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Explorez tous les épisodes du podcast Pergunta Simples

Plongez dans la liste complète des épisodes de Pergunta Simples. Chaque épisode est catalogué accompagné de descriptions détaillées, ce qui facilite la recherche et l'exploration de sujets spécifiques. Suivez tous les épisodes de votre podcast préféré et ne manquez aucun contenu pertinent.

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Quantas decisões tomamos verdadeiramente na vida? Júlio Isidro26 Aug 202601:16:14
🔔 Receba novos episódios 🎧|📺 https://perguntasimples.com/subscrever/ Júlio Isidro nunca planeou nada. Foi para a televisão porque um padre lhe disse para ir. Ficou em Portugal em abril de 1974 porque o chefe lhe disse que dava para voltar. E leu os primeiros comunicados do MFA ao microfone porque trocou um turno com um colega. Nesta conversa, uma das vozes mais reconhecidas de Portugal fala sobre comunicação, sobre a arte da metáfora sob censura, sobre o que se perde quando uma televisão apaga a sua própria memória — e sobre a pergunta que nunca ninguém lhe tinha feito. Destaques do episódio Como se constroem cem mil horas de voz — e o que isso revela sobre caráter. A noite de 24 para 25 de Abril no Rádio Clube Português. A arte da metáfora como forma de resistência à censura. Como descobriu António Variações num cabeleireiro. Porque é que o coração de um homem de televisão bate pela rádio. O acordo ortográfico como "o maior desacordo que se conseguiu criar." A felicidade como ponto de passagem — e o conceito de ser vs. ter. A pergunta que nunca ninguém lhe fez — e a resposta que ficou. Citação de Ouro "A arte da metáfora é dizer mais ou menos aquilo que se pode dizer, mas com vontade de dizer um bocadinho mais. E as pessoas percebem isso também." 🔗 Episódio com Júlio Isidro: https://perguntasimples.com/porque-e-que-toda-a-gente-reconhece-esta-voz-julio-isidro/ 🎦 YouTube: https://www.youtube.com/@pergunta.simples?sub_confirmation=1 🎧 Spotify: https://spoti.fi/3kb07qm 🍎 Apple Podcasts: https://podcasts.apple.com/pt/podcast/pergunta-simples/id1512308084 📺 RTP Play: https://www.rtp.pt/play/p7644/pergunta-simples 🌐 Website: https://www.perguntasimples.com
A tecnologia veio substituir o que fazemos ou quem somos? Valter Hugo Mãe19 Aug 202600:55:43
🔔 Receba novos episódios 🎧|📺 https://perguntasimples.com/subscrever/ Fizemos a tecnologia para tratar das tarefas chatas e nos devolver tempo para pensar. E se o que construímos para fazer as coisas por nós tiver começado a fazer-se passar por nós? É a desconfiança que atravessa esta conversa, que parte de um novo romance para chegar à forma como comunicamos, acreditamos e nos deixamos enganar. Uma viagem da escrita à desumanização, com paragens no boato, na fé e na estupidez que aprendeu a ter orgulho de si própria. Destaques desta conversa: A máquina deixou de querer fazer o que fazemos para se fazer passar por quem somos Porque é que a ignorância, hoje, deixou de ter vergonha O Século dos Imbecis e o marquês que a vila escolhe subir ou descer A desinformação como forma de violência e de poder O silêncio dos bons e as instituições que se calam O boato, da aldeia do Minho à impunidade da rede Porque é que perdemos a maravilha quando ganhámos a prova de tudo Um livro está vazio até um leitor o preencher Escrever para crianças, o público mais sincero e mais implacável Contra a máquina, rir, abrandar e agradecer "A tecnologia foi convidada para substituir o que fazemos. A tentação, agora, é deixá-la substituir quem somos." 🔗 Episódio: https://perguntasimples.com/a-tecnologia-veio-substituir-o-que-fazemos-ou-quem-somos-valter-hugo-mae/ 🎦 YouTube: https://www.youtube.com/@pergunta.simples?sub_confirmation=1 🎧 Spotify: https://spoti.fi/3kb07qm 🍎 Apple Podcasts: https://podcasts.apple.com/pt/podcast/pergunta-simples/id1512308084 📺 RTP Play: https://www.rtp.pt/play/p7644/pergunta-simples 🌐 Website: https://www.perguntasimples.com
O que distingue uma boa pergunta de uma má? Carlos Daniel [ESSENCIAL]11 Aug 202600:50:43
🔔 Receba novos episódios 🎧|📺 https://perguntasimples.com/subscrever/ Há uma diferença mínima entre uma pergunta que termina em ponto de interrogação e outra que termina em reticências. Parece um pormenor tipográfico, mas é aí que se joga boa parte da comunicação pública dos nossos dias. Uma obriga a responder. A outra deixa o caminho aberto para dizer aquilo que já se queria dizer. Nesta conversa, um jornalista que faz perguntas em direto há mais de trinta anos explica como se prepara, quando interrompe, o que corrige e a quem deve verdadeiramente lealdade. Destaques desta conversa: O que distingue uma boa pergunta de uma pergunta vaga Porque é que quem responde chega treinado e quem pergunta nem sempre A quem deve o jornalista a sua primeira lealdade A diferença entre moderar um debate e fazer uma entrevista O que pode ser corrigido em direto e o que tem de ficar por corrigir Como se conduz um debate com dez ou onze candidatos Porque é que a agressividade está na pergunta e não no tom Escrever para dizer em vez de escrever para ler Como se constrói credibilidade e com que rapidez se destrói O que se diz quando as câmaras se desligam "A lealdade mais importante do jornalista não é ao chefe nem ao patrão, é com o público." Episódio da série Essencial, publicado anteriormente no Pergunta Simples. 🔗 Episódio: https://perguntasimples.com/o-que-distingue-uma-boa-pergunta-de-uma-ma-carlos-daniel/ 🎦 YouTube: https://www.youtube.com/@pergunta.simples?sub_confirmation=1 🎧 Spotify: https://spoti.fi/3kb07qm 🍎 Apple Podcasts: https://podcasts.apple.com/pt/podcast/pergunta-simples/id1512308084 📺 RTP Play: https://www.rtp.pt/play/p7644/pergunta-simples 🌐 Website: https://www.perguntasimples.com
Porque é que amamos quem amamos? José Gameiro [ESSENCIAL]05 Aug 202600:53:48
📺 https://perguntasimples.com/subscrever/ Neste episódio especial, os papéis invertem-se: Jorge Correia é o entrevistado. À conversa com Filomena Crespo, no programa Duas de Prosa, da Antena 1, recorda a origem do Pergunta Simples e explica a curiosidade que alimenta cada episódio. Como se escolhem os convidados? O que transforma uma entrevista numa boa conversa? E como podemos falar de assuntos complicados de maneira simples? Uma conversa sobre o vício da rádio, a importância de ouvir e a vontade de descobrir pessoas com histórias e ideias interessantes para partilhar. Entrevista originalmente transmitida pela Antena 1. 🔗 Episódio: https://perguntasimples.com/porque-e-que-amamos-quem-amamos-jose-gameiro-essencial/🎦 YouTube: https://www.youtube.com/@pergunta.simples?sub_confirmation=1🎧 Spotify: https://spoti.fi/3kb07qm🍎 Apple Podcasts: https://podcasts.apple.com/pt/podcast/pergunta-simples/id1512308084📺 RTP Play: https://www.rtp.pt/play/p7644/pergunta-simples🌐 Website: https://www.perguntasimples.com
O que há por detrás de uma Pergunta Simples? — Jorge Correia [Episódio especial]31 Jul 202600:15:21
📺 https://perguntasimples.com/subscrever/ Neste episódio especial, os papéis invertem-se: Jorge Correia é o entrevistado. À conversa com Filomena Crespo, no programa Duas de Prosa, da Antena 1, recorda a origem do Pergunta Simples e explica a curiosidade que alimenta cada episódio. Como se escolhem os convidados? O que transforma uma entrevista numa boa conversa? E como podemos falar de assuntos complicados de maneira simples? Uma conversa sobre o vício da rádio, a importância de ouvir e a vontade de descobrir pessoas com histórias e ideias interessantes para partilhar. Entrevista originalmente transmitida pela Antena 1. 🔗 Episódio: https://perguntasimples.com/o-que-ha-por-detras-de-uma-pergunta-simples-jorge-correia/🎦 YouTube: https://www.youtube.com/@pergunta.simples?sub_confirmation=1🎧 Spotify: https://spoti.fi/3kb07qm🍎 Apple Podcasts: https://podcasts.apple.com/pt/podcast/pergunta-simples/id1512308084📺 RTP Play: https://www.rtp.pt/play/p7644/pergunta-simples🌐 Website: https://www.perguntasimples.com
Uma máquina que fala está a pensar? Arlindo Oliveira28 Jul 202600:47:12
Processo de pensamento Processo de pensamento Atualizado com o link do episódio. 🔔 Receba novos episódios 🎧|📺 https://perguntasimples.com/subscrever/ Construímos máquinas que falam sem compreender uma palavra do que dizem. Pela primeira vez, a fluência deixou de ser prova de pensamento, e isso obriga-nos a olhar para a nossa própria forma de comunicar. Nesta conversa falamos de linguagem, de consciência, de trabalho e de arte, para chegar à pergunta que fica: o que é que continua a ser só nosso? Destaques desta conversa: Porque é que falar bem, para uma máquina, é apenas prever a palavra seguinte O que um estudo recente permite finalmente ver dentro da cabeça de um modelo Se uma máquina pode ser consciente, e porque é que desligá-la se torna um problema moral A diferença, cada vez mais fina, entre uma ferramenta e um agente Porque é que esta é a primeira tecnologia capaz de criar tecnologia O que muda no trabalho, das equipas de programadores ao apoio ao cliente O lugar de Portugal e do modelo Amália numa corrida de gigantes O problema do alinhamento, e porque é que talvez os desalinhados sejamos nós Se os smartphones têm mesmo os dias contados O que continua a ser exclusivamente humano, do amor ao prazer "Se há alguma coisa completamente vedada a uma máquina, como o amor, não sabemos. Pode ser que sim, pode ser que não." 🔗 Episódio: https://perguntasimples.com/uma-maquina-que-fala-esta-a-pensar-arlindo-oliveira/ 🎦 YouTube: https://www.youtube.com/@pergunta.simples?sub_confirmation=1 🎧 Spotify: https://spoti.fi/3kb07qm 🍎 Apple Podcasts: https://podcasts.apple.com/pt/podcast/pergunta-simples/id1512308084 📺 RTP Play: https://www.rtp.pt/play/p7644/pergunta-simples 🌐 Website: https://www.perguntasimples.com
40 anos a dar notícias. O que fica? Rodrigo Guedes de Carvalho21 Jul 202600:53:09
🔔 Receba novos episódios 🎧|📺 https://perguntasimples.com/subscrever/ Quarenta anos a dar notícias. A construir credibilidade através do tom. A escolher, todas as noites, entre serenar e alarmar. Rodrigo Guedes de Carvalho é um dos jornalistas mais reconhecidos de Portugal — e acaba de publicar o seu décimo primeiro livro, um romance onde a pergunta central é a mesma que guiou esta conversa: escrever para quê, e para quem, num mundo que está a perder palavras? Destaques desta conversa: Por que razão nunca quis ser jornalista — e o que aprendeu ao sê-lo durante 40 anos O tom como a decisão editorial mais importante de um pivô — e o que o distingue de um robô A pandemia como laboratório da polarização e origem da desconfiança no jornalismo O que quis dizer com «juntar 500 jornalistas numa sala» — e porque o disse na promoção de um romance Ava Carina, a ministra da Influência: o camaleão ético que reconheceu ao longo da vida A inteligência artificial como preguiça organizada — e o estagiário que pediu à IA para escrever a peça Estamos a perder palavras — o empobrecimento do vocabulário e a alimentação dos extremismos «Rodriguinho, já chegaste então» — o abraço ao António Lobo Antunes na Feira do Livro «Quando um dia eu morrer, o que eu quis dizer está nos livros, muito mais do que no jornalismo» O jornalismo que, com medo da concorrência, instila ansiedade em vez de serenar «A literatura é uma forma inútil, mas maravilhosa, de as pessoas se conhecerem sem nunca se terem visto.» 🔗 Episódio: https://perguntasimples.com/40-anos-a-dar-noticias-o-que-fica-rodrigo-guedes-de-carvalho/ 🎦 YouTube: https://www.youtube.com/@pergunta.simples?sub_confirmation=1 🎧 Spotify: https://spoti.fi/3kb07qm 🍎 Apple Podcasts: https://podcasts.apple.com/pt/podcast/pergunta-simples/id1512308084 📺 RTP Play: https://www.rtp.pt/play/p7644/pergunta-simples 🌐 Website: https://www.perguntasimples.com
Sexo: falamos, ou ficamos a perder? Mafalda Cruz14 Jul 202600:51:41
🔔 Receba novos episódios 🎧|📺 https://perguntasimples.com/subscrever/ Há uma vergonha que aprendemos cedo e nunca chegamos a questionar: a de falar sobre aquilo que nos dá prazer. Falamos sem hesitar de cansaço, de tristeza, de dores nas costas. Travamos quando o assunto é desejo. Nesta conversa, uma médica que ouve, todos os dias, o que a maior parte de nós não diz a mais ninguém, explica porque é que o problema raramente está no corpo, e está quase sempre na falta de palavras para pedir aquilo que se quer. Destaques desta conversa: Porque é que ainda temos vergonha de falar sobre desejo e sexo A diferença entre não ter vocabulário e não ter coragem Porque o termo "preliminares" está errado, e o que isso revela sobre o que valorizamos O guião sexual que seguimos sem nunca o questionar Como o contexto de vida, stress, dinheiro, carga mental, pesa mais no desejo do que qualquer hormona A masturbação como forma de autoconhecimento, dentro ou fora de uma relação Porque as fantasias sexuais não são traição O exercício das folhas de papel que recomenda aos casais Porque mentimos sobre a nossa vida sexual, mesmo em anonimato O que acontece depois do sexo, e porque isso também conta "Ninguém sonha com uma pescada cozida." 🔗 Episódio: https://perguntasimples.com/sexo-falamos-ou-ficamos-a-perder/ 🎦 YouTube: https://www.youtube.com/@pergunta.simples?sub_confirmation=1 🎧 Spotify: https://spoti.fi/3kb07qm 🍎 Apple Podcasts: https://podcasts.apple.com/pt/podcast/pergunta-simples/id1512308084 📺 RTP Play: https://www.rtp.pt/play/p7644/pergunta-simples 🌐 Website: https://www.perguntasimples.com
Como interrogar quem esconde a verdade? Carlos Farinha07 Jul 202600:46:39
🔔 Receba novos episódios 🎧|📺 https://perguntasimples.com/subscrever/ A pergunta é sempre um meio, nunca um fim. É assim que começa esta conversa, e é assim que ela termina: com a ideia de que não há crimes perfeitos, apenas esclarecimentos imperfeitos. No meio, 44 anos de interrogatórios, entrevistas a vítimas, cenas de crime e uma certeza: deixamos sempre a nossa marca, mesmo quando tentamos não deixar nada. Destaques desta conversa: — A pergunta como instrumento: o que muda quando deixa de ser um fim em si mesmo — Como se entrevista uma vítima sem a voltar a ferir — A dissonância cognitiva do criminoso: a diferença entre mentir e justificar-se — O que o silêncio comunica e o que o sistema pode fazer com ele — Por que dificilmente haverá boa decisão judicial sem boa investigação — O princípio de Locard aplicado ao mundo digital: deixamos sempre a nossa marca — A história do investigador que sonhou com a solução de um homicídio numa noite de Natal — Por que não há crimes perfeitos, só esclarecimentos imperfeitos "Não há crimes perfeitos. O que às vezes há é formas de esclarecimento imperfeitas." 🔗 Episódio: https://perguntasimples.com/como-interrogar-quem-esconde-a-verdade-carlos-farinha/ 🎦 YouTube: https://www.youtube.com/@pergunta.simples?sub_confirmation=1 🎧 Spotify: https://spoti.fi/3kb07qm 🍎 Apple Podcasts: https://podcasts.apple.com/pt/podcast/pergunta-simples/id1512308084 📺 RTP Play: https://www.rtp.pt/play/p7644/pergunta-simples 🌐 Website: https://www.perguntasimples.com
O que revela a nossa voz? Inês Castel-Branco30 Jun 202600:56:01
🔔 Receba novos episódios 🎧|📺 https://perguntasimples.com/subscrever/ A voz é o instrumento mais imediato que usamos para comunicar. E talvez o menos controlado. Ela muda antes de decidirmos que vai mudar, revela o que não planeámos revelar, trai a intenção quando a emoção é mais forte. Neste episódio, uma hora de conversa sobre o que a voz diz de nós quando não estamos a tentar dizer nada. Destaques desta conversa: — A audição que mudou tudo: como os nervos se tornaram personagem numa cadeira amarela — Construir a voz de Snu Abecassis sem um segundo de arquivo sonoro — A viagem solitária a Estocolmo e o que os nórdicos revelam ao beber — Sete anos como voz de Portugal, e o que aconteceu quando foi substituída — A liberdade que nasce de uma casa paga pela publicidade — Por que motivo esta foi a entrevista mais difícil de conseguir em seis meses — O envelhecimento das mulheres como posicionamento profissional aos 60 — A pergunta sobre identidade que ficou sem resposta "Não vou ser hipócrita. Tenho uma casa à paladice. E desde então tenho liberdade para dizer que não." 🔗 Episódio: https://perguntasimples.com/o-que-revela-a-nossa-voz-ines-castel-branco/ 🎦 YouTube: https://www.youtube.com/@pergunta.simples?sub_confirmation=1 🎧 Spotify: https://spoti.fi/3kb07qm 🍎 Apple Podcasts: https://podcasts.apple.com/pt/podcast/pergunta-simples/id1512308084 📺 RTP Play: https://www.rtp.pt/play/p7644/pergunta-simples 🌐 Website: https://www.perguntasimples.com
Estaremos a viver o século dos imbecis? Valter Hugo Mãe23 Jun 202600:55:09
🔔 Receba novos episódios 🎧|📺 https://perguntasimples.com/subscrever/ Fizemos a tecnologia para tratar das tarefas chatas e nos devolver tempo para pensar. E se o que construímos para fazer as coisas por nós tiver começado a fazer-se passar por nós? É a desconfiança que atravessa esta conversa, que parte de um novo romance para chegar à forma como comunicamos, acreditamos e nos deixamos enganar. Uma viagem da escrita à desumanização, com paragens no boato, na fé e na estupidez que aprendeu a ter orgulho de si própria. Destaques desta conversa: A máquina deixou de querer fazer o que fazemos para se fazer passar por quem somos Porque é que a ignorância, hoje, deixou de ter vergonha O Século dos Imbecis e o marquês que a vila escolhe subir ou descer A desinformação como forma de violência e de poder O silêncio dos bons e as instituições que se calam O boato, da aldeia do Minho à impunidade da rede Porque é que perdemos a maravilha quando ganhámos a prova de tudo Um livro está vazio até um leitor o preencher Escrever para crianças, o público mais sincero e mais implacável Contra a máquina, rir, abrandar e agradecer "A tecnologia foi convidada para substituir o que fazemos. A tentação, agora, é deixá-la substituir quem somos." 🔗 Episódio: https://perguntasimples.com/estaremos-a-viver-o-seculo-dos-imbecis-valter-hugo-mae/ 🎦 YouTube: https://www.youtube.com/@pergunta.simples?sub_confirmation=1 🎧 Spotify: https://spoti.fi/3kb07qm 🍎 Apple Podcasts: https://podcasts.apple.com/pt/podcast/pergunta-simples/id1512308084 📺 RTP Play: https://www.rtp.pt/play/p7644/pergunta-simples 🌐 Website: https://www.perguntasimples.com
Para que serve o humor quando a vida dói? Eduardo Madeira17 Jun 202600:53:33
🔔 Receba novos episódios 🎧|📺 https://perguntasimples.com/subscrever/ Há coisas que só se dizem a rir. Não porque sejam ligeiras, mas porque são pesadas demais para caber noutra língua. O humor pode ser linguagem de afeto, ferramenta de aproximação, ou a única forma de enfrentar o que mais pesa. Nesta conversa, Eduardo Madeira falou da cadência que separa o riso da dor, da persona pública que se despede quando se fazem cinquenta anos, e de uma cisterna emocional que, admitiu em direto, está prestes a transbordar. Destaques desta conversa: O comediante como ornitólogo das pessoas e do comportamento humano O que faz uma piada funcionar: cadência, silêncio e o momento certo Aos 50 anos, a decisão de despedir a persona pública e contar as histórias verdadeiras A distinção entre o Eduardo público e o Eduardo real: "tudo o resto és tu a funcionar perante o outro" O ego do artista: dos píncaros do palco ao camarim vazio A cisterna emocional cheia, prestes a transbordar Rir da morte do irmão e do pai que faleceu na noite da estreia A ironia que se perde e o que a linguagem perde com ela O pior veneno: hesitar antes de dizer a piada inconveniente Depois do riso vem a cova "Quando te ris da morte, estás a desafiá-la. Estás a dizer-lhe que ela não te paralisa." 🔗 Episódio · https://www.perguntasimples.com/para-que-serve-o-humor-quando-a-vida-doi-eduardo-madeira 🎦 YouTube · https://www.youtube.com/@pergunta.simples?sub_confirmation=1 🎧 Spotify · https://spoti.fi/3kb07qm 🍎 Apple Podcasts · https://podcasts.apple.com/pt/podcast/pergunta-simples/id1512308084 📺 RTP Play · https://www.rtp.pt/play/p7644/pergunta-simples 🌐 Website · https://www.perguntasimples.com
Como se escreve para outros dizerem? Henrique Dias10 Jun 202600:50:17

🔔 Receba novos episódios 🎧|📺 https://perguntasimples.com/subscrever/
Há palavras que ficam. Uma frase de uma série, uma linha de diálogo que aparece na nossa conversa semanas depois, como se fosse nossa. Alguém escreveu aquilo. Neste episódio, esse alguém tem nome: Henrique Cardoso Dias, o argumentista por trás do Pôr do Sol e do Sr. Engenheiro. Uma conversa sobre o que trinta anos a construir linguagens para outros usarem ensinam sobre a forma como as pessoas comunicam.
Destaques desta conversa:
Por que razão a invisibilidade dos guionistas tem uma parte bonita e uma parte injusta
O que é que a formação em Direito fez ao escritor: "Em Direito aprendemos a medir as palavras. Na comédia aprendemos a fazê-las tropeçar"
Como o Pôr do Sol foi feito: "Tentámos fazer bem para mostrar o absurdo. Ao contrário do que seria fazer mal à partida"
Por que razão o clichê é "uma memória coletiva em repeat que perdeu o sentido"
O contrário do humor não é a seriedade, é a solenidade, e o que isso diz sobre o poder
A liberdade de expressão protege a pessoa, não a opinião
A decisão autoral de parar o Pôr do Sol: "Prefiro que nos perguntem porque é que parámos"
O que "alegadamente" diz sobre a relação dos portugueses com o poder
A criatividade como irresponsabilidade deliberada
"Em Direito aprendemos a medir as palavras. Na comédia aprendemos a fazê-las tropeçar."
🔗 Episódio: https://perguntasimples.com/como-se-escreve-para-outros-dizerem-henrique-dias/
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O que as crianças ouvem quando pensas que não ouvem? Rute Agulhas03 Jun 202600:48:48
🔔 Receba novos episódios 🎧|📺 https://perguntasimples.com/subscrever/ Há um adolescente de catorze anos que, numa aula de cidadania, disse que o amor é a maior confusão que existe na vida das pessoas. Não era um miúdo sem amor. Era um miúdo que cresceu dentro de um conflito parental — e que aprendeu, pelo que viu e ouviu em casa, que o compromisso não vale a pena. Rute Agulhas conta esta história com a naturalidade de quem a ouviu muitas vezes. E é aí que esta conversa se torna diferente de tudo o que se diz habitualmente sobre psicologia, violência e infância. Destaques desta conversa: A carapaça que a profissão obriga a construir — e o preço que se paga em casa O conflito de lealdade nas crianças de pais divorciados — a criança que só consegue ser ela própria depois de virar a esquina "O meu pai separou-se de nós" — como as crianças processam o que os adultos lhes comunicam sem querer Como se ouve uma criança que não fala — fantoches, chão, paciência e o sapo que contava o que ela não conseguia dizer "Não tem escrito na testa" — a desconstrução do estereótipo do agressor Trabalhar com agressores — porque a prisão não resolve e o que isso significa A violência emocional e sexual dentro das relações que ainda não é reconhecida como violência O humor negro como estratégia de sobrevivência — os narizes de palhaço na secretária As cenouras — a imagem de um abuso que ficou para a vida "O amor é a maior confusão que existe na vida das pessoas." — um adolescente de 14 anos, citado por Rute Agulhas 🔗 Episódio: https://perguntasimples.com/o-que-as-criancas-ouvem-quando-pensas-que-nao-ouvem-rute-agulhas/ 🎦 YouTube: https://www.youtube.com/@pergunta.simples?sub_confirmation=1 🎧 Spotify: https://spoti.fi/3kb07qm 🍎 Apple Podcasts: https://podcasts.apple.com/pt/podcast/pergunta-simples/id1512308084 📺 RTP Play: https://www.rtp.pt/play/p7644/pergunta-simples 🌐 Website: https://www.perguntasimples.com
Como Salvar o Mundo? Rui Zink27 May 202600:54:47
🔔 Receba novos episódios 🎧|📺 https://perguntasimples.com/subscrever/ Há uma diferença entre humor e sarcasmo que a maior parte das pessoas nunca pensou até alguém a formular em voz alta. O humor é uma forma de ver o mundo. O sarcasmo é quando a maldade já superou o humor — e a pessoa ainda acha que está a ser engraçada. É uma das muitas ideias desta conversa que ficam a ecoar muito depois de terminada. Destaques desta conversa: O que significa ser um optimista informado — e porque é que qualquer outra coisa não funciona A diferença entre humor e sarcasmo — e o que isso revela sobre o tempo em que vivemos A casta intelectual que desdém as redes sociais — e o que isso diz sobre quem tem direito a ter opinião A história do avô preso pela PIDE e do bairro que o denunciou — e depois protegeu a família Como a inteligência artificial está a apagar a luz interior — e porque o pobre deve desconfiar de tudo o que é grátis As cadeiras da treta — português, música, desenho — e porque são as únicas que ensinam a viver O que o Clube dos Poetas Mortos com o Diogo Infante tem a dizer sobre o essencial e o acessório Os preconceitos que vivem dentro de nós sem que saibamos — e o momento em que aparecem na montra A metáfora da moeda e o tempo feio em que vivemos O que é uma vida boa — e porque só se sabe quando termina "O sarcasmo é quando a maldade já superou o humor — e a pessoa ainda acha que está a ser engraçada." 🔗 Episódio: https://perguntasimples.com/como-salvar-o-mundo-rui-zink/ 🎦 YouTube: https://www.youtube.com/@pergunta.simples?sub_confirmation=1 🎧 Spotify: https://spoti.fi/3kb07qm 🍎 Apple Podcasts: https://podcasts.apple.com/pt/podcast/pergunta-simples/id1512308084 📺 RTP Play: https://www.rtp.pt/play/p7644/pergunta-simples 🌐 Website: https://www.perguntasimples.com
Quantas pessoas cabem dentro de uma pessoa? Ricardo Belo Morais20 May 202600:51:47
🔔 Receba novos episódios 🎧|📺 https://perguntasimples.com/subscrever/ Fernando Pessoa publicou em vida um único livro de poesia em português. Quarenta e quatro poemas, preparados durante quase vinte anos. O resto ficava numa arca. E o resto era quase tudo. Ricardo Belo de Morais passou os últimos anos dentro dessa arca e encontrou um retrato de Pessoa que não é celebração nem inventário — é uma interrogação sobre o que significa comunicar bem, sobre o preço de uma vida entregue à obra, e sobre quantas pessoas consegue uma pessoa ser ao mesmo tempo. Destaques desta conversa: A Arca de Fernando Pessoa foi vendida em 2008 para um colecionador privado que ainda hoje ninguém sabe quem é O perfeccionismo como comunicação: Pessoa só publicava o que considerava 200% perfeito; o resto ficava guardado O derrotado-resistente: "Até nos meus exércitos sonhados sofreram derrotas, até em sonhos" Pessoa antecipou a narrativa publicitária e as relações públicas décadas antes de existirem como conceitos Os apócrifos pessoanos: frases que nunca escreveu circulam como suas, incluindo o famoso "pedras no caminho" Os heterónimos como tabuleiro de xadrez: multiplicação consciente, não divisão patológica O fingimento como verdade: "Finge tão completamente que chega a fingir que é dor, a dor que deveras sente" Ofélia: "Culpa tem o Fernando que um dia tivesse a triste ideia de gostar de si" A missão monástica: a obra primeiro, tudo o resto depois, incluindo o amor e a saúde O Nobel: Pessoa desejava-o, tinha autoconsciência da qualidade do trabalho, e não chegou a tempo "Fernando Pessoa escreveu o que escreveu. Não escreveu aquilo que nós gostávamos que ele tivesse escrito." 🔗 Episódio: https://perguntasimples.com/quantas-pessoas-cabem-dentro-de-uma-pessoa-ricardo-belo-morais/ 🎦 YouTube: https://www.youtube.com/@pergunta.simples?sub_confirmation=1 🎧 Spotify: https://spoti.fi/3kb07qm 🍎 Apple Podcasts: https://podcasts.apple.com/pt/podcast/pergunta-simples/id1512308084 📺 RTP Play: https://www.rtp.pt/play/p7644/pergunta-simples 🌐 Website: https://www.perguntasimples.com
Como se pergunta bem? Carlos Daniel13 May 202600:50:11
🔔 Receba novos episódios em https://perguntasimples.com/subscrever/ Há uma diferença pequena entre as perguntas que acabam em ponto de interrogação e as que acabam em reticências. Uma obriga a responder. A outra dá espaço para se dizer o que já se queria dizer. Carlos Daniel faz perguntas em direto há mais de trinta anos, em momentos altos da vida do país, e nesta conversa explica como esta distinção mínima define grande parte do estado actual da comunicação pública. Destaques desta conversa: A pergunta como ofício: porque uma boa pergunta acaba em ponto de interrogação, nunca em reticências A lealdade do jornalista: ao público, não ao chefe nem ao patrão A profissionalização da resposta: eles apostam na resposta, nós apostamos na pergunta A agressividade certa: está no conteúdo, não no tom Credibilidade por acumulação: anos a construir, um instante a destruir A escrita oral: porque se escreve para dizer, não para ler O primeiro Jornal da Tarde: o dia a seguir à morte de Ayrton Senna, com vinte e quatro anos O peso do direto: trabalhar sem rede, com as redes a vir até nós Sociologia e jornalismo: a regularidade é mais relevante que o episódio O serviço público hoje: porque importa mais do que importou antes "Uma boa pergunta acaba com um ponto de interrogação, em vez de acabar com reticências." Episódio: https://perguntasimples.com/como-se-pergunta-bem-carlos-daniel YouTube: https://www.youtube.com/@pergunta.simples?sub_confirmation=1 Spotify: https://spoti.fi/3kb07qm Apple Podcasts: https://podcasts.apple.com/pt/podcast/pergunta-simples/id1512308084 RTP Play: https://www.rtp.pt/play/p7644/pergunta-simples Website: https://www.perguntasimples.com
Falar em público é um privilégio? Maria Castello Branco06 May 202601:01:56
🔔 Receba novos episódios 🎧|📺 https://perguntasimples.com/subscrever/ Há uma pergunta que raramente fazemos sobre quem fala em público. Não sobre o que diz, nem sobre como diz. Sobre quem lhe disse que podia dizer. Maria Castello Branco cresceu numa casa onde a sua voz foi tratada como algo que valia a pena ouvir. E argumenta que isso, mais do que qualquer talento ou formação, explica tudo o que veio a seguir.Destaques desta conversa: A voz como herança, não como talento: quem a dá, e o que acontece a quem não a recebe O que se perde em trinta segundos: a rapidez mediática e o custo da ideia pontiaguda A técnica televisiva: porque começa sempre pela conclusão, e o que isso revela sobre comunicação Rádio vs. televisão: o peso da imagem e a intimidade do ouvido O problema do racionalismo: porque a razão não chega quando o medo já chegou primeiro O pensamento clássico chinês: a coexistência do nada e do algo, e o que Aristóteles não consegue explicar Portugal e a falta de cultura cívica: Tocqueville, o bowling e o vizinho que não conhecemos O ego domado pelo absurdo: como se vive com o erro em público Os tribunais medievais de animais: e o que o Descartes matou quando criou o sujeito moderno "O maior privilégio de todos é sentir que a minha voz importa."🔗 Episódio: https://perguntasimples.com/falar-em-publico-e-um-privilegio-maria-castello-branco/ 🎦 YouTube: https://www.youtube.com/@pergunta.simples?sub_confirmation=1 🎧 Spotify: https://spoti.fi/3kb07qm 🍎 Apple Podcasts: https://podcasts.apple.com/pt/podcast/pergunta-simples/id1512308084 📺 RTP Play: https://www.rtp.pt/play/p7644/pergunta-simples 🌐 Website: https://www.perguntasimples.com
Quem Decide o que Mereces Perceber? João Maria Jonet29 Apr 202600:57:05
🔔 Receba novos episódios 🎧|📺 https://perguntasimples.com/subscrever/ João Maria Jonet é analista, comentador televisivo, estudioso das eleições americanas e vereador eleito em Cascais. Viveu a linguagem do poder de todos os lados — como quem estuda, como quem explica, como quem prepara candidatos e como quem se candidata. Nesta conversa fala sobre o degrau entre quem governa e quem é governado, sobre o que as palavras fazem quando servem para proteger quem as diz em vez de chegar a quem as ouve — e sobre o que se perde quando se entra no sistema que se criticava. Neste episódio: "As coisas difíceis de compreender são mais fáceis de controlar pelos poucos que compreendem" O político treinado a não se comprometer — e que deixou de saber o que pensa A omissão estratégica: não mentir, mas não dizer tudo Trump como comunicador — o que percebeu antes de toda a gente As redes sociais e o que fizeram ao pensamento de quem as praticou O dado que muda tudo: quanto mais informação, melhor a decisão — por 30 pontos "Não sou isento — vocês é que concordam comigo" Contribuíste para o problema que dizes querer resolver? "As coisas que são difíceis de compreender são mais fáceis de controlar pelos poucos que compreendem." 🔗 Episódio: https://perguntasimples.com/quem-decide-o-que-mereces-perceber-joao-maria-jonet/ 🎦 YouTube: https://www.youtube.com/@pergunta.simples?sub_confirmation=1 🎧 Spotify: https://spoti.fi/3kb07qm 🍎 Apple Podcasts: https://podcasts.apple.com/pt/podcast/pergunta-simples/id1512308084 📺 RTP Play: https://www.rtp.pt/play/p7644/pergunta-simples 🌐 Website: https://www.perguntasimples.com
Para que serve um jornalista? Tânia Laranjo22 Apr 202600:52:00
🔔 Receba novos episódios 🎧|📺 https://perguntasimples.com/subscrever/ Tânia Laranjo é repórter há trinta anos. Chegou à televisão quando lhe disseram que não tinha figura nem voz para o ecrã. Ficou na mesma. Hoje é um dos rostos mais reconhecidos do jornalismo português, não porque aparece, mas porque vai. Aos incêndios, aos temporais, aos tribunais, às aldeias que ninguém visita. Nesta conversa falámos sobre o que se perde quando o jornalismo deixa de sair à rua e sobre o que ainda sobra quando alguém decide ir à janela. Neste episódio: O jornalismo que se aburguesou e o que se perde quando ninguém chega primeiro Ser a primeira a chegar e porque isso define a qualidade do que se conta O incêndio em Gramassa e a decisão de sair do papel de jornalista As fontes como relações sagradas e a única razão para quebrá-las O segredo de justiça contra o interesse público e o processo que ganhou no Tribunal Europeu A entrevista de 45 minutos ao Presidente Marcelo durante o temporal O que é uma boa pergunta e porque é sempre simples A filha que quis ser jornalista apesar de tudo "O jornalista tem que ir à janela e dizer se está a chover ou se está a sol. Não serve para fazer perguntas, serve para dar respostas." 🔗 Episódio: https://perguntasimples.com/para-que-serve-um-jornalista-tania-laranjo/ 🎦 YouTube: https://www.youtube.com/@pergunta.simples?sub_confirmation=1 🎧 Spotify: https://spoti.fi/3kb07qm 🍎 Apple Podcasts: https://podcasts.apple.com/pt/podcast/pergunta-simples/id1512308084 📺 RTP Play: https://www.rtp.pt/play/p7644/pergunta-simples 🌐 Website: https://www.perguntasimples.com
A tua opinião vale alguma coisa? Desidério Murcho15 Apr 202601:07:16
🔔 Receba novos episódios 🎧|📺 https://perguntasimples.com/subscrever/ Desidério Murcho é filósofo e uma das vozes mais incómodas do pensamento contemporâneo em língua portuguesa. Nesta conversa diz que a linguagem humana evoluiu principalmente para enganar, que raciocinar bem é contra-natura, e que dizer "é a minha opinião" é o pior argumento possível. Não é uma conversa tranquilizadora. É uma conversa necessária. **Neste episódio:** - **Por que razão a filosofia nasce com fake news** - **Como o cérebro humano evoluiu para enganar e não para raciocinar** - **Por que razão as opiniões não valem todas o mesmo** - **O que é a diferença epistémica apropriada e porque a perdemos** - **O experimento do mesmo vídeo visto de forma oposta por dois grupos** - **Por que razão dizer "não sei" é um ato de coragem** - **Eudaimonia: a palavra portuguesa que perdemos e devíamos ressuscitar** - **Por que razão "penso logo existo" é uma falácia** *"Nós somos pavões. Só que os pavões fazem essa coisa com as penas. Nós fazemos com o discurso."* --- 🔗 Episódio: https://perguntasimples.com/a-tua-opiniao-vale-alguma-coisa-desiderio-murcho 🎦 YouTube: https://www.youtube.com/@pergunta.simples?sub_confirmation=1 🎧 Spotify: https://spoti.fi/3kb07qm 🍎 Apple Podcasts: https://podcasts.apple.com/pt/podcast/pergunta-simples/id1512308084 📺 RTP Play: https://www.rtp.pt/play/p7644/pergunta-simples 🌐 Website: https://www.perguntasimples.com
Quem nos manda comer mal? Conceição Calhau08 Apr 202600:51:41
🔔 Receba novos episódios 🎧|📺 https://perguntasimples.com/subscrever/ Conceição Calhau perdeu a paciência depois de 30 anos de investigação. Não com a ciência, com o ruído. Com os influenciadores a vender dietas milagrosas, com os produtos light a aparecerem no frigorífico da filha de 12 anos, com um sistema de saúde que trata mas não previne. Nesta conversa, a professora catedrática da NOVA Medical School desmonta o paradoxo central do nosso tempo: nunca soubemos tanto sobre alimentação e nunca comemos tão mal. A resposta, diz ela, não está na falta de informação. Está na falta de condições, e no que engolimos emocionalmente antes de chegarmos ao prato. Destaques do episódio: O paradoxo — quanto mais informação, mais confusão: porque é que o conhecimento não muda comportamentos A filha e o TikTok — como descobriu produtos light no frigorífico e percebeu que andava distraída A microbiota intestinal — 3 milhões de portugueses com saúde digestiva comprometida e o jardim zoológico que não estamos a alimentar A adição ao açúcar — porque a fome emocional é bioquímica, não fraqueza de vontade "Falta de condições" — o maior determinante das escolhas alimentares é financeiro, não educacional A fome holandesa — como a Segunda Guerra Mundial provou que o que a mãe come programa o metabolismo do filho O relógio biológico — Portugal janta depois das 9 da noite e isso tem consequências que não vemos O novo livro — Engolir Sapos Engorda: as emoções, o stress e o metabolismo "Mais importante do que dizer não aos outros com culpa é dizer sim a mim próprio." 🔗 Episódio: https://perguntasimples.com/quem-nos-manda-comer-mal-conceicao-calhau/ 🎦 YouTube: https://www.youtube.com/@pergunta.simples?sub_confirmation=1 🎧 Spotify: https://spoti.fi/3kb07qm 🍎 Apple Podcasts: https://podcasts.apple.com/pt/podcast/pergunta-simples/id1512308084 📺 RTP Play: https://www.rtp.pt/play/p7644/pergunta-simples 🌐 Website: https://www.perguntasimples.comSonnet 4.6Estendido
Porque é que toda a gente reconhece esta voz? Júlio Isidro01 Apr 202601:15:40
🔔 Receba novos episódios 🎧|📺 https://perguntasimples.com/subscrever/ Júlio Isidro nunca planeou nada. Foi para a televisão porque um padre lhe disse para ir. Ficou em Portugal em abril de 1974 porque o chefe lhe disse que dava para voltar. E leu os primeiros comunicados do MFA ao microfone porque trocou um turno com um colega. Nesta conversa, uma das vozes mais reconhecidas de Portugal fala sobre comunicação, sobre a arte da metáfora sob censura, sobre o que se perde quando uma televisão apaga a sua própria memória — e sobre a pergunta que nunca ninguém lhe tinha feito. Destaques do episódio Como se constroem cem mil horas de voz — e o que isso revela sobre caráter. A noite de 24 para 25 de Abril no Rádio Clube Português. A arte da metáfora como forma de resistência à censura. Como descobriu António Variações num cabeleireiro. Porque é que o coração de um homem de televisão bate pela rádio. O acordo ortográfico como "o maior desacordo que se conseguiu criar." A felicidade como ponto de passagem — e o conceito de ser vs. ter. A pergunta que nunca ninguém lhe fez — e a resposta que ficou. Citação de Ouro "A arte da metáfora é dizer mais ou menos aquilo que se pode dizer, mas com vontade de dizer um bocadinho mais. E as pessoas percebem isso também." 🔗 Episódio com Júlio Isidro: https://perguntasimples.com/porque-e-que-toda-a-gente-reconhece-esta-voz-julio-isidro/ 🎦 YouTube: https://www.youtube.com/@pergunta.simples?sub_confirmation=1 🎧 Spotify: https://spoti.fi/3kb07qm 🍎 Apple Podcasts: https://podcasts.apple.com/pt/podcast/pergunta-simples/id1512308084 📺 RTP Play: https://www.rtp.pt/play/p7644/pergunta-simples 🌐 Website: https://www.perguntasimples.com Júlio Isidro apresenta o podcast https://podcasts.apple.com/pt/podcast/gera%C3%A7%C3%A3o-40/id1874732476
E se a tua dor não for tua? Sílvia Baptista25 Mar 202600:58:02
🔔 Receba novos episódios 🎧|📺 https://perguntasimples.com/subscrever/ A história que contamos sobre nós nem sempre é nossa. Sílvia Baptista passou mais de vinte anos a ouvir o que as pessoas não conseguem dizer — e a ajudá-las a reescrever essa história com a sua própria voz. Nesta conversa, a psicanalista explica por que o sofrimento se esconde nas palavras certas, como o desejo morre quando não há falta, e por que a vulnerabilidade não se pede. Destaques do episódio — A diferença entre ter uma dor e ter uma patologia — e porque importa. — O que a psicanálise ouve que as outras terapias não ouvem. — Por que a história que contamos sobre nós pode não ser nossa. — A paixão como estado narcísico — e o que sobra quando passa. — O desejo que nasce da falta — e o que perdemos quando tudo está disponível. — Por que a vulnerabilidade não se pede. Constrói-se. — A única coisa que, na sua experiência, cura tudo. Citação de Ouro “Na psicanálise não interessa o que as pessoas estão a dizer. Interessa é o que não estão a dizer.” 🔗 Episódio com Sílvia Baptista: https://perguntasimples.com/e-se-a-tua-dor-nao-for-tua-silvia-baptista/ 🎦 YouTube: https://www.youtube.com/@pergunta.simples?sub_confirmation=1 🎧 Spotify: https://spoti.fi/3kb07qm 🍎 Apple Podcasts: https://podcasts.apple.com/pt/podcast/pergunta-simples/id1512308084 📺 RTP Play: https://www.rtp.pt/play/p7644/pergunta-simples 🌐 Website: https://www.perguntasimples.com 🎙️ Podcast da Sílvia Baptista — Chaise Longue Não É Diã: https://podcasts.apple.com/pt/podcast/chaise-longue-n%C3%A3o-%C3%A9-div%C3%A3/id1649299050
Manipulação ou ciência: como adivinhar pensamentos? João Blümel18 Mar 202600:59:53
🔔 Receba novos episódios 🎧|📺 https://perguntasimples.com/subscrever/ Já sabes o que vais escolher antes de escolher. João Blumel passou vinte anos a estudar exatamente isso — e a transformar essa descoberta em espetáculo. Nesta conversa, o mentalista português explica como a linguagem molda decisões, como as microexpressões traem o que tentamos esconder, e por que a nossa mente segue caminhos muito mais previsíveis do que gostamos de admitir. Destaques do episódio A diferença entre um mentalista e um mágico — e por que importa. Como traçar o perfil psicológico de alguém em dois minutos. O que as redes sociais têm em comum com um truque de mentalismo. Reframing: a técnica que muda a forma como vês o que te acontece. Por que nunca faz truques fora do palco — e o que isso diz sobre limites. O espetáculo que ainda não fez e que é o seu maior objetivo. Citação de Ouro "Somos todos previsíveis. A questão é saber para quê usar isso." 🔗 Episódio com João Blumel: https://perguntasimples.com/como-adivinhar-pensamentos-joao-blumel/ 🎦 YouTube: https://www.youtube.com/@pergunta.simples?sub_confirmation=1 🎧 Spotify: https://spoti.fi/3kb07qm 🍎 Apple Podcasts: https://podcasts.apple.com/pt/podcast/pergunta-simples/id1512308084 📺 RTP Play: https://www.rtp.pt/play/p7644/pergunta-simples 🌐 Website: https://www.perguntasimples.com
Porque é que a rádio ainda não morreu? Pedro Ribeiro11 Mar 202600:55:56
🔔 Receba novos episódios 🎧|📺 https://perguntasimples.com/subscrever/ A rádio não é para as massas; é para uma pessoa de cada vez. Nesta conversa com Pedro Ribeiro, exploramos como a rádio sobrevive à era dos algoritmos através da autenticidade e da relação humana. Num tempo de ruído digital, a rádio afirma-se como uma comunidade invisível que oferece companhia e uma ligação orgânica que nenhuma máquina consegue replicar. Destaques do episódio A rádio como relação: por que comunicamos para um ouvinte de cada vez. Bastidores das Manhãs: a gestão de egos e o papel de "cola" na equipa. Resiliência do meio: como a rádio resiste à curadoria das Big Techs. O fator humano: a autenticidade de figuras como Nuno Markl e Cândido Costa. Rádio como serviço: o papel crucial da antena em momentos de crise. O poder do silêncio: a ferramenta mais eficaz para captar a atenção. Citação de Ouro “O megafone maior da rádio é o silêncio.” 🔗 Episódio com Pedro Ribeiro: https://perguntasimples.com/porque-a-radio-ainda-nao-morreu-pedro-ribeiro/ 🎦 YouTube: https://www.youtube.com/@pergunta.simples?sub_confirmation=1 🎧 Spotify: https://spoti.fi/3kb07qm 🍎 Apple Podcasts: https://podcasts.apple.com/pt/podcast/pergunta-simples/id1512308084 📺 RTP Play: https://www.rtp.pt/play/p7644/pergunta-simples 🌐 Website: https://www.perguntasimples.com
O que comunica a música quando as palavras não chegam? Rita Redshoes04 Mar 202600:50:35
🔔 Receba novos episódios 🎧|📺 https://perguntasimples.com/subscrever/ O que comunica a música quando as palavras não chegam? Nesta conversa com Rita Redshoes, refletimos sobre criatividade, silêncio, medo e finitude. Num tempo saturado de discurso, talvez a música seja uma linguagem anterior à frase — uma forma de comunicação que vibra antes de explicar. Destaques do episódio • Como nasce uma canção: do sonho ao desassossego • A música como linguagem emocional e biológica • Criatividade como exercício de escuta • Medo, finitude e consciência do tempo • Maternidade e transformação da identidade • O palco como espaço de comunhão Citação de Ouro “Se nós tivéssemos mais presente que vamos morrer, se calhar vivíamos mais.” 🔗 Episódio com Rita Redshoes: https://perguntasimples.com/comunica-musica-quando-palavras-nao-chegam-rita-redshoes 🎦 YouTube: https://www.youtube.com/@pergunta.simples?sub%5C_confirmation=1 🎧 Spotify: https://spoti.fi/3kb07qm 🍎 Apple Podcasts: https://podcasts.apple.com/pt/podcast/pergunta-simples/id1512308084 📺 RTP Play: https://www.rtp.pt/play/p7644/pergunta-simples 🌐 Website: https://www.perguntasimples.com
Quem matou o herói no futebol? Luís Cristovão25 Feb 202600:58:34
🔔 Receba novos episódios 🎧|📺 https://perguntasimples.com/subscrever/ Quem matou o herói no futebol? Nesta conversa com Luís Cristóvão, mergulhamos no paradoxo do desporto de elite: um mundo onde a exposição total destrói a mística, os craques vivem isolados em "aquários" e a ditadura da tática ameaça sufocar a criatividade juvenil. Uma reflexão sobre a perda da dimensão humana num jogo cada vez mais formatado como espetáculo e negócio. Destaques do episódio A morte do herói no tempo do ecrã: Por que é impossível manter o mito quando vemos cada minuto da vida do atleta? O "atleta de aquário": O isolamento de figuras como Cristiano Ronaldo face à liberdade perdida de Eusébio. A cultura da zanga: Como as redes sociais e o comentário televisivo transformaram o futebol numa guerra tribal. Matraquilhos humanos: O perigo da formatação tática que castra a criatividade desde a infância. Rádio vs. Televisão: A responsabilidade de narrar a emoção e o contexto para quem não está a ver. O erro como espetáculo: Porque preferimos discutir a falha do árbitro em vez da beleza da jogada. Citação de Ouro “Hoje em dia é quase impossível ser herói, porque nós vemos todos os minutos que cada jogador joga na sua carreira e ninguém é herói durante toda a vida.” 🔗 Episódio com Luís Cristóvão: https://perguntasimples.com/quem-matou-o-heroi-no-futebol-luis-cristovao 🎦 YouTube: https://www.youtube.com/@pergunta.simples?sub_confirmation=1 🎧 Spotify: https://spoti.fi/3kb07qm 🍎 Apple Podcasts: https://podcasts.apple.com/pt/podcast/pergunta-simples/id1512308084 📺 RTP Play: https://www.rtp.pt/play/p7644/pergunta-simples 🌐 Website: https://www.perguntasimples.com
O conforto digital está a fazer-nos implodir? Inês Lopes Gonçalves18 Feb 202600:41:27
🔔 Receba novos episódios 🎧|📺 https://perguntasimples.com/subscrever/ O conforto digital está a aproximar-nos, ou a isolar-nos? Nesta conversa com Inês Lopes Gonçalves, refletimos sobre o paradoxo da conveniência automática, a implosão silenciosa das competências sociais e a força da rádio como último reduto de humanidade num mundo cada vez mais automatizado. Destaques do episódio • A rádio como porto seguro em tempos de crise • A “máquina invisível” por trás da simplicidade da voz • O medo do “auto-tudo” e da implosão social • Carga mental, liberdade e condicionamento feminino • Honestidade em direto como forma de criar comunidade • O papel da escuta real num tempo de ruído permanente Citação de Ouro “Qualquer dia acho que implodimos.” 🔗 Episódio com Inês Lopes Gonçalves: https://perguntasimples.com/o-conforto-digital-esta-a-fazer-nos-implodir-ines-lopes-goncalves 🎦 YouTube: https://www.youtube.com/@pergunta.simples?sub%5C_confirmation=1 🎧 Spotify: https://spoti.fi/3kb07qm 🍎 Apple Podcasts: https://podcasts.apple.com/pt/podcast/pergunta-simples/id1512308084 📺 RTP Play: https://www.rtp.pt/play/p7644/pergunta-simples 🌐 Website: https://www.perguntasimples.com
Ainda podemos rir de tudo? Manuel Marques11 Feb 202600:55:37
🔔 Receba novos episódios 🎧|📺 https://perguntasimples.com/subscrever/ Num mundo acelerado, polarizado e saturado de ruído, o humor continua a ser uma forma séria de ler a realidade. Nesta conversa longa e acessível, falamos de rádio, sátira política, voz, escuta e do trabalho invisível por trás do riso. A partir da experiência diária na rádio pública e do palco, reflete-se sobre o humor como escape e como arma, sobre os limites da ironia num tempo de cancelamento e sobre a rádio como um dos últimos lugares onde a imaginação ainda trabalha sozinha. A conversa passa também pelo teatro e pela atualidade política, com os ensaios de Senhor Engenheiro — uma espécie de musical, um espetáculo satírico onde a realidade insiste em acompanhar a ficção. Uma conversa de serviço público sobre humor, rádio, escuta e o tempo em que vivemos. Temas abordados • Humor como leitura do presente • Sátira política e polarização • O papel da rádio na vida pública • Voz, silêncio e timing • Imitação, caricatura e criação • Limites do humor e cancelamento • Teatro, atualidade e memória coletiva • O palco como espelho do país Citação de Ouro “O humor hoje em dia é um escape da realidade que estamos a viver. E às vezes também é uma arma.” 🔗 Episódio completo: https://perguntasimples.com/ainda-podemos-rir-de-tudo-manuel-marques 🎦 YouTube: https://www.youtube.com/@pergunta.simples?sub_confirmation=1 🎧 Spotify: https://spoti.fi/3kb07qm 🍎 Apple Podcasts: https://bit.ly/3i6P5a3 📺 RTP Play: https://www.rtp.pt/play/p7644/pergunta-simples 🌐 Website: https://www.perguntasimples.com
O que faz a inteligência artificial à nossa mente? Miguel Oliveira04 Feb 202600:53:00
🔔 Receba novos episódios 🎧|📺 https://perguntasimples.com/subscrever/ O que é que a inteligência artificial está a fazer à nossa mente — à atenção, à memória e à forma como nos relacionamos com os outros? Nesta conversa clara e inquietante, Miguel Oliveira ajuda a pensar o impacto psicológico da IA num tempo de aceleração, comparação permanente e delegação cognitiva. Fala-se de fadiga mental, ansiedade, identidade, automatismos emocionais e da tentação de usar a tecnologia como muleta para evitar o esforço de pensar. A ideia central é simples e exigente: a inteligência artificial não nos substitui — expõe aquilo que deixámos de treinar. • Atenção fragmentada e cansaço cognitivo • Delegação mental e perda de esforço • Ansiedade, comparação e autoimagem • Tecnologia como espelho psicológico • Responsabilidade individual no uso da IA Citação de Ouro “A tecnologia não pensa por nós — pensa onde nós deixámos de pensar.” 🔗 Episódio com Miguel Oliveira: https://perguntasimples.com/o-que-faz-a-inteligencia-artificial-a-nossa-mente-miguel-oliveira 🎦 YouTube: https://www.youtube.com/@pergunta.simples?sub%5C_confirmation=1 🎧 Spotify: https://spoti.fi/3kb07qm 🍎 Apple Podcasts: https://podcasts.apple.com/pt/podcast/pergunta-simples/id1512308084 📺 RTP Play: https://www.rtp.pt/play/p7644/pergunta-simples 🌐 Website: https://www.perguntasimples.com
Como transformar vulnerabilidade em magnetismo puro? Cândido Costa28 Jan 202600:40:13
🔔 Receba novos episódios 🎧|📺 https://perguntasimples.com/subscrever/ O que faz alguém continuar a rir mesmo quando já sabe o fim da história? Cândido Costa fala sobre vulnerabilidade, coragem e comunicação, explicando porque contar bem não é exagerar, mas ser fiel à emoção. • A vulnerabilidade como fonte de magnetismo. • O humor que nasce da experiência vivida. • A importância do ritmo e da pausa. • O balneário como espaço emocional e de liderança. • Instinto, risco e entrega na televisão. Citação de Ouro “Eu tento contar a história explicando porque é que me fez rir.” 🔗 Episódio com Cândido Costa: https://perguntasimples.com/como-transformar-vulnerabilidade-em-magnetismo-puro-candido-costa/ 🎦 YouTube: https://www.youtube.com/@pergunta.simples?sub%5C_confirmation=1 🎧 Spotify: https://spoti.fi/3kb07qm 🍎 Apple Podcasts: https://podcasts.apple.com/pt/podcast/pergunta-simples/id1512308084 📺 RTP Play: https://www.rtp.pt/play/p7644/pergunta-simples 🌐 Website: https://www.perguntasimples.com
O que faz uma comida ficar na memória? Marlene Vieira21 Jan 202601:02:02
🔔 Receba novos episódios 🎧|📺 https://perguntasimples.com/subscrever/ Porque é que há sabores que nunca esquecemos? Marlene Vieira explica como a memória alimentar se constrói entre cheiros, texturas, tempo e emoção, numa conversa sobre identidade, rigor, liderança e o futuro da cozinha portuguesa. • A memória gustativa começa na infância e no cheiro da cozinha. • Produto de qualidade exige menos técnica e mais respeito. • Textura, tempo e temperatura mudam o sabor. • Liderar equipas é minimizar o erro sem destruir pessoas. • A cozinha portuguesa como património emocional e cultural. Citação de Ouro “A qualidade do produto exige menos transformação.” 🔗 Episódio com Marlene Vieira: https://perguntasimples.com/o-que-faz-uma-comida-ficar-na-memoria-marlene-vieira/ 🎦 YouTube: https://www.youtube.com/@pergunta.simples?sub%5C_confirmation=1 🎧 Spotify: https://spoti.fi/3kb07qm 🍎 Apple Podcasts: https://podcasts.apple.com/pt/podcast/pergunta-simples/id1512308084 📺 RTP Play: https://www.rtp.pt/play/p7644/pergunta-simples 🌐 Website: https://www.perguntasimples.com
O que é um bom livro para ler? Ana Daniela Soares14 Jan 202600:49:26
🔔 Receba novos episódios 🎧|📺 https://perguntasimples.com/subscrever/ O que faz um livro ficar connosco depois da última página? Ana Daniela Soares explica porque a leitura exige tempo, empatia e atenção ao mundo, numa conversa sobre livros que resistem, escritores atentos e o risco de deixarmos de ler em profundidade. • Um bom livro começa sempre numa boa história. • O leitor tem o direito de largar e regressar. • A empatia como traço comum dos grandes escritores. • Ler para compreender a atualidade para lá do título. • O impacto real da leitura no cérebro e na imaginação. Citação de Ouro “O leitor é sempre o juiz.” 🔗 Episódio com Ana Daniela Soares: https://perguntasimples.com/o-que-e-um-bom-livro-para-ler/ 🎦 YouTube: https://www.youtube.com/@pergunta.simples?sub%5C_confirmation=1 🎧 Spotify: https://spoti.fi/3kb07qm 🍎 Apple Podcasts: https://podcasts.apple.com/pt/podcast/pergunta-simples/id1512308084 📺 RTP Play: https://www.rtp.pt/play/p7644/pergunta-simples 🌐 Website: https://www.perguntasimples.com
Qual é o papel da arte na conversa pública? Rui Melo07 Jan 202600:52:18
🔔 Receba novos episódios 🎧|📺 https://perguntasimples.com/subscrever/ Rui Melo aborda a urgência da escuta ativa e da flexibilidade intelectual num mundo onde as certezas parecem cada vez mais rígidas e as opiniões não solicitadas dominam o espaço digital. O ator e encenador explora a intersecção entre o humor, a música e a representação, revelando os bastidores de projetos marcantes como Pôr do Sol e a sua visão sobre a responsabilidade da arte em provocar emoções profundas, da raiva à dor. Entre a técnica teatral e a musicalidade das palavras, Melo reflete sobre o processo de construção de personagens e a importância do ajuste fino na direção artística, defendendo que o humor só cumpre o seu propósito quando provoca um efeito real em quem o vê. Citação de Ouro: "O humor só é humor para quem o vê. Para quem o faz não tem de ser. Se o texto for bem escrito e for bem interpretado, quem vê é que tem de se rir." 🔗 Episódio: https://perguntasimples.com/papel-da-arte-na-conversa-publica-rui-melo/ 🎦 YouTube: https://www.youtube.com/@pergunta.simples?sub_confirmation=1 🎧 Spotify: https://spoti.fi/3kb07qm 🍎 Apple Podcasts: https://podcasts.apple.com/pt/podcast/pergunta-simples/id1512308084 📺 RTP Play: https://www.rtp.pt/play/p7644/pergunta-simples 🌐 Website: https://www.perguntasimples.com
Contas-me uma boa história? Rui Cardoso Martins [ESSENCIAL]31 Dec 202500:49:43
🔔 Receba novos episódios 🎧|📺 https://perguntasimples.com/subscrever/ Como se conta uma boa história sem trair quem a viveu? Nesta conversa, Rui Cardoso Martins fala da escrita como ofício e como ética: a memória como matéria-prima, o silêncio como técnica, e a linguagem como força que pode esclarecer ou envenenar. Do jornalismo nos “tempos heroicos” do Público às reportagens em cenários extremos, o fio condutor é simples e exigente: as palavras importam, porque moldam a forma como vemos o mundo — e como o mundo nos vê. • O que distingue jornalismo, crónica, humor e romance: a mesma língua, ritmos e responsabilidades diferentes. • Mestres, redações e “tarimba”: aprender a escrever de tudo e a aguentar a pressão sem perder a ética. • A memória como condição da literatura: sem registo, sem caderno, sem atenção, não há escrita que resista. • Manhãs, silêncio e método: por que a escrita longa pede outra energia e outra solidão. • Guerra e desumanidade: Sarajevo, o medo real, e a aprendizagem brutal de que a civilização pode colapsar depressa. • Mentira, manipulação e “verdades” concorrentes: quando o boato vale tanto como o facto, a democracia fica por um fio. • Para que servem as histórias: transformar-nos, mesmo que por instantes, e lembrar o essencial — liberdade, dignidade, humanidade. Citação de Ouro “As palavras… às vezes dão cabo do mundo.” 🔗 Episódio com Rui Cardoso Martins: https://perguntasimples.com/contas-me-uma-boa-historia-rui-cardoso-martins/ 🎦 YouTube: https://www.youtube.com/@pergunta.simples?sub%5C_confirmation=1 🎧 Spotify: https://spoti.fi/3kb07qm 🍎 Apple Podcasts: https://podcasts.apple.com/pt/podcast/pergunta-simples/id1512308084 📺 RTP Play: https://www.rtp.pt/play/p7644/pergunta-simples 🌐 Website: https://www.perguntasimples.com
Para que serve a literatura quando a realidade é demasiado dura? Tânia Ganho24 Dec 202500:55:19
🔔 Receba novos episódios 🎧|📺 https://perguntasimples.com/subscrever/ Para que serve a literatura quando a realidade se torna pesada, violenta ou difícil de suportar? Nesta conversa, Tânia Ganho fala da escrita e da leitura como exercícios de atenção, lentidão e responsabilidade. Num tempo acelerado, dominado por imagens e discursos fabricados, a literatura surge como um espaço onde ainda é possível parar, pensar e escolher palavras com cuidado. • Escrever como trabalho contínuo, não como inspiração permanente. • Ler como treino de concentração e resistência à pressa. • A tradução como lugar de criação, escolha e perda inevitável. • A linguagem como instrumento moral num mundo de desinformação. • A literatura como forma de olhar a crueldade sem a transformar em espetáculo. Citação de Ouro “A leitura obriga-nos a um trabalho de lentidão.” 🔗 Episódio com Tânia Ganho: https://perguntasimples.com/para-que-serve-a-literatura-quando-a-realidade-e-demasiado-dura-tania-ganho/ 🎦 YouTube: https://www.youtube.com/@pergunta.simples?sub%5C_confirmation=1 🎧 Spotify: https://spoti.fi/3kb07qm 🍎 Apple Podcasts: https://podcasts.apple.com/pt/podcast/pergunta-simples/id1512308084 📺 RTP Play: https://www.rtp.pt/play/p7644/pergunta-simples 🌐 Website: https://www.perguntasimples.com
Que lições do palco ajudam a comunicar melhor no dia a dia? Diogo Infante17 Dec 202500:51:11
🔔 Receba novos episódios 🎧|📺 https://perguntasimples.com/subscrever/ O que é que o palco ensina sobre comunicar melhor na vida real? Nesta conversa, Diogo Infante cruza a experiência de ator, encenador e diretor artístico para pensar a comunicação como presença, escuta e responsabilidade. Fala-se de timidez, verdade, medo de falhar, relação com o público e daquilo que não se aprende em manuais: o tempo certo, o silêncio e a atenção ao outro. • Comunicar começa por saber exatamente o que se quer dizer. • A escuta como base de qualquer diálogo verdadeiro. • Voz, corpo e energia como instrumentos de comunicação. • O erro, a dúvida e o síndrome do impostor como parte do processo. • A arte como treino radical de empatia e atenção. Citação de Ouro “Comunicar bem começa por ouvir de verdade.” 🔗 Episódio com Diogo Infante: https://perguntasimples.com/que-licoes-do-palco-ajudam-a-comunicar-melhor-no-dia-a-dia-diogo-infante/ 🎦 YouTube: https://www.youtube.com/@pergunta.simples?sub%5C_confirmation=1 🎧 Spotify: https://spoti.fi/3kb07qm 🍎 Apple Podcasts: https://podcasts.apple.com/pt/podcast/pergunta-simples/id1512308084 📺 RTP Play: https://www.rtp.pt/play/p7644/pergunta-simples 🌐 Website: https://www.perguntasimples.com
Como comunicar a guerra de hoje e a paz de amanhã? Manuel Poejo Torres10 Dec 202501:03:48
🔔 Receba novos episódios 🎧|📺 https://perguntasimples.com/subscrever/ Como se comunica a guerra num tempo de propaganda permanente? E porque falamos tão pouco de paz quando o conflito domina o espaço público? Nesta conversa, Manuel Poejo Torres ajuda a ler o mundo atual a partir da comunicação estratégica, da geopolítica e da forma como o medo, a dissuasão e a narrativa moldam decisões políticas e perceções coletivas. • A guerra como fenómeno comunicacional, não apenas militar. • Propaganda, desinformação e guerra híbrida no espaço público. • A ameaça nuclear como instrumento político e psicológico. • O papel da Europa num sistema internacional instável. • Os riscos democráticos quando se normaliza o discurso de guerra. Citação de Ouro “A guerra começa muito antes do primeiro disparo.” 🔗 Episódio com Manuel Poejo Torres: https://perguntasimples.com/comunicar-guerra-e-paz-manuel-poejo-torres/ 🎦 YouTube: https://www.youtube.com/@pergunta.simples?sub%5C_confirmation=1 🎧 Spotify: https://spoti.fi/3kb07qm 🍎 Apple Podcasts: https://podcasts.apple.com/pt/podcast/pergunta-simples/id1512308084 📺 RTP Play: https://www.rtp.pt/play/p7644/pergunta-simples 🌐 Website: https://www.perguntasimples.com
O que nos torna humanos num mundo de máquinas? Albano Jerónimo03 Dec 202500:54:43
🔔 Receba novos episódios 🎧|📺 https://perguntasimples.com/subscrever/ O que nos torna ainda humanos num mundo de máquinas, otimização e perfeição artificial? Nesta conversa longa e física, Albano Jerónimo fala do corpo como lugar de verdade, do erro como gesto urgente e da falha como aquilo que nos aproxima uns dos outros. Entre teatro, cinema, paternidade e inteligência artificial, reflete-se sobre presença, empatia, vulnerabilidade e aquilo que nenhuma máquina consegue simular: o estar vivo. • O erro como espaço de descoberta e ligação humana. • O corpo como instrumento primário de comunicação. • A falha como resistência num mundo de perfeição artificial. • A relação entre humano e máquina no palco e na vida. • A empatia, o cuidado e o afeto como escolhas diárias. Citação de Ouro “O erro é urgente. A falha dá-nos corpo.” 🔗 Episódio com Albano Jerónimo: https://perguntasimples.com/o-que-nos-torna-ainda-humanos-num-mundo-de-maquinas-albano-jeronimo/ 🎦 YouTube: https://www.youtube.com/@pergunta.simples?sub%5C_confirmation=1 🎧 Spotify: https://spoti.fi/3kb07qm 🍎 Apple Podcasts: https://podcasts.apple.com/pt/podcast/pergunta-simples/id1512308084 📺 RTP Play: https://www.rtp.pt/play/p7644/pergunta-simples 🌐 Website: https://www.perguntasimples.com
Como se filma uma boa história? Manuel Pureza26 Nov 202500:56:11
🔔 Receba novos episódios 🎧|📺 https://perguntasimples.com/subscrever/ Como se filma uma boa história quando o mundo pede velocidade, ruído e respostas fáceis? Nesta conversa, Manuel Pureza reflete sobre o cinema como arte de escolha, implicação moral e relação com o outro. Fala-se de novelas, séries, humor, educação do olhar e da ideia de que contar histórias é, antes de tudo, um ato de responsabilidade humana. • As histórias como estrutura profunda da experiência humana. • Filmar não é mostrar tudo, é escolher o que fica de fora. • A câmara como participante, não como testemunha neutra. • O ator como criador ativo, não como tarefeiro do texto. • O humor, a emoção e o ridículo como formas de revelar a verdade. Citação de Ouro “O cinema serve para emocionar — para rir ou para chorar.” 🔗 Episódio com Manuel Pureza: https://perguntasimples.com/como-se-filma-uma-boa-historia-manuel-pureza/ 🎦 YouTube: https://www.youtube.com/@pergunta.simples?sub%5C_confirmation=1 🎧 Spotify: https://spoti.fi/3kb07qm 🍎 Apple Podcasts: https://podcasts.apple.com/pt/podcast/pergunta-simples/id1512308084 📺 RTP Play: https://www.rtp.pt/play/p7644/pergunta-simples 🌐 Website: https://www.perguntasimples.com
Como comunicam os bebés antes das palavras? Pedro Caldeira da Silva19 Nov 202500:54:01
🔔 Receba novos episódios 🎧|📺 https://perguntasimples.com/subscrever/ Como comunicam os bebés antes das palavras? Nesta conversa, Pedro Caldeira da Silva explica porque a comunicação começa muito antes da linguagem verbal. O choro, o olhar, o sorriso, o ritmo, o corpo e a repetição formam uma verdadeira gramática emocional que estrutura o vínculo, a confiança e o desenvolvimento humano desde os primeiros dias de vida. Fala-se de bebés como agentes ativos, da importância da interação individual, do tom de voz, da disponibilidade emocional dos adultos e dos riscos da negligência relacional. Uma conversa essencial para perceber como se constrói a comunicação, a empatia e a autonomia muito antes de sabermos falar. • Os bebés comunicam antes de falar — e falam connosco desde o início. • Choro, sorriso e imitação como ferramentas de ligação. • O vínculo como base do desenvolvimento emocional e cognitivo. • A importância do tom, do ritmo e da repetição. • O perigo da indisponibilidade emocional e da negligência silenciosa. Citação de Ouro “Os bebés não são agentes passivos: são agentes ativos na comunicação.” 🔗 Episódio com Pedro Caldeira da Silva: https://perguntasimples.com/como-comunicam-os-bebes-antes-das-palavras-pedro-caldeira-da-silva/ 🎦 YouTube: https://www.youtube.com/@pergunta.simples?sub%5C_confirmation=1 🎧 Spotify: https://spoti.fi/3kb07qm 🍎 Apple Podcasts: https://podcasts.apple.com/pt/podcast/pergunta-simples/id1512308084 📺 RTP Play: https://www.rtp.pt/play/p7644/pergunta-simples 🌐 Website: https://www.perguntasimples.com
O jornalismo ainda importa? Margarida Davim12 Nov 202500:46:25
🔔 Receba novos episódios 🎧|📺 https://perguntasimples.com/subscrever/ O jornalismo ainda importa? Nesta conversa, Margarida Davim defende que o verdadeiro poder do jornalismo continua a ser o mesmo: perguntar, investigar, escolher e explicar. Num mundo saturado de informação em bruto, redes sociais e ruído permanente, o jornalismo mantém um papel central na democracia precisamente porque filtra, contextualiza e dá sentido à realidade. Falamos do ataque à credibilidade dos jornalistas, da pressão económica sobre os media, do colapso dos modelos de negócio tradicionais e da necessidade de um jornalismo mais pequeno, mais especializado e mais próximo das comunidades. Uma reflexão clara sobre liberdade, responsabilidade, ameaça às mulheres no espaço público e a coragem de dizer que a capa é verde quando todos insistem que é vermelha. • O jornalismo como poder de perguntar e incomodar • Informação não é jornalismo: editar também é um dever democrático • A crise dos modelos de negócio e o futuro de nicho • Comentário político, clareza e responsabilidade pública • A violência dirigida às mulheres no espaço mediático • Comunidade, verdade e liberdade de informar Citação de Ouro “O único poder que um jornalista tem é perguntar.” 🔗 Episódio com Margarida Davim: https://perguntasimples.com/o-jornalismo-ainda-importa-margarida-davim/ 🎦 YouTube: https://www.youtube.com/@pergunta.simples?sub%5C_confirmation=1 🎧 Spotify: https://spoti.fi/3kb07qm 🍎 Apple Podcasts: https://podcasts.apple.com/pt/podcast/pergunta-simples/id1512308084 📺 RTP Play: https://www.rtp.pt/play/p7644/pergunta-simples 🌐 Website: https://www.perguntasimples.com
Como comunicar com o corpo inteiro? Cristina Carvalhal05 Nov 2025
🔔 Receba novos episódios 🎧|📺 https://perguntasimples.com/subscrever/ Comunicar não é apenas falar: é ocupar o espaço, escutar o outro, lidar com o silêncio e estar inteiro no aqui e agora. Nesta conversa, Cristina Carvalhal reflete sobre a comunicação como experiência corporal, relacional e profundamente empática. Do teatro à vida quotidiana, fala-se de voz, presença, atenção, medo, exposição e da forma como o corpo comunica mesmo quando não diz nada. Entre exemplos simples — como uma conversa no elevador — e reflexões mais amplas sobre cultura, poder, género e empatia, emerge uma ideia central: comunicar bem exige disponibilidade, escuta e responsabilidade perante o outro. • O corpo como principal instrumento de comunicação. • Silêncio, espaço e escuta como linguagem. • Falar com o outro em vez de falar para o outro. • Voz, presença e atenção como treino diário. • Comunicação, empatia e responsabilidade social. Citação de Ouro “O ato de comunicar é um ato de exposição.” 🔗 Episódio com Cristina Carvalhal: https://perguntasimples.com/como-comunicar-com-o-corpo-todo-cristina-carvalhal/ 🎦 YouTube: https://www.youtube.com/@pergunta.simples?sub%5C_confirmation=1 🎧 Spotify: https://spoti.fi/3kb07qm 🍎 Apple Podcasts: https://podcasts.apple.com/pt/podcast/pergunta-simples/id1512308084 📺 RTP Play: https://www.rtp.pt/play/p7644/pergunta-simples 🌐 Website: https://www.perguntasimples.com
O que nos ensina a doçura sobre comunicação? Rita Nascimento29 Oct 202500:49:22
🔔 Receba novos episódios 🎧|📺 https://perguntasimples.com/subscrever/ O que é que a doçura nos ensina sobre comunicação? Nesta conversa luminosa, Rita Nascimento — pasteleira, autora e criadora de conteúdos — mostra como os doces são muito mais do que açúcar: são memória, linguagem, afeto e partilha. Fala-se de infância, rituais, confiança, pedagogia, prazer e da forma como a comida comunica emoções que muitas vezes não sabemos verbalizar. Entre receitas que funcionam, histórias que passam de geração em geração e uma relação honesta com o prazer, emerge uma ideia simples e poderosa: a doçura não é excesso, é contexto. E comunicar bem passa por saber quando, como e com quem partilhar. • A pastelaria como linguagem emocional e universal. • Memória, infância e afeto ligados ao sabor. • Doce como exceção, ritual e prazer consciente. • Confiança construída pela clareza e pela verdade. • Ensinar, partilhar e comunicar sem truques. Citação de Ouro “O doce não é para todos os dias. É para os dias que importam.” 🔗 Episódio com Rita Nascimento: https://perguntasimples.com/o-que-a-docura-nos-ensina-sobre-comunicacao-rita-nascimento/ 🎦 YouTube: https://www.youtube.com/@pergunta.simples?sub%5C_confirmation=1 🎧 Spotify: https://spoti.fi/3kb07qm 🍎 Apple Podcasts: https://podcasts.apple.com/pt/podcast/pergunta-simples/id1512308084 📺 RTP Play: https://www.rtp.pt/play/p7644/pergunta-simples 🌐 Website: https://www.perguntasimples.com
Como fotografar a emoção? José Sena Goulão22 Oct 202501:03:54
🔔 Receba novos episódios 🎧|📺 https://perguntasimples.com/subscrever/ Como se fotografa a emoção num mundo saturado de imagens? Nesta conversa profunda e prática, José Sena Goulão, fotojornalista da agência Lusa, explica porque é que a técnica nunca é suficiente e porque é que a fotografia só faz sentido quando capta aquilo que não se ensina: o olhar, a tensão, o instante irrepetível. Fala-se de futebol, política, guerra, entrevistas sob pressão, imagens icónicas e dilemas éticos. Da luz imperfeita às fotografias de família tecnicamente falhadas mas emocionalmente decisivas, emerge uma ideia central: a emoção não se fabrica, reconhece-se. E o fotojornalismo vive desse reconhecimento. • A diferença entre fotografar beleza e fotografar realidade • Emoção como critério maior da boa fotografia • Técnica ao serviço do instante, não o contrário • O peso ético de fotografar sofrimento • Verdade, enquadramento e responsabilidade editorial • Imagens icónicas e memória coletiva Citação de Ouro “A fotografia perfeita pode não dizer nada. A imperfeita, às vezes, diz tudo.” 🔗 Episódio com José Sena Goulão: https://perguntasimples.com/como-fotografar-a-emocao-jose-sena-goulao/ 🎦 YouTube: https://www.youtube.com/@pergunta.simples?sub%5C_confirmation=1 🎧 Spotify: https://spoti.fi/3kb07qm 🍎 Apple Podcasts: https://podcasts.apple.com/pt/podcast/pergunta-simples/id1512308084 📺 RTP Play: https://www.rtp.pt/play/p7644/pergunta-simples 🌐 Website: https://www.perguntasimples.com
Triângulos amorosos: por que nos metemos nisso? José Gameiro15 Oct 202500:53:17
🔔 Receba novos episódios 🎧|📺 https://perguntasimples.com/subscrever/ Porque é que nos metemos em triângulos amorosos sabendo, quase sempre, que alguém vai sofrer? Nesta conversa franca e sem moralismos fáceis, José Gameiro ajuda a perceber o desejo, a fantasia, o ego e a fuga que alimentam estas relações. Fala-se de amor, erotismo, culpa, silêncio, instinto e da dificuldade humana em lidar com a falta, o tédio e a finitude. Entre a psicologia clínica, a experiência de vida e a escrita, emerge uma ideia desconfortável mas necessária: os triângulos amorosos dizem menos sobre o outro e mais sobre aquilo que ainda não conseguimos dizer a nós próprios. • O triângulo amoroso como fuga e como necessidade emocional. • Desejo, erotismo e amor não são a mesma coisa. • Fantasia, culpa e a ilusão de controlo. • O ego ferido e a necessidade de validação. • As marcas emocionais que ficam, mesmo quando tudo parece discreto. Citação de Ouro “O desejo não é controlável, mas pode ser pensado.” 🔗 Episódio com José Gameiro: https://perguntasimples.com/triangulos-amorosos-por-que-nos-metemos-nisso-jose-gameiro/ 🎦 YouTube: https://www.youtube.com/@pergunta.simples?sub%5C_confirmation=1 🎧 Spotify: https://spoti.fi/3kb07qm 🍎 Apple Podcasts: https://podcasts.apple.com/pt/podcast/pergunta-simples/id1512308084 📺 RTP Play: https://www.rtp.pt/play/p7644/pergunta-simples 🌐 Website: https://www.perguntasimples.com A invenção do amor https://open.spotify.com/show/4wLiQqAii3cigB85bYdPLA?si=qq1ytUdhTrqF6YlCB_U3Bw https://podcasts.apple.com/pt/podcast/a-inven%C3%A7%C3%A3o-do-amor/id1832973259
O que as cores nos ensinam sobre comunicação? Miguel Neiva08 Oct 202500:52:53
🔔 Receba novos episódios 🎧|📺 https://perguntasimples.com/subscrever/ O que é que as cores nos ensinam sobre comunicação, inclusão e responsabilidade social? Nesta conversa, Miguel Neiva explica porque a cor nunca é neutra: transporta significado, emoção, memória e poder. A partir da criação do ColorADD, fala-se de design como linguagem universal, da diferença entre estética e função e da urgência de comunicar para todos — incluindo quem não vê as cores como a maioria. Entre semáforos, transportes públicos, hospitais, escolas e jogos, emerge uma ideia central: comunicar bem é tornar o mundo legível, acessível e digno para o maior número de pessoas possível. • A cor como linguagem emocional e racional • Design para servir pessoas, não egos • Daltonismo, invisibilidade e perda de autonomia • O ColorADD como código universal de inclusão • Comunicação clara como dever cívico Citação de Ouro “O design não é para ser bonito. É para ser entendido.” 🔗 Episódio com Miguel Neiva: https://perguntasimples.com/o-que-as-cores-nos-ensinam-sobre-comunicacao-miguel-neiva/ 🎦 YouTube: https://www.youtube.com/@pergunta.simples?sub%5C_confirmation=1 🎧 Spotify: https://spoti.fi/3kb07qm 🍎 Apple Podcasts: https://podcasts.apple.com/pt/podcast/pergunta-simples/id1512308084 📺 RTP Play: https://www.rtp.pt/play/p7644/pergunta-simples 🌐 Website: https://www.perguntasimples.com
Como continuar a comunicar quando a vida apaga a luz? Ricardo Miguel Teixeira01 Oct 202500:54:32
🔔 Receba novos episódios 🎧|📺 https://perguntasimples.com/subscrever/ O que acontece quando a vida apaga a luz de forma definitiva? Nesta conversa profundamente humana, Ricardo Miguel Teixeira fala da perda total da visão aos 18 anos, do luto prolongado, da vergonha, do medo e da reconstrução lenta de uma identidade inteira. Fala-se de dor, mas também de humor, autonomia, corpo, linguagem e da diferença entre tolerar e aceitar. Entre experiências duras e episódios inesperadamente cómicos, emerge uma ideia central: comunicar não é ter pena, é reconhecer o outro como pessoa inteira. E a cegueira não apaga a vida — obriga a reaprendê-la. • O luto invisível depois de perder a visão • Vergonha, autonomia e o simbolismo da bengala • Humor como ferramenta de sobrevivência • Comunicação, ajuda forçada e paternalismo • Aceitação em vez de tolerância Citação de Ouro “Não é preciso ver para estar inteiro.” 🔗 Episódio com Ricardo Miguel Teixeira: https://perguntasimples.com/comunicar-quando-a-vida-apaga-a-luz-ricardo-miguel-teixeira/ 🎦 YouTube: https://www.youtube.com/@pergunta.simples?sub%5C_confirmation=1 🎧 Spotify: https://spoti.fi/3kb07qm 🍎 Apple Podcasts: https://podcasts.apple.com/pt/podcast/pergunta-simples/id1512308084 📺 RTP Play: https://www.rtp.pt/play/p7644/pergunta-simples 🌐 Website: https://www.perguntasimples.com
Dinheiro: gastar, poupar ou investir? Pedro Andersson24 Sep 202501:08:16
🔔 Receba novos episódios 🎧|📺 https://perguntasimples.com/subscrever/ Gastamos mal porque ganhamos pouco ou porque nunca aprendemos a lidar com o dinheiro? Nesta conversa clara e prática, Pedro Andersson desmonta a relação emocional que temos com o consumo, o medo de investir, a ilusão da segurança e a falta de literacia financeira que atravessa gerações. A partir da sua experiência pessoal — da crise de 2008 ao nascimento do Contas-Poupança — fala-se de escolhas, prioridades, erros comuns, inflação, poupança, investimento e da ideia central de que o verdadeiro salário é aquilo que sobra no fim do mês. • Porque gastar é fácil e pensar custa trabalho. • A armadilha do “eu mereço” e do consumo por impulso. • Poupança não chega: o impacto invisível da inflação. • Investir sem medo, mas com informação. • O tempo como o maior aliado do dinheiro. Citação de Ouro “O meu salário não é o que ganho. É o que sobra.” 🔗 Episódio com Pedro Andersson: https://perguntasimples.com/dinheiro-gastar-poupar-investir-dinheiro-gastar/ 🎦 YouTube: https://www.youtube.com/@pergunta.simples?sub%5C_confirmation=1 🎧 Spotify: https://spoti.fi/3kb07qm 🍎 Apple Podcasts: https://podcasts.apple.com/pt/podcast/pergunta-simples/id1512308084 📺 RTP Play: https://www.rtp.pt/play/p7644/pergunta-simples 🌐 Website: https://www.perguntasimples.com
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