Explorez tous les épisodes du podcast Escafandro
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| 121: Dois Rios - O Vilarejo | 04 Sep 2024 | 01:08:50 | |
Este episódio é a segunda parte da minissérie Dois Rios. Uma história que envolve um presídio em uma ilha, uma vila misteriosa, um punhado de pessoas sendo injustamente despejadas, um professor idealista, uma defensora pública engajada, um espertalhão semeador de discórdia, e uma possível conspiração que se aproxima de algumas das pessoas mais poderosas da política brasileira. Episódios relacionados 120: Dois Rios: O caldeirão do inferno Ficha Técnica Apoio de edição, produção e reportagem: Matheus Marcolino. Mixagem de som: Vitor Coroa. Trilha sonora tema: Paulo Gama. Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari. Direção, reportagem e roteiro: Tomás Chiaverini | |||
| 120: Dois Rios - O Caldeirão do inferno | 21 Aug 2024 | 01:00:41 | |
Este episódio é a primeira parte da minissérie Dois Rios. Uma história que envolve um presídio em uma ilha, uma vila misteriosa, um punhado de pessoas sendo injustamente despejadas, um professor idealista, uma defensora pública engajada, um espertalhão semeador de discórdia, e uma possível conspiração que se aproxima de algumas das pessoas mais poderosas da política brasileira. Mergulhe mais fundo O bandido da chacrete: ascensão e queda de um fundador do Comando Vermelho (link para compra) Entrevistados do episódio Escritor, roteirista e produtor cultural. Fundador da Festa Literária das Periferias (Flup) e da Batalha do Passinho. Autor de “O bandido da chacrete”, “Sorria, você está na Rocinha” e “No coração do Comando”. Doutor em História, professor do departamento de Ciências Humanas da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), e diretor do Ecomuseu Ilha Grande. Doutora e Mestra em Direito Civil pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), professora da FGV Direito Rio, e defensora pública do estado do Rio de Janeiro. Ficha Técnica Apoio de edição: Matheus Marcolino. Mixagem de som: Vitor Coroa. Trilha sonora tema: Paulo Gama. Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari. Direção, roteiro e edição: Tomás Chiaverini | |||
| 112: Sorria, você está sendo executado | 17 Apr 2024 | 00:58:01 | |
No dia 10 de fevereiro de 2023, uma equipe da Rota, a força ostensiva da polícia militar paulista, executou o suspeito de roubo Luis Fernando Alves de Jesus, que na época tinha vinte e um anos. Luis Fernando estava desarmado, levou quatro tiros de fuzil, dois de pistola e não teve a menor chance de reagir ou de se salvar. Ainda que a execução tenha acontecido em plena luz do dia no horário de rush, numa avenida movimentada; ainda que a ação dos PMs tenha tido uma sequência assustadora de erros de procedimento, a morte do Luis Fernando tinha tudo pra virar mais um número nas estatísticas de pessoas mortas pela polícia. Em 2023, foram mais de 6 mil civis mortos pelas forças de segurança em todo o brasil. É uma mortalidade média maior do que a da guerra da Ucrânia. A diferença desse caso para os casos que só viram estatística é que no colete balístico do policial militar que matou o Luis Fernando tinha uma câmera que gravou tudo em áudio e vídeo de alta definição. A partir dessa história, este episódio da @radioescafandro discute o impacto do uso de câmeras corporais pelas polícias militares na segurança pública. Entrevistados do episódio Professor Titular da Fundação Getúlio Vargas, associado pleno ao Fórum Brasileiro de Segurança Pública, especialista em organizações policiais. Sandra de Jesus Barbosa da Silva Militante do movimento Mães de Maio Professora, e articuladora da Rede de Proteção e Resistência ao Genocídio na Zona Sul da capital. Ficha técnica Produção e apoio de edição: Matheus Marcolino. Mixagem de som: Vitor Coroa. Trilha sonora tema: Paulo Gama. Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari. Direção, roteiro e edição: Tomás Chiaverini
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| 24: Amyr Klink, Heloisa Schurmann e o isolamento por opcão (REPRISE) | 23 Dec 2020 | 00:57:57 | |
Por conta da pandemia do novo coronavírus, boa parte da população mundial vive hoje uma experiência inédita: a do isolamento. Um isolamento que pode acontecer de duas formas: solitária ou em família. Diante disso, trazemos o ponto de vista de dois navegadores que são profundos conhecedores de experiências desse tipo. Heloisa Schurmann, que há mais de trinta anos navega pelo mundo com a família, conta das vantagens e dos desafios do isolamento compartilhado. E Amyr Klink, primeiro homem a atravessar o Atlântico Sul sozinho num barco a remo, conta sobre as dores e belezas de se isolar em solidão completa. Eles também falam dos desafios do momento atual, das diferenças de viver isolado num barco e em terra firme, e dão dicas de como sobreviver ao confinamento com a mente em ordem. Ouça de graça no seu aplicativo de podcasts predileto! ***** – Colabore com a Rádio Escafandro e receba recompensas. Clique aqui. *****– Entrevistados do episódio: Escritor e navegador, primeiro homem a atravessar o Atlântico Sul num barco a remo em solitário. Autor de “Cem dias entre céu e mar” e “Paratii – entre dois pólos”. Escritora e navegadora, deu três voltas ao mundo de veleiro em companhia da família. Autora de “O pequeno segredo” e “10 anos no mar”. – Ficha técnica: Concepção, produção, apresentação e edição: Tomás Chiaverini Trilha sonora original: Paulo Gama Mixagem: Vitor Coroa | |||
| 40: Mil dias de Marielle presente | 08 Dec 2020 | 00:59:27 | |
Tudo o que se sabe sobre o assassinato da veradora Marielle Franco, que completou mil dias sem uma conclusão sobre os mandantes do crime.
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| 39: J.P. Cuenca no país da pós-censura | 25 Nov 2020 | 01:00:24 | |
Por conta de um tweet iluminista, o escritor João Paulo Cuenca está sendo processado. Não por uma pessoa, nem por duas, mas por centenas. Em cidades espalhadas por todo o país. Um enxame de pequenas ações, muito semelhantes entre si, todas movidas por fiéis ou por pastores da Igreja Universal do Reino de Deus. Neste episódio, partimos deste caso kafkiano para falar sobre um novo tipo de perseguição e de cerceamento de liberdade de expressão, que pesquisadores batizaram de pós-censura. ***** – Colabore com a Rádio Escafandro e receba recompensas. Clique aqui. *****– Entrevistados do episódio Escritor e cineasta é autor de: Corpo presente, O dia Mastroianni, O único final feliz para uma história de amor é um acidente, A última madrugada, e Descobri que estava morto, eleito o melhor romance do ano pelo Prêmio Literário Biblioteca Nacional e finalista do Prêmio Jabuti. Socióloga, professora e pesquisadora livre-docente da Escola de Comunicações e Artes da USP. É presidente da Comissão de Pesquisa da ECA/USP e coordenadora do OBCOM – Núcleo de Apoio à Pesquisa – Observatório de Comunicação, Liberdade de Expressão e Censura da USP. Jurista e filósofo do direito é autor de Crise e golpe, e Estado e forma Política, entre outros. É professor da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo e da Universidade de Santa Cecília. É livre-Docente em Filosofia e Teoria Geral do Direito pela Universidade de São Paulo, e doutor em Filosofia e Teoria Geral do Direito pela Universidade de São Paulo. – Ficha técnica: Produção, apresentação e edição: Tomás Chiaverini Trilha sonora tema: Paulo Gama Mixagem: Vitor Coroa Este episódio contou com músicas de: Ashler Fulero, Blue Dots, Humanfobia, Kevin MacLeod, Lobo Loko e Nin Martoise. Imagem da capa: Erick Drooker (www.drooker.com). | |||
| 38: Ssshhh | 11 Nov 2020 | 01:04:58 | |
Do canto da baleia Jubarte aos estalos poderosos do camarão pistola, do sabiá que invadiu as madrugadas paulistanas a um retiro de dez dias sem falar. Assim fizemos um episódio sobre o silêncio. ***** – Colabore com a Rádio Escafandro e receba recompensas. Clique aqui. *****– Mergulhe mais fundo Estudo sobre as baleias da Austrália que mudaram a forma de cantar: https://www.nature.com/articles/35046199 – Entrevistados do episódio Publicitário, observador de pássaros fundador do Avistar Brasil. Bióloga, escritora e ornitóloga, doutora em ecologia pela Universidade Estadual de Campinas. Biólogo e mestre em Ecologia pela Universidade de Brasília, fez Doutorado na Universidade de Campinas. Atualmente é professor Titular do Departamento de Ciências Biológicas da Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC). É um dos Coordenadores do Projeto Baleias na Serra. Bióloga formada pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro, especialista em paisagens acústicas. Astróloga e psicanalista. – Ficha técnica: Produção, apresentação e edição: Tomás Chiaverini Trilha sonora: Paulo Gama Mixagem: Vitor Coroa | |||
| 37: O sonho do Sidarta | 28 Oct 2020 | 00:49:22 | |
Por que dormimos? E por que, quando dormimos, sonhamos? Como os sonhos moldam nosso cérebro e sedimentam nossas memórias? Por que sem os sonhos a nossa cultura, a nossa tecnologia, enfim, a nossa civilização provavelmente não existiria do jeito que existe? Quem fala sobre tudo isso é o biólogo e neurocientista Sidarta Ribeiro. ***** – Colabore com a Rádio Escafandro e receba recompensas. Clique aqui. *****– Entrevistados do episódio Biólogo e neurocientista, professor titular e vice-diretor do Instituto do Cérebro da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Autor do livro O Oráculo da Noite (Cia das Letras, 2019), finalista do prêmio Jabuti 2020. – Ficha técnica: Produção, apresentação e edição: Tomás Chiaverini Trilha sonora: Paulo Gama Mixagem: Vitor Coroa Esse episódio contou com músicas de Jesse Gallager e Kai Engel. | |||
| 36: Duas vezes cadeia | 14 Oct 2020 | 01:02:48 | |
Como é viver atrás das grades no Brasil? Como os presos se organizam num sistema paralelo? Quais são os reflexos de uma temporada na prisão sobre a mente de uma pessoa? As histórias de dois homens condenados injustamente se entrelaçam nesse painel do sistema prisional brasileiro. ***** – Colabore com a Rádio Escafandro e receba recompensas. Clique aqui. *****– Entrevistados do episódio Advogado do Centro de direitos Humanos de Sapopemba. Gilson Alverto Jardineiro. Religiosa das Irmãs Missionárias de Cristo, é alemã, e está no Brasil deste 1991. Formada em Direito pela PUC-GO, possui Especialização em Direitos Humanos pela PUC-GO e Especialização em Direito Penal e Processo Penal pela PUC-GO. É coordenadora nacional da Pastoral Carcerária. Juiz de direito há 27 anos, atualmente em Forianopolis. Graduado em Ciências Jurídicas e Sociais pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos. Especializado em Direito Tributário pela Fundação Getúlio Vargas, e em Gestão e Controle do Setor Público pela Universidade do Estado de Santa Catarina, UDESC. É Mestre em Gestão de Políticas Públicas pela Univali e Mestre em Relações Econômicas e Sociais Internacionais pela Universidade do Minho, Portugal. Doutor em Ciência Jurídica pela Univali, com dupla titulação pela Universidade de Alicante, Espanha. – Ficha técnica: Produção, apresentação e edição: Tomás Chiaverini Trilha sonora: Paulo Gama Mixagem: Vitor Coroa Músicas deste episódio por: Blue Dots, Chad Crouch, Chico Corre & Eletronic Band, Forro in The Dark, Kosta T, Guizado, Marginals e Nctrnm. | |||
| 35: Planeta plástico | 30 Sep 2020 | 00:45:25 | |
Cada brasileiro produz quase 400 quilos de lixo por ano. São 80 milhões de toneladas ao todo. Esse volume é suficiente pra encher até a boca quase 200 estádios do Morumbi. São necessárias mais ou menos 11 milhões de viagens de caminhão pra escoar isso tudo. Desse total, 8% não foi nem recolhido. Isso equivale a mais de 6 milhões de toneladas ou aproximadamente 800 mil caminhões. Outros 40%, 30 milhões de toneladas, 4 milhões de caminhões, foram despejados em locais inadequados. Segundo o Ministério do Meio Ambiente, um terço de todo o lixo poderia ser reciclado. Mas, na prática, esse número está na casa dos 3%. O que você tem a ver com isso? O que você pode fazer quanto a isso? Ouça e descubra. ***** – Colabore com a Rádio Escafandro e receba recompensas. Clique aqui. *****– Entrevistados do episódio: Jornalista e fundadora do Movimento Boa Praça. Professora do Departamento de Patologia da Universidade de São Paulo e supervisora da Divisão de Autópsias do Departamento de Patologia da FMUSP. Vice-coordenadora do INCT Análise Integrada do Risco Ambiental (www.inaira.org). Faz parte do Comitê Internacional ATS/ERS para nova definição de asma grave. Sociólogo, mestre em antropologia, doutor em geografia, especialista em gestão de resíduos sólidos. Autor do livro Lixo – Ficha técnica: Concepção, produção, apresentação, roteirização, edição e sonorização: Tomás Chiaverini Trilha sonora tema: Paulo Gama Mixagem: Vitor Coroa Revisão técnica: Ana Schilling Este episódio contou com músicas de: Gnawledge, Lobo Loco e Sawsquarenoise. | |||
| 34: Dívidas, calotes e papagaios | 16 Sep 2020 | 00:55:13 | |
Este é um episódio voltado às dívidas. O que acontece com quem deixa de pagar o que deve? Por que grandes somas de dinheiro muitas vezes se transformam em alguns trocados diante da inadimplência? Como é o trabalho de quem ganha a vida cobrando dos outros? Como funciona o sistema bancário, que se baseia na confiança mútua e funciona como uma extensão das finanças públicas? ***** – Colabore com a Rádio Escafandro e receba recompensas. Clique aqui. *****– Entrevistados do episódio: Professor de história e contador. Ex-cobradora de call-center. Economista formado pela PUC, foi Chefe da Assessoria Econômica da Secretaria de Transportes Metropolitanos do Estado de São Paulo e Diretor de Estruturação de Projetos da Secretaria de Economia e Planejamento do Estado de São Paulo. É CEO do banco Fator. – Ficha técnica: Concepção, produção, apresentação, roteirização, edição e sonorização: Tomás Chiaverini Trilha sonora tema: Paulo Gama Mixagem: Vitor Coroa Este episódio contou com músicas de: Asher Fulero,Blue Dot Sessions e Ketsa. | |||
| 33: Profundezas da rede - Capítulo 3: O Jogo | 02 Sep 2020 | 00:58:09 | |
Como os políticos usam a internet e as redes sociais para chegar ao poder, para continuar lá, e como isso afeta as políticas públicas. Esse é o tema do episódio final da série Profundezas da Rede, sobre os impactos da internet na nossa sociedade. Dos disparos ilegais de WhatsApp, às campanhas de desinformação, passando por teorias da conspiração e pelo discurso de ódio às mulheres. Está tudo conectado num sistema que tem reflexos profundos na política nacional, e que tem se mostrado eficiente para manter a popularidade do governo. ***** – Colabore com a Rádio Escafandro e receba recompensas. Clique aqui. *****– Entrevistados do episódio: Jornalista, repórter e colunista da Folha de S.Paulo, autora de Lua de Mel em Kobane e A Máquina do Ódio. Diretora do InternetLab, professora da pós-graduação no Insper e pesquisadora do CEBRAP (Centro Brasileiro de Análise e Planejamento). Coordenadora do Creative Commons Brasil. É doutora em sociologia jurídica pela Faculdade de Direito da USP, onde também obteve seu título de mestre e graduou-se em direito. Escritor, jornalista, parte do time do programa Greg News, da HBO, colunista de revista Época. Foi diretor da revista Superinteressante e é autor de diversos livros-reportagens, entre eles “O Fim da Guerra – A maconha e a criação de um novo sistema para lidar com as drogas.” – Ficha técnica: Concepção, produção, apresentação, roteirização, edição e sonorização: Tomás Chiaverini Trilha sonora tema: Paulo Gama Mixagem: Vitor Coroa Este episódio contou com músicas de: Edvard Grieg, Tchaikovsky e Unheard Music Concepts. | |||
| 32: Profundezas da rede - Capítulo 2: As Peças | 19 Aug 2020 | 01:07:09 | |
As redes sociais costumam recompensar discursos mais inflamados, mais polêmicos, que tirem os usuários do marasmo e provoquem interações. Esse tipo de discurso casa perfeitamente com uma paixão antiga da humanidade: as teorias conspiratórias. Neste segundo episódio da série “Profundezas da Rede”, mergulhamos fundo nessas supostas tramas elaboradas para dominar o mundo. Falamos de como elas têm se multiplicado por aqui e nos EUA. E de como e por que a extrema direita tem abraçado esse tipo de discurso. Falamos do pizzagate, do Qanon, de Lady Gaga, de Trump e de Bolsonaro, e falamos dele, do maior teórico conspiracionista do Brasil – o escritor, astrólogo e auto-intitulado filósofo, Olavo de Carvalho. ***** – Colabore com a Rádio Escafandro e receba recompensas. Clique aqui. *****– Entrevistados do episódio: Escritor, jornalista, parte do time do programa Greg News, da HBO; colunista de revista Época. Foi diretor da revista Superinteressante e é autor de diversos livros-reportagens, entre eles “O Fim da Guerra – A maconha e a criação de um novo sistema para lidar com as drogas.” Doutora e mestre em Ciência Política pela Universidade de São Paulo, com bacharelado em Ciências Sociais pela mesma universidade. Ganhadora do prêmio de melhor tese de doutorado da Associação Brasileira de Ciência Política (2017-2019), pesquisadora do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (CEBRAP). – Mergulhe mais fundo Tese de doutorado da cientista política Camila Rocha: Menos Marx, mais Mises – Uma gênese da nova direita brasileira (2006-2018). – Ficha técnica: Concepção, produção, apresentação, roteirização, edição e sonorização: Tomás Chiaverini Trilha sonora tema: Paulo Gama Mixagem: Vitor Coroa Este episódio contou com músicas de: Blue Dot Sessions, Lobo Loco, Smokey Hormel, Unheard Music Concepts. | |||
| 111: Finalmente os ETs. Ou não. | 03 Apr 2024 | 01:10:35 | |
Em 2017, um objeto astronômico diferente de tudo o que a gente já tinha visto antes passou perto da terra: o Oumuamua. Ele tinha uma velocidade maior do que o normal, não tinha uma cauda como os cometas, nem poeira, como os asteroides. Por tudo isso, astrônomos concluíram que o Oumuamua era o primeiro objeto de fora do sistema solar identificado por telescópios humanos. Mas, para um astrofísico em particular, ele poderia ser ainda mais interessante. Poderia ser o resto de um objeto tecnológico criado por alguma civilização extraterrestre. A partir dessa história, este episódio mergulha na astrobiologia. Um campo de estudo que tenta entender como a vida surgiu aqui, para buscar por vida alienígena Episódios relacionados: #21 – Robôs, bactérias e o futuro da humanidade41 – Não culpe o meteoro #41 – Não culpe o meteoro#42 – A vida, o universo e tudo o mais Astrofísico, professor da universidade de Harvard, diretor do projeto Galileu, que busca por indícios de vida inteligente extraterrestre. Douglas Galante Professor doutor do Departamento de Geologia Sedimentar e Ambiental do Instituto de Geociências da Universidade de São Paulo. Trabalha nas áreas de Geobiologia, Astrobiologia e Ciências Planetárias. Professor livre-docente do Departamento de Filosofia, FFLCH, USP, especialista em filosofia da neurociência e filosofia da mente. Biólogo, professor da Universidade Federal da Paraíba, vem desenvolvendo trabalhos sobre origem do sistema biológico, com ênfase na organização biológica do Ultimo Ancestral Universal Comum. Ficha técnica Apoio de edição: Matheus Marcolino. Mixagem de som: Vitor Coroa. Trilha sonora tema: Paulo Gama. Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari. Direção, roteiro e edição: Tomás Chiaverini | |||
| 31: Profundezas da rede - Capítulo 1: O Tabuleiro | 05 Aug 2020 | 01:03:40 | |
Em 1969, num projeto tocado por acadêmicos e financiado pelo Pentágono, entrava no ar a Arpanet. Uma rede de comunicações entre computadores que não podia ser desligada e à qual qualquer um podia ter acesso. Ao longo das décadas, essa tecnologia foi sendo modificada para se tornar cada vez mais eficiente e abrangente. Hoje, ela incorpora inúmeras redes, espalha-se por todo o planeta e é conhecida como internet. Atualmente a internet se tornou tão onipresente que até esquecemos de como era nossa vida sem ela. Diante disso, o mergulho nesse tema vai ser duplo. Neste primeiro episódio, falamos sobre as origens da rede mundial de computadores, e sobre os fóruns anônimos de discussão que impulsionaram uma cultura digital de agressividade, humor politicamente incorreto, racismo, machismo e misoginia. Daqui a quinze dias, voltaremos ao tema para falar sobre como a internet ajudou na ascensão da nova direita no Brasil. ***** – Colabore com a Rádio Escafandro e receba recompensas. Clique aqui. *****– Entrevistados do episódio: Engenheiro eletricista e cientista da computação é considerado um dos pioneiros da Internet no Brasil. Atualmente ocupa o cargo de diretor-presidente do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br). Foi o primeiro brasileiro eleito para o Hall da Fama da Internet. Jornalista pela PUC-RS, cientista social, mestre em estudos culturais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), com dissertação que estuda o humor e o politicamente correto na cultura digital. – Mergulhe mais fundo – Ficha técnica: Produção, apresentação e edição: Tomás Chiaverini Trilha sonora tema: Paulo Gama Mixagem: Vitor Coroa Imagem da capa: Gerd Altmann (Pixabay). Este episódio contou com músicas de: Ainst Char, Blue Dot Sessions, Curha, Ketsa, Smokey Hormel, Unheard Music Concepts. | |||
| 11: Heróis e Vilões (REPRISE) | 22 Jul 2020 | 00:52:39 | |
No final da década de 1990, uma pequena cidade da grande São Paulo viveu um escândalo que abalou a politica nacional. Todos os vereadores da câmara municipal foram subitamente afastados de seus mandatos. Menos um. No primeiro episódio de Escafandro, partimos dessa história para mostrar um pouco de como são os homens públicos mais próximos da população: os vereadores. E de como as câmaras municipais replicam a política de outras esferas, criando heróis e vilões que mudam de lado com o tempo, ou apenas conforme o ponto de vista de quem observa. Confira no Episódio 11 de Escafandro. Assine no seu aplicativo de podcast predileto e ouça de graça ***** – Colabore com a Rádio Escafandro e receba recompensas. Clique aqui. *****– Entrevistados do episódio: Ex-vereador de Embu das Artes pelo PSDB. Ex-vereador, ex-deputado e ex-prefeito pelo PT. Ex-vereadora e secretária de turismo de Embu das Artes. Historiador e jornalista. – Mergulhe mais fundo Entrevista de Geraldo Cruz no Jô Soares. – Ficha técnica: Produção, apresentação e edição: Tomás Chiaverini Trilha sonora original: Paulo Gama Mixagem: Vitor Coroa | |||
| 12: Um dia numa casa coletiva (REPRISE) | 08 Jul 2020 | 00:59:25 | |
Gravamos 17 horas de rotina de uma casa coletiva. São dez adultos, seis crianças e seis gatos morando juntos e dividindo os espaços comuns de um casarão em São Paulo. Contas e tarefas domésticas também são compartilhadas, num esquema orgânico em que há apenas uma regra: cada dia um dos adultos prepara o jantar para todo mundo. Mergulhe nessa história escutando o Episódio 12 de Escafandro. Assine no seu aplicativo de podcast predileto e ouça de graça. ***** – Colabore com a Rádio Escafandro! Clique aqui! *****Produção, apresentação e edição: Tomás Chiaverini Trilha sonora: Paulo Gama (música tema), À Deriva (demais músicas) Mixagem: Vitor Coroa | |||
| 30: Polícia para quem? | 24 Jun 2020 | 00:57:55 | |
A morte do norte-americano George Floyd, assassinado pela polícia de Minneapolis no dia 25 de maio de 2020, causou protestos de proporções globais. Atos contra a violência policial e contra o racismo. Em algumas cidades, os protestos foram tão intensos que deram início a processos de desmantelamento de departamentos de polícia. Mas o que ocorre nos EUA é pouco em comparação com a realidade das polícias brasileiras. Enquanto por lá policiais mataram 1.099 pessoas no ano de 2019, por aqui foram 5.804. Quando se fala em racismo, os números daqui também são piores. Ainda em 2019, nos Estados Unidos, 24% das pessoas mortas pela polícia eram negras. Por aqui, essa porcentagem sobe para 75%. É um genocídio em curso. Num intervalo de poucas semanas em relação à morte de George Floyd, tivemos por aqui dois assassinatos semelhantes. Dois adolescentes. João Pedro Matos e Guilherme Silva Guedes. Em nenhum dos casos houve manifestações tão massivas quanto as provocadas pela morte de George Floyd. Para entender por que isso acontece, mergulhamos fundo na estrutura das nossas polícias militares. ***** – Colabore com a Rádio Escafandro e receba recompensas. Clique aqui. *****– Entrevistados do episódio: – Coronel José Vicente da Silva Filho Coronel reformado da Polícia Militar, secretário nacional de segurança pública durante o governo FHC. – Coronel Adilson Paes de Souza Tenente coronel da reserva da Policia Militar do Estado de São Paulo. Bacharel em direito, mestre em Direitos Humanos pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo. Membro da Comissão Justiça e Paz da Arquidiocese de São Paulo. Autor do livro O Guardião da Cidade. Jornalista, especialista em justiça, segurança e direitos humanos, cofundador da Ponte Jornalismo. Jornalista, pós graduada em Criminalidade e Segurança Pública e em Administração Pública com ênfase em Gestão Sociais. Foi consultora da Anistia Internacional, onde desenvolveu a plataforma de dados sobre violência armada Fogo Cruzado. Advogada e coordenadora do Departamento de Justiça e Segurança Pública do IBCCRIM (Instituto Brasileiro de Ciências Criminais), cofundadora do coletivo autônomo de mulheres pretas, Adelinas. – Ficha técnica: Produção, apresentação e edição: Tomás Chiaverini Trilha sonora: Paulo Gama Mixagem: Vitor Coroa | |||
| 29: E se a gente fosse índio? | 10 Jun 2020 | 01:20:59 | |
Em 2011, um arqueólogo parte por conta própria para o interior da Amazônia. O objetivo é redescobrir um sítio arqueológico abandonado, no sudoeste de Rondônia. Um antigo cemitério, com sepultamentos que remontam há mais de quatro mil anos. Ele descobre o local do sítio: o Sambaqui de Monte Castelo. Mas, por meio de mensagens gravadas nas árvores pelos índios Tuparis, descobre também que, ao contrário do que se imaginava, aquele lugar não está desocupado. Dessa constatação, nasce uma parceria entre arqueólogos brancos e pesquisadores indígenas, que começou a vigorar no começo de 2020. Nesse episódio, partimos desse encontro inusitado para falar sobre o encontro dessas duas civilizações. Quais são as diferenças fundamentais entre elas? O que o mundo branco, numa crise tão profunda, pode aprender com o modo de viver dos índios? E o que seria desse modo de viver hoje se os brancos não tivessem chegado aqui mais de quinhentos anos atrás? ***** – Colabore com a Rádio Escafandro e receba recompensas. Clique aqui. *****– Entrevistados do episódio: Graduado em História pela Universidade de São Paulo, Mestre e Doutor em Arqueologia pela Universidade de Indiana e Livre-Docente pela Universidade de São Paulo. Professor Titular de Arqueologia Brasileira do Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo. Pesquisador Colaborador do Instituto de Geociências da Universidade de Brasília. Pós-doutorado em Geologia pelo IG/UnB. Doutor e Mestre em Arqueologia pelo Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo. Bacharel em História pela Universidade de São Paulo. Ambientalista e escritor, autor do livro “Ideias para Adiar o Fim do Mundo”. É um dos maiores nomes da luta indígena no Brasil. Pertence à etnia do povo Krenak. Possui graduação em filosofia pela Universidade Federal de Minas Gerais (2003), mestrado em Filosofia pela Universidade Federal de Minas Gerais (2006) e doutorado em Antropologia Social pela Universidade Federal de Santa Catarina (2018). Atualmente é professor adjunto da Universidade Federal do Acre. – Ficha técnica: Concepção, produção, apresentação e edição: Tomás Chiaverini Trilha sonora original: Paulo Gama Mixagem: Vitor Coroa | |||
| 28: Como a Netflix dominou o mundo | 27 May 2020 | 00:59:06 | |
Você sabia que a Netflix provavelmente começou por causa de uma multa por um DVD atrasado? Sabia que a plataforma é responsável pela maior fatia de tráfego de internet? Sabia que ela monitora tudo o que todo mundo faz lá dentro? E que usa isso pra planejar em que tipo de produção investir? Sabia que House of Cards e Stranger Things só são do jeito que são porque um sistema de inteligência artificial previu que aqueles ingredientes juntos fariam sucesso? Quer saber mais? Quer saber qual é o impacto da Netflix na forma com a gente produz e consome filmes e séries? Pois é só dar o play. ***** – Colabore com a Rádio Escafandro e receba recompensas. Clique aqui. *****– Entrevistados do episódio: Jornalista, editor do portal B9, um dos apresentadores do podcast Cinemático. Crítica de cinema, antropóloga, pesquisadora e apresentadora do podcast Feito por Elas. Historiador, professor do departamento de História da USP, tem pesquisas sobre produção audiovisual brasileira, indústria cultural e história pública. – Mergulhe mais fundo – Como o algoritmo da Netflix funciona (revista Wired, em inglês) – As origens de House of Cards (New York Times, em inglês) – Ficha técnica: Concepção, produção, apresentação e edição: Tomás Chiaverini Trilha sonora original: Paulo Gama Mixagem: Vitor Coroa | |||
| 27: Lições do Coronavírus: Capítulo 3 - Nós | 13 May 2020 | 01:00:07 | |
No terceiro episódio sobre os impactos e lições do coronavírus, falamos de como a pandemia já afetou, e ainda vai afetar, a nós humanos. Primeiro, do ponto de vista mais pessoal e particular. Depois, de forma ampla e global. Para isso contamos com nada menos do que dez convidados. Um psicanalista, um historiador, dois escritores, uma jornalista, uma professora uma futurista, um arqueólogo, uma faxineira diarista e o Tomé, que tem sete anos, e quer ser cientista, ou astronauta, ou cantor, ou surfista, ou diretor de cinema, ou cozinheiro. ***** – Colabore com a Rádio Escafandro e receba recompensas. Clique aqui. *****– Entrevistados do episódio: Psicólogo, psicanalista, professor titular da Universidade de São Paulo. Graduado em História pela Universidade de São Paulo, Mestre e Doutor em Arqueologia pela Universidade de Indiana e Livre-Docente pela Universidade de São Paulo. Professor Titular de Arqueologia Brasileira do Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo. Escritora e ilustradora de livros infantis. Jornalista, âncora da Rádio Band News FM, co-fundadora da Rádio Guarda-Chuva e criadora do podcast Põe na Estante. Jornalista, pesquisadora, professora e futuróloga. Historiador, professor e cofundador do Movimento Passe Livre
Faxineira Diarista Escritor e agitador cultura.
Professora aposentada e exilada da ditadura militar.
Estudante. – Mergulhe mais fundo Coroa de Espinhos (Por Christian Dunker, para o portal Arte! Brasileiros) – Ficha técnica: Concepção, produção, apresentação e edição: Tomás Chiaverini Trilha sonora original: Paulo Gama Mixagem: Vitor Coroa | |||
| 26: Lições do coronavírus: Capítulo 2 - Política | 27 Apr 2020 | 01:00:42 | |
No segundo episódio da série sobre as possíveis lições trazidas pela pandemia de coronavírus, o assunto é: política. Para isso, partimos de dois grandes temas. Primeiro, a política nacional. O que está por trás da estratéa negacionista de Jair Bolsonaro? Há uma estratégia aí? Quais devem ser os impactos dessa postura na imagem do governo? Por que a base bolsonarista segue fiel ao presidente? Em seguida, passamos para a política mundial. Como o isolamento da população e a propagação da Covid-19 têm impactado governos ao redor do mundo? O que muda nas relações entre os países? Será que o mundo pós-pandemia vai ser um mundo mais humanista, mais SUS e renda universal? Ou vai ser um mundo mais autoritário, com estados cada vez mais policialescos vigiando de perto seus cidadãos? ***** – Colabore com a Rádio Escafandro e receba recompensas. Clique aqui. *****– Entrevistados do episódio: Repórter da revista Piauí e comentarista do podcast Foro de Teresina. Cientista político, um dos criadores da Nossas, diretor do Instituto de Estudos para Políticas de Saúde. Professor de direito constitucional da Faculdade de Direito da USP e colunista da Folha de S.Paulo. Psicólogo, psicanalista, professor titular da Universidade de São Paulo. – Mergulhe mais fundo Uma esfinge na Presidência (revista Piauí) – Ficha técnica: Concepção, produção, apresentação e edição: Tomás Chiaverini Trilha sonora original: Paulo Gama Mixagem: Vitor Coroa | |||
| 25: Lições do coronavírus: Capítulo 1 - Economia | 15 Apr 2020 | 00:57:22 | |
A pandemia de coronavírus tem feito o mundo mudar com rapidez inédita. Diante disso, nos próximo episódios, Escafandro vai mergulhar nessas mudanças para tentar descobrir que lições poderemos tirar delas. Será que o mundo pós-pandemia pode ser um mundo melhor? No primeiro episódio, o assunto é economia. Será que seremos capazes de aprender algo com essa que talvez seja a maior crise da história do capitalismo? ***** – Colabore com a Rádio Escafandro e receba recompensas. Clique aqui. *****– Entrevistados do episódio: Economista com mestrado, doutorado e pós doutorado pela Universidade Estadual de Campinas – Unicamp, nas áreas de desenvolvimento econômico, economia social e economia do trabalho. Foi consultor do PNUD e da OIT e é coordenador e professor do programa de pós-graduação da Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (FLACSO). Presidente da Rede Brasileira de Renda Básica. – Mergulhe mais fundo Possibilidades econômicas para nossos netos – Ficha técnica: Concepção, produção, apresentação e edição: Tomás Chiaverini Trilha sonora original: Paulo Gama Mixagem: Vitor Coroa | |||
| 24: Amyr Klink, Heloisa Schurmann e o isolamento por opcão | 01 Apr 2020 | 00:58:06 | |
Por conta da pandemia do novo coronavírus, boa parte da população mundial vive hoje uma experiência inédita: a do isolamento. Um isolamento que pode acontecer de duas formas: solitária ou em família. Diante disso, trazemos o ponto de vista de dois navegadores que são profundos conhecedores de experiências desse tipo. Heloisa Schurmann, que há mais de trinta anos navega pelo mundo com a família, conta das vantagens e dos desafios do isolamento compartilhado. E Amyr Klink, primeiro homem a atravessar o Atlântico Sul sozinho num barco a remo, conta sobre as dores e belezas de se isolar em solidão completa. Eles também falam dos desafios do momento atual, das diferenças de viver isolado num barco e em terra firme, e dão dicas de como sobreviver ao confinamento com a mente em ordem. Ouça de graça no seu aplicativo de podcasts predileto! ***** – Colabore com a Rádio Escafandro e receba recompensas. Clique aqui. *****– Entrevistados do episódio: Escritor e navegador, primeiro homem a atravessar o Atlântico Sul num barco a remo em solitário. Autor de “Cem dias entre céu e mar” e “Paratii – entre dois pólos”. Escritora e navegadora, deu três voltas ao mundo de veleiro em companhia da família. Autora de “O pequeno segredo” e “10 anos no mar”. – Ficha técnica: Concepção, produção, apresentação e edição: Tomás Chiaverini Trilha sonora original: Paulo Gama Mixagem: Vitor Coroa | |||
| 110: Você é livre para ser livre? | 20 Mar 2024 | 00:57:47 | |
E se alguém te falasse que você não é realmente livre? Que todas as suas escolhas são pré-determinadas por uma teia complexa e inescapável de eventos? Que você não tem como fugir desse conjunto de imposições compostas por genética, fatores ambientais, cultura, classe social e assim por diante? Diante disso, como ficaria a nossa organização social? Como a gente lidaria com a meritocracia ou com o conceito de culpa? Como punir alguém por um crime, se esse alguém não tem liberdade de fato para escolher não ser criminoso? As respostas a essas perguntas estão no livro “Determined: A science of life without free will”, ou Determinado, a ciência da vida sem livre arbítrio, numa livre tradução. O livro foi escrito pelo professor de neurologia e biologia da universidade de Stanford, Robert M. Sapolski, e é a linha mestra deste episódio. Mergulhe mais fundo Determined: A science of life without free will (link para compra) Comportamento Humano, Direito Penal e Neurociências (link para compra) Entrevistados do episódio Desembargador do TRF4, professor da Faculdade de Direito da Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS e autor do livro “Comportamento Humano, Direito Penal e Neurociências” (D’Plácido). . Doutor pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo – USP (2001). Pós-doutor pelo PPG em Neurociências da Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG (2020). Professor livre-docente do Departamento de Filosofia, FFLCH, USP, especialista em filosofia da neurociência e filosofia da mente. Ficha técnica Locução adicional: Priscila Pastre Apoio de edição: Matheus Marcolino. Mixagem de som: Vitor Coroa. Trilha sonora tema: Paulo Gama. Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari. Direção, roteiro e edição: Tomás Chiaverini | |||
| 23: O médico e a máquina | 18 Mar 2020 | 00:49:50 | |
As mudanças trazidas pela inteligência artificial devem, em poucos anos, causar uma revolução na saúde. Hoje já estão em fase de testes algoritmos que vão auxiliar os médicos em tarefas diversas. Eles poderão, por exemplo, cruzar milhares de dados sobre um paciente para prever as chances de cura em casos diversos. Para criar diagnósticos. E para auxiliar na aplicação de tratamentos e prescrição de drogas. Eles poderão acessar bancos de dados em tempo real, e ter atualização instantânea sobre cada nova doença ou nova terapia. Eles poderão preencher prontuários automaticamente enquanto o médico se dedica ao atendimento do paciente. E poderão fazer com que clínicos gerais tenham a opinião dos maiores especialistas em cada área. Há também pontos controversos nessa tecnologia. Porque os algoritmos são alimentados por dados. Então vale perguntar: quem coleta esses dados? O que impediria, por exemplo, que planos de saúde reajustassem suas mensalidades de acordo com os riscos que cada paciente tem de adoecer? Ouça de graça no seu aplicativo de podcasts predileto! ***** – Colabore com a Rádio Escafandro e receba recompensas. Clique aqui. *****– Entrevistados do episódio: Economista, professor do Departamento de Epidemiologia da Faculdade de Saúde Pública da USP na área de estatísticas de saúde, diretor do Laboratório de Big Data e Análise Preditiva em Saúde (Labdaps) da FSP/USP. Médico infectologista, doutor em Saúde Coletiva pela Universidade Estadual de Campinas (1996), pós-doutor na área de Bioética Clínica na Universidade Cornell, em Nova York. É professor da Unicamp na Faculdade de Ciências Médicas, onde coordena a Área de Ética e Saúde. – Mergulhe mais fundo Quantas doenças existem? (Washington Post) Inteligência artificial no mercado financeiro – The Economist (em inglês). – Ficha técnica: Produção, apresentação e edição: Tomás Chiaverini Trilha sonora original: Paulo Gama Mixagem: Vitor Coroa | |||
| 22: Suco de São Paulo | 04 Mar 2020 | 01:01:23 | |
Dois dias de caminhada pela cidade de São Paulo. Um total de 50 quilômetros percorridos, partindo da Zona Oeste, até a fronteira com São Caetano, na Zona Leste. Dezenas de entrevistados. Histórias surpreendentes que revelam a alma da maior cidade do país. Pra completar, uma trilha sonora feita exclusivamente com os sons colhidos durante a caminhada. Ouça no link: https://soundcloud.com/mister-paulada/sets/cantos-escafandristas ***** – Colabore com a Rádio Escafandro e receba recompensas. Clique aqui. *****<iframe height=”200px” width=”100%” frameborder=”no” scrolling=”no” seamless src=”https://player.simplecast.com/ad7c1f39-c112-424d-978f-859f762b2b09?dark=false”></iframe> – Ficha técnica: Produção, apresentação e edição: Tomás Chiaverini Trilha sonora original: Paulo Gama Mixagem: Vitor Coroa | |||
| 21: Robôs, bactérias e o futuro da humanidade | 19 Feb 2020 | 00:55:26 | |
Em 1974 um bioquímico da universidade de Stanford chamado Paul Berg desenvolveu uma tecnologia que permitia inserir o DNA de um vírus de macaco numa bactéria. O vírus SV40 causava câncer em ratos de laboratório. E a bactéria em questão, a E. Coli, era uma das mais abundantes no intestino humano. A descoberta assustou o mundo científico. E se essas bactérias mutantes escapassem para os laboratórios, de lá para o mundo e de repente a humanidade se visse às voltas com uma pandemia de câncer? Diante disso, a comunidade científica resolveu fazer algo raro: parar tudo para pensar. No ano seguinte, cientistas do mundo todo se reuniram na Califórnia para o evento que ficou conhecido como Conferência de Asilomar, onde foram definidas boa parte das regras que ainda hoje regem a ética da biotecnologia. Desde então, várias outras tecnologias, igualmente impactantes, foram descobertas. Algumas delas, como a inteligência artificial, podem modificar profundamente nossas relações sociais, políticas e econômicas. Mais do que isso, podem alterar profundamente a essência da nossa espécie. Quais são essas tecnologias? Como lidamos com ela até aqui? Que impactos reais podemos esperar nos próximos anos, décadas ou séculos? Como será o futuro se pudermos escolher as características dos nossos bebês? Ouça de graça no seu aplicativo de podcasts predileto! ***** – Colabore com a Rádio Escafandro e receba recompensas. Clique aqui. *****– Entrevistados do episódio: Jornalista, pesquisadora, professora e futuróloga. Professor livre-docente da Universidade de São Paulo, associado ao Laboratório de Microbiologia do Instituto de Ciências Biomédicas. Biólogo, possui doutorado em genética molecular pela Universidade de Tel-Aviv e pós-doutorado na Universidade de Sydney. Jornalista especializado em ciência, colunista da Folha de S.Paulo, doutor em Ciências Sociais, autor dos livros ‘Promessas do Genoma’ e ‘Ciência: Use com Cuidado’. – Mergulhe mais fundo E.T., Saudações (revista Piauí) Dançando no escuro (revista Piauí) Autor de ‘Homo Deus’ mapeia as graves implicações da tecnologia – Ficha técnica: Produção, apresentação e edição: Tomás Chiaverini Trilha sonora original: Paulo Gama Mixagem: Vitor Coroa | |||
| 20: Dos vinte centavos a Bolsonaro | 05 Feb 2020 | 00:57:58 | |
Em junho de 2013, o Movimento Passe Livre (MPL) iniciou uma série de protestos, em São Paulo, contra o aumento de vinte centavos nas tarifas de ônibus e metrô. Em pouco tempo, as manifestações ganharam uma dimensão inesperada. E mesmo depois de Estado e Prefeitura terem voltado atrás com o aumento, as ruas continuaram inflamadas por passeatas, numa ebulição popular inédita no país. As pautas se multiplicaram. O combate à corrupção e a demanda por melhores serviços públicos no geral passaram a engrossar o coro das ruas. Até que, no final de 2014, as cores das manifestações foram mudando. Um movimento que era essencialmente progressista ganhou ares nacionalistas, conservadores e anti-partidários. Grupos recém-criados como o Movimento Brasil Livre (MBL) e o Movimento Vem Pra Rua, passaram cooptar essa insatisfação popular difusa que culminaria no impeachment de Dilma Roussef. E que seria um dos vários fatores que colaboraram para a eleição do governo de extrema-direita de Jair Bolsonaro. Como isso aconteceu? Como o Passe Livre conseguiu transformar uma pauta única num protesto nacional? Como grupos de direita, notadamente o Movimento Brasil Livre (MBL) se apropriaram das manifestações? Quem financiou esses grupos? Como a direita foi capaz de canalizar o sentimento de revolta e por que a esquerda não conseguiu retomar as ruas desde então? Ouça de graça no seu aplicativo de podcasts predileto! ***** – Colabore com a Rádio Escafandro e receba recompensas. Clique aqui. *****– Entrevistados do episódio: Historiador, professor e cofundador do Movimento Passe Livre Doutor em ciências da computação, professor da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da USP (EACH-USP) e cocoordenador do Monitor do Debate Político no Meio Digital. Jornalista, codiretora da Agência Pública de Jornalismo Investigativo. – Mergulhe mais fundo A nova roupa da direita (Agência Pública) Condenados por Moro, absolvidos pelo tribunal (Agência Pública) Movimento Passe Livre no Roda Viva – Ficha técnica: Produção, apresentação e edição: Tomás Chiaverini Trilha sonora original: Paulo Gama Mixagem: Vitor Coroa Captação de áudio em estúdio: João Puntoni | |||
| 06: Ciência, jornalismo e cúrcuma (REPRISE) | 22 Jan 2020 | 00:56:44 | |
Estima-se que diariamente a ciência produza milhares de novos artigos. Boa parte deles se utilizam de métodos pouco rigorosos e são referendados por periódicos científicos conhecidos como predatórios – que basicamente publicam qualquer coisa, desde que se pague por isso. Como consequência, há uma enxurrada de artigos provando as maravilhas curativas da cúrcuma, os benefícios do vinho tinto, ou as faculdades do chocolate como auxiliar no emagrecimento. Você certamente já topou com matéria sobre isso naquele suplemento dominical ou programa vespertino. Mas como isso acontece pelos laboratórios ao redor do planeta? Por que cientistas se prestam a estudar tanta bobagem? Como esses estudos são conduzidos? E como essas pesquisas passam pelo crivo de pauteiros, repórteres e editores para chegar até você? Escute e descubra! *** Você pode assinar o podcast gratuitamente no iTunes, no Spotify e nos principais aplicativos de podcast *** – Entrevistados do episódio: Repórter especial da Folha de S.Paulo, foi bolsista na Universidade de Georgetown, em Washington, em 2011, onde pesquisou sobre o conflito de interesses entre médicos e a indústria da saúde. Economista com doutorado direto em Saúde Pública pela Faculdade de Saúde Pública (FSP) da Universidade de São Paulo (USP) e pós-doutorado na Universidade de Harvard. É professor doutor do Departamento de Epidemiologia da FSP/USP na área de estatísticas de saúde. Jornalista e escritor, é autor das obras de divulgação científica “Livro dos Milagres”, “Pura Picaretagem” e “Livro da Astrologia”, além de diversos trabalhos de ficção científica, terror e mistério. Publicou artigos na Folha de S. Paulo, O Estado de S. Paulo, Zero Hora, entre outros. Atualmente está à frente da revista digital Questão de Ciência. Jornalista, diretor do documentário O Abraço Corporativo. – Mergulhe mais fundo Até quando vamos produzir estudos inúteis de saúde? Indústria financia estudos pró-cerveja Como provar que chocolate emagrece Alimentos que ao mesmo tempo previnem e curam câncer – Ficha técnica: Produção, apresentação e edição: Tomás Chiaverini Trilha sonora original: Paulo Gama Mixagem: Vitor Coroa – Colabore com a Rádio Escafandro: | |||
| 09: A história do Brasil que a floresta escondeu (REPRISE) | 08 Jan 2020 | 00:57:11 | |
Animais gigantes, planícies de vegetação esparsa, homens espalhados por grande estruturas urbanas interligadas por estradas amplas. Este cenário, que parece remeter à África ou ao Oriente Médio, ocupou uma região bem mais familiar, hoje conhecida como Brasil. Achados arqueológicos recentes contam uma história muito diferente da que ficou registrada em boa parte dos livros didáticos. No lugar do “deserto verde” amazônico, que ocupa o imaginário de parte dos brasileiros, havia sociedades fervilhantes, espalhadas em cidades de milhares de habitantes, donas de uma cultura sofisticada e de técnicas agrícolas cujos efeitos ecoam até os dias de hoje. Que povos eram esses? Por que ainda sabemos tão pouco sobre eles? Como a destruição da floresta impacta os registros que sobraram? Como a arqueologia tem lidado com isso nas últimas décadas, e como pesquisadores enxergam o futuro num governo que vem desmontando as políticas ambientais? *** Você pode escutar o podcast gratuitamente no iTunes, no Spotify e nos principais aplicativos de podcast *** – Entrevistados do episódio: Jornalista, mestre em arqueologia pela Universidade de São Paulo. Jornalista especializado em ciência, mestre e doutor em Estudos Lingüísticos e Literários em Inglês na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, autor, entre outros, do livro “1499 – O Brasil antes de Cabral” (Harper Collins). Graduado em História pela Universidade de São Paulo, Mestre e Doutor em Arqueologia pela Universidade de Indiana e Livre-Docente pela Universidade de São Paulo. Professor Titular de Arqueologia Brasileira do Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo. Repórter da revista Piauí especializado na cobertura de ciência, autor de “Domingo é dia de ciência” (Azougue Editorial). – Mergulhe mais fundo Do carvão às cinzas – causas e efeitos do incêndio no Museu Nacional (revista Piauí) Arqueólogos redescobrem relíquias do Museu Nacional (revista Piauí) – Ficha técnica: Produção, apresentação e edição: Tomás Chiaverini Trilha sonora original: Paulo Gama Mixagem: Vitor Coroa – Colabore com a Rádio Escafandro: | |||
| 19: Super-heróis: a epidemia | 11 Dec 2019 | 00:57:22 | |
Desde o lançamento de Superman, em 1978, os super-heróis foram aos poucos dominando as salas de cinema. Nas últimas décadas, os lançamentos de filmes baseados em histórias em quadrinhos se tornaram uma epidemia. Desde que começou a criar seu universo cinematográfico, em 2008, só a Marvel lançou 23 filmes. Todos eles interligados numa trama única, que, goste-se ou não, está entre os maiores feitos da história de Hollywood. Mas o que está por trás dessa epidemia? Por que gostamos tanto de assistir a fortões vestidos de lycra azul salvando o mundo? O que a repetição dessas narrativas causa na nossa sociedade e na nossa mente? ***** – Colabore com a Rádio Escafandro e receba recompensas. Clique aqui. *****– Entrevistados do episódio: Sociólogo, professor da Universidade Federal de Goiás. Psicólogo especialista em psicologia Junguiana. Teólogo especialista em quadrinhos e cultura pop. – Mergulhe mais fundo – Ficha técnica: Produção, apresentação e edição: Tomás Chiaverini Trilha sonora original: Paulo Gama Mixagem: Vitor Coroa | |||
| 18: Exilados: hoje e ontem | 27 Nov 2019 | 00:57:40 | |
O Brasil vive uma escalada autoritária. Depois do filho do presidente, foi a vez de o ministro economia, Paulo Guedes, aventar a possibilidade de um novo Ato Institucional Número 5. O AI-5 foi um marco da repressão da ditadura militar. Promulgado em 1968, ele deu poderes ditatoriais ao presidente, que fechou o Congresso e suspendeu direitos básicos do cidadão, como o habeas corpus (nos casos de crimes políticos). Para além do flerte com o AI-5, no fim de novembro o presidente Jair Bolsonaro apresentou um Projeto de Lei que visa retirar a punição a militares que estejam atuando em operações de Garantia da Lei e da Ordem. Para analistas diversos, a aprovação deste projeto equivale a dar a agentes do Estado uma licença para matar manifestantes. Em meio a esse acirramento, a polarização e o discurso de ódio crescem na população e nas redes sociais. Os efeitos práticos disso já são sentidos. Pelo menos quatro personalidades da esquerda, campo oposto ao bolsonarismo, tiveram de deixar o país por conta de ameaças. Diante disso, o episódio de hoje faz um debate amplo sobre o exílio em dois tempos. Na época da ditadura e nos dias atuais. A partir daí, cria também um paralelo entre o Brasil de hoje e o Brasil da ditadura militar dos anos de chumbo. ***** – Colabore com a Rádio Escafandro e receba recompensas. Clique aqui. *****– Entrevistados do episódio: Rosa Maria Prado Ferrari Professora aposentada e exilada da ditadura militar. Jornalista, ex-militante do MR-8, cofundador do PT e do PSOL. Escritora, filósofa, ex-candidata do PT ao Governo do Rio de Janeiro. Jornalista, professor, ex-deputado do PSOL. – Mergulhe mais fundo – Ficha técnica: Produção, apresentação e edição: Tomás Chiaverini Trilha sonora original: Paulo Gama Mixagem: Vitor Coroa | |||
| 17: O amor nos tempos do Tinder | 13 Nov 2019 | 01:01:03 | |
Atualmente aplicativos como Tinder, Happn e Grindr, somados aos sites de namoro e às redes sociais, são os maiores responsáveis por criar laços amorosos nos Estados Unidos. Pesquisas recentes mostram que mais de 40% dos casais heterossexuais americanos se conheceram pela internet. Esse número sobe para 60% quando se fala em casais homoafetivos. Já em 1995, o maior responsável por unir almas gêmeas eram os amigos em comum. Ainda que não haja dados consolidados sobre o assunto, tudo indica que essa tendência se repita no restante do mundo e no Brasil – que é um dos países onde as pessoas passam mais tempo conectadas à internet. Mas como chegamos a esse ponto? O que mudou desde os primeiros anúncios pessoais em jornais, que datam dos idos de 1.700, para os aplicativos que usam GPS para indicar pretendentes próximos? E até que ponto essa revolução toda na forma como conhecemos nossos parceiros românticos está mudando também a forma como conduzimos nossos relacionamentos? ***** – Colabore com a Rádio Escafandro e receba recompensas. Clique aqui. *****– Entrevistados do episódio: Escritor Psicóloga e autora do livro Tinderellas – o amor na era digita, Doutora em administração e marketing, psicanalista, autora da tese Deu Match! – As trocas nos relacionamentos virtuais e a objetificação do sujeito no Tinder. – Mergulhe mais fundo Deu Match! – As trocas nos relacionamentos virtuais e a objetificação do sujeito no Tinder Online dating – A critical analysis from the perspective of psychological science – Ficha técnica: Produção, apresentação e edição: Tomás Chiaverini Trilha sonora original: Paulo Gama Mixagem: Vitor Coroa | |||
| 16: As beterrabas e o sentido da vida | 30 Oct 2019 | 01:02:29 | |
Os alimentos orgânicos são mais saudáveis e mais saborosos. Mas as mudanças sociais trazidas pelo cultivo sem agrotóxicos, em pequenas propriedades e de forma local, podem ir além disso. Um bom exemplo desse fenômeno está em um grupo de agricultores que vive no distrito de Parelheiros, na zona sul da cidade de São Paulo. Desde 2009, eles têm se organizado para produzir de maneira agroecológica e para abastecer restaurantes e mercados da cidade. Como efeito colateral desse processo, uma porção de vidas mudou para sempre. Neste episódio, falamos sobre quatro dessas vidas, que só se cruzaram por causa de uma das necessidades mais básicas do ser humano: a comida. ***** – Colabore com a Rádio Escafandro e receba recompensas. Clique aqui. ***** – Entrevistados do episódio: Cozinheira e apresentadora do programa Master Chef Brasil. Geógrafo, consultor da prefeitura no projeto Ligue os Pontos. Agricultor, membro da Cooperapas. Psicólogo e agricultor. – Ficha técnica: Produção, apresentação e edição: Tomás Chiaverini Trilha sonora original: Paulo Gama Mixagem: Vitor Coroa | |||
| 109: General bom, general mau | 06 Mar 2024 | 01:09:05 | |
Por que a tentativa de golpe aconteceu depois de o presidente eleito tomar posse? Por que os militares precisariam de uma operação de garantia da lei e da ordem (GLO) para tomar o poder? Por que o alto comando das forçar armadas sempre manteve um discurso duplo em relação a Jair Bolsonaro? No episódio 109 a gente tenta responder a essas perguntas por meio da tese de que, há alguns anos, os militares estão efetuando uma operação em pinça no teatro político brasileiro. Mergulhe mais fundo 8/1 A rebelião dos manés (link para compra) O Brasil no Espectro de uma Guerra Híbrida: Militares, Operações Psicológicas e Política em uma Perspectiva Etnográfica (link para compra) Episódio relacionado 70: Os generais e o cerco a Brasília Entrevistados do episódio Antropólogo, professor titular da Universidade Federal de São Carlos. Tem experiência na área de Antropologia, com ênfase em antropologia da guerra e em sistemas hierárquicos, atuando principalmente nos seguintes temas: hierarquia, individualismo, estado, guerra e militares. É autor do livro “O Brasil no Espectro de uma Guerra Híbrida: Militares, Operações Psicológicas e Política em uma Perspectiva Etnográfica” (Alameda Casa Editorial, 2020). É arquiteto e urbanista, professor associado da Unifesp e atua na Escola de Filosofia, Letras e Ciências Humanas-EFLCH e no Instituto das Cidades-IC. Foi Pró-Reitor Adjunto (2013-2017) e Pró-Reitor de Planejamento da Unifesp (2017-2021). É autor de diversos artigos sobre arquitetura, cidades, políticas públicas, movimentos sociais, cultura e política. Ficha técnica Apoio de edição: Matheus Marcolino. Mixagem de som: Vitor Coroa. Trilha sonora tema: Paulo Gama. Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari. Direção, roteiro e edição: Tomás Chiaverini. | |||
| 15: Quando a medicina exagera | 16 Oct 2019 | 00:59:27 | |
No final do século passado, hospitais da Coreia do Sul passaram a oferecer ultrassom da tiróide nos exames de rotina. Menos de duas décadas depois, os diagnósticos de câncer na tiróide tinham aumentado 15 vezes. Esse tipo de tumor virou o mais comum do país, com cerca de 40 mil pessoas diagnosticadas. A maior parte delas se submeteu a tratamento. Muitas tiveram a tiróide retirada e passaram a ter de tomar hormônio para o resto da vida. Algumas tiveram sequelas como paralisia das cordas vocais. No fim, a surpresa: apesar da alta de diagnósticos e de tratamento, a mortalidade por câncer de tiróide continuou praticamente inalterada. E mais: em 1947 um estudo já mostrava um número supreendentemente alto de câncer de tiróide em autópsias de pessoas que tinham morrido por outro motivo. Segundo esse estudo, um terço das pessoas desenvolve algum tipo de tumor na tiróide sem que isso cause qualquer problema. Neste episódio de Escafandro, falamos sobre casos como esse. Quando a medicina exagera a dose e pode causar mais danos do que benefícios. Escute no seu tocador de podcasts favorito! ***** – Colabore com a Rádio Escafandro e receba recompensas. Clique aqui. *****– Entrevistados do episódio: Cineasta, crítico de cinema, ator e escritor. Médico geriatra, editor do site Slow Medicine Brasil e representante do movimento Slow Medicine. Professor do Instituto de Bioquímica Médica da UFRJ, autor do “Dicionário de Línguas Imaginárias” (Alfaguara). Médico urologista, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Urologia e membro do comitê científico do Instituto Lado a Lado pela Vida. Diretora de Comunicação do Instituto Lado a Lado pela vida. – Mergulhe mais fundo O Corpo Crítico (revista Piauí) – Ficha técnica: Produção, apresentação e edição: Tomás Chiaverini Trilha sonora original: Paulo Gama Mixagem: Vitor Coroa | |||
| 14: Seu cérebro no Insta | 02 Oct 2019 | 00:56:24 | |
O brasileiro passa, em média, 9 horas e 14 minutos por dia conectado à internet. Desse tempo, 3 horas e 39 minutos são gastos nas redes sociais. Segundo estudos diversos, o uso excessivo de Facebook, Instagram, Twitter e companhia tem um impacto profundo – e não muito positivo – na nossa mente. Existe, por exemplo, gente que vai até um lago na Sibéria fazer fotos diante de águas de um azul-turquesa cintilante. O problema? O lugar é um depósito de lixo químico, e a cor das águas é resultado de produtos tóxicos. Por todo o mundo pessoas estão morrendo ao tentar tirar fotos de si mesmas. É gente que cai de penhasco, que é atropelada por ônibus, que morre afogada. Este episódio é dividido em duas partes. Na primeira, investigamos como essas novas tecnologias estão mudando nossa mente e nosso comportamento como sociedade. Na segunda, espiamos por baixo do tapete do Facebook para saber como e por que os algoritmos do Mark Zuckerberg tentam manipular os usuários. Confira no episódio 14 de Escafandro. Assine no seu aplicativo de podcast predileto e ouça de graça ***** – Colabore com a Rádio Escafandro e receba recompensas. Clique aqui. *****– Entrevistados do episódio: Psicanalista e professor titular da Universidade de São Paulo. Cientista social e pesquisadora no Laboratório de Tecnologias Livres da Universidade Federal do ABC. – Mergulhe mais fundo A história completa dos emojis (em inglês) Tese de mestrado defendida pela Débora Machado – Ficha técnica: Produção, apresentação e edição: Tomás Chiaverini Trilha sonora original: Paulo Gama Mixagem: Vitor Coroa | |||
| 13: Brumadinho em dois atos | 18 Sep 2019 | 00:51:04 | |
No dia 25 de janeiro, a Barragem do Córrego do Feijão, da mineradora Vale, se rompeu criando uma avalanche de 12,7 milhões de metros cúbicos de lama e rejeito de minério de ferro. Em instantes, a lama matou mais de duzentas pessoas, exterminou animais, destruiu casas, arrastou máquinas, veículos, e deixou a cidade de Brumadinho em estado de calamidade. A apresentadora e repórter da Band News FM Gabriela Mayer esteve duas vezes no local da tragédia. Uma, logo após o rompimento. Outra, seis meses depois. Neste episódio, ela conta como foi a cobertura dessa catástrofe e compartilha trechos de entrevistas e conversas com os moradores locais. Assine Escafandro no seu aplicativo de podcast predileto e ouça de graça! ***** – Colabore com a Rádio Escafandro e receba recompensas. Clique aqui. *****– Entrevistados do episódio: – Ficha técnica: Produção, apresentação e edição: Tomás Chiaverini Trilha sonora original: Paulo Gama Mixagem: Vitor Coroa | |||
| 12: Um dia numa casa coletiva | 04 Sep 2019 | 00:58:33 | |
Gravamos 17 horas de rotina de uma casa coletiva. São dez adultos, seis crianças e seis gatos morando juntos e dividindo os espaços comuns de um casarão em São Paulo. Contas e tarefas domésticas também são compartilhadas, num esquema orgânico em que há apenas uma regra: cada dia um dos adultos prepara o jantar para todo mundo. Mergulhe nessa história escutando o Episódio 12 de Escafandro. Assine no seu aplicativo de podcast predileto e ouça de graça. ***** – Colabore com a Rádio Escafandro! Clique aqui! *****Produção, apresentação e edição: Tomás Chiaverini Trilha sonora: Paulo Gama (música tema), À Deriva (demais músicas) Mixagem: Vitor Coroa | |||
| 11: Heróis e vilões | 21 Aug 2019 | 00:51:45 | |
No final da década de 1990, uma pequena cidade da grande São Paulo viveu um escândalo que abalou a politica nacional. Todos os vereadores da câmara municipal foram subitamente afastados de seus mandatos. Menos um. No primeiro episódio de Escafandro, partimos dessa história para mostrar um pouco de como são os homens públicos mais próximos da população: os vereadores. E de como as câmaras municipais replicam a política de outras esferas, criando heróis e vilões que mudam de lado com o tempo, ou apenas conforme o ponto de vista de quem observa. Confira no Episódio 11 de Escafandro. Assine no seu aplicativo de podcast predileto e ouça de graça ***** – Colabore com a Rádio Escafandro e receba recompensas. Clique aqui. | |||
| 10: Jornalismo na era dos booktubers | 27 Jun 2019 | 00:58:40 | |
Booktubers são youtubers que falam sobre livros. O nicho está em franco crescimento e tem profissionais dos mais diversos estilos. Alguns se dispõem a fazer resenhas pagas pelo autor do livro ou pela editora. Entre estes, há aqueles que deixam muito claro o que é pago e o que não é, e aqueles que apenas sinalizam discretamente. Até que ponto essa prática é ética? Como o jornalismo, a crítica e a publicidade têm se relacionado antes e depois do advento das novas mídias e das redes sociais? Como essa relação pode afetar as redações e a sociedade em que vivemos? *** Confira no Episódio 09 de Escafandro. Assine no seu aplicativo de podcast predileto e ouça de graça*** – Entrevistados do episódio: Booktuber, criadora do canal Literature-se. Jornalista, curador do prêmio Oceanos, apresentador do programa Arte 1 Contexto, foi curador da Festa Literária Internacional de Parati (FLIP), colunista e editor de diversos veículos culturais, entre eles Cult, Folha de S.Paulo e Guia Folha Discos Livros e Filmes. Editor-executivo de mídias digitais de O Estado de S.Paulo, coordenador do programa de pós-graduação em jornalismo do Insper, professor da FAAP. Foi crítico de cultura em veículos como Bravo! e Veja. Jornalista e booktuber, responsável pelo canal Ler Antes de Morrer. – Mergulhe mais fundo O post que originou o episódio. Texto do escritor Ronaldo Bressane, sobre a polêmica das resenhas pagas. – Ficha técnica: Produção, apresentação e edição: Tomás Chiaverini Trilha sonora original: Paulo Gama Mixagem: Vitor Coroa – Colabore com a Rádio Escafandro: | |||
| 09: A história do Brasil que a floresta escondeu | 06 Jun 2019 | 00:56:20 | |
Animais gigantes, planícies de vegetação esparsa, homens espalhados por grande estruturas urbanas interligadas por estradas amplas. Este cenário, que parece remeter à África ou ao Oriente Médio, ocupou uma região bem mais familiar, hoje conhecida como Brasil. Achados arqueológicos recentes contam uma história muito diferente da que ficou registrada em boa parte dos livros didáticos. No lugar do “deserto verde” amazônico, que ocupa o imaginário de parte dos brasileiros, havia sociedades fervilhantes, espalhadas em cidades de milhares de habitantes, donas de uma cultura sofisticada e de técnicas agrícolas cujos efeitos ecoam até os dias de hoje. Que povos eram esses? Por que ainda sabemos tão pouco sobre eles? Como a destruição da floresta impacta os registros que sobraram? Como a arqueologia tem lidado com isso nas últimas décadas, e como pesquisadores enxergam o futuro num governo que vem desmontando as políticas ambientais? *** Você pode escutar o podcast gratuitamente no iTunes, no Spotify e nos principais aplicativos de podcast *** – Entrevistados do episódio: Jornalista, mestre em arqueologia pela Universidade de São Paulo. Jornalista especializado em ciência, mestre e doutor em Estudos Lingüísticos e Literários em Inglês na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, autor, entre outros, do livro “1499 – O Brasil antes de Cabral” (Harper Collins). Graduado em História pela Universidade de São Paulo, Mestre e Doutor em Arqueologia pela Universidade de Indiana e Livre-Docente pela Universidade de São Paulo. Professor Titular de Arqueologia Brasileira do Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo. Repórter da revista Piauí especializado na cobertura de ciência, autor de “Domingo é dia de ciência” (Azougue Editorial). – Mergulhe mais fundo Do carvão às cinzas – causas e efeitos do incêndio no Museu Nacional (revista Piauí) Arqueólogos redescobrem relíquias do Museu Nacional (revista Piauí) – Ficha técnica: Produção, apresentação e edição: Tomás Chiaverini Trilha sonora original: Paulo Gama Mixagem: Vitor Coroa – Colabore com a Rádio Escafandro: | |||
| 08: Bem-vindo ao churrasco do apocalipse | 23 May 2019 | 00:56:20 | |
No último século, os animais vertebrados desapareceram da face da terra numa velocidade cem vezes mais rápida do que o normal. Isso significa que o planeta está vivendo a sexta extinção em massa. A última foi há 65 milhões de anos, quando um asteroide se chocou com a terra e fulminou os dinossauros. Agora esse processo tem uma causa diferente: a explosão populacional do Homo sapiens. Boa parte desses impactos são causados pela agricultura, que tem sido feita de forma nada amigável ao ambiente. Até meados de maio, por exemplo, o governo Federal tinha aprovado o registro de 166 novos agrotóxicos. Quarenta e oito deles são da classe I, que apresenta o maior risco toxicológico. Diante desse quadro, tentamos responder algumas perguntas. Quais são as saídas para essa situação? É possível cultivar alimentos em grande escala sem os impactos atuais? Ou, numa saída mais extrema, é hora de a humanidade parar de crescer? E se for esse o caso, existe alguma forma de isso acontecer sem grandes catástrofes sociais? *** Você pode assinar o podcast gratuitamente no iTunes, no Spotify, no YouTube e nos principais aplicativos de podcast *** – Entrevistados do episódio: Crítico de gastronomia do jonal Folha de S.Paulo, presidente da seção brasileira do júri do prêmio 50 Best. Professor da Unicamp, engenheiro químico com mestrado e doutorado em Engenharia de Alimentos. Biólogo, ecologista, pós-doutor em Agroecologia pela Universidade de Córdoba. Economista, com mestrado e doutorado em Desenvolvimento Econômico pela Universidade Estadual de Campinas. Presidente regional da Sociedade Brasileira de Economia Ecológica. – Mergulhe mais fundo O apocalipse dos insetos (revista Piauí) – Ficha técnica: Produção, apresentação e edição: Tomás Chiaverini Trilha sonora original: Paulo Gama Mixagem: Vitor Coroa – Colabore com a Rádio Escafandro: | |||
| 07: Revolução transexual | 09 May 2019 | 00:55:55 | |
Os transexuais não se identificam com o gênero de nascença. Diferentemente do que muita gente pensa, essa condição não está condicionada à orientação sexual. Ela se manifesta muito cedo, na primeira infância, quando as crianças começam notar as diferenças entre homens e mulheres. A Organização Mundial de Saúde estima que uma em cada 30 mil pessoas nascidas no gênero masculino e uma em cada 100 mil pessoas nascidas no gênero feminino sejam transexuais. Para essas pessoas, a adolescência, quando as características físicas do gênero com o qual elas não se identificam se acentuam, é um período de grande sofrimento. Muitas tomam medidas drásticas como automutilação ou cirurgias clandestinas. Por isso, em alguns casos, a melhor saída é procurar ajuda profissional para bloquear a puberdade e iniciar um tratamento hormonal para posteriormente realizar uma cirurgia de redesignação sexual. Atualmente esse processo todo pode ser feito gratuitamente no Brasil. Mas isso não diminui os desafios das pessoas trans, que ainda são vítimas de preconceito e violência. Para se ter uma ideia, o Brasil é o país que mais mata transexuais no mundo. Como é viver num corpo em que você não se reconhece? Como o entendimento da transexualidade mudou ao longo do tempo? Como é o processo de bloqueio puberal e como são as cirurgias de redesignação sexual? *** Você pode assinar o podcast gratuitamente no iTunes, no Spotify e nos principais aplicativos de podcast *** – Entrevistados do episódio: Militante LGBT, criadora do site Trasempregos. Psiquiatra do Ambulatório Transdisciplinar de Identidade de Gênero e Orientação Sexual – AMTIGOS. Diretora executiva de RH da Atento. – Mergulhe mais fundo – Ficha técnica: Produção, apresentação e edição: Tomás Chiaverini Trilha sonora original: Paulo Gama Mixagem: Vitor Coroa – Colabore com a Rádio Escafandro: | |||
| 06: Ciência, jornalismo e cúrcuma | 25 Apr 2019 | 00:54:34 | |
Estima-se que diariamente a ciência produza milhares de novos artigos. Boa parte deles se utilizam de métodos pouco rigorosos e são referendados por periódicos científicos conhecidos como predatórios – que basicamente publicam qualquer coisa, desde que se pague por isso. Como consequência, há uma enxurrada de artigos provando as maravilhas curativas da cúrcuma, os benefícios do vinho tinto, ou as faculdades do chocolate como auxiliar no emagrecimento. Você certamente já topou com matéria sobre isso naquele suplemento dominical ou programa vespertino. Mas como isso acontece pelos laboratórios ao redor do planeta? Por que cientistas se prestam a estudar tanta bobagem? Como esses estudos são conduzidos? E como essas pesquisas passam pelo crivo de pauteiros, repórteres e editores para chegar até você? Escute e descubra! *** Você pode assinar o podcast gratuitamente no iTunes, no Spotify e nos principais aplicativos de podcast *** – Entrevistados do episódio: Repórter especial da Folha de S.Paulo, foi bolsista na Universidade de Georgetown, em Washington, em 2011, onde pesquisou sobre o conflito de interesses entre médicos e a indústria da saúde. Economista com doutorado direto em Saúde Pública pela Faculdade de Saúde Pública (FSP) da Universidade de São Paulo (USP) e pós-doutorado na Universidade de Harvard. É professor doutor do Departamento de Epidemiologia da FSP/USP na área de estatísticas de saúde. Jornalista e escritor, é autor das obras de divulgação científica “Livro dos Milagres”, “Pura Picaretagem” e “Livro da Astrologia”, além de diversos trabalhos de ficção científica, terror e mistério. Publicou artigos na Folha de S. Paulo, O Estado de S. Paulo, Zero Hora, entre outros. Atualmente está à frente da revista digital Questão de Ciência. Jornalista, diretor do documentário O Abraço Corporativo. – Mergulhe mais fundo Até quando vamos produzir estudos inúteis de saúde? Indústria financia estudos pró-cerveja Como provar que chocolate emagrece Alimentos que ao mesmo tempo previnem e curam câncer – Ficha técnica: Produção, apresentação e edição: Tomás Chiaverini Trilha sonora original: Paulo Gama Mixagem: Vitor Coroa – Colabore com a Rádio Escafandro: | |||
| 108: Salve o planeta, pergunte-me como | 21 Feb 2024 | 01:08:56 | |
O termo greenwashing é usado pra designar um tipo de propaganda abusiva em que uma empresa ou marca se diz mais "verde" do que realmente é. Neste episódio, contamos a história do greenwashing, trazemos exemplos de marcas e propagandas que recorrem a ele, e analisamos o impacto da prática na sociedade e no ambiente. Mergulhe mais fundo Greenwashing: Manual da propaganda enganosa (link para baixar) Psicólogo, professor, ambientalista, autor do livro "Greenwashing: Manual da propaganda enganosa". Agrônomo, economista, professor sênior da USP, autor de livros como "O Antropoceno e as humanidades", "Para entender o desenvolvimento sustentável", entre outros. Consultora em sustentabilidade, titular do canal Sutentaoque, no Instagram. Ficha técnica Apoio de produção e edição: Matheus Marcolino. Mixagem de som: Vitor Coroa. Trilha sonora tema: Paulo Gama. Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari. Direção, roteiro e edição: Tomás Chiaverini.
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| 05: O papel secreto do alho-poró no som de cinema | 11 Apr 2019 | 00:56:41 | |
A única parte do som de cinema gravada no set de filmagem é a fala dos atores. O restante – barulho de tiros, explosões, passos, portas abrindo, portas fechando, bocas beijando, bocas fumando, bocas mascando chiclete, afagos, tapas e socos – tudo isso é feito na pós-produção. Como esse universo sonoro é criado por artistas de foley, editores de efeito e mixadores? Quais os paralelos entre o som inventado e o som real? Como o áudio cinematográfico mudou com o tempo? Como a tecnologia influenciou essas mudanças? E qual é o peso delas nos filmes que você vê no cinema? E o que, afinal, o alho-poró tem a ver com isso? Escute e descubra! *** Você pode assinar o podcast gratuitamente no iTunes, no Spotify e nos principais aplicativos de podcast *** – Entrevistados do episódio: Artista de foley. Mixador de som. Editor de som e técnico de gravação. – Mergulhe mais fundo – Ficha técnica: Produção, apresentação e edição: Tomás Chiaverini Trilha sonora: Paulo Gama Mixagem: Vitor Coroa – Colabore com a Rádio Escafandro: | |||
| 04: O carro autônomo vai resolver os problemas da sua cidade? | 28 Mar 2019 | 01:00:29 | |
O carro autônomo já é uma realidade. Desde 2009, veículos sem motorista desenvolvidos pelo Google já rodaram mais de dez milhões de milhas. No Brasil, há empresas e universidades trabalhando no assunto. E conforme esse novo tipo de transporte chegar às ruas, o que vai acontecer em breve, mudanças profundas ocorrerão nas cidades. Para muitos especialistas, os acidentes e as mortes no trânsito podem cair mais de 90%. Pensando mais para o futuro, se todos os carros forem automatizados, as cidades poderão ser integradas em grandes sistemas inteligentes que regularão a fluidez do trânsito. Nesse mundo utópico, eles só precisarão parar para abastecer ou para manutenção. Assim, espaços hoje utilizados para estacionamento, para postos de gasolina, concessionárias e oficinas mecânicas poderão ganhar outros usos. Mas será que é isso mesmo? Ou será que todo esse processo envolve a criação de uma tecnologia desnecessária, que tem o objetivo maior de nos roubar alguns dados, sem olhar de fato para antigos problemas urbanos? – Entrevistados do episódio: Engenheiro mecânico, professor e responsável pelo desenvolvimento do Veículo Inteligente do Laboratório de Mobilidade Autônoma (VILMA) da Universidade de Campinas (Unicamp). Mestre pela faculdade de arquitetura e urbanismo da USP, pesquisador colaborador do centro de estudos Sociedade e Tecnologia, da Escola Politécnica da USP, e um dos coordenadores do grupo de estudo Cenários Urbanos Futuros, ligado à FAU. Fundador da startup Easy Carros. – Mergulhe mais fundo Estudo sobre a viabilidade dos carros autônomos na região de Nova York. Previsões da consultoria Mckinsey. – Ficha técnica: Produção, apresentação e edição: Tomás Chiaverini Trilha sonora: Paulo Gama Mixagem: Vitor Coroa – Colabore com a Rádio Escafandro: | |||
| 03: Por que amamos armas de fogo? (Parte 02) | 13 Mar 2019 | 00:53:27 | |
Na segunda parte do episódio sobre armas de fogo, especialistas falam sobre a falta de controle e de fiscalização, que, na prática, tem feito muita gente sair armado nas ruas impunemente. Também fomos a campo tentar sentir na pele o fascínio por pólvora e metal na esperança de responder por que, afinal, tanta gente ama as armas de fogo? – Entrevistados do episódio: Gerente da área de Justiça e Segurança do Instituto Sou da Paz Assessora Sênior do Instituto Sou da Paz Coronel José Vicente da Silva Filho Coronel reformado da Polícia Militar, secretário nacional de segurança pública durante o governo FHC. Psicóloga, psicanalista e cineasta. Ouça primeira parte do episódio.: – Ficha técnica: Produção, apresentação e edição: Tomás Chiaverini Trilha sonora: Paulo Gama Mixagem: Vitor Coroa – Colabore com o projeto Rádio Escafandro: | |||