Trump voltou atrás num cessar-fogo supostamente acordado com o Irã. Mas, existem vários outros crimes ao qual o republicado deveria responder. Ele bombardeou barcos civis na Venezuela, torpedeou uma fragata iraniana matando mais de cem homens e abandonou os sobreviventes à própria sorte. Além disso, tanto na Venezuela quanto no Irã, agiu sem o aval da ONU ou do Congresso americano, o que é ilegal. Mas quem diz o que é legal ou ilegal em termos de guerra? O episódio 158 de Escafandro mergulha nas leis sobre conflitos armados. De onde vem a legislação que regulamenta o que pode ou não ser feito em campo de batalha? Como surgiram as várias convenções de Genebra? Como as campanhas bélicas de Donald Trump se enquadram nesse arcabouço legal? Mergulhe mais fundo As regras da Guerra (link para compra) Episódios relacionados 70: Os generais e o cerco a Brasília Entrevistado do episódio Jornalista e escritor, foi correspondente do Nexo em Paris, comenta temas ligados a conflitos internacionais na CNN além de colaborar para veículos como O Globo, Folha de S.Paulo, Carta Capital, piauí e UOL. É autor do recém-lançado "As regras da Guerra" (Zahar). | |||
| 157: Vinte dentes naturais | 01 Apr 2026 | 01:12:52 | |
Em agosto de 1942, no auge da Segunda Guerra Mundial, submarinos nazistas afundaram navios na costa brasileira. O Brasil, que ainda mantinha relações com os dois lados do conflito, se viu obrigado a entrar numa guerra para a qual não tinha qualquer preparação. Foi formada então a Força Expedicionária Brasileira (FEB), que viajou até a Itália para auxiliar as forças aliadas contra o Eixo. Quase 25 mil pracinhas passaram nove meses combatendo no maior conflito armado da humanidade, ajudando a libertar cidades italianas do domínio nazista. Quando retornaram, porém, esses homens não foram considerados heróis por muito tempo. E trouxeram na bagagem romances com jovens italianas, traumas vividos na guerra, e um sentimento geral de admiração por um país aliado: os Estados Unidos da América. Num momento em que o governo de Donald Trump trouxe a guerra para o nosso quintal, o episódio 157 de Escafandro mergulha na missão da Força Expedicionária Brasileira na Segunda Guerra Mundial. Conta como o Brasil atuou na Itália, como essa missão ajudou a moldar nossas Forças Armadas de hoje e reflete sobre o que ela nos ensina a respeito de possíveis futuros conflitos. Mergulhe mais fundo Barbudos, sujos e fatigados: Soldados Brasileiros na Segunda Guerra Mundial (link para compra) Histórias de um pracinha da Segunda Guerra Mundial (link para compra) Os brasileiros e a Segunda Guerra Mundial (link para compra) A dupla face da guerra: a FEB pelo olhar de um prisioneiro (link para compra) Episódios relacionados #70: Os generais e o cerco a Brasília #109: General bom, general mau Entrevistados do episódio Pedagoga e diretora da Associação dos Ex-Combatentes do Brasil em Valença. Mario Pereira Guia turístico e palestrante. Ex-administrador do Monumento Votivo Militar Brasileiro de Pistoia. Doutor em História pela Universidade de São Paulo (USP), professor do Departamento de História da Universidade Estadual de Londrina (UEL). Autor de "Os brasileiros e a Segunda Guerra Mundial" (Zahar, 2005). Mestre em História Social pela Universidade de São Paulo (USP). Autora de "A dupla face da guerra: a FEB pelo olhar de um prisioneiro" (Editora Intermeios, 2023). Antropólogo, professor da Universidade Federal de São Carlos. Autor de livros como “O Brasil no Espectro de uma Guerra Híbrida" (Alameda Casa Editorial, 2020), e "Dois ensaios sobre magia política" (Editora Hucitec, 2025). Ficha técnica Produção, reportagem e edição: Matheus Marcolino. Mixagem de som: Vitor Coroa. Trilha sonora tema: Paulo Gama Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari Direção, roteiro e sonorização: Tomás Chiaverini | |||
| 156: Sociedade tarja preta - O mundo lá fora | 18 Mar 2026 | 01:06:25 | |
Na segunda e última parte do mergulho na crise planetária de saúde mental, seguimos em busca de respostas pra uma das grandes perguntas do nosso tempo: vivemos uma epidemia de sofrimento psíquico, ou de drogas psicoativas para combater esse sofrimento. Neste episódio, além de trazer mais motivos para o excesso de medicalização, o foco se volta também para os fatores sociais, culturais, econômicos e ambientais que têm impactado nossa saúde mental. Mergulhe mais fundo O que os psiquiatras não te contam (link para compra) A institucionalização Invisível: Crianças que não aprendem na escola (link para compra) Anatomia de uma epidemia: pílulas mágicas, drogas psiquiátricas e o aumento assombroso da doença mental (link para compra) A epidemia de doença mental - Revista Piauí Episódios relacionados #62: Não sou mais o Pedro - Capítulo 1: Eletroconvulsoterapia #63: Não sou mais o Pedro - Capítulo 2: Internação #137: Os segredos psicodélicos da Jurema Sagrada Entrevistados do episódio Psiquiatra, psicoterapeuta e especialista em pesquisa clínica. Pesquisadora do Programa Transtornos do Espectro Obsessivo Compulsivo do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP). Autora de "O que os psiquiatras não te contam" (Fósforo Editora). Maria Aparecida Affonso Moysés Médica pediatra, professora da Faculdade de Ciências Médicas Unicamp, coordenadora do Laboratório de Estudos sobre Aprendizagem, Desenvolvimento e Direitos, da Unicamp, autora do livro A institucionalização invisível: crianças que não aprendem na escola. É militante do Despatologiza - Movimento pela Despatologização da Vida. Doutora em Saúde Coletiva pelo Instituto de Medicina Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (IMS/UERJ). Gerente de Saúde Mental e Relações Institucionais no Instituto de Estudos para Políticas de Saúde (IEPS). Ficha técnica Edição: Matheus Marcolino. Mixagem de som: Vitor Coroa. Trilha sonora tema: Paulo Gama. Locução adicional: Priscila Pastre. Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari. Direção, roteiro e apresentação: Tomás Chiaverini. | |||
| 155: Sociedade tarja preta - A resposta química | 11 Mar 2026 | 00:54:16 | |
Em 2017, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou que a depressão é a maior causa de invalidez no mundo. Atualmente mais de um bilhão de pessoas sofrem de algum transtorno mental ao redor do planeta. Uma em cada oito pessoas. Ou 12,5% da população mundial. Essa prevalência é maior entre crianças e adolescentes e varia de acordo com o país. Os brasileiros, por exemplo, parecem sofrer mais com os males da mente do que a média global. O estudo mais recente produzido em âmbito nacional sobre o tema, sintomaticamente, não foi feito pelo Ministério da Saúde, mas pelo Ministério da Previdência Social. Afinal, pessoas com transtornos mentais costumam faltar ao trabalho. São menos produtivas. A pesquisa mostra que em 2024, houve quase meio milhão de afastamentos por motivos relacionados à mente, sendo que ansiedade e depressão são os principais problemas. Esse número representa um aumento de quase 70% em dez anos. Em paralelo, existe um aumento vertiginoso na prescrição de drogas psicoativas. Segundo uma pesquisa feita pelo instituto de estudos para políticas de saúde (IEPS), usando dados do Sistema Único de Saúde, a prescrição de drogas para tratar saúde mental aumentou 50% em uma década. Diante disso, esse episódio tenta responder a uma pergunta inquietante: estamos vivendo uma epidemia de depressão, ansiedade, déficit de atenção e outros transtornos mentais; ou uma epidemia de drogas psicoativas receitadas com base em diagnósticos relapsos e apressados? Mergulhe mais fundo O que os psiquiatras não te contam (link para compra) Anatomia de uma epidemia: pílulas mágicas, drogas psiquiátricas e o aumento assombroso da doença mental (link para compra) A epidemia de doença mental - Revista Piauí Episódios relacionados #62: Não sou mais o Pedro - Capítulo 1: Eletroconvulsoterapia #63: Não sou mais o Pedro - Capítulo 2: Internação #137: Os segredos psicodélicos da Jurema Sagrada Entrevistados do episódio Psiquiatra, psicoterapeuta e especialista em pesquisa clínica. Pesquisadora do Programa Transtornos do Espectro Obsessivo Compulsivo do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP). Autora de "O que os psiquiatras não te contam" (Fósforo Editora). Doutora em Saúde Coletiva pelo Instituto de Medicina Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (IMS/UERJ). Gerente de Saúde Mental e Relações Institucionais no Instituto de Estudos para Políticas de Saúde (IEPS). Ficha técnica Edição: Matheus Marcolino. Mixagem de som: Vitor Coroa. Trilha sonora tema: Paulo Gama. Locução adicional: Priscila Pastre. Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari. Direção, roteiro e apresentação: Tomás Chiaverini. | |||
| 154: Hoje é dia de gospel, bebê | 24 Feb 2026 | 01:10:12 | |
De acordo com o Censo de 2022, um a cada quatro brasileiros é evangélico. Durante os anos 1980, porém, essa situação era bem diferente. Só 6% da população se dizia evangélica, e poucas coisas eram consideradas mais caretas pela geração jovem e roqueira do que “ser crente”. Isso começou a mudar em 1989, quando uma igreja decidiu apostar no rock como uma estratégia inovadora de evangelização. Sob forte influência da cultura evangélica norte-americana, a Igreja Renascer em Cristo revolucionou a música religiosa brasileira e introduziu uma nova palavra no vocabulário fonográfico: gospel. Levantamentos especializados apontam que a música gospel representa 20% do mercado fonográfico nacional. E esse mercado consumidor, de mais de 47 milhões de pessoas, começou a ser construído quando um jovem músico baiano e um ex-figurão da publicidade da TV Globo ajudaram a emplacar uma banda de rock gospel. O episódio 154 de Escafandro mergulha na história da música gospel, conta como esse gênero musical dominou o Brasil, e como isso ajudou a religião evangélica a se espalhar por todo o país. Mergulhe mais fundo Discípulos, o novo podcast da Rádio Guarda-Chuva Episódios relacionados Entrevistados do episódio Publicitário e bispo da Igreja Apostólica Renascer em Cristo. Músico. Baterista e vocalista da banda Katsbarnea. Jornalista, escritor, documentarista, e roteirista do programa Conversa com Bial, da TV Globo. Autor de “Os 500 maiores álbuns brasileiros de todos os tempos”. Apresentador do podcast Discoteca Básica. Ficha técnica Produção, reportagem e edição: Matheus Marcolino. Mixagem de som: Vitor Coroa. Trilha sonora tema: Paulo Gama Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari Direção, roteiro e sonorização: Tomás Chiaverini | |||
| 153: Paraná pela segregação | 11 Feb 2026 | 01:04:39 | |
Em março de 2025, pais de crianças com síndrome de Down ajuizaram uma ação no Supremo Tribunal Federal contra duas leis do estado do Paraná. Eles diziam que as leis estaduais criavam um ambiente segregado na educação das pessoas com deficiência, que isso batia de frente com o que está escrito na Constituição. E que iam na contramão do que estava sendo feito no restante do mundo em termos de educação de pessoas com deficiência. No alvo da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) movida pela Federação Nacional das Associações de Síndrome de Down estava uma das entidades mais conhecidas e respeitadas quando se fala em pessoas com deficiência. A Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae). A associação foi beneficiada pelas leis do Paraná, que davam a ela e a instituições semelhantes o mesmo status de escola, e facilitava a transferência de recursos federais. No embate entre segregação e inclusão gerado pela ADI 7796, as Apaes se posicionaram pela segregação. Elas inclusive atuaram em prol de um decreto do governo Bolsonaro que possibilitaria replicar, no restante do país, o modelo do Paraná. O episódio 153 de Escafandro mergulha fundo nesse embate jurídico e tenta entender que interesses estão por trás das leis paranaenses que vão contra o consenso mundial quando se fala em educação de pessoas com deficiência. Mergulhe mais fundo A nova velha Política Nacional de Educação Especial de 2020: distorcer para retroceder Episódios relacionados #68: Lindinês e a década das cotas #94: O professor, a fanfarra e o pé de manga Entrevistados do episódio Jornalista, pedagoga, mestra e doutora em Educação Inclusiva pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Advogado, professor, membro do comitê jurídico da Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down (FBASD) e coordenador da diretoria da pessoa com deficiência da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) no Rio de Janeiro. Doutora em Serviço Social e Políticas Sociais pela Universidade Estadual de Londrina (UEL). Presidente da Federação Paranaense das Associações de Síndrome de Down (FEPASD). Professor e presidente da Federação Nacional das Apaes (Fenapaes). Senador da República. Ex-secretário de educação do estado do Paraná. Presidente da Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down (FBASD). Ficha técnica Produção, reportagem e edição: Matheus Marcolino. Mixagem de som: Vitor Coroa. Trilha sonora tema: Paulo Gama Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari Direção, roteiro e sonorização: Tomás Chiaverini | |||
| 107: Dr. Oscar e o menino que precisava enxergar (REPRISE) | 28 Jan 2026 | 00:58:26 | |
Publicado originalmente em 7 de fevereiro de 2024. Assim que terminou a residência médica, o cirurgião Oscar Espellet Soares teve uma apendicite tardiamente diagnosticada que evoluiu para uma infecção generalizada. A experiência poderia ter matado o Oscar. Mas, em vez disso, mudou a vida dele para sempre. Em vez de se tornar mais um cirurgião atuando em Porto Alegre, ele arrumou a mochila e partiu para o norte do Brasil. Tornou-se um cirurgião nômade, criando pontes entre mundos diversos e mudando vidas nessa jornada. Episódios relacionados 89: Viagem ao centro do mundo 29: E se a gente fosse índio? Mergulhe mais fundo Expedição da saúde faz mutirão de cirurgias em aldeia da Amazônia Ficha técnica Apoio de produção e edição: Matheus Marcolino. Mixagem de som: Vitor Coroa. Trilha sonora tema: Paulo Gama. Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari. Direção, roteiro e edição: Tomás Chiaverini. | |||
| 110: Você é livre para ser livre? (REPRISE) | 14 Jan 2026 | 00:57:49 | |
Episódio publicado originalmente em 20 de março de 2024. E se alguém te falasse que você não é realmente livre? Que todas as suas escolhas são pré-determinadas por uma teia complexa e inescapável de eventos? Que você não tem como fugir desse conjunto de imposições compostas por genética, fatores ambientais, cultura, classe social e assim por diante? Diante disso, como ficaria a nossa organização social? Como a gente lidaria com a meritocracia ou com o conceito de culpa? Como punir alguém por um crime, se esse alguém não tem liberdade de fato para escolher não ser criminoso? As respostas a essas perguntas estão no livro “Determined: A science of life without free will”, ou Determinado, a ciência da vida sem livre arbítrio, numa livre tradução. O livro foi escrito pelo professor de neurologia e biologia da universidade de Stanford, Robert M. Sapolski, e é a linha mestra deste episódio. Mergulhe mais fundo Determined: A science of life without free will (link para compra) Comportamento Humano, Direito Penal e Neurociências (link para compra) Entrevistados do episódio Angelo Roberto Ilha da Silva Desembargador do TRF4, professor da Faculdade de Direito da Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS e autor do livro “Comportamento Humano, Direito Penal e Neurociências” (D’Plácido). . Doutor pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo – USP (2001). Pós-doutor pelo PPG em Neurociências da Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG (2020). Professor livre-docente do Departamento de Filosofia, FFLCH, USP, especialista em filosofia da neurociência e filosofia da mente. Ficha técnica Locução adicional: Priscila Pastre Apoio de edição: Matheus Marcolino. Mixagem de som: Vitor Coroa. Trilha sonora tema: Paulo Gama. Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari. Direção, roteiro e edição: Tomás Chiaverini | |||
| 152: Na encruzilhada das terras raras | 10 Dec 2025 | 01:18:45 | |
Como duas empresas australianas desconhecidas estão atropelando passos importantes em processos de licenciamento ambiental para lucrar bilhões com a mineração de terras raras no sul de Minas Gerais. Caldas e Poços de Caldas, duas cidades do sul de Minas, se tornaram centrais numa das maiores disputas geopolíticas da atualidade. Isso se deve à alta concentração de minerais de terras raras ali. Especialistas chamam a reserva de "unicórnio da mineração". Ela é tão grande que poderia suprir 20% da demanda mundial. Os minerais de terras raras hoje estão entre os recursos mais valiosos do mundo por serem essenciais na produção de imãs, componentes básicos de dois itens de extrema importância no mundo atual: motores elétricos - vitais na tentativa global de diminuir o uso de combustíveis fósseis - e armas de guerra. O Brasil tem a segunda maior reserva de terras raras do mundo, ficando trás só da China, que está numa guerra tarifária com os EUA. Nesse episódio nos fomos a Minas Gerais para acompanhar as movimentações de um grupo de moradores que resolveu se opor aos projetos de mineração nas cidades onde eles vivem. Mergulhe mais fundo Episódios relacionados #108: Salve o planeta, pergunte-me como #147: Um data center incomoda muita gente Entrevistados do episódio Mestre em física, ex-vereador e candidato a prefeito de Caldas pelo Partido dos Trabalhadores (PT). Arquiteta e urbanista. Pesquisadora do Núcleo de Pós Graduação em Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Chefe da Divisão de Minerais Críticos e Estratégicos da Agencia Nacional de Mineração (ANM). Wagner Fanin Eletricista e técnico ambiental. Ademilson Kariri e Cariusa Kiriri Lideranças do povo Kiriri em Caldas. Professor e deputado federal de Minas Gerais pelo Partido dos Trabalhadores (PT-MG). Ficha técnica Edição: Matheus Marcolino. Mixagem de som: Vitor Coroa. Trilha sonora tema: Paulo Gama Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari Direção, roteiro e apresentação: Tomás Chiaverini
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| 82: O homem que quase destruiu o mundo (duas vezes) - REPRISE | 26 Nov 2025 | 01:04:39 | |
Episódio publicado originalmente em 14 de dezembro de 2022. No começo do século passado, um homem chamado Thomas Midgley revolucionou a indústria automotiva. Na época, ele trabalhava para uma empresa de engenharia que prestava serviço para a General Motors. Midgley descobriu que, ao adicionar uma pequena quantidade de chumbo na gasolina, os motores ganhavam muito em potência e em eficiência, e quebravam menos. A descoberta permitiu carros maiores e mais confortáveis. Ajudou a criar os Estados Unidos das autoestradas e a moldar o fascínio do mundo inteiro pelos automóveis. Mas, ao mesmo tempo, envenenou o planeta com um metal pesado e nocivo à saúde humana. Anos mais tarde, ainda trabalhando para a GM, Midgley fez outra descoberta que revolucionaria a indústria. Ele foi o primeiro a usar o gás clorofluorcarbono na refrigeração. Os carros ganharam aparelhos de ar-condicionado, as casas ganharam geladeiras mais seguras e a humanidade ganhou latinhas de aerosol. Como consequência, o céu sobre a Antártica ganhou um buraco na camada de ozônio que tornou o câncer de pele e outras doenças mais comuns. A partir das invenções de Thomas Midgley, este episódio reflete sobre o impacto muitas vezes nocivo que nossas invenções causam no planeta. E sobre a postura da humanidade diante de questões atuais, como as mudanças climáticas provocadas pelo aquecimento global. Mergulhe mais fundo Breve história de quase tudo Prometheans in the Lab: Chemistry and the Making of the Modern World (em inglês) Cautionary Tales – The inventor who almost ended the world (podcast em inglês) Radiolab - Heavy Metal (podcast em inglês) Ozone Crisis: The 15-Year Evolution of a Sudden Global Emergency (em inglês) Susan Solomon and Stephen Andersen on Saving the Ozone Layer (podcast em inglês) Episódios relacionados 08: Bem-vindo ao churrasco do apocalipse 29: E se a gente fosse índio? Entrevistados do episódio Graduado em engenharia mecânica pela Escola de Engenharia Mauá, com mestrado em engenharia ambiental - Technion Institute of Technology, doutorado em engenharia ambiental - Purdue University (1982) e pós-doutorado no Joint Research Center/EEC. Pesquisador do INPE, Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais. Jornalista de ambiente e ciência. Repórter e apresentadora do podcast Tempo Quente. Ficha técnica Trilha sonora tema: Paulo Gama, Mixagem: João Victor Coura Design das capas: Cláudia Furnari Concepção, produção, roteiro, edição e apresentação: Tomás Chiaverini Trilha incidental: Blue Dot | |||
| 151: Playboys do tráfico | 12 Nov 2025 | 01:00:17 | |
Longe das favelas, fora do alcance da polícia que mata pelas costas, existe uma classe especial de traficantes. Os transportadores de drogas. Geralmente são jovens, ricos que entram no crime pela aventura, fazem milhões e raramente são pegos. Um levantamento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), realizado em 2023, apontou o perfil dos réus processados por tráfico de drogas no Brasil. A maioria dos acusados tem no máximo 30 anos , cursou somente até o ensino fundamental e é composta por pessoas não brancas. Um terço das abordagens que levou essas pessoas a serem acusadas foi motivado por um "comportamento suspeito" notado durante o patrulhamento da polícia. Esse "perfil" do traficante brasileiro foi perpetuado por novelas, imprensa, e, em especial, operações policiais - que valem-se desse imaginário do traficante para a promoção de massacres e assassinatos sem direito a julgamento nas periferias. Mas, muito longe das favelas e do ambiente da "guerra às drogas", estão criminosos que movimentam quilos de cocaína e enormes quantias em dinheiro. No livro Nobres traficantes (Zahar), o jornalista Bruno Abbud conta como jovens ricos entram para o tráfico em busca de adrenalina, e como eles recebem um tratamento muito diferente da polícia e do judiciário - mesmo quando são pegos. Mergulho mais fundo Nobres traficantes: Histórias da elite no crime (link para compra) Entrevistado do episódio Jornalista e escritor, autor de Nobres traficantes: Histórias da elite no crime (Zahar). Ficha técnica Produção e edição: Matheus Marcolino. Leitura adicional: Priscila Pastre Mixagem de som: Vitor Coroa. Trilha sonora tema: Paulo Gama Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari Direção, roteiro e sonorização: Tomás Chiaverini | |||
| 150: Episódio de pica | 28 Oct 2025 | 01:04:46 | |
Neste episódio falamos sobre a obsessão masculina com o tamanho do pênis e sobre como a objetificação do falo em tempos de redes sociais impacta este fenômeno. A parte mais sensível de um homem é seu pênis. Por meio dele é possível performar masculinidade - como Jair Bolsonaro fez ao se autodenominar "imbroxável" -, ou atacar a moral de um inimigo. O ex-presidente Barack Obama, vencedor do Nobel da Paz, se prestou a caçoar do tamanho do pênis de Donald Trump em um comício da campanha democrata em 2024. Estudos mostram que essa é uma questão global: 55% dos homens estão insatisfeitos com o tamanho dos próprios pênis. O dado é compreensível, mas se torna irônico quando o mesmo estudo aponta que 85% das mulheres estão satisfeitas com o tamanho do que os parceiros têm a oferecer. Diante disso, partimos em busca de respostas para algumas das maiores questões envolvendo o órgão sexual masculino? Como ele funciona afinal? Tamanho é documento? Como são as cirurgias que prometem ganhos estéticos e funcionais? E qual é o impacto de se associar pênis pequenos à falhas de caráter? Mergulho mais fundo O homem não existe: masculinidade, desejo e ficção (link para compra) Entrevistado do episódio Doutora em literatura pela Universidade de Brasília (UnB), professora de teoria da literatura na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), crítica literária e escritora. Autora do livro "O homem não existe", editora Zahar. Médico urologista, autor do livro "Tamanho é documento". Ex-médico urologista responsável pelo recorde mundial de aumento peniano no Guinness Book, o livro dos recordes. Hoje, atua como advogado. Ficha técnica Produção e edição: Matheus Marcolino. Leituras adicionais: Lígia Diniz Mixagem de som: Vitor Coroa. Trilha sonora tema: Paulo Gama Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari Direção, roteiro e sonorização: Tomás Chiaverini | |||
| 149: O antropólogo de mocassins | 15 Oct 2025 | 01:06:22 | |
Neste episódio, a gente conta como o antropólogo Michel Alcoforado passou 15 anos infiltrado no mundo das elites econômicas brasileiras e saiu de lá com o livro que se tornaria um dos maiores sucessos editoriais de 2025. No recém-lançado Coisa de Rico (Todavia), Michel Alcoforado mostra como os super ricos brasileiros usam iates, quadros, vinhos, mansões e mocassins para se diferenciar. Mostra como essas “coisas de rico” servem ao mesmo tempo para criar identidade e para manter os pobres mortais (ou mortais pobres) do lado de fora. Mostra como os novos ricos penam para entrar nesse mundo de champagne e caviar. E como os ricos tradicionais penam para mostrar que estão ali desde sempre, que o lugar deles é natural e não resultado de um sistema social cruel e desigual. Mas, para mostrar tudo isso, o Michel teve de se infiltrar nesse mundo, teve de mudar a própria imagem e até a própria personalidade. Teve de se tornar Michel Alcoforado, o antropólogo do luxo. Esse episódio fala sobre a jornada do Michel que deu origem ao Coisa de Rico. Mergulho mais fundo Coisa de rico - a vida dos endinheirados brasileiros (link para compra) Entrevistado do episódio Douto em antropologia social, palestrante, comentarista da Rádio CBN e apresentador do podcast É Tudo Culpa da Cultura. Ficha técnica Produção e edição: Matheus Marcolino. Mixagem de som: Vitor Coroa. Trilha sonora tema: Paulo Gama Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari Direção, roteiro e sonorização: Tomás Chiaverini | |||
| 148: A infame escola de golpes | 01 Oct 2025 | 00:54:35 | |
Este episódio de Escafandro, o primeiro feito em parceria com a Agência Lupa, conta como estelionatários ensinam golpes online, sob vista grossa das plataformas de mídias sociais. O número de estelionatos no Brasil não para de crescer. De acordo com o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, de 2025, a quantidade de casos registrados aumentou mais de 400% desde 2018. De acordo com uma pesquisa Datafolha encomendada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, um a cada três brasileiros foi vítima de algum golpe digital no último ano. Mas, nessa apuração exclusiva, a Lupa descobriu que o crescimento dos golpes digitais não é orgânico, apenas. Não são só golpistas copiando golpistas. Existem escolas de golpe online que ensinam técnicas das mais diversas. Como clonar um cartão, como usar esse cartão sem ser pego, como configurar sites falsos, como burlar o reconhecimento facial e assim por diante. Boa parte desses cursos, e dos golpes que eles ensinam, ocorre em plataformas como o TikTok, o Instagram e o YouTube, além de aplicativos de mensagem como WhatsApp e Discord. As grandes empresas de tecnologia, por sua vez, não parecem empenhadas em coibir esse tipo de prática. Episódios relacionados #31: Profundezas da rede – Capítulo 1: O Tabuleiro #90: Era uma vez um Google bonzinho #133: Inteligência artificial artificial Entrevistados do episódio Doutor em ciências sociais pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e autor do livro “Jovens em Conflito com a lei: liberdade assistida e vidas interrompidas”. Professor de Direito da Universidade de São Paulo (USP) Professora de conteúdo e redes sociais dos cursos de Pós-Graduação e MBA da ESPM. Advogado especialista em cibercrimes e professor de Direito Digital da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Sociólogo e coordenador de projetos do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Ficha técnica Pauta, produção e reportagem: Gabriela Soares Edição: Matheus Marcolino. Mixagem de som: Vitor Coroa. Trilha sonora tema: Paulo Gama Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari Direção, roteiro e apresentação: Tomás Chiaverini
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| Escafa entrevista: Cristiano Botafogo | 24 Sep 2025 | 01:00:39 | |
Este episódio de podcast é uma conversa entre os jornalistas Cristiano Botafogo, Natália André e Tomás Chiaverini, gravada em Brasília no dia 10 de setembro de 2025. O principal tema da conversa foi o podcast Medo e Delírio em Brasília, apresentado por Cristiano Botafogo, que comenta as notícias da política nacional com muita irreverência desde 2019. O bate-papo aconteceu num restaurante da Capital Federal, durante a semana em que o STF julgava o ex-presidente Jair Bolsonaro e seus aliados acusados de tramarem um golpe de Estado. Mergulhe mais fundo Medo e Delírio em Brasília - link para o podcast A verdade vos libertará - link para compra Entrevistado do episódio Jornalista, músico e apresentador do podcast Medo e Delírio em Brasília. Coautor do fotolivro "A verdade vos libertará", da Editora Fósforo. | |||
| 147: Um data center incomoda muita gente | 17 Sep 2025 | 00:58:40 | |
Este episódio de podcast, feito em parceria com o Intercept Brasil, fala sobre os impactos que um data center do Tik Tok poderá causar em comunidades tradicionais no Ceará. A repórter Laís Martins viajou a Caucaia para entender os impactos de um futuro centro de dados que, quando pronto, deverá consumir energia equivalente a 2,2 milhões de brasileiros. Se ele fosse uma cidade, estaria em sétimo lugar em termos de consumo energético. O data center de Caucaia, que deve abrigar dados e capacidade de processamento para o TikTok, pode ser beneficiado pela Política Nacional de Data Centers (Redata). Se implementado, o projeto do Governo Federal vai conceder isenções de impostos para big techs que armazenarem dados em solo brasileiro. O novo centro de dados deve ficar dentro do Complexo Industrial e Portuário do Pecém (CIPP), que foi construído dentro de uma área habitada pelo povo Anacé. Os indígenas, que já vêm sendo afetados por indústrias que se instalaram na região, se dizem preocupados com os impactos ambientais e planejam entrar na Justiça para barrar o empreendimento. Episódios relacionados #31: Profundezas da rede – Capítulo 1: O Tabuleiro #90: Era uma vez um Google bonzinho #133: Inteligência artificial artificial Entrevistados do episódio Assessor especial do Ministério da Fazenda. Doutor em geografia pela Universidade de Barcelona. Professor do Departamento de Geografia da Universidade Federal do Ceará (UFC). Roberto Anacé Cacique da comunidade Terra Tradicional. Paulo Anacé Liderança da aldeia Grande Cauípe. Assessor especial da Secretaria Estadual do Meio Ambiente do estado do Ceará (Semace). Ficha técnica Pauta, produção e reportagem: Laís Martins Edição e sonorização: Matheus Marcolino. Mixagem de som: Vitor Coroa. Trilha sonora tema: Paulo Gama Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari Direção, roteiro e apresentação: Tomás Chiaverini
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| 146: Nabokov contra os robôs | 03 Sep 2025 | 01:05:33 | |
Este episódio de podcast fala sobre a arte feita por inteligência artificial e sobre o futuro da criatividade humana. Em 2018, a exclusividade humana no campo da arte foi posta à prova. A casa de leilão Christie's vendeu, pela primeira vez, uma obra de arte feita por IA. O item, arrematado por 432 mil dólares, era a impressão de uma gravura gerada por um um programa de inteligência artificial que "estudou" pinturas históricas. As artes plásticas não são o único campo invadido pela IA. Nichos literários como o dos romances eróticos têm abundância de títulos escritos com ajuda de robôs. Isso sem falar em áreas não artísticas da escrita, como e-mails, relatórios, petições e memorandos, estas tomadas por aplicações de inteligência artificial. Ao mesmo tempo, atividades como as artes plásticas e a literatura são profundamente subjetivas. Isso impede que robôs, ao menos no estágio atual, criem coisas genuínas e inovadoras. Assim, abre-se uma encruzilhada. Será que o universo das artes vai se tornar um feudo onde só humanos entram? Ou será que a inteligência artificial vai reinar aí também? Episódios relacionados 90: Era uma vez um Google bonzinho 133: Inteligência artificial artificial Mergulhe mais fundo Escrever é humano: Como dar vida à sua escrita em tempo de robôs (link para compra) Little Martians, de Vanessa Rosa (link para o site) Entrevistados do episódio Jornalista, escritor e colunista da Folha de S. Paulo. Criador do blog Todoprosa. Autor de livros como "O Drible", "A vida futura", e o recém lançado "Escrever É Humano: Como dar vida à sua escrita em tempo de robôs". Artista visual brasileira radicada nos Estados Unidos. Criadora do universo Little Martians. Ficha técnica Produção e edição: Matheus Marcolino Locução adicional: Priscila Pastre Mixagem de som: Vitor Coroa Trilha sonora tema: Paulo Gama Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari Direção, roteiro e sonorização: Tomás Chiaverini | |||
| 145: Versão Brasileira | 20 Aug 2025 | 00:59:46 | |
Este episódio de podcast fala sobre o curioso ofício dos dubladores: atrizes e atores que estrelam as maiores produções do planeta e continuam sendo ilustres desconhecidos. Casos de atores que se prepararam por muito tempo para um papel não são raros. Diz a lenda que Meryl Streep, uma das atrizes mais reverenciadas da história, aprendeu alemão e polonês para protagonizar “A escolha de Sofia”, papel que lhe rendeu o Oscar de Melhor Atriz em 1982. Mas, quando o filme chega nos espectadores, muitas vezes a voz das atrizes e atores, e com ela boa parte das atuações originais, é substituída. Entra em cena um dos profissionais mais fascinantes do audiovisual: o dublador. Enquanto atores têm meses de preparação para um filme, um dublador frequentemente descobre o que vai gravar na divulgação da escala de trabalho dele. É uma rotina sem tapetes vermelhos sem reconhecimento em restaurantes, sem milhões de dólares na conta. Episódios relacionados #05: O papel secreto do alho-poró no som de cinema #93: Quem quer ser Indiana Jones? #118: O cinema e o sexo inventado Entrevistados do episódio Atriz, dubladora e diretora de dublagem. Foi a voz da Telesp, dublou as atrizes Glenn Close, Jamie Lee Curtis, Julie Andrews, Jane Fonda e Meryl Streep, e participou da dublagem de séries como Bridgerton, Sailor Moon e One Piece. Atriz, diretora de dublagem e dubladora na Vox Mundi. Entre seus trabalhos mais conhedidos estão as vozes de Saori, em Cavaleiros do Zodíaco, de Sandy, em Bob Esponja, e as das atrizes Anne Hathaway, Kirsten Dunst e Natalie Portman. Linguista e tradutora audiovisual especializada em dublagem na Vox Mundi. Tradutor. Trabalha no setor de Localização na CrunchyRoll. Ficha técnica Produção e edição: Matheus Marcolino. Mixagem de som: Vitor Coroa. Trilha sonora tema: Paulo Gama Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari Direção, roteiro e sonorização: Tomás Chiaverini
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| 144: A mãe de todas as dores | 06 Aug 2025 | 00:58:10 | |
Este episódio de podcast conta como é a vida de alguém que precisa lidar com a cefaleia em salvas, doença crônica rara que causa uma das maiores dores que um humano pode sentir. Quando alguém visita um pronto socorro se queixando de dor, é comum que os profissionais de saúde peçam para que o paciente tente mensurar o tamanho dessa dor. Apesar de ser difícil classificar a intensidade de dor numa escala de números ou de cores, existem dores intensas ao ponto de atingirem o nível máximo. Esse é o caso da cefaleia em salvas. Essa dor de cabeça é rara (atinge cerca de 0,1% das pessoas) e causa um sofrimento inigualável: algumas pacientes já relataram que a cefaleia em salvas supera a dor do parto. Além disso, não é incomum que pensamentos suicidas surjam durante os períodos de crise, que podem durar até um mês. Mas a característica mais intrigante da cefaleia em salvas não é a intensidade da dor, e sim a frequência. Depois do período de crise, ela desaparece completamente. Alguns tentam esquecer que ela existe. O problema é que depois de algum tempo adormecida, ela volta com força. E o ciclo se repete. Mergulhe mais fundo Escuta Essa: Dor - link para o episódio Hypothalamic activation in cluster headache attacks Episódios relacionados #127: Larissa contra as bactérias #107: Dr. Oscar e o menino que precisava enxergar #92: Quando a Covid não vai embora Entrevistados do episódio Filósofo e podcaster. É apresentador dos podcasts Bola Presa, Escuta Essa, Pouco Pixel e Debate de Bolso. Médica neurologista especialista em cefaleia em salvas. É doutora em neurologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), membra da Academia Brasileira de Neurologia, da Sociedade Brasileira de Neurologia e da International Headache Society. Ficha técnica Produção e edição: Matheus Marcolino. Mixagem de som: Vitor Coroa. Trilha sonora tema: Paulo Gama Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari Direção, roteiro e sonorização: Tomás Chiaverini | |||
| 143: Sob a sombra de Israel | 23 Jul 2025 | 01:21:06 | |
Este episódio de podcast busca entender como Israel, um estado que foi criado em resposta a um dos maiores genocídios da história, assumiu para si o papel de genocida; e como o lobby sionista justifica o massacre em Gaza, persegue críticos e impacta judeus e palestinos em todo o mundo. O Holocausto foi um dos maiores genocídios da história da humanidade. Não só pela quantidade de pessoas mortas, mas também porque porque ele envolveu um sistema industrial massivo de assassinato. Multidões colocadas em trens e caminhões, levadas para campos de concentração, depois mortas em câmaras de gás e queimadas em fornalhas. É comum acreditar que nada se compara ao Holocausto. No século 21, porém, não existe nada tão parecido com o Holocausto quanto o massacre que Israel vem promovendo na Faixa de Gaza. Pessoas de um mesmo povo presas, passando fome, sendo sistematicamente exterminadas - tudo isso com o apoio de potências globais, que fecham os olhos para os crimes cometidos em nome de uma ideologia: o sionismo. Mergulhe mais fundo Marxismo e judaísmo: história de uma relação difícil (link para compra) Episódios relacionados Entrevistados do episódio Professor do curso de Relações Internacionais da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), vice-líder do Grupo de Estudos sobre Conflitos Internacionais (GECI/PUC-SP) e pesquisador do Instituto Nacional de Estudos de Ciência e Tecnologia para o estudo dos Estados Unidos (INCT-Ineu). Chefe do Departamento de Relações Internacionais da PUC-SP, coordenador do Grupo de Estudos sobre Conflitos Internacionais (GECI-PUC), e professor do Programa de Pós-Graduação em Relações Internacionais San Tiago Dantas (PUC/UNESP/Unicamp). Doutora em história, professora de História Árabe na na Universidade de São Paulo (USP). Diretora do Centro de Estudos Palestinos e vice-coordenadora do programa de pós-graduação em História Econômica da Faculdade de Filosofia Letras e Ciências Humanas (FFLCH-USP). Rabino brasileiro radicado em Nova York, nos Estados Unidos. Atuou por mais de 20 anos na Congregação Israelita Paulista (CIP). Ficha técnica Produção e edição: Matheus Marcolino. Mixagem de som: Vitor Coroa. Trilha sonora tema: Paulo Gama Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari Direção, roteiro e sonorização: Tomás Chiaverini | |||
| 142: Heil Trump | 09 Jul 2025 | 00:57:01 | |
Neste episódio de podcast apontamos as semelhanças e diferenças entre Donald Trump e Adolf Hitler, e comparamos o início de seus respectivos governos. Após a derrota na Primeira Guerra Mundial, a Alemanha se viu completamente destruída. A república recém-criada teve de enfrentar uma hiperinflação e múltiplas tentativas de golpe de Estado. Nesse contexto de crise política e de representação, surgiram grupos radicais de extrema direita. E o líder de um desses grupos, um homem que já soava ridículo para muitos, ascendeu ao poder prometendo fazer a Alemanha grande novamente. Ele passou a perseguir opositores e minoras, enfraqueceu as instituições, e definiu o inimigo número um do povo alemão: os judeus. Quase 100 anos depois, os Estados Unidos elegeram como seu novo presidente um homem considerado ridículo por parte da nação e do mundo. Ele assumiu prometendo trazer o país de volta às glórias, vem perseguindo as instituições democráticas, e definiu que os imigrantes são o inimigo a ser derrotado na América. A Alemanha de Hitler e os Estados Unidos de Trump tem muitas semelhanças, mas muitas diferenças também. É sobre isso o episódio 142 da Rádio Escafandro. Mergulhe mais fundo Faces do Extremo: o Neofascismo nos EUA 1970-2010 (link para download) Entrevistada do episódio Doutora em história e professora de História Contemporânea na Universidade Federal Fluminense (UFF). Integra o Núcleo Interdisciplinar de Estudos e Pesquisas sobre Marx e o Marxismo (Niep-Marx), o Laboratório de História Econômico-Social (Polis) e a Rede Direitas História e Memória. Episódios relacionados #79: Os pobres de direita e o futuro da política #139: Manual prático para saída à esquerda Ficha técnica Edição: Matheus Marcolino. Mixagem de som: Vitor Coroa. Trilha sonora tema: Paulo Gama Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari Produção, direção, roteiro e sonorização: Tomás Chiaverini | |||
| 141: Tchau, Rio | 25 Jun 2025 | 00:56:13 | |
Este episódio explica como as milícias cresceram, evoluíram e se tornaram uma parte do que é o Rio de Janeiro, e analisa como isso se relaciona com o restante do Brasil. Com a desculpa de combater a criminalidade durante os anos 60, policiais começaram a formar equipes para matar criminosos (ou supostos criminosos) das periferias e subúrbios. O primeiro destes grupos a se tornar conhecido foi a Scuderie Le Cocq, formada em 1964 por doze policiais que decidiram "fazer justiça" com as próprias mãos. A população gostou da ideia, e os grupos de extermínio cresceram. Esses grupos, hoje conhecidos como milícias, evoluíram e se modificaram com o tempo. Hoje, o leque de serviços é maior, e matar deixou de ser a única atividade comercial. O dinheiro pode vir do monopólio do gás, da TV a cabo, e da segurança, por exemplo. Milicianos cobram taxas de comerciantes e até de moradores, e o não pagamento delas é motivo para a violência. De acordo com levantamento feito pelo Instituto Fogo Cruzado e pelo Grupo de Estudos dos Novos Ilegalismos da Universidade Federal Fluminense (Geni/UFF), o número de áreas dominadas por milicianos cresceu 387% entre 2006 e 2021. Atualmente as milícias são o maior grupo criminoso do RJ, e são responsáveis por metade dos territórios sob controle do crime organizado. Não parece que há escapatória - a expansão pode até ir além do Rio. Episódios relacionados #40: Mil dias de Marielle presente #81: Sobre chacinas e milícias Mergulhe mais fundo Como nasce um miliciano: A rede criminosa que cresceu dentro do Estado e domina o Brasil (link para compra) Entrevistados do episódio Jornalista, pós graduada em Criminalidade e Segurança Pública pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Fundadora do Instituto Fogo Cruzado e cofundadora do The Intercept Brasil. Tenente coronel da reserva da Policia Militar do Estado de São Paulo. Bacharel em direito, mestre em Direitos Humanos pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP). Membro da Comissão Justiça e Paz da Arquidiocese de São Paulo. Autor do livro "O Guardião da Cidade". Ficha técnica Edição: Matheus Marcolino. Mixagem de som: Vitor Coroa. Trilha sonora tema: Paulo Gama Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari Produção, direção, roteiro e sonorização: Tomás Chiaverini | |||
| 140: O sol é para poucos | 11 Jun 2025 | 01:05:38 | |
Este episódio mergulha nas contradições de Balneário Camboriú, cidade conhecida por seus arranha-céus milionários, pela ostentação e pela desigualdade. Localizada no litoral catarinense, Balneário Camboriú foi apelidada de "Dubai brasileira". A cidade tem o metro quadrado mais caro do Brasil, forte presença de milionários, e é um dos destinos mais procurados pelos turistas do centro oeste do país. O luxo é o padrão em Balneário, e a ostentação não só é permitida como faz parte do convívio social. Congestionamento de carros importados para chegar a uma igreja evangélica, milionários que contratam mergulhadores para resgatar iPhones e médicos oferecendo harmonização íntima em outdoors são algumas das situações inusitadas que a jornalista Marie Declerq encontrou nos cinco dias que passou na cidade. Ao mesmo tempo, os edifícios de mais de 200 metros de altura encobrem a luz do sol - e uma desigualdade ferrenha. Enquanto Balneário Camboriú ocupa o segundo lugar no ranking do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de Santa Catarina, Camboriú, a cidade vizinha onde vivem muitos trabalhadores do balneário, registra apenas o 169º lugar. Este episódio de podcast faz um perfil da "Dubai brasileira", a cidade favorita dos milionários e dos corretores de imóveis, onde a luz do sol não é para todos. Episódios relacionados #51: Coração rico bate mais tempo Entrevistados do episódio Vereador em Balneário Camboriú pelo Partido dos Trabalhadores (PT). Mestre em planejamento territorial pela Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC). Doutora em educação, pedagoga e professora universitária. Ex-vereadora e ex-candidata à prefeita de Balneário Camboriú. Corretor de imóveis de luxo em Balneário Camboriú. Ficha técnica Produção e reportagem: Marie Declercq Edição: Matheus Marcolino. Mixagem de som: Vitor Coroa. Trilha sonora tema: Paulo Gama Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari Direção, roteiro e sonorização: Tomás Chiaverini | |||
| 139: Manual prático para saída à esquerda | 28 May 2025 | 01:16:12 | |
Este episódio analisa possíveis saídas para o campo democrático diante do avanço da extrema-direita no Brasil e no mundo. O avanço da extrema-direita com tendências autoritárias tem causado perplexidade no campo democrático, em especial, nos setores mais progressistas. Forças políticas tradicionalmente associadas à esquerda parecem incapazes de se opor de maneira eficiente e duradoura ao avanço de figuras como Donald Trump, Nayib Bukele e Jair Bolsonaro. Para tentar entender o que está por trás desse fenômeno e quais são as saídas para os setores democráticos e de esquerda, conversamos com quatro analistas políticos dividimos o episódio em três partes. Na primeira, são apresentados alguns dos fatores que que ajudaram a extrema direita a se estabelecer. Na segunda, o foco é na criação de um sistema paralelo de comunicação e no uso da desinformação como arma. E, na última, são apresentadas propostas para o futuro da esquerda e a manutenção da democracia. Mergulhe mais fundo Menos Marx, mais Mises: O liberalismo e a nova direita no Brasil (link para compra) Limites da democracia: De junho de 2013 ao governo Bolsonaro (link para compra) O pobre de direita: A vingança dos bastardos (link para compra) Episódios relacionados #79: Os pobres de direita e o futuro da política Entrevistados do episódio Sociólogo e escritor. Autor de livros como "A elite do atraso" e "O pobre de direita: A vingança dos bastardos". Cientista político, professor do departamento de filosofia da Unicamp e pesquisador do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap). Autor de "Limites da Democracia", "Como nasce o novo" e "Imobilismo em movimento". Antropóloga, professora de ciência política na Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP) e coordenadora do Observatório da Extrema Direita. Doutora em ciência política pela Universidade de São Paulo (USP), diretora científica do Centro para Imaginação Crítica (CCI) do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap). Finalista do Prêmio Jabuti com o livro "Menos Marx mais Mises. O liberalismo e a nova direita no Brasil". Ficha técnica Produção e edição: Matheus Marcolino. Mixagem de som: Vitor Coroa. Trilha sonora tema: Paulo Gama Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari Direção, roteiro e sonorização: Tomás Chiaverini | |||
| 138: Sobre jornalistas e torturadores | 14 May 2025 | 01:18:32 | |
Este episódio de podcast é uma conversa com a jornalista e escritora Juliana Dal Piva, gravada no Festival Literário Internacional de Poços de Caldas (Flipoços), em maio de 2025. Entre os temas da conversa estão os desafios de se entrevistar torturadores, o que se sabe hoje sobre o assassinato e a ocultação do corpo de Rubens Paiva, e como o retorno desse caso aos holofotes impacta as tentativas de responsabilizar militares torturadores e assassinos, que até hoje seguem impunes. Mergulhe mais fundo Crime Sem Castigo (link para compra) Entrevistada do episódio Jornalista e escritora. Apresentadora do podcast A Vida Secreta de Jair e autora dos livros "O Negócio do Jair" e "Crime Sem Castigo". | |||
| 137: Os segredos psicodélicos da Jurema Sagrada | 30 Apr 2025 | 01:09:21 | |
Este episódio fala sobre a Jurema, uma planta alucinógena que originou uma religião indígena e que pode revolucionar o tratamento da depressão. Na seiva da Jurema corre uma substância chamada N, N-dimetiltriptamina - a DMT, que acredita-se ser uma das responsáveis pelos nossos sonhos. Ela também está presente na ayahuasca, que, quando ingerida, pode provocar alucinações. A Jurema, porém, vai muito além do seu potencial alucinógeno e se diferencia de outras plantas parecidas. Ela é a protagonista de uma religião ancestral, que se misturou a cultos de matriz africana e passou anos escondida. Neste episódio de podcast, falamos sobre como uma substância psicodélica, que tem o potencial de revolucionar o tratamento de depressão, deu origem a um conjunto de crenças e rituais que se constituem numa das religiões mais brasileiras que existem. Mergulhe mais fundo A Ciência Encantada de Jurema (link para compra) Entrevistados do episódio Jornalista de ciência e ambiente, colunista da Folha de S. Paulo, autor de “Psiconautas - Viagens com a Ciência Psicodélica Brasileira”. Doutor em antropologia e professor da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Professor do Instituto do Cérebro da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Sua atuação é focada nos estudos de alteração de consciência provocados pela ayahuasca e o potencial da substância como antidepressivo. Antropólogo e professor da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG). Autor do livro "Jurema". Ficha técnica Produção e edição: Matheus Marcolino. Mixagem de som: Vitor Coroa. Trilha sonora tema: Paulo Gama Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari Direção, roteiro e sonorização: Tomás Chiaverini Cânticos entoados por: Joanah Flor e Thulny Fulni-ô | |||
| 136: Quer apostar? | 16 Apr 2025 | 00:56:56 | |
Este episódio mergulha no universo das apostas esportivas e tenta entender o fenômeno das bets no Brasil. As bets foram eleitas pela opinião pública como as grandes vilãs do Brasil. De acordo com o Banco Central, beneficiários do Bolsa Família depositaram R$3 bilhões em casas de apostas somente em agosto de 2024. Foram 5 milhões de pessoas apostando, 10% das mais de 50 milhões beneficiadas pelo programa. Os números são alarmantes, e, ao menos desde 2018, as casas de aposta vêm ganhando muito dinheiro dentro do nosso país. Apesar disso, a discussão sobre o mercado de apostas no Congresso e na sociedade civil pouco avançou desde 2018, quando as apostas foram legalizadas em território nacional. Se 80% dos apostadores ficam no prejuízo, por que tantos seguem apostando? Como o Brasil, de acordo com pesquisa da H2 Gambling Capital, se tornou o sétimo maior mercado de apostas no planeta? Neste episódio de podcast, fazemos um mergulho no universo das apostas esportivas, e buscamos entender o porquê de os humanos se interessarem por apostas. Mergulhe mais fundo Em busca de mais excitação: reflexões acerca das apostas esportivas (link para o artigo) Entrevistados do episódio Doutorando em educação física pela Universidade de Brasília (UNB). Autor do artigo "Em busca de mais excitação: reflexões acerca das apostas esportivas". Apostador esportivo profissional. Criador do "Guia das Apostas". Ficha técnica Produção e edição: Matheus Marcolino. Mixagem de som: Vitor Coroa. Trilha sonora tema: Paulo Gama Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari. Direção, roteiro e sonorização: Tomás Chiaverini
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| 135: Neide Rigo contra o kiwi-banana | 02 Apr 2025 | 01:06:21 | |
Este episódio parte de golpes com frutas inexistes e ataques a hortas urbanas para mergulhar na nossa relação com aquilo que comemos. O Mercado Municipal de São Paulo já foi um importante entreposto de alimentados da cidade. Hoje, sobrevive como marco arquitetônico e também como armadilha para turistas que caem no conto do sanduíche de mortadela ou na lábia dos vendedores de fruta que cobram preços proibitivos. A partir de uma incursão neste espaço, a jornalista de gastronomia Priscila Pastre investiga como o golpe da fruta do mercadão se relaciona com ataques a uma horta urbana. E reponde o que, afinal, é o famigerado kiwi-banana. Mergulhe mais fundo Comida Comum – Neide Rigo (Link para compra) Entrevistados do episódio Doutor em Ciências Biológicas e pesquisador da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Nutricionista, agricultora urbana e escritora. Ficha técnica Reportagem: Priscila Pastre Produção e apoio de edição: Matheus Marcolino. Mixagem de som: Vitor Coroa. Trilha sonora tema: Paulo Gama Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari. Direção, roteiro e edição: Tomás Chiaverini | |||
| 134: Los golpistas fujones | 18 Mar 2025 | 01:04:46 | |
Este episódio acompanha a viagem de um repórter para a Argentina, em busca dos golpistas de 8 de janeiro. Dois anos após a tentativa de golpe em Brasília, no dia 8 de janeiro de 2023, o gabinete do ministro Alexandre de Moraes divulgou que 898 pessoas foram responsabilizadas criminalmente pelos atentados contra a democracia. Dos condenados, 371 tiveram penas com restrição de liberdade. O problema é que só pouco mais da metade deles foram presos, enquanto o restante está na condição de foragido da justiça. A Argentina, governada pelo extremista de direita Javier Milei, é o destino favorito. E apesar de um juiz argentino já ter acatado o pedido do Brasil e emitido mandados de prisão contra boa parte desses foragidos, apenas cinco foram presos. Neste episódio de podcast, fruto da parceria entre a Rádio Escafandro e o The Intercept Brasil, o repórter Paulo Motoryn viaja à Argentina para fazer o que a polícia de Milei não tem sido capaz: encontrar os golpistas condenados pelo 8 de janeiro. Episódios relacionados #109 - General bom, general mau #129 - Os generais salvaram a pátria? Entrevistados do episódio Advogado e professor de direito da Universidade de São Paulo (USP) e da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM). Autor do livro “Como remover um presidente: história e prática do impeachment no Brasil". Ficha técnica Reportagem em Buenos Aires: Paulo Motoryn Captação de áudio em Buenos Aires: Anita Pouchard Serra Produção e apoio de edição: Matheus Marcolino. Mixagem de som: Vitor Coroa. Trilha sonora tema: Paulo Gama Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari. Direção, roteiro e edição: Tomás Chiaverini | |||
| 133: Inteligência artificial artificial | 05 Mar 2025 | 01:10:15 | |
Este episódio fala sobre como a narrativa do apocalipse pelas máquinas serve de cortina de fumaça pra ocultar problemas reais e imediatos trazidos pela popularização da inteligência artificial. Nos últimos anos, cientistas de renome, políticos, jornalistas e até os próprios desenvolvedores de programas como o Chat GPT têm alertado para os riscos de longo prazo da IA. Para um futuro em que as máquinas vão ser mais inteligentes do que os humanos, o que pode gerar todo o tipo de catástrofe, sendo a aniquilação da nossa espécie, a pior delas. Ao mesmo tempo, quem de fato estuda os avanços e os problemas trazidos pela inteligência artificial, costuma ter uma visão diferente. Por um lado, refuta a ideia de que os programas de IA, da forma como estão sendo desenvolvidos hoje, possam evoluir pra se tornar tão inteligentes, ou até mais inteligentes do que os humanos. Por outro, argumentam que a popularização desses programas já causa uma série de problemas, concretos e atuais, que precisam ser enfrentados o quanto antes. Episódios relacionados 90: Era uma vez um Google bonzinho 96: Trabalhadores do futuro não sangram Mergulhe mais fundo A proteção coletiva dos dados pessoais no Brasil: vetores de interpretação Desmistificando a inteligência artificial - Dora Kaufman (link para compra)Nexus: Uma breve história das redes de informação, da Idade da Pedra à inteligência artificial - Yuval Noah Harari (link para compra) A descrição do teste do GPT-4 (em inglês) Entrevistados do episódio Jornalista, pós-doutora em impactos sociais da inteligência artificial, e professora da PUC-SP. Autora dos livros "A inteligência artificial irá suplantar a inteligência humana?" e "Desmistificando a inteligência artificial". Pesquisador de direito digital e diretor da Data Privacy Brasil. Mestre e Doutor pela USP e Pesquisador de Pós-Doutorado em filosofia e teoria geral do direito pela USP. Autor do livro “A proteção coletiva dos dados pessoais no Brasil: vetores de interpretação” Psicólogo e professor do Departamento de Psicologia da Universidade Estadual de Maringá (UEM). Autor dos livros "Trabalho, Sociologia Clínica e Ação: alternativas à individualização do sofrimento" e "Paradoxos do Trabalho: as faces da insegurança, da performance e da competição". Ficha técnica Produção e apoio de edição: Matheus Marcolino. Mixagem de som: Vitor Coroa. Trilha sonora tema: Paulo Gama Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari. Direção, roteiro e edição: Tomás Chiaverini | |||